Questões de Concurso sobre Erro - Página 13 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Erro

 
 
Disciplina 1
Assunto 17
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Constitui erro de proibição indireto a situação em que o agente, embora tendo perfeita noção da realidade, avalia de forma equivocada os limites da norma autorizadora, respondendo com a pena reduzida, se o erro for inescusável, ou ficando isento de pena, se for escusável.


C
Certo

E
Errado
Sobre erro de proibição, assinale a afirmativa correta.

A
Recai sobre os elementos ou circunstâncias do tipo.

B
É pressuposto objetivo do erro essencial.

C
Pressupõe ausência de conduta no fato típico.

D
Integra a espécie de coação vis absoluta.

E
Incide sobre a ilicitude do fato.
Quanto ao erro em matéria Penal, todas as alternativas estão corretas, exceto:

A
o erro de tipo culposo incide com exclusividade nos crimes culposos.

B
O erro de proibição inevitável exclui a culpabilidade e não permite punição do direito penal.

C
Não caracteriza erro de proibição escusável o erro de subsunção no qual o agente se engana acerca do enquadramento legal de sua conduta.

D
O erro de proibição evitável não exclui a punição do crime doloso por não haver alteração da natureza do crime, mas conduz a redução da sua pena.

E
O erro de tipo essencial exclui o dolo mas permite punição residual pela culpa caso exista previsão.

A ERRADA COMPREENSÃO OU IDENTIFICAÇÃO DA LEI A QUE SE REFERE O ART. 359 – D, DO CÓDIGO PENAL (“ORDENAR DESPESA NÃO AUTORIZADA POR LEI”), PARA COMPLETAR A DEFINIÇAO DO CRIME POR ELE DESCRITO, CONSTITUI:


A

erro de subsunção;


B

erro de proibição;


C

erro de vigência;


D

erro do tipo.

No direito penal, pode-se levar em conta que determinada pessoa, nas circunstâncias em que cometeu o crime, poderia pensar, por força do ambiente onde viveu e das experiências acumuladas, que a sua conduta fosse permitida pelo ordenamento jurídico. Essa falsa percepção ou erro exclui a consciência da ilicitude e recebe a denominação de erro de proibição.

C
Certo

E
Errado

X, AGINDO SORRATEIRAMENTE, SUBTRAIU UM CHEQUE AO PORTADOR, EMITIDO POR Y, DE QUEM É CREDOR, E DELE SE APODEROU. COMO O VALOR CONSIGNADO NO TITULO CORRESPONDE À EXPRESSAO PECUNIÁRIA DO DÉBITO, X SUPÔS-SE AUTORIZADO A QUITAR-SE, POR ESSE MEIO, APESAR DE SABER QUE A SOLUÇÃO POR ELE ADOTADA NÃO SERIA ACEITA POR Y. NA SITUAÇÃO HIPOTETICAMENTE POSTA, É POSSÍVEL IDENTIFICAR:


A

um erro de tipo essencial, pois o cheque ao portador não se conforma como coisa alheia móvel, para os fins previstos no Código Penal, art. 155;


B

um erro de direito extra penal, excludente do dolo, pois, enquanto ordem de pagamento à vista, o cheque não pode ser objeto do delito de furto;


C

um erro de proibição;


D

uma causa obrigatória de diminuição da pena, vinculada á primariedade do agente.

João e Paulo sobrevoam uma lavoura com um pequeno avião utilizado na pulverização de veneno. Em dado momento o avião apresenta pane mecânica, e põe-se a cair. Existem dois para-quedas a bordo. João, imaginando, por erro inevitável, haver apenas um para-quedas, e supondo-se em estado de necessidade, joga Paulo para fora da aeronave. João agiu em:

A
Descriminante putativa por erro de proibição.

B
Erro incidente sobre circunstância de tipo incriminador.

C
Estado de necessidade real.

D
Erro essencial vencível.

E
Descriminante putativa por erro de tipo.
Considere que um médico legista, durante uma autópsia, venha a ferir uma pessoa viva, acreditando tratar-se de um cadáver. Nesse caso, provando-se que o médico, nas condições em que se viu envolvido, não agiu dolosa ou culposamente, ele será considerado isento de pena, pois supôs situação de fato que, se existisse, tornaria sua ação legítima.

C
Certo

E
Errado
Um agente, pretendendo ofender a um desafeto, termina por matá-lo e, por erro na execução, também produz a morte de terceira pessoa. Nessas condições, o erro será denominado:

A
Aberratio ictus.

B
Error in persona.

C
Aberratio criminis.

D
Error in objecto.

E
Aberratio in persona.

Na situação do agente que mata uma pessoa gravemente enferma, a seu pedido, para livrá-la de mal incurável, supondo que a eutanásia é permitida, há


A

erro provocado por descriminante putativa.


B

desconhecimento da lei.


C

descriminante putativa.


D

erro sobre a ilicitude do fato.


E

erro sobre elemento normativo do tipo.

Nos casos de previsão de crime subsidiário, o erro sobre elemento constitutivo do tipo legal de crime exclui a culpa, mas permite a punição por crime doloso.

C
Certo

E
Errado

Para as questões de 7 a 12, indique a alternativa correta:


A

Nas hipóteses de erro no uso dos meios de execução, consideram-se as qualidades ou condições da pessoa efetivamente atingida e não as da pessoa visada.


B

Se o erro é provocado por terceiro, responderá este pelo crime tão-somente a título de dolo.


C

O desconhecimento da antijuridicidade de um comportamento e o desconhecimento de uma norma legal são coisas completamente iguais, ou seja, a ignorância da lei pode confundir-se com o desconhecimento da antijuridicidade.


D

A pena pode ser atenuada ou substituída por outra menos grave, quando o agente supõe lícito o fato, por ignorância ou erro de interpretação da lei, se escusáveis, salvo em se tratando de crime contra o dever militar.

Ada, por questões passionais, arma-se com um punhal e mata Maria, pensando tratar-se de Rosa, sua rival em relação a Pedro. Nesse caso, ocorreu


A

resultado diverso do pretendido (aberratio delicti).


B

erro sobre o objeto (error in objecto).


C

erro na execução (aberratio ictus).


D

erro sobre a pessoa (error in persona).


E

resultado aparente do tipo (error in substantia).

Considere a seguinte situação hipotética.

Um lavrador analfabeto praticou um ato que julgava ser lícito e justo, sem saber que esse ato era definido pela lei penal como crime contra o meio ambiente.

Nessa situação, o lavrador deve ser punido porque o desconhecimento da ilicitude do ato, ainda que inevitável, não caracteriza erro de proibição.


C
Certo

E
Errado

É correto afirmar que


A

pelo resultado que agrava especialmente a pena, só responde o agente que o houver causado dolosamente.


B

o erro quanto à pessoa contra a qual o crime é praticado isenta de pena.


C

responde pelo crime o terceiro que não determina o erro.


D

é isento de pena quem, por erro plenamente justificado pelas circunstâncias, supõe situação de fato que, se existisse, tornaria a ação legítima.


E

no caso de erro sobre a pessoa, consideram-se para efeitos penais, as condições ou qualidades da vítima efetivamente atingida.

Paulo, utilizando-se de arma de fogo, disparou um tiro contra Antônio, matando-o, e ferindo gravemente Tadeu, que passava pelo local.


Nesse caso hipotético, diz-se que ocorreu


A

concurso material.


B

concurso formal.


C

crime continuado.


D

aberratio ictus.


E

aberratio criminis.

O agente que deixa de agir, desconhecendo a sua qualidade de garantidor, incorre em:

A
erro de tipo;

B
erro de proibição;

C
delito putativo por erro de tipo;

D
delito putativo por erro de proibição;

E
crime impossível.
 
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