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O currículo da Base Nacional Comum do Ensino Fundamental deve abranger, obrigatoriamente, conforme o Art. 26, da LDBEN 9394/96, o estudo da Língua Portuguesa e da Matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente a do Brasil, bem como o ensino da Arte, a Educação Física e o Ensino Religioso. Assim sendo, os componentes curriculares obrigatórios do Ensino Fundamental serão assim organizados em relação às seguintes áreas de conhecimento:
Linguagens, Matemática, História, Ciências da Natureza e Ensino Religioso.
Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Ensino Religioso.
Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza, História e Ensino Religioso.
Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Humanas, Arte e Ciências da Natureza.
O Componente Curricular de Matemática está organizado no Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau (2021) traçando objetivos que estão organizados em cinco unidades temáticas nomeadas entre os itens abaixo. Analise cada item e escolha a alternativa correspondente.
I-Geometria.
II-Números.
III-Álgebra.
IV-Leitura e Interpretação.
V-Probabilidade e Estatística.
VI-Grandezas e Medidas.
Assim, podemos afirmar que:
O item II não constitui uma destas unidades temáticas.
O item V não constitui uma destas unidades temáticas.
Os itens II e III não fazem parte destas unidades temáticas.
Os itens I e VI não fazem parte destas unidades temáticas.
O item IV não constitui uma destas unidades temáticas.
A Proposta Pedagógica da Rede Municipal (2010, p. 16) trata de um conjunto de elementos: rotina, estruturação, tempo, espaço, currículo para Educação Infantil, documentação pedagógica, onde todos são sustentados por três eixos, quais são:
I. Linguagens, Interações e Brincadeiras.
II. Linguagens, Interações e Relações.
III. Linguagens, Relações e Brincadeiras.
IV. Relações, Interações e Brincadeiras.
A sequência correta é:
Apenas a assertiva I está correta.
Apenas as assertivas III e IV estão corretas.
Apenas as assertivas II e III estão corretas.
Apenas as assertivas I e II estão corretas.
A Matemática, como componente curricular, busca a construção de saberes que darão ao indivíduo a capacidade de integrar e transformar a sociedade onde vive, por meio de conteúdos que ganham significado em um processo de contextualização, tendo como objetivo:
O desenvolvimento de competências que, em cada conteúdo trabalhado, apresenta ao estudante os recursos necessários para aplicá-los no seu cotidiano.
O cumprimento de uma proposta curricular, independente de esta fazer ou não sentido para o estudante no que diz respeito às suas necessidades de aprendizagem.
A formação técnico-científica, que promove a inserção do indivíduo no mercado de trabalho, sem se preocupar com o seu desenvolvimento social, emocional ou cultural.
A transmissão de conhecimentos dos quais o aluno jamais será capaz de se apropriar, caso não haja a presença de um professor.
O desenvolvimento de habilidades capazes de proporcionar as condições necessárias para que ele alcance o sucesso profissional e, consequentemente, um desenvolvimento econômico satisfatório.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, ao ingressar no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, os alunos vivenciam a transição de uma orientação curricular estruturada por campos de experiências da Educação Infantil, em que as interações, os jogos e as brincadeiras norteiam o processo de aprendizagem e desenvolvimento, para uma organização curricular estruturada por
áreas de conhecimento e componentes curriculares.
programas de ensino e projetos multimodais.
temas transversais e projetos autorais.
salas de aula invertidas e rotação por estação de aprendizagem.
Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP) e percursos multiculturais.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente itens que compõem a proposta curricular.
Aspectos sociais, econômicos, culturais e geográficos.
Fundamentos sociológicos, psicológicos, culturais, epistemológicos e pedagógicos.
Concepção da escola e de perfil de formação dos alunos.
Aspectos organizacionais.
Princípios norteadores da ação pedágogico-didática.
Almeida e Silva (2011) abordaram as TDCI (designadas pelas autoras como TDIC), tecnologias digitais de informação e comunicação, com foco nas contribuições propiciadas pelo seu uso no ensino e no desenvolvimento do currículo. As autoras buscaram identificar as possibilidades de mudanças educacionais evidenciadas com a inserção das TDIC nas escolas ligadas a distintos sistemas de ensino público ou privado. Para Almeida e Silva, “não se trata de ter as tecnologias como um apêndice ou algo tangencial ao currículo e sim de buscar a integração transversal das competências no domínio das TDIC com o currículo, pois este é o orientador das ações de uso das tecnologias. Desse modo, para as autoras, integrar as TDIC com o currículo significa que essas tecnologias
precisam figurar como disciplina, entre os componentes curriculares do 6º ao 9º ano do ensino fundamental.
entram para o currículo trazidas pelas práticas sociais dos alunos, acolhidas pela escola.
passam a compor o currículo, que as engloba aos seus demais componentes.
compõem o cotidiano do ensino-aprendizagem de toda educação básica, inseridas em projetos.
devem ocupar um espaço privilegiado nas etapas de ensino fundamental e médio.
Os profissionais da SME, ao produzirem sua proposta curricular, designaram que a relação de objetivos trará as ações que devem ser consideradas no planejamento e no acompanhamento do desenvolvimento do percurso formativo.
Assinale a alternativa correta quanto a essas ações indicadas.
O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil define âmbitos de experiências, dentre eles o chamado “Conhecimento de Mundo”, que se refere a:
Basicamente a capacidade de que a criança possa adquirir a racionalidade necessária para dominar o conhecimento científico, entendido como patrimônio da humanidade.
Construção das diferentes linguagens pelas crianças e às relações que estabelecem com os objetos de conhecimento, enfatizando a relação das crianças com aspectos da cultura.
Condição necessária para que a criança abandone certas visões tendenciosas ou enviesadas que trazem consigo de sua origem cultural, de modo a formar um conhecimento padronizado pelo currículo.
Necessidade de formalizar no processo de ensino e aprendizagem o desenvolvimento e a construção de conhecimentos organizados pelos objetivos do ensino.
A organização curricular da Educação Infantil na Base Nacional Comum Curricular - BNCC está estruturada em cinco campos de experiências, no âmbito dos quais são definidos os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento. Os campos de experiências constituem um arranjo curricular que acolhe as situações e as experiências concretas da vida cotidiana das crianças e seus saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural (basenacionalcomum.mec.gov.br).
Segundo a organização curricular da Educação Infantil na BNCC, são considerados Campos de Experiências, EXCETO:
O eu, o outro e o nós
Corpo, gestos e movimentos
Traços, sons, cores e formas
Sabores, gostos e paladares
Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações
Os currículos dos cursos de formação de docentes para a educação básica terão por referência:
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores para a Educação Básica.
As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica.
a Base Nacional Comum Curricular.
O Plano Nacional de Educação.
Os Planos Estaduais de Educação.
Considere o recorte textual reproduzido a seguir:
[...] uma das formas de concretizar o currículo no trabalho cotidiano junto às crianças se dá pelas opções metodológicas do(a) professor(a). Essas opções partem de suas crenças e concepções, e envolvem posturas, atitudes, procedimentos, estratégias e ações.
Fonte: FARIA, Vitória; SALLES, Fátima. O currículo na educação infantil: diálogo com os demais elementos da proposta pedagógica. 2.ed.,[rev. e ampl.]. São Paulo: Ática, 2012.
Uma opção metodológica que ajuda as crianças a se inserirem, transformarem e produzirem cultura, pode levar o professor
a assumir o papel de transmissor de conhecimentos, tornando o seu trabalho cada vez mais adultocentrado, como se fosse o centro do processo.
a delegar parte da educação escolar às famílias, por ser elas detentoras de conhecimentos empíricos capazes de educarem as crianças com mais amor e facilidade.
a ouvir cada vez mais as crianças, a estar atento(a) a todas as suas formas de manifestação, em todos os momentos do seu cotidiano, procurando melhor conhecer essas crianças.
a optar por pedagogias mais liberais que valorizem mais o seu papel enquanto agente de transformação e transmissor de conhecimentos historicamente acumulados.
A mais fiel expressão das concepções sociais e culturais da escola é encontrada no documento norteador do seu sistema educativo: o currículo.
Leia o excerto a seguir:
“Partimos de que os profissionais da educação infantil, fundamental, média, de EJA, da educação especial vêm se constituindo ‘outros’ como profissionais. Sua identidade profissional tem sido redefinida, o que os leva a ter uma postura crítica sobre sua prática e sobre as concepções que orientam suas escolhas. Essa postura os leva a indagar o currículo desde sua identidade.”
(M. Arroyo. Educandos e educadores: seus direitos e o currículo. In: Brasil. Indagações sobre o currículo. Caderno 2)
Segundo o autor do texto, tais transformações da identidade do professor e a postura crítica delas derivada ocasionam
aumento de autonomia e, consequentemente, maior distanciamento das exigências do currículo.
maior sensibilidade para com o currículo nas escolas, associada à percepção de que ele condiciona o trabalho docente.
perda de centralidade do currículo nos debates da academia, da teoria pedagógica e da formação docente.
atenção ao currículo como artefato essencialmente produtor de rigidez, disciplina, normatização, segmentação e hierarquia.
individualização do trabalho docente como forma de trazer o currículo para o cotidiano profissional, em um caráter mais identitário.
No livro intitulado Educação Matemática: da teoria à prática, Ubiratan D’Ambrósio propõe, no capítulo 3, uma definição para currículo e utiliza uma representação cartesiana para identificar os três componentes que considera fazer parte, de forma integrada, da análise curricular. Essas componentes são
objetivos, conteúdos e métodos.
objetivos, conteúdos e avaliação.
conteúdos, avaliação e bibliografia.
objetivos, conteúdos e bibliografia.
conteúdos, avaliação e didática.
Leia as afirmativas a seguir:
I. A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana.
II. A definição do currículo de uma instituição de ensino não deve contemplar inovações tecnológicas úteis ao trabalho escolar.
Marque a alternativa CORRETA:
O currículo prescrito retrata a ordenação do sistema escolar que representa.
A publicação dos cadernos Indagações sobre currículo (BRASIL/MEC/SEB) evidencia a necessidade de se refletir a respeito das concepções de currículos e seus desdobramentos.
De acordo com esse documento, qual um primeiro significado dessas indagações?
Há muito dissenso sobre currículo, pois é um instrumento de múltiplas possibilidades e limites, o que leva à proposta central do documento de superação da abordagem curricular e suas diretrizes por meio da desregulamentação dos conteúdos escolares.
O resultado esperado das indagações é fixar os conteúdos a serem passados aos alunos de modo a precisar o trabalho docente e eliminar vieses ideológicos típicos da pluralidade pedagógica.
Currículos, ao invés de conteúdos prontos a serem passados aos alunos, são uma construção e seleção de conhecimentos e práticas produzidas em contextos concretos e em dinâmicas sociais, políticas e culturais, intelectuais e pedagógicas.
Currículos estruturam os conteúdos a serem passados aos alunos, com a finalidade de evitar que adaptações regionais e locais impossibilitem a promoção de um currículo único nacional.
É preciso romper os vínculos entre cultura, conhecimento e aprendizagem, de modo que a ciência possa voltar a ocupar o centro da preocupação das indagações e práticas curriculares.
São diretrizes gerais para a organização dos currículos do ensino fundamental, EXCETO:
Devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil.
O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, é componente curricular facultativo.
Nos estabelecimentos de ensino fundamental, públicos e privados, é obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e europeia.
Com relação à concepção de currículo na vasta literatura educacional, analise a classificação a seguir.
I- Currículo tradicional – currículo abstrato que desenvolve saberes fragmentados, dogmáticos, prontos e acabados. Logo, é desprovido de significado social, não desenvolvendo a consciência crítica do educando. O ensino se define como simples transmissão de conhecimento.
II- Currículo tecnicista – currículo com ênfase na concepção tradicional, intercalando, em momentos estanques, assuntos de contexto social que não se articulam aos demais conteúdos trabalhados. Nessa combinação, o que ocorre é uma pseudo-crítica.
III- Currículo crítico – currículo que desenvolve saberes plurais, inacabados, contextualizados e enriquecidos com uma leitura crítica-construtiva da prática social. Articula a dimensão social e política dos conteúdos curriculares, voltando-se para a formação da consciência crítica.
IV- Misto de Tradicional e Crítico – currículo com ênfase excessiva no planejamento e nos elementos técnicos do processo curricular, especialmente na metodologia e nos recursos técnicos. É uma concepção curricular de natureza instrumental, voltada para a racionalização do ensino e para o uso de meios e técnicas consideradas eficazes.
V- Currículo contextualizado – o conhecimento é tratado de forma integrada ao contexto social provocando aprendizagens significativas e uma relação de reciprocidade entre o educando e o objeto do conhecimento.
Na classificação, estão corretos os itens:
II, IV e V
I, II e IV
III, IV e V
I, III e V