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De acordo com o expressamente preceituado pelo Código Civil brasileiro, constitui ato ilícito:
o praticado em legítima defesa desde que cause dano a terceiros
o exercício de um direito por seu titular de forma a exceder manifestamente os limites impostos pelos bons costumes
o praticado no exercício regular de um direito reconhecido desde que cause prejuízo econômico a terceiros
a lesão à pessoa, a fim de remover perigo iminente
Com base no que disciplina o Código Civil acerca de ato ilícito, assinale a alternativa correta.
Comete ato ilícito aquele que, mesmo em legítima defesa, viola direito e causa dano a outrem, ainda que exclusivamente moral.
Comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
Não há previsão de cometimento de ato ilícito por omissão.
A deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão à pessoa, a fim de remover perigo iminente, mesmo que outra ação menos gravosa pudesse ser tomada, não acarreta cometimento de ato ilícito.
Constituem ato ilícito os atos praticados mesmo no exercício regular de um direito legalmente reconhecido.
Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. O abuso de direito também configura ato ilícito que pode ser indenizado, verificando-se o mesmo quando
o titular de direito, ao exercê-lo, tangencia os limites impostos pelo seu fim econômico ou social; boa-fé ou bons costumes.
o titular de direito, ao exercê-lo, atinge os limites impostos pelo seu fim econômico ou social; boa-fé ou bons costumes.
o titular de direito, ao exercê-lo, atinge manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social; boa-fé ou bons costumes.
o titular de direito, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social; boa-fé ou bons costumes.
A respeito da responsabilidade civil, considere:
.
I. Não são cumuláveis as indenizações por dano material e dano moral oriundos do mesmo fato.
II. A desproporção excessiva entre a gravidade da culpa e o dano permite ao juiz reduzir equitativamente a indenização.
III. A responsabilidade decorrente de abuso de direito é objetiva.
.
Está correto o que se afirma APENAS em
I e II
II e III
I e III
I
II
Carlos foi vítima de golpe por meio do qual fraudadores utilizaram-se de documentos falsos a fim de realizar operações bancárias em seu nome. Procurada por Carlos, a instituição financeira afirmou não ter tido culpa pelo incidente, negando-se a restituir o prejuízo. A negativa é
ilícita, configurando abuso do direito, decorrente da inobservância do princípio da boa-fé subjetiva, que impõe às partes, dentre outros, o dever anexo de segurança, independentemente da existência do elemento culpa.
lícita, pois, para caracterização do abuso do direito, é necessária a existência do elemento culpa.
lícita, por ausência de nexo de causalidade entre a atividade da instituição financeira e o prejuízo experimentado por Carlos.
lícita, pois somente comete ato ilícito aquele que, por ação ou omissão voluntária decorrente de negligência ou imprudência, viola direito e causa dano a outrem.
ilícita, configurando abuso do direito, decorrente da inobservância do princípio da boa-fé objetiva, que impõe às partes, dentre outros, o dever anexo de segurança, independentemente da existência do elemento culpa.
Assinale a alternativa correta:
Tendo a pessoa jurídica diversos estabelecimentos em lugares diferentes, considera-se domicílio aquele onde localizada a sua sede.
Comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
São consumíveis os móveis que podem substituir-se por outros da mesma espécie, qualidade e quantidade.
Conforme estabelecido na Lei n. 4.320/1964, a receita classificar-se-á em três categorias econômicas, a saber: receitas correntes, receitas de capital e receitas diferidas.
O titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social
comete ato ilícito, consubstanciado em abuso do direito, sujeitando-se à responsabilidade civil.
não comete ato ilícito, mas, apenas, viola regra moral, sem consequências jurídicas.
não comete ato ilícito, mas se sujeita à responsabilidade civil de natureza objetiva.
comete ato ilícito, sujeitando-se a sanções administrativas, mas não à responsabilidade civil.
comete abuso do direito, que a lei não reputa ato ilícito para fins indenizatórios.
A responsabilidade civil decorrente do abuso do direito
determina indenização material, independentemente de comprovação de prejuízo.
não acarreta consequência pecuniária, se não houver dano moral.
rege-se pelo critério subjetivo, só sendo indispensável o dano.
rege-se pelo critério subjetivo, sendo indispensável o dano apenas quando configurado dolo.
independe de comprovação de culpa.
Sônia é proprietária de uma pousada. Marina, sua, vizinha, cria codornas. Segundo Sônia, o forte cheiro das codornas atrapalharia seu negócio. Por tal razão, com a intenção de afugentar as codornas, mas também imaginando que poderia entreter seus clientes, passou, com autorização do órgão ambiental, a criar corujas, as quais acabaram por dizimar as codornas. Sônia cometeu ato
ilícito, pois agiu com dolo direto de matar as codornas, podendo Marina, em razão de tal fato, postular indenização.
lícito, pois não é obrigada a tolerar atividade danosa a seus negócios.
lícito, pois a criação das corujas foi autorizada pelo órgão ambiental, podendo Marina, entretanto, em razão dos prejuízos que experimentou, postular indenização.
ilícito, pois excedeu abusivamente os limites impostos pela boa-fé objetiva e pela finalidade social do negócio, podendo Marina, em razão de tal fato, postular indenização.
imoral, porém lícito, uma vez que fundado em exercício regular do direito.
Praticado um ato jurídico de objeto lícito, mas cujo exercício, levado a efeito sem a devida regularidade, acarreta um resultado que se considera ilícito (FRANÇA, R. Limongi. Instituições de Direito Civil. 4. ed., Saraiva, 1991, p. 891), pode-se afirmar que o agente
cometeu ato ilícito que só pode determinar indeni zação por dano moral.
incorreu em abuso do direito.
praticou ato ilícito, mas que não pode implicar qual quer sanção jurídica.
realizou negócio nulo.
realizou negócio anulável.
A respeito do abuso de direito no direito civil e nas relações de consumo, assinale a opção INCORRETA.
Ocorre o abuso de direito quando a pessoa, ao exercer um determinado direito, excede intencionalmente os limites impostos pela função social e econômica de um instituto, pela boa-fé objetiva e pelos bons costumes. A responsabilidade civil decorrente do ato abusivo tem natureza subjetiva.
Quando o ato ou o negócio jurídico é praticado com abuso de direito, se reconhecido e declarado como tal, enseja-se a declaração de nulidade do referido ato e surge a obrigação de indenizar os danos, morais e patrimoniais, por ele causados.
Práticas abusivas são ações ou condutas que se caracterizam como ilícitas, independentemente de se encontrar ou não algum consumidor lesado ou que se sinta lesado.
Constitui abuso de direito a situação em que o proprietário excede o exercício do direito de propriedade, principalmente imóvel, e que cause prejuízo a outros, gerando o dever de ressarcir os danos causados.
Nas relações de consumo, o abuso de direito poderá manifestar-se também por omissão, o que afronta os princípios da finalidade social e econômica da relação de consumo, da equidade e da proporcionalidade, mas especialmente da boa-fé.
Examine os enunciados seguintes:
I. Comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boafé ou pelos bons costumes.
II. As partes devem estipular contratos típicos, somente, valendo a respeito o princípio da tipicidade ou taxatividade.
III. Nos contratos de adesão, são nulas as cláusulas que estipulem a renúncia antecipada do aderente a direito resultante da natureza do negócio.
Está correto o que se afirma em
II e III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
III, apenas.
A respeito do abuso de direito, assinale a opção correta.
O venire contra factum proprium não se configura ante comportamento omissivo.
A supressio pode coexistir com os prazos legais da decadência.
Na surrectio, o exercício continuado de uma situação jurídica implica nova fonte de direito subjetivo, desde que não contrarie o ordenamento.
A configuração do abuso de direito exige o elemento subjetivo.
De acordo com o STJ, a teoria dos atos próprios não se aplica ao poder público.
Constitui ato ilícito aquele praticado
em estado de necessidade.
em legítima defesa de outrem.
com abuso de direito.
no exercício regular de um direito reconhecido, salvo com autorização judicial.
com reserva mental.