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Todas abaixo são diretrizes da Política Nacional de Alimentação e Nutrição, EXCETO
Qualificação da Força de Trabalho.
Organização dos Serviços de Saúde.
Participação e Controle Social.
Promoção da Alimentação Adequada e Saudável.
Vigilância Alimentar e Nutricional.
O Ministério da saúde publicou em 2016 o documento “Orientações para Avaliação de Marcadores de Consumo Alimentar na Atenção Básica”. Esse documento contém um grupo de indicadores voltados para as diversas fases da vida: crianças, adolescentes, gestantes, adultos e idosos, de modo a possibilitar o reconhecimento de alimentos ou comportamentos que se relacionam à alimentação saudável ou não saudável. Considerando o documento “Orientações para Avaliação de Marcadores de Consumo Alimentar na Atenção Básica”, são indicadores para avaliação do consumo alimentar de adultos e idosos:
I. hábito de realizar refeições assistindo à televisão, mexendo no computador e/ou no celular, e consumo de feijão;
II. consumo de hambúrguer e/ou embutidos, e consumo de bebidas adoçadas;
III. consumo de macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote ou biscoitos salgados, e consumo de biscoito recheado, doces ou guloseimas;
IV. consumo de alimentos ricos em ferro, e diversidade alimentar mínima.
Dos itens, verifica-se que estão corretos apenas
I e II.
I e IV.
II e IV.
III e IV.
I, II e III.
O nutricionista atua na gestão e na assistência das ações de alimentação e nutrição no âmbito da atenção primária em saúde, EXCETO:
no apoio, monitoração e avaliação dos programas de prevenção de deficiência de micronutrientes, como o Programa Nacional de Suplementação de Ferro para gestantes e crianças e o Programa de Suplementação de Vitamina A para crianças e puérperas.
no fortalecimento e consolidação dos Sistemas de Vigilância Alimentar e Nutricional, Vigilância Epidemiológica e Vigilância Sanitária, relativos à área de abrangência.
no apoio ao gestor municipal na organização do fluxo de referência para programas de assistência alimentar e proteção social e no estabelecimento de procedimentos, estratégias e parâmetros de articulação da rede de saúde com a rede de apoio comunitário.
no tratamento e cuidado em nutrição que necessite ser realizada em centros de especialidades, em unidades de urgência, emergência e hospitalares, realizando a contrarreferência na rede de Atenção à Saúde.
na participação na elaboração e implementação da Política Municipal de Alimentação e Nutrição e da Política Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional.

Considerando as informações do texto 21A4BBB, assinale a opção que apresenta os ingredientes que devem ser retirados da receita para que o nutricionista possa atender aos alunos em questão.
O “Guia de Consulta para Vigilância Epidemiológica, Assistência e Atenção Nutricional dos Casos de Beribéri”, publicado em 2012 pelo Ministério da Saúde, orienta para a abordagem desta doença carencial, causada pela deficiência de tiamina, que apesar de facilmente tratável, pode levar ao óbito. Sua abordagem requer a suplementação de tiamina. A prescrição de vitaminas e minerais pelo nutricionista tem como limite quantitativo o estabelecido na Portaria MS/SVS nº 40/1998 quanto aos níveis máximos de segurança de vitaminas e/ou minerais.
Nutricionista em visita domiciliar para coleta de dados do SISVAN depara-se com o seguinte caso: C.M.S., sexo masculino, 32 anos, casado, acamado. Alcoolista, desnutrido (IMC 18 Kg/m2), queixa-se de inapetência, fraqueza muscular e apresenta dificuldade de deambular. Solicita dieta para ganho de peso e melhorar a “disposição” para o trabalho (pedreiro). Trata-se de um caso suspeito de Beribéri, cujas manifestações clínicas são compatíveis com neuropatia periférica sensitivo-motora bilateral e simétrica, além do paciente pertencer a um grupo de risco (alcoolista, trabalhador braçal, monotonia alimentar).
Diante da situação e considerando (1) o protocolo de abordagem aos casos suspeitos de Beribéri que indica a suplementação de Tiamina e (2) a Portaria MS/SVS nº 40/1998, qual deve ser a conduta do nutricionista?
Prescrever dieta adequada (inclui DRI para tiamina) e suplemento de 200 mg de tiamina.
Prescrever dieta adequada (inclui DRI para tiamina) e suplemento de 300 mg de tiamina.
Prescrever suplemento de 200 mg de tiamina e encaminhar para o médico fazer avaliação cardiológica.
Prescrever suplemento de 300 mg de tiamina e encaminhar para o médico fazer avaliação cardiológica.
Prescrever dieta adequada (inclui DRI para tiamina) e encaminhar para o médico prescrever o suplemento de tiamina.
As diretrizes que integram a PNAN indicam as linhas de ação para o alcance do respectivo propósito, tais como a organização da atenção nutricional e da cooperação, assim como a articulação para a segurança alimentar e nutricional.
A anemia, no âmbito das políticas nacionais de alimentação e nutrição, é o terceiro problema nutricional mais importante da população brasileira.
A prevalência da obesidade aumentou rapidamente em todo o mundo nas últimas duas décadas, tornando-se um importante problema de saúde pública, em razão da sua respectiva associação com o aumento das taxas de morbidade. Inúmeras pesquisas demonstraram que o comportamento alimentar é regulado por uma série de substâncias. A que estimula a ingestão dos alimentos é a leptina.
Para a avaliação de adolescentes, um dos procedimentos recomendados, conforme o Sisvan, é a medida da circunferência da cintura, mensurada com a utilização de uma fita métrica inelástica, que deverá ser posicionada na altura do umbigo do adolescente.