

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O ensino da arte deve enfatizar igualmente tanto a vivência de processos quanto a aprendizagem que daí advém, a realização de trabalhos artísticos e a construção cultural, ativando e incrementando a capacidade do aluno de:
visualização, da memória visual, da descoberta de soluções para problemas, sejam eles técnicos ou estéticos.
contextualizar, possibilitar e incorporar o entendimento da história individual e social de produções artísticas.
diversificar, melhorar, avaliar e ser avaliado em seu fazer e seu entender sensível-cognitivo e marte.
assimilar novos saberes, percorrer, transformar os hábitos, atitudes e as manifestações artísticas.
desenvolver, articular, selecionar obras organizadas por meio de etapas sequenciadas e encaminhadas.
Leia atentamente as duas colunas e estabeleça uma associação entre elas:
I. Portfólio do aluno.
II. Diário de bordo do professor.
III. Expedição.
IV. Coleta sensorial.
a. proporciona a atitude investigativa com tarefas singulares para cada um dos que dela participam, se diferenciando de passeio e entretenimento.
b. proporciona evidências dos conhecimentos que foram sendo construídos, as estratégias utilizadas para aprender e a disposição de quem o elabora para continuar aprendendo.
c. convoca o olhar silencioso que mergulha nas sensações que a imagem vai doando ao corpo do leitor.
d. convoca um estado reflexivo e inventivo, dando subsídios para uma avaliação constante que provoca a encontrar caminhos cada vez mais instigantes para o aprender e o ensinar.
A associação correta é
I-b; II-d; III-a; IV-c.
I-c; II-a; III-b; IV-d.
I-a; II-b; III-c; IV-d.
I-d; II-c; III-b; IV-a.
I-c; II-a; III-d; IV-b.
As autoras Martins & Picosque, em contraposição ao clichê de bom professor-executor de planos de ensino normatizados, propõem a ideia de invenção de si mesmo como professor, reativando a criação na docência por meio das escolhas dos fazeres em sala de aula. O que implica o vir-a-ser
professor-reflexivo.
professor-pesquisador.
professor-propositor.
professor-temporário.
professor-colaborativo.
O uso de tecnologias contemporâneas possibilita a professores e alunos desenvolverem sua capacidade de pensar, fazer e ensinar arte em uma via contemporânea. Desse modo, pode-se afirmar que
I. o ensino de arte, nos dias de hoje, não pode abster-se do uso de tecnologias contemporâneas quer seja na produção artística, quer seja nos estudos de arte.
II. a padronização de materiais e atitudes qualifica o professor de arte interessado em estudar, criticar e tomar decisões de comandos nas aulas.
III. o uso de novas tecnologias na escola deve ser restrito às aulas de informática.
IV. a arte enquanto área de conhecimento é também uma construção humana que envolve relações com os contextos cultural, socioeconômico, histórico e político.
V. o professor de arte, em qualquer nível de ensino, deve ser, primeiramente, pessoa inserida no contexto artístico para se nutrir de experiências estéticas em sua vida cotidiana.
Está correto o que se afirma APENAS em
I, II e V.
I,IV e V.
II e III.
II e IV.
III, IV e V.
O papel do professor é importante para que os alunos aprendam a fazer arte e a gostar dela ao longo da vida. Tal gosto por aprender nasce também da qualidade da mediação que os professores realizam entre os aprendizes e a arte. Tal ação envolve aspectos:
compatíveis com regras e propostas entre professor e aluno e a todas as relações.
determinados pela sensibilidade artística entre os múltiplos caminhos viáveis.
específicos de conhecimento do ser humano que se articulam no ambiente escolar.
cognitivos e afetivos que passam pela relação professor/ aluno e aluno/ aluno.
Aprender arte envolve a ação em distintos eixos de aprendizagem:
fazer, apreciar e refletir sobre a produção social e histórica da arte, contextualizando os objetos artísticos e seus conteúdos.
julgar, poetizar, gostar de realizar imagens, sons, gestos e movimentos frentes aos seres, consequentemente do professor de arte.
preparar, apreciar, admirar os interessantes registros criados para incentivar os alunos em suas produções sócio-artístico-culturais.
indagar, observar e assegurar os conhecimentos adquiridos em arte, expressando suas preferências e natureza dos sentimentos.
desenvolver, sistematizar e construir os saberes necessários para o uso da técnica, afirmando a sua individualidade criativa.
Sobre o ensino de Arte na escola é correto afirmar:
I. o professor pode ter seus próprios métodos;
II. para que o aluno aprenda é dispensável integrar os alunos no processo de aprendizagem;
III. o ponto de partida para o aluno entender a arte é a sua prática social.
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):
I, apenas;
II, apenas;
III, apenas;
I e III, apenas;
II e III, apenas.
Mary Wigman, por influência direta de Laban, utilizou na composição cênica elementos formativos do movimento, de esforço e forma.
A polêmica do expressionismo causou embaraço para certos artistas, os quais buscaram uma nova estética, denominada nova objetividade, de caráter nada conciliador. Kurt Jooss se enquadrou nessa nova estética e se afastou totalmente dos princípios expressionistas da dança.
Sabe-se que as imagens são parte fundamental na alfabetização estética. Porém, a escolha de quais imagens vão ser levadas para a sala de aula muitas vezes é arbitrária. O professor decide quais imagens farão parte do repertório cultural de seus alunos. Essa afirmação problematiza
a tarefa do professor de evitar o trabalho com imagens divulgadas na mídia televisiva, por serem essas imagens de qualidade questionável e nocivas para o repertório cultural dos alunos.
o papel do professor no mundo contemporâneo como impulsionador do contato com as novas formas de produção de imagens, a fim de ampliar o conhecimento dos alunos sobre inovações científicas.
o fazer pedagógico do professor quanto a dar prioridade no trabalho com a leitura de imagens da história da arte e a releitura no fazer-artístico, por serem essas ações imprescindíveis para conhecer e contextualizar a linguagem da arte.
a tarefa do professor quanto a estar sempre em contato com a produção de imagens do seu tempo e atento às imagens consumidas por seus alunos, resgatando na cultura da imagem, o que é relevante para a formação do indivíduo.
a didática do professor quanto à seleção somente de obras de arte que sejam adequadas aos estágios da compreensão estética dos alunos, proposta por Maria Helena Rossi.
No texto A compreensão do desenvolvimento estético, Rossi em A educação do olhar no ensino das artes (1999) nos diz que as habilidades de leitura crescem cumulativamente. Inicialmente toda a leitura é feita a partir de um ponto de vista egocêntrico e ingênuo, depois o leitor usa seu conhecimento mais geral e finalmente interage com o conhecimento estético propriamente dito. Como educadores de arte, é importante conhecer os estágios do desenvolvimento estético dos alunos para a adequação das propostas pedagógicas aos interesses e necessidades da turma. Segundo Abigail Hussein, os estágios de desenvolvimento estético são:
contextualizar, apreciar, fazer, argumentar e avaliar.
narrativo, construtivo, classificatório, interpretativo e re-criativo.
análise dos elementos formais, interpretação pessoal e releitura da obra.
olhar, sentir, perceber e contextualizar.
investigar, julgar, justificar e produzir.
Em um de seus textos, Murray Schafer (2003) aponta a necessidade de se criar um novo tipo de professor, que possa dar conta das grandes mudanças sociais ocorridas no mundo: diminuição da taxa de nascimento, aumento da média de idade da população, aposentadoria precoce, o que leva os adultos novamente para a escola, para desenvolver novos ofícios e vocações. Diante da situação, o educador afirma que
é necessário um novo tipo de professor, que possa animar a comunidade, e novas estratégias pedagógicas que dêem conta de animar (dar vida) a nova população.
são necessárias políticas públicas eficientes para poder reverter a situação e estimular o aumento da taxa de nascimento, caso contrário as escolas fecharão.
é necessário um novo tipo de professor que possa atender os pais e avós em horários extracurriculares.
há necessidade de que os cursos de Licenciatura modifiquem seus currículos do curso de Bacharelado apenas.
há necessidade de desenvolver pesquisas específicas em asilos e entidades que se dedicam ao atendimento de idosos.
Os territórios de arte e cultura não têm fronteiras rígidas. Como um outro modo de olhar para a arte como objeto de estudo no contexto escolar, cada território oferece um foco específico que se conecta com os demais:
I. Território dos Saberes Estéticos e Culturais o foco é ampliar o pensamento sobre a arte e seu sistema simbólico ou social, oferecendo outras referências para interpretação da cultura e da arte.
II. Território das Linguagens Artísticas o foco são as matérias e os elementos da visualidade que criam poéticas singulares.
III. Território da Materialidade o foco são as técnicas tradicionais e a experimentação de materiais e a leitura da forma.
IV. Território de Processos de Criação o foco é o próprio processo de criação, tanto do artista como do aprendiz.
V. Território de Forma-conteúdo o foco é aguçar o olhar sobre a forma conjugada com a matéria, na procura pela expressão ligada aos significados que imprime cada artista.
VI. Território de Patrimônio Cultural o foco é a ampliação do olhar acerca da cultura e das heranças culturais que marcam e dão referência sobre quem somos.
VII. Território de Mediação Cultural o foco é o estudo sobre a experiência estética e os modos de provocar essa experiência, tanto nas instituições culturais quanto no espaço da escola.
Está correto o que se afirma APENAS em
I, III, V, VI, VII.
I, II, IV, VI, VII.
I, II, III, VI, VII.
I, III, IV, VI, VII.
I, IV, V, VI, VII.
Diz R. Murray Schafer em O ouvido pensante:
O grande problema da educação é o tempo verbal. Tradicionalmente, ela trabalha com o tempo passado. Você pode ensinar apenas as coisas que já aconteceram (em muitos casos, há muito tempo). essa questão de tempo que mantém artistas e instituições separados, pois os primeiros, através dos atos de criação, estão ligados ao presente e ao futuro, e não ao passado. [...] numa classe programada para a criação, o professor precisa trabalhar para sua própria extinção.
Schafer diz isso porque
há uma tendência hoje em se pensar que o professor deveria ser substituído por artistas, pois somente estes são capazes de criar.
a diferença de enfoque entre a instituição e o professor não permite que este trabalhe direito, o que pode levar a conflitos.
hoje em dia, a língua tem sido bastante maltratada e, por isso, mesmo dentro da escola, as pessoas costumam confundir até os tempos verbais.
os alunos têm cada vez mais dificuldade em aceitar a autoridade e costumam se rebelar contra seus professores.
numa classe programada para o ato de criar, não há professores que mandam, mas uma comunidade de aprendizes.
O educador em museu não pode esquecer de que tem o bem cultural como o seu instrumento de trabalho, devendo, então, explorar seu potencial pedagógico. Portanto, podemos afirmar que a sua ação educativa, em relação ao objeto cultural, deve revelar que:
na metodologia educacional visa às projeções emocionais do aluno.
no processo educacional o objeto cultural é fonte primária do ensino.
na dinâmica educacional a fonte secundária do ensino é a cultura.
na convivência da criança com a outra há a interação sociocultural.
na observação do educador esse assunto assegura seu trabalho.
Sobre alguns termos usados no Brasil na interrelação Arte e ensino, considere as duas colunas:
I. Educação Artística
II. Educação através da arte
III. Arte e seu ensino
IV. Proposta Triangular
a. tornou-se mais comum a partir de 1989, quando foi realizado, na ECA-USP, o 3o Simpósio Internacional sobre o Ensino da Arte e sua História.
b. refere-se à epistemologia da arte.
c. termo instituído oficialmente no Brasil a partir da Lei no 5.692/71.
d. terminologia criada por Herbert Read, na Inglaterra.
e. ênfase na interrelação entre o fazer, a leitura da obra e sua contextualização.
Assinale a associação correta entre as duas colunas.
I-a; II-c; III-b; IV-d.
I-b; II-a; III-d; IV-e.
I-c; II-d; III-a; IV-e.
I-d; II-b; III-c; IV-a.
I-e; II-d; III-a; IV-c.
Quando o aluno faz seus trabalhos artísticos, realiza atos de autoria, com marca pessoal. Geralmente, é o professor quem valida as produções atribuindo-lhes qualidades na orientação das discussões coletivas ou na recepção das produções individuais, valorizando e incentivando os esforços dos aprendizes nos processos de construção de:
interferências educativas, estudos sobre o patrimônio cultural, artístico e histórico e nas elaborações.
produções artísticas, apreciações estéticas e posicionamentos assumidos pelos educandos.
perspectivas culturais, educativas ou pedagógicas e no entendimento das diversas modalidades de arte.
atitudes diretivas, educacionais ou reprodutivas e na compreensão dos rumos dos estudos artísticos.
saberes cognitivos, procedimentais ou atitudinais e nas combinações desses tipos de saberes.

Considerando o texto acima, assinale a alternativa correta.
No que diz respeito às ideologias racistas, o posicionamento do professor frente ao conteúdo didático dos livros deve ser favorável a estas.
Cabe ao educador eleger livros que contemplam e reforçam imagens preconceituosas, discriminatórias e depreciativas.
As imagens, a seleção de conteúdos dos textos, a ordem de prioridade e o espaço ocupado em sala de aula devem ter como prioridade a cultura eurocêntrica.
A primeira atitude do educador frente ao conteúdo dos livros didáticos e paradidáticos deve ser a de identificar a sua ideologia, apresentada pela cultura visual, com o fim de se posicionar a favor ou contra.
Um dos princípios que devem orientar os temas, os projetos e as atividades pedagógicas em relação à questão do negro na escola é a construção do preconceito racial e a reafirmação de uma autoestima positiva da população negra e mestiça.
O professor contemporâneo é o professor pesquisador, aquele que aprende pesquisando. Em sua pesquisa, descrita no livro Arte, Educação e Cultura (In: Oliveira, 2007), Jociele Lampert afirma sua crença na educação que produza e construa conhecimento significativo, rejeitando a educação para a formação de indivíduos em fôrmas e formas idênticas. Para isso, sugere ao professor pesquisador
desenvolver conteúdos teóricos e reflexões unilaterais no processo educativo.
aprofundar-se nos estudos cronológicos da história da arte.
uma perspectiva cultural, que significa levar em conta o mundo pessoal de quem aprende, valorizando a capacidade de relacionar.
reproduzir de forma discordante os conhecimentos ensinados na graduação.
um olhar cultural de acordo com suas próprias ideologias, com recortes e colagens inéditos ao contexto dos alunos.
A criança, desde pequena, age, reflete, abstrai sentidos de sua experiência com desenhos. Progressivamente, ela pode construir significados sobre o que é e foi o desenho na história, quais são e foram os princípios e os fatos, procedimentos e valores associados ao desenho na História da Arte. Sendo assim, é bom que, na escola, o aluno:
viabilize sua produção de acordo com as normas acadêmicas vigentes e aceitas socialmente.
desencadeie um processo no qual o aprendiz participa ativamente de relações sociais.
preserve a atividade artística dentro de si orientando o seu fazer diante do desapercebido.
descubra que o desenho não difere de nenhuma outra ação educativa dentro da escola.
relacione o desenho que faz com o conhecimento acumulado sobre desenho na sociedade.