

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Uma concepção de aprendizagem que está unida à proposta de ciclos, se desenvolve a partir de várias funções, que são chamadas por Vygotsky de funções psicológicas superiores, a saber:
memória, atenção volitiva, percepção, imaginação, pensamento.
atenção volitiva, percepção, estratégia, imaginação, pensamento.
memória, percepção, fatos, imaginação, pensamento.
pensamento, atenção volitiva, fatos, estratégia, procedimentos.
Os professores estão submetidos a uma série de pressões sociais e políticas, que abalam a sua identidade profissional como, por exemplo, as constantes avaliações sistêmicas, somadas à intensificação e à desvalorização do trabalho docente. Para Nóvoa (1992), nesse contexto, a identidade profissional está associada ao
desenvolvimento de práticas produzidas no seio da academia permeada pela tutela estatal.
desenvolvimento profissional, desenvolvimento institucional e desenvolvimento pessoal.
desenvolvimento de práticas universais desvinculadas da trajetória de vida e da profissão docente.
desenvolvimento de práticas geradas à margem dos projetos profissionais e organizacionais.
No entendimento de Freire (2002), a educação que impõe ideias e não estimula a participação ativa dos alunos nos debates e na discussão dos temas, impede a formação de homens que lutem pela construção de uma sociedade democrática. Para romper com este tipo de educação o professor em sua sala de aula deverá:
estimular a criatividade e o desenvolvimento de habilidades manuais.
valorizar a discussão criadora reinventando seu fazer pedagógico.
enfatizar a importância do domínio do conhecimento pelo aluno.
desprezar o caráter disciplinador da escola valorizando o conhecimento.
preocupar-se com a forma adotada na transmissão dos conhecimentos.
GÓMEZ e SACRISTÁN (1998) analisam a formação de professores, considerando os diferentes modos de compreender a prática educativa, quais sejam: perspectiva acadêmica, perspectiva técnica, perspectiva prática, perspectiva de reconstrução social. Na perspectiva de reconstrução social, o professor é considerado como um
especialista nas diferentes disciplinas que compõem a cultura, e sua formação estará vinculada ao domínio dessas disciplinas, cujos conteúdos deve transmitir aos estudantes em formação.
profissional que reflete criticamente sobre a prática para compreender tanto as características do processo quanto o seu contexto, de modo que sua ação reflexiva facilite o desenvolvimento autônomo e emancipador dos que participam do processo educativo.
técnico que domina as aplicações do conhecimento científico produzido por outros, transformando regras em atuação.
artesão, artista ou profissional clínico que tem de desenvolver sua sabedoria experiencial e sua criatividade para enfrentar situações únicas, ambíguas, incertas e conflitantes da sala de aula.
As universidades corporativas são ambientes educacionais criados exclusivamente para atender aos funcionários das empresas.
Certo
Errado
Os objetivos educacionais são de extrema importância no trabalho docente. A respeito desse tema, assinale a alternativa correta.
Os objetivos elaborados pelo professor independem de avaliação crítica das referências que utiliza, assim como dos determinantes sociopolíticos da prática educativa.
A prática educacional orienta-se, necessariamente, por meio de uma atuação intencional e sistemática para alcançar determinados objetivos.
Ao elaborar o plano de ensino de seu componente curricular, o professor fica privado de autonomia na escolha dos objetivos, pois todos já estão determinados no projeto pedagógico da escola.
Os objetivos específicos e os objetivos gerais podem estar desvinculados uns dos outros e da realidade concreta da escola e da sala de aula.
Mesmo sendo uma exigência indispensável nos planos de ensino, os objetivos educacionais requerem um posicionamento passivo do professor em sua explicitação.
O conhecimento é uma aventura incerta que comporta em si mesma, permanentemente, o risco da ilusão e de erro. Entretanto, é nas certezas doutrinárias, dogmáticas e intolerantes que se encontram as piores ilusões.
Por tratar-se de uma atividade ética, nenhuma outra prática escolar é tão dogmática e conservadora quanto a avaliação.
Para Jussara Hoffmann, a plena consciência das
metodologias necessárias a uma avaliação emancipadora propiciará uma mudança na prática educativa, levando a um ensino mais democrático.
práticas escolares necessárias ao aluno por um professor competente e eficiente é condição primeira para se realizar uma avaliação equalizadora.
finalidades em avaliação favorecerá a escolha consciente de estratégias de ação pelos educadores e não a imposição de metodologias.
habilidades gerais que a realização de uma avaliação requer precisa ser trabalhada para que os alunos compreendam melhor o conteúdo a ser checado.
funções educativas que um professor comprometido deve ter é o ponto crucial para que o ensino tenha melhores padrões de qualidade.
“Elevar a nível universitário a preparação do magistério, assinalou Anísio, constituiu a primeira tentativa realizada no Brasil para a formação intencional e regular de mestres para a escola progressiva. Professores, diretores de escolas, orientadores, toda uma categoria de profissionais do ofício de ensinar e educar, atestariam nas práticas da escola progressiva, enriquecida pelos cursos de música, desenho, artes industriais, educação física, recreação e jogos, o papel renovador do Instituto de Educação na filosofia educacional brasileira.”
(LIMA, Hermes. Anísio Teixeira. Estadista da Educação. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978)
Em 1935, o educador Anísio Teixeira liderou a primeira escola de formação do professor primário em nível universitário: a Escola de Educação da Universidade do Distrito Federal. Essa iniciativa contribuiu para configurar o perfil e a carreira de educador; entretanto, para obter resultados positivos, era necessário que essa formação
dispensasse o exercício científico na ação educativa a partir da perspectiva da organização da escola.
definisse a educação como arte prática e instrumento de análise das Ciências Sociais.
construísse conhecimentos educacionais independentes das demais Ciências Humanas.
concebesse a atividade educativa somente como prática ascética.
Hoje em dia não se concebe mais a análise da prática do professor dissociada do seu processo formativo, pois é por meio dos conhecimentos teórico-metodológicos que o educador pode lançar um olhar crítico e investigativo sobre a própria prática. A reflexão é um processo que ocorre antes, depois e durante a ação do professor, constituindo um processo de reflexão na ação e sobre a ação (Zeichner, 1992). Nesta perspectiva, o professor reflexivo é aquele que, entre outras características, possui
capacidade de examinar sua prática, identificar problemas, formular hipóteses, analisar o contexto institucional e cultural ao qual pertence, fortalecer as ações em grupo e recriar alternativas político-pedagógicas.
elevados talentos individuais e capacidade de resolver os problemas da gestão educacional e da sala de aula, utilizando as inúmeras ferramentas da qualidade total na educação.
disposição em estudar os fundamentos da gestão estratégica no contexto escolar, aplicando os seus princípios no planejamento e na execução das práticas educativas.
expressiva capacidade de centralizar as tomadas de decisão e indisposição em participar dos encontros para planejamento, por considerá-los pouco produtivos.
Entre os estudiosos da educação há uma crença no fato de que os professores aprendem por meio de sua prática profissional, no contexto escolar e na sala de aula, resolvendo problemas, refletindo sobre o que fazem e como fazem. Entretanto, o saber da prática não pode ser considerado suficiente para formar os professores. É preciso reconhecer a importância das teorias que oferecem subsídios para a reflexão em seu indispensável papel de tornar os fatos mais claros e compreensíveis (Lima e Reali, 2002). Nesse sentido, a formação de professores consiste em
práticas educativas que vão se tornando modelos para os professores de diferentes áreas.
experiências desencadeadas nos campos de estágios e em práticas simuladas.
capacidades de resolver problemas relacionados aos conflitos nas relações interpessoais.
saberes adquiridos na prática profissional aliados à aquisição de bases teóricas consistentes.
O saber profissional do professor é constituído pela convergência de várias fontes de saberes, conforme apresentado no quadro a seguir.

A análise do quadro permite inferir que
o processo de formação do professor tem como fundamento basilar a socialização de conhecimento sobre a educação e a escola com os professores de disciplinas diversas durante o estágio.
o processo de formação do professor se estende por toda sua história de vida, comportando rupturas e continuidades na construção de saberes oriundos de diversas fontes em busca de uma identidade profissional.
o processo de formação do professor é pautado nos conteúdos dos livros didáticos reproduzidos em programas de ensino por meio de aulas expositivas, exercícios e outras estratégias de ensino.
Para Philippe Perrenoud, as competências para ensinar devem estar relacionadas a um conjunto delimitado de problemas e tarefas vinculado ao trabalho do professor. A competência Participar da administração da escola está vinculada à seguinte tarefa docente central:
responsabilidade do professor em formar os alunos, tendo em vista que o funcionamento da escola faz parte do currículo real, afetando seu trabalho e a formação dos alunos.
construção da gestão democrática da escola.
delimitação e controle da participação de pais e alunos nas decisões que envolvem o trabalho do professor.
influência nos critérios de avaliação de desempenho dos docentes, promovida pelos sistemas de ensino.
construção de relações orientadas por práticas patrimonialistas, uma vez que a participação da comunidade não contribui, geralmente, para um projeto de qualidade de ensino.
De acordo com o Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, o trabalho do professor NÃO consiste simplesmente em transmitir informações ou conhecimentos, mas em
desenvolver primeiramente as habilidades e competências dos alunos que serão necessárias para o recebimento das informações e conhecimentos, conforme a complexidade e o nexo de cada tema apresentado.
ensiná-los corretamente de acordo com cada etapa de desenvolvimento dos alunos, pois, dependendo da idade da criança ou do adolescente, não haverá possibilidade de apreensão de um conhecimento, por exemplo, que exija abstração.
buscar as fontes do conhecimento científico, para que o aluno não obtenha de forma superficial uma determinada informação, mas tenha oportunidade de uma aprendizagem competente e consistente.
aplicar técnicas diversificadas e diferenciadas, adequadas às faixas de idade dos alunos, para que estes fiquem sempre estimulados a assimilar os conteúdos necessários ao desenvolvimento de cada etapa do ensino.
apresenta-los sob a forma de problemas a resolver, situando-os num contexto e colocando-os em perspectiva de modo que o aluno possa estabelecer a ligação entre a sua solução e outras interrogações mais abrangentes.
Para Henry Giroux, os docentes são encarados como intelectuais transformadores, já que
têm a importante tarefa de se responsabilizar pela educação das crianças e dos jovens para o desenvolvimento e o progresso da nação.
assumem a tarefa de desenvolver o conhecimento como forma de ampliar as condições do aluno de se preparar para a vida produtiva do país.
representam o caminho possível de desenvolvimento do aluno, num processo crescente para a conquista de sua maturidade intelectual.
apresentam um compromisso não só com a transmissão de um saber crítico, mas também com a própria transformação social, por meio da capacitação para pensar e agir criticamente.
têm o papel de transmitir o conhecimento historicamente acumulado pela sociedade, assim como o papel do aluno é receber essas informações e colocá-las em prática.
Relacionando as ideias dos textos IX e X, é correto afirmar que
o plano de aula é apenas um instrumento formal do professor, pois já não atende mais aos desafios atuais da sociedade e da escola.
o plano de aula é um instrumento didático que, se bem elaborado pelo docente, prescinde da disposição discente em participar da aula, bem como das mudanças na sociedade e na escola.
saber elaborar um plano de aula que atenda aos atuais desafios da aprendizagem dos estudantes requer conhecimento técnico do docente que prescinde das mudanças na sociedade e na escola.
o plano de aula é um instrumento didático que, se bem elaborado pelo docente, considera as características dos discentes e aspectos internos e externos à escola.
saber elaborar tecnicamente um plano de ensino, por si, propicia ao professor o sucesso na sala de aula, mesmo com as mudanças na sociedade e na escola.
Assinale a alternativa que apresenta apenas características de um planejamento de ensino adequado.
Considerar estritamente questões objetivas em que o processo de ensino ocorrerá; avaliar métodos e técnicas globais, sem individualidades.
Planejar, descartar atitudes científicas do fazer didático-pedagógico; considerar apenas questões objetivas relacionadas ao processo de ensino.
Decidir, prever, selecionar, escolher, redimensionar, refletir sobre o processo, antes, durante e depois da ação concluída.
Avaliar métodos e técnicas de forma global, desconsiderando as individualidades; redimensionar o processo após a conclusão das ações.
Não arriscar a trabalhar de diferentes formas, percorrendo trajetos já conhecidos em sala de aula; prever as ações.
A metodologia de projetos envolve união entre teoria e prática, adaptada à realidade social. Para que isso ocorra, é necessária uma capacitação profissional continuada, que deve se pautar
na obediência do regimento escolar, tolhendo-se a autonomia das pessoas envolvidas.
no cumprimento exclusivo de metas e objetivos definidos pelos gestores.
na prática exclusiva da atividade profissional, sem a articulação com a gestão pedagógica, a área de saúde, o corpo técnico, os pais, os alunos e a comunidade.
no ensino do conteúdo pragmático, desconsiderando-se a realidade dos alunos.
na formação acadêmica, na qualidade das instituições de ensino e nos recursos para a execução dos projetos.
Com relação ao texto X, assinale a alternativa correta.
A negociação da participação discente deve se ater à sala de aula, pois seu aprendizado se dá essencialmente nesse espaço.
A negociação da participação discente não deve se ater à sala de aula, pois seu aprendizado se dá em diferentes espaços, até mesmo em outros espaços escolares e não escolares.
A autoridade tradicional que o docente recebia da sociedade caducou porque os docentes não são bem remunerados.
A autoridade tradicional que o docente recebia da sociedade caducou porque os discentes não são mais socializados.
A autoridade tradicional que o docente recebia da sociedade mantém-se intacta, o que lhe dá condições de impor, ao discente, a participação deste.
Assinale a alternativa que apresenta apenas característica(s) adequada(s) às práticas de formação continuada.
Foco nas teorias, com exclusão das experiências empíricas.
Descarte das pesquisas, pois são demoradas, e cabe ao professor cumprir tarefas.
Rejeição de mudanças, adaptações, atualização e aperfeiçoamento, já que confundem e dificultam o processo de aprendizagem.
Adesão à teoria de que a formação termina na universidade, que fornece conceitos e ideias, a matéria-prima para o desempenho da atividade profissional.
Combate à fragmentação do conhecimento, na busca da interdisciplinaridade, no domínio, na valorização e no uso dos novos recursos tecnológicos de acesso ao conhecimento.
As normas vigentes da educação apresentam avanços necessários para a melhoria da qualidade e incentivo à permanência do aluno na escola.
Em relação ao enunciado, é CORRETO afirmar que a qualidade da educação
demanda uma avaliação contínua da aprendizagem.
permite frequência mínima de sessenta por cento do total de horas letivas.