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A Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil, lançada em 2012, é uma iniciativa do Ministério da Saúde com a finalidade de implementar na rotina das Unidades Básicas de Saúde a promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno e a introdução dos alimentos complementares saudáveis no tempo oportuno. Com base nas recomendações dessa estratégia, a alimentação complementar deve ter as seguintes características:
A partir do 6º mês o aleitamento materno deve ser substituído por formula infantil enriquecida com ferro para evitar anemia.
A alimentação da criança entre o 6º e 7º mês deve ser a base de alimentos lácteos.
Com 6 meses oferecer apenas a gema de ovo e o ovo inteiro só deverá ser oferecido à criança a partir de 10 meses para evitar alergia.
A alimentação complementar deve ser iniciada com consistência pastosa.
Em uma empresa, a partir do resultado do exame médico anual, constatou-se que 45% dos funcionários apresentavam algum tipo de doença crônica não transmissível. A partir dessa informação, a nutricionista, recém-contratada, verificou a necessidade de realizar um programa de educação nutricional, a fim de melhorar os hábitos alimentares e a qualidade de vida dos funcionários. Sabe-se que, nessa empresa, trabalham pessoas de todos os níveis socioeconômicos; sendo que alguns não sabem ler ou escrever. Com a finalidade de planejar o programa de educação nutricional, é necessário conhecer os hábitos alimentares dos funcionários, para que o conteúdo do programa seja mais adequado ao público-alvo. Para isso, é mais indicado:
Aplicar o questionário de frequência alimentar.
Aplicar o questionário socioeconômico.
Analisar os exames bioquímicos dos funcionários.
Pedir que os funcionários façam o registro alimentar em três dias da semana.
O nutricionista é um profissional essencial para a adequada execução do Programa de Nutrição e Alimentação Escolar (PNAE). Compete ao nutricionista responsável técnico (RT) assumir as atividades de
exclusivamente de planejamento de todas as ações de alimentação e nutrição no âmbito da alimentação escolar.
exclusivamente coordenação e avaliação de todas as ações de alimentação e nutrição no âmbito da alimentação escolar.
exclusivamente planejamento, coordenação e supervisão de todas as ações de alimentação e nutrição no âmbito da alimentação escolar.
exclusivamente supervisão e avaliação de todas as ações de alimentação e nutrição no âmbito da alimentação escolar.
planejamento, coordenação, direção, supervisão e avaliação de todas as ações de alimentação e nutrição no âmbito da alimentação escolar.
A Lei 8.142, de 28 de dezembro de 1990, regulamenta a participação da sociedade no SUS e determina, para cada esfera de governo, duas instâncias de participação, as conferências de saúde e os conselhos de saúde. Em relação às ações dessas duas instâncias, pode se afirmar que:
I. As conferências são fóruns de debate com a representação de usuários do SUS de diversos segmentos sociais.
II. Tanto as conferências como os conselhos de saúde tem composição paritária entre usuários e demais setores que compõem o setor saúde.
III. Os conselhos municipais e estaduais de saúde são órgãos colegiados, de caráter permanente e deliberativo.
Quais das afirmativas acima estão CORRETAS:
I e II.
I e III.
II e III.
I, II e III
Com relação aos protocolos do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), que devem ser utilizados nas ações de vigilância alimentar e nutricional realizadas com os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), marque a opção CORRETA:
Os procedimentos iniciais para a avaliação nutricional e do consumo alimentar são apresentados de acordo com as diferentes fases do ciclo da vida.
Vulnerabilidade social é o critério mais importante para identificar os grupos populacionais mais vulneráveis a agravos em saúde e nutrição.
Os protocolos abordam orientações gerais para o diagnóstico nutricional materno-infantil e não incluem informações sobre a coleta de dados e instrumentos para a avaliação do consumo.
As orientações e os pontos de corte para glicemia e pressão arterial são direcionados para adultos, idosos e gestantes e visam identificar precocemente a presença de doenças crônicas.
Conforme as diretrizes para a Promoção da Alimentação Saudável nas Escolas de educação infantil, fundamental e nível médio das redes públicas e privadas, em âmbito Nacional, instituídas pela Portaria Interministerial nº 1.010, de 2006, e considerando que a alimentação no ambiente escolar pode e deve ter função pedagógica, devendo estar inserida no contexto curricular, assinale qual das alternativas não contém orientações corretas considerando os termos aqui apresentados.
Estabelecimento de que as competências das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e de Educação, dos Conselhos Municipais e Estaduais de Saúde, Educação e Alimentação Escolar sejam pactuadas em fóruns locais de acordo com as especificidades identificadas.
Estímulo à produção de hortas escolares transgênicas e livres de agrotóxicos para a realização de atividades com os alunos e a utilização dos alimentos produzidos na alimentação ofertada na escola.
Restrição da oferta e da venda de alimentos com alto teor de gordura, gordura saturada, gordura trans, açúcar livre e sal e desenvolver opções de alimentos e refeições saudáveis na escola.
Reconhecimento de que a alimentação saudável deve ser entendida como direito humano, compreendendo um padrão alimentar adequado às necessidades biológicas, sociais e culturais dos indivíduos, de acordo com as fases do curso da vida e com base em práticas alimentares que assumam os significados socioculturais dos alimentos.
Desenvolvimento de estratégias de informação às famílias, enfatizando sua corresponsabilidade e a importância de sua participação nesse processo.
A Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN) tem como propósito a melhoria das condições de alimentação, nutrição e saúde da população brasileira. A PNAN tem por pressupostos os direitos à Saúde e à Alimentação e é orientada pelos princípios doutrinários e organizativos do Sistema Único de Saúde, dentre os quais incluem-se:
centralização e integralidade;
universalidade e integralidade;
desregionalização e universalidade;
participação popular e iniquidade;
centralização e regionalização.
Segundo o Ministério da Saúde, alimentação saudável é ter um padrão alimentar que atenda às necessidades biológicas e socioculturais do indivíduo, de acordo com cada faixa etária. Baseando-se nisso, o Ministério da Saúde elaborou o Guia Alimentar para a População Brasileira. Sobre este guia, analise as assertivas abaixo.
I. Várias dimensões do bem-estar e, portanto, da saúde são influenciadas pela alimentação. Além de prevenir ou causar doenças, a alimentação afeta a identidade, o sentimento de pertencimento social, o estado de humor, o prazer, a aptidão, a autonomia e várias outras dimensões centrais do estado de bem-estar das pessoas.
II. A primeira recomendação do Guia Alimentar para a População Brasileira é fazer dos alimentos a base de sua alimentação. Alimentos em grande variedade e predominantemente de origem vegetal formam uma base excelente para uma alimentação nutricionalmente equilibrada e saborosa. Variedade significa alimentos de todos os tipos.
III. A segunda recomendação do Guia Alimentar para a População Brasileira é que, desde que utilizados com moderação em preparações culinárias com base em alimentos, óleos, gorduras, sal e açúcar, contribuem para diversificar e tornar mais saborosa a alimentação, sem comprometer o seu valor nutricional.
IV. A regra de outro do Guia Alimentar para a População Brasileira é limitar a utilização de produtos alimentícios prontos para consumo, evitando-os ou consumindo-os, em pequenas quantidades, como parte de refeições com base em alimentos e preparações culinárias.
V. Os dez passos para uma alimentação saudável do Guia Alimentar para a População Brasileira são fazer de alimentos a base da alimentação; usar óleos, gorduras, sal e açúcar com moderação; proibir o uso de produtos prontos para consumo; comer com regularidade e com atenção e em ambientes apropriados; comer sozinho; fazer compras de alimentos em locais que ofertem variedades de alimentos frescos – é proibido ir àqueles que só vendem produtos prontos para consumo; desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias; dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora e evitar redes de fast food; e ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais.
É correto o que se afirma em
I e V, apenas.
III, IV e V, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
I, II, III, IV e V.
A ANVISA, RES‐RDC ANVS nº 40, de 28 de abril de 2000, considera a necessidade de constante aperfeiçoamento das ações de controle sanitário na área de alimento, visando à proteção da saúde
de indivíduos com HIV/AIDS.
de indivíduos com Hepatite C.
de indivíduos com câncer.
da população.
de indivíduos com diabetes mellitus.