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O empregado, cujo contrato de trabalho é regido pela CLT, que tiver 32 faltas injustificadas durante todo o período aquisitivo,
não terá direito a férias.
terá direito de gozar 30 dias corridos de férias.
terá direito de gozar 24 dias corridos de férias.
terá direito de gozar 18 dias corridos de férias.
terá direito de gozar 12 dias corridos de férias.
Considere que um empregado foi contratado no dia 12/12/2003, quando tinha 16 anos e dois meses de idade. Quando estava iniciando o período concessivo para as férias, dia 10/1/2004, o citado empregado, comprovando estar passando por dificuldades, e, ainda, comprovando estar estudando, exigiu do empregador a concessão imediata de suas férias. Nessa situação, considerando ser o empregado estudante com menos de 18 anos de idade, o empregador estará obrigado a acatar o requerimento, pois as férias do empregado menor devem ocorrer no mês de janeiro de cada ano, mês este coincidente com as férias escolares.
O pagamento das férias corresponde
à média salarial dos últimos 12 meses trabalhados.
à maior remuneração percebida pelo empregado nos últimos 12 meses.
à remuneração que for devida ao empregado na data de sua concessão.
ao último salário dobrado.
à remuneração percebida pelo empregado no último mês do período aquisitivo.
As férias anuais de trinta dias
são devidas a quaisquer trabalhadores, independentemente do número de faltas que tenha no período concessivo.
serão devidas em dobro, se não concedidas no período de doze meses a contar do término do período concessivo.
são devidas a quaisquer trabalhadores, apenas se participadas ao empregado com antecedência mínima de sessenta dias.
serão devidas em dobro, se não concedidas no período de doze meses a contar do término do período aquisitivo.
são devidas aos trabalhadores urbanos que não cometerem mais do que três faltas no período aquisitivo.
Não concedidas no prazo de doze meses a partir do período aquisitivo, as férias do trabalhador urbano e não doméstico
terão menos de trinta dias.
deverão ser fixadas pelo Juiz, independentemente da vontade do empregado.
serão fixadas pelo Juiz, se a fiscalização do trabalho autuar o empregador.
terão sessenta dias de duração.
deverão ser pagas em dobro.
As férias concedidas ao trabalhador urbano, não doméstico, no curso do contrato, serão
sempre de trinta dias.
de trinta dias, se o empregado não apresentar, no período concessivo, faltas imotivadas.
de trinta dias, descontando-se os feriados do período concessivo.
devidas em dobro, quando o empregado não concordar em tirar as férias no período assinalado pelo empregador.
de trinta dias, se, no período aquisitivo, o empregado não faltar sem justificativas legais mais do que cinco dias.
Em razão de dificuldades econômicas, Flávia pediu a seu empregador que comprasse 50% de suas férias, o que acabou sendo concretizado. Nessa situação, por se tratar de direito irrenunciável, as férias não podem ser objeto de negociação, ainda que parcialmente, sob pena de nulidade.
No que concerne às férias, é correto afirmar:
O empregador comunicará as datas de início e fim das férias coletivas, com a antecedência mínima de 15 (quinze) dias, ao órgão do Ministério do Trabalho, somente.
Os empregados contratados há menos de 12 (doze) meses, sujeitos ao gozo das férias coletivas, terão computado tal período de descanso como licença remunerada.
Para o salário pago por comissão, apurar-se-á a média percebida pelo empregado nos 12 (doze) meses que precederem a concessão das férias.
O abono de férias deverá ser requerido até 05 (cinco) dias antes do término do período aquisitivo.
Os adicionais de insalubridade ou periculosidade não serão computados no salário que servirá de base ao cálculo da remuneração das férias.
Perderá o direito a férias o empregado que, durante o período aquisitivo, tiver percebido da previdência social auxílio-doença por mais de seis meses, ainda que descontínuos.
As datas de início e fim das férias coletivas serão comunicadas pelo empregador ao órgão local do Ministério do Trabalho
com antecedência mínima de 30 (trinta) dias e, aos Sindicatos representativos da respectiva categoria e aos empregados, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias.
e aos Sindicatos representativos da respectiva categoria com antecedência mínima de 15 (quinze) dias; e aos empregados, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias.
e aos Sindicatos representativos da respectiva categoria com antecedência mínima de 30 (trinta) dias; e aos empregados, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias.
e aos Sindicatos representativos da respectiva categoria e aos empregados, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias.
e aos Sindicatos representativos da respectiva categoria e aos empregados, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias.
Mesmo em se tratando de férias coletivas, a conversão de um terço do período de férias a que tiver jus o empregado em abono pecuniário poderá ser alcançada mediante requerimento individual do empregado ao empregador.
A época da concessão das férias será a que melhor atenda aos interesses do
empregado.
empregado estudante, entre 18 e 21 anos.
empregado casado.
empregado maior de 50 anos.
empregador.
Indique qual das hipóteses abaixo não possibilita a interrupção das férias.
Motivo de interesse particular relevante.
Comoção interna.
Convocação para júri.
Convocação para serviço militar.
Calamidade pública.
A prescrição do direito de reclamar das férias conta-se à partir do
término do período aquisitivo.
término do período concessivo.
início do período aquisitivo.
início do período concessivo.
ajuizamento da reclamação trabalhista.
Perde o direito às férias o empregado que, no curso do período aquisitivo, deixar de comparecer no trabalho, injustificadamente, por
mais de 10 dias.
mais de 15 dias.
mais de 28 dias.
30 dias.
mais de 32 dias.
Em razão de necessidades financeiras, um empregado resolveu vender suas férias ao empregador. Nessa situação, caso sejam demonstradas as efetivas necessidades do trabalhador e a ausência de qualquer vcio de vontade, h que se reconhecer plenamente vlida a transaão celebrada.
Certo
Errado
Considere a seguinte situação hipotética.
Em razão das dificuldades para a melhor administração de seus negócios, um pequeno empresário deixou de conceder as férias a três de seus empregados, muito embora tenha arcado com o valor respectivo, inclusive com o adicional de um terço.
Nessa situação, caso seja flagrado pela fiscalização do trabalho, o empresário será obrigado a conceder a fruição das férias, ainda que após o término do período concessivo, sem prejuízo das sanções administrativas cabíveis.
Considere a seguinte situação hipotética.
Em razão das necessidades que vivenciava, Délio pediu a seu empregador que comprasse a totalidade das férias a que tinha direito, o que foi prontamente acolhido. Passados alguns dias, o empregador foi autuado por esse procedimento pela fiscalização do trabalho.
Nessa situação, ainda que consiga comprovar que partiu do empregado a iniciativa pela transação envolvendo as férias, o empregador sofrerá a sanção administrativa fixada em lei.
Certo
Errado
Acerca do direito às férias, aponte a opção incorreta.
Quando não tiver faltado ao serviço por mais de cinco dias ao longo do período aquisitivo, o empregado terá direito a gozar 30 dias corridos de férias.
Permanecendo em gozo de licença, com a percepção de salários por período superior a 30 dias, perderá o empregado o direito ao gozo de férias.
As férias poderão ser concedidas, excepcionalmente, em duas ocasiões anuais, uma das quais não poderá ser inferior a 10 dias, salvo nos casos dos trabalhadores com idade inferior a 18 anos ou superior a 50 anos, em que as férias deverão ser concedidas de uma só vez.
Ao empregador compete definir a época de fruição das férias, salvo nos casos de trabalhadores menores de 18 anos (que deverão gozá-las com as férias escolares) e daqueles que, trabalhando no mesmo estabelecimento ou empresa, integram a mesma família (aos quais fica assegurado o direito, se não houver prejuízo ao serviço, de gozá-las no mesmo período).
Não concedidas as férias no período de doze meses seguintes à aquisição desse direito, fica obrigado o empregador a concedê-las imediatamente, com adicional de 50% sobre o salário devido ao empregado e sem prejuízo do adicional de 1/3.
Por contar com apenas 6 meses de trabalho, Luís deixou de receber o valor das férias proporcionais, por ocasião da rescisão de seu contrato, que fora processada a seu pedido. Nessa situação, caso submeta a polêmica ao exame judicial, Luís terá ganho de causa, pois as férias proporcionais apenas não seriam devidas na hipótese de justa causa aplicada pelo empregador.