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Com relação ao regime da solidariedade passiva, é correto afirmar que:
cada herdeiro pode ser demandado pela dívida toda do devedor solidário falecido.
com a perda do objeto por culpa de um dos devedores solidários, a solidariedade subsiste no pagamento do equivalente pecuniário, mas pelas perdas e danos somente poderá ser demandado o culpado.
se houver atraso injustificado no cumprimento da obrigação por culpa de um dos devedores solidários, a solidariedade subsiste no pagamento do valor principal, mas pelos juros da mora somente poderá ser demandado o culpado.
as exceções podem ser aproveitadas por qualquer dos devedores solidários, ainda que sejam pessoais apenas a um deles.
Em regra, a solidariedade não se presume, necessitando, assim, de estipulação expressa entre as partes. Contudo, se o objeto devido for materialmente indivisível, haverá para todos os fins solidariedade entre os devedores, independentemente de estipulação.
João prometeu transferir a propriedade de uma coisa certa, mas antes disso, sem culpa sua, o bem foi deteriorado.
Segundo o Código Civil, ao caso de João aplica-se o seguinte regime jurídico:
a obrigação fica resolvida, com a devolução de valores eventualmente pagos.
a obrigação subsiste, com a entrega da coisa no estado em que se encontra.
a obrigação subsiste, com a entrega da coista no estado em que se encontra e abatimento no preço proporcional à deterioração.
a obrigação poderá ser resolvida, com a devolução de valores eventualmente pagos, ou subsistir, com a entrega da coisa no estado em que se encontra e abatimento no preço proporcional à deterioração, cabendo ao credor a escolha de uma dentre as duas soluções.
Nas obrigações solidárias, no que concerne à solidariedade passiva, é correto afirmar:
se a ação tiver sido proposta somente contra um dos devedores solidários, os demais não respondem pelos juros de mora.
importa em renúncia da solidariedade a propositura de ação pelo credor contra um ou alguns dos devedores.
se o credor exonerar da solidariedade um ou mais devedores, não subsistirá a dos demais.
se o credor receber de um dos devedores o pagamento parcial da dívida, os demais devedores ficarão desobrigados do pagamento do restante.
impossibilitando-se a prestação por culpa de um dos devedores solidários, subsiste para todos o encargo de pagar o equivalente, mas pelas perdas e danos só responde o culpado.
Doutrinariamente, é possível estabelecer distinção entre obrigações genéricas e alternativas.
Conforme o Artigo 265 do Código Civil Brasileiro, a solidariedade NÃO se presume resultando da lei ou da vontade das partes. Em relação ao tema, assinale a alternativa que está de acordo com o disposto na lei civil.
A obrigação solidária não pode ser pura e simples para um dos cocredores ou codevedores e condicional ou a prazo para os outros.
Enquanto algum dos credores solidários não demandar o devedor comum, este poderá pagar a dívida toda a qualquer dos credores.
Convertendo-se a obrigação solidária em perdas e danos, não subsiste, para todos os efeitos, a solidariedade.
O devedor comum poderá opor ao credor solidário as exceções pessoais oponíveis aos demais credores.
Importará renúncia da solidariedade passiva a propositura de ação pelo credor comum contra um dos devedores solidários.
No Direito das Obrigações,
a solidariedade, de acordo com a lei, nunca será presumida, pois dependerá exclusivamente da vontade das partes.
se um dos devedores solidários falecer deixando herdeiros, nenhum destes será obrigado a pagar senão a quota que corresponder ao seu quinhão hereditário, salvo se a obrigação for divisível; mas todos reunidos serão considerados como um devedor solidário em relação aos demais devedores.
enquanto o julgamento contrário a um dos credores solidários não atinge os demais, o favorável, como regra geral, aproveita-lhes.
o credor não pode renunciar à solidariedade em favor de um ou de alguns dos devedores, em razão do princípio da indivisibilidade da obrigação solidária.
impossibilitando-se a prestação por culpa de um dos devedores solidários, subsiste para todos o encargo de pagar o equivalente, mais perdas e danos.
Nas obrigações de não fazer
a mora ocorrerá pelo simples descumprimento da obrigação, ainda que não haja fato ou omissão imputável ao devedor.
não poderá o credor exigir que o devedor desfaça o ato, ainda que isto seja materialmente possível.
se descumprida, somente é possível a condenação do réu a abster-se do ato, sob pena de multa diária.
o devedor ficará isento de qualquer conseqüência de ordem pecuniária, se o credor não provar o prejuízo.
se descumprida, em caso de urgência poderá o credor desfazer ou mandar desfazer, independentemente de autorização judicial, sem prejuízo do ressarcimento devido.
Nas obrigações
divisíveis, havendo dois ou mais devedores, cada um será obrigado pela dívida toda.
alternativas, pode o devedor obrigar o credor a receber parte em uma prestação e parte em outra.
solidárias, o credor pode renunciar a solidariedade em favor de um ou de alguns dos devedores.
de dar coisa incerta, indicada pelo gênero e pela quantidade, a escolha pertence ao credor, se o contrário não resultar do título da obrigação.
de fazer, se a prestação do fato tornar-se impossível sem culpa do devedor, responderá este por perdas e danos.
Se a prescrição for suspensa em favor de um dos credores solidários, só aproveitará aos demais se a obrigação for indivisível.
Considere as assertivas abaixo.
I. Tendo A emprestado a B quinze sacos de semente de soja, sobreveio imprevista inundação que destruiu o produto que estava no depósito de B. Mesmo assim, B está obrigado a satisfazer sua dívida.
II. Na obrigação de dar coisa certa, o devedor só poderá ser obrigado a entregar outra se for de menor valor.
III. O devedor de obrigação divisível, para pagar toda a prestação a um só dos múltiplos credores, deve exigir dele caução de ratificação.
Quais são corretas?
Apenas III.
Apenas II.
Apenas I.
Apenas II e III.
I, II e III.
Nas obrigações solidárias,
o julgamento contrário a um dos credores solidários atinge os demais.
a solidariedade se presume.
convertendo-se a prestação em perdas e danos, não subsiste, para todos os efeitos, a solidariedade.
o credor que tiver remitido a dívida ou recebido o pagamento responderá aos outros pela parte que lhes caiba.
o credor não poderá renunciar á solidariedade em favor de um dos devedores.
Na classificação das leis, pode-se afirmar que aquelas que disciplinam a licitação para aquisição de bens pela Administração pública, aquelas que regulam os impedimentos matrimoniais e aquela que dispõe sobre a concentração nas obrigações de dar coisa incerta são, respectivamente,
de direito público, de direito público e de direito privado supletiva.
de direito privado mas de ordem pública, de direito público e de direito privado supletiva.
de direito público, de direito privado mas de ordem pública e de direito privado supletiva.
de direito público, de direito privado supletivas e de direito privado cogente.
de direito privado cogente, de direito privado de ordem pública e de direito privado supletiva.
Considere as assertivas abaixo sobre obrigações solidárias.
I - A renúncia à solidariedade em favor de qualquer dos devedores exonera da solidariedade os demais.
II - A propositura de ação pelo credor contra alguns dos devedores importará na renúncia da solidariedade em relação aos demais.
III - A obrigação solidária pode ser pura e simples para um dos codevedores e condicional ou a prazo ou pagável em lugar diferente para o outro.
Quais são corretas?
Apenas I
Apenas II
Apenas III
Apenas I e III
I, II e III
Assinale a alternativa INCORRETA.
As obrigações indivisíveis perdem essa qualidade quando, impossível o objeto por causa superveniente, resolverem-se em perdas e danos.
A conversão da obrigação em perdas e danos, havendo credores solidários, não faz desaparecer a solidariedade.
Nas obrigações indivisíveis, em que houver credores solidários, a exigência da prestação do devedor pode ser exercida por apenas um dos credores.
Em operação de mútuo composta por três devedores solidários, um deles declarado insolvente, é possível àquele que pagou a integral idade do débito haver do outro, solvente, não apenas a sua cota, mas também a metade da cota do insolvente.
Apenas as alternativas (B), (C) e (D) estão corretas.
Em se tratando de responsabilidade extracontratual, é solidariamente responsável com os autores do dano o empregado em relação ao empregador. Este posicionamento está
correto, porque a responsabilidade civil se assenta na conduta do agente.
correto, porque em nosso ordenamento vige o sistema da solidariedade legal.
incorreto, porque se funda em elementos subjetivos de ato ilícito absoluto.
incorreto, porque a solidariedade passiva somente decorre da lei ou do contrato.
incorreto, porque a solidariedade passiva será sempre convencional.