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Um dos propósitos de se estudar as estratégias de enfrentamento é buscar entender por que as pessoas diferem tanto em suas respostas ao estresse. O método utilizado para lidar com a situação, segundo Marin (1995, citado em Gimenes, 1997b) distingue duas formas gerais, a saber:
enfrentamento aproximativo e orientado para a situação vivida.
enfrentamento aproximativo e evitativo.
enfrentamento evitativo e orientado para avaliação.
enfrentamento evitativo e orientado para a situação vivida.
Elisabeth Kubler-Ross, psiquiatra suíço-americana, baseada em seu trabalho assistencial a doentes em fase terminal, propôs cinco estágios psicológicos básicos pelos quais os pacientes graves passam. Esses cinco estágios são:
negação, raiva, irritação, angústia e luto.
aceitação, luta, barganha, depressão e negação.
negação, raiva, barganha, depressão e aceitação.
luto, depressão, barganha, angústia e aceitação.
negação, irritação, identificação, angústia e luto
Falar sobre a morte perpassa também pelo enfrentamento entre os próprios profissionais e as famílias. São formas dos profissionais da psicologia se auxiliarem e às famílias dos pacientes no processo de morte, EXCETO:
Auxiliando a família no luto pela morte por meio do resgate no modo de chamar a morte de forma natural. Isso faria com que a equipe lidasse com o luto de um modo natural e não como um “inimigo” social. Com o discurso natural a equipe tornaria a morte um percurso possível de ser enfrentado para a família, não distanciando e desestabilizando a todos.
Pensando a morte de dois modos sendo essencial para equipe contrapor a morte moderna e a boa morte. Entendendo a boa morte como a retirada da família e os demais envolvidos da cena de morte e a morte moderna como a participação de todos no cenário de luto.
Pensando a morte de dois modos sendo essencial para equipe contrapor a morte moderna e a boa morte. Entendendo a morte moderna como a retirada da família e os demais envolvidos da cena de morte e a boa morte como a participação de todos no cenário de luto, fazendo com que a morte se torne mais natural.
Não falando sobre o que está havendo com o paciente, e/ou minimizando o quadro de gravidade do paciente com medo de que tudo piore, é um dos grandes recursos encontrados por alguns profissionais. Para Kovacs (2010), esse procedimento é tido como um teatro ruim e sem qualidade, por esta razão sugere que por saber-se que o paciente entende sobre seus sintomas, o essencial é que se diga sobre sua gravidade ao paciente e a todos envolvidos.
A questão da morte é uma realidade no hospital, especialmente nas unidades de terapia intensiva, e demanda atuação específica do psicólogo. A principal preocupação pessoal que esse profissional deve ter frente a um tema tão mobilizante é:
A atenção sobre as suas próprias demandas a respeito.
Desenvolver intervenções que favoreçam, à equipe de saúde e aos familiares, a aceitação da morte.
Conhecer as dificuldades que norteiam o comportamento da equipe.
Divulgar suas concepções a respeito do luto e favorecer que a família compreenda suas crenças e fantasias a respeito da morte.
Intervir para que o luto possa ser substituído por um movimento de reorganização e retomada da vida.
O psicólogo pode ter que lidar com as reações da família de um paciente, no momento em que o paciente recebe um prognóstico pouco promissor. Um dos modelos para o trabalho do psicólogo hospitalar indica que ele precisa fazer um diagnóstico, não da doença, mas da forma como a família se relaciona com a doença.
De acordo com esse modelo, uma das posições assumidas frente à doença é a revolta, que apresenta as seguintes características:
o sujeito retira os investimentos do mundo, apresenta uma paralisação do comportamento, sente-se impotente e passivo e não assume uma posição de luta nem cultiva muita esperança.
o sujeito busca soluções realistas para o problema, admite a presença de toda uma gama de sentimentos, reconhecendo-se como potente diante do que pode ser feito e se apresentando como ativo
o familiar evita sentimentos de medo, apresenta sentimentos onipotentes e comportamento procrastinador, seu ânimo é irritado e tende a subvalorar os problemas trazidos pela situação de doença.
a pessoa luta contra a doença, evita a tristeza, possui ideações de injustiça, sente-se estressada e solitária, apresenta esperança querelante e comportamento agitado
as soluções mágicas são aventadas, pensamentos de onipotência, sentimentos de alegria e esperança estão presentes, mesmo diante de um ânimo irritado e angustiado.
O relaxamento é considerado uma resposta biologicamente antagônica à resposta de stress, que pode ser aprendida e convertida em um importante recurso pessoal para opor-se aos efeitos negativos do stress (Benson, 1975). As técnicas de relaxamento têm sido aplicadas a uma grande variedade de problemas, podendo ser realizadas de maneira individual, em combinação com outras técnicas, ou como elementos básicos de técnicas mais amplas.
A técnica de relaxamento desenvolvida por Edmund Jacobson, na qual o terapeuta conduz sequências de exercícios de tensão e relaxamento de diversos grupos musculares, estimulando a discriminação entre estes estados, com o objetivo de reduzir a tensão muscular e posteriormente a ansiedade, chama-se:
Relaxamento passivo.
Relaxamento autógeno.
Relaxamento progressivo.
Relaxamento profundo.
Relaxamento consciente.
O termo luto antecipatório foi utilizado pela primeira vez em 1944, por Lindermann, quando publicou o artigo “The symptomatology and management of acute grief”. Sobre o luto antecipatório, assinale a alternativa INCORRETA.
Refere-se à reação de pesar genuína em pessoas que não estão enlutadas pela morte em si, mas pela experiência de uma separação onde há ameaça de morte.
Conjunto de processos deflagrados pelo paciente e familiares a partir da progressiva amaça de vida.
Conjunto de reações cognitivas, afetivas, culturais e sociais experienciadas pelo paciente e pela família quando a morte é esperada.
É parte de um processo global de enlutamento, no entanto não apresenta sintomas comuns do luto normal e as fases não podem ser observada
Mecanismo de enfrentamento utilizado pelos familiares e pacientes frente à possibilidade de uma perda antecipada.
X é técnico de informática, 28 anos, sexo masculino, solteiro, data de internação 28/01/2016. No Hospital Z, ele foi diagnosticado com câncer no fígado. Ao conversar com o psicólogo responsável por seu acompanhamento, demonstrou estar incrédulo em relação ao diagnóstico e à competência da equipe que o atendeu. Além disso, ele apresenta muita ansiedade em relação à notícia de sua doença.
A partir do caso relatado, conclui-se que o estado psicológico de X, decorrente da elaboração da sua doença, é característico do que se identifica como
Barganha
Ganho Secundário
Negação
Revolta
Depressão
No trabalho nas maternidades, algumas das intercorrências com que o psicólogo precisa lidar são situações de óbito fetal.
Que diferenças o psicólogo encontrará no processo de luto relativo ao óbito fetal, em comparação com outros lutos?
A ausência de memórias do filho perdido, a menor valoração social da perda sofrida e a subvaloração do luto na figura masculina farão com que esse luto tenha dificuldades muito peculiares para se estabelecer
O luto nesses casos é muito mais da função parental perdida do que da criança, sendo preciso trabalhar a perda dos ideais parentais, já que, na realidade, a criança não chegou a existir
O valor social dado à perda de um filho determina, em grande parte, os sentimentos experimentados pelos pais, devendo-se sustentar que a gravidez interrompida pode ser substituída por outra gravidez, permitindo que o processo de luto não assuma proporções patológicas.
O luto perinatal tende a ser menos doloroso, uma vez que o que torna o processo de luto mais ou menos trabalhoso diz respeito à magnitude das adaptações que precisarão ser feitas na vida prática, que, nesse caso, inexistem.
Se o luto é pensado a partir das teorias que o descrevem em fases, pode-se entender que no luto perinatal não são possíveis as fases de negação e barganha, o que torna o processo particularmente difícil e jamais completamente resolvido.
Segundo Kubler-Ross (1996) na nossa sociedade a morte é encarada como tabu e os debates sobre ela são considerados mórbidos. Segundo a mesma autora, a condução mais apropriada com uma criança que perdeu um membro familiar seria:
A construção de uma história inverídica que a proteja de entrar em contato com a realidade da morte do familiar, fornecendo assim recursos para a superação do trauma.
Incluir a criança nas conversas e expressões de sentimentos da família, respondendo verdadeiramente às suas questões, proporcionando um luto compartilhado.
Impedir que a criança entre em contato direto, participando de enterros e demais rituais após a morte do familiar, evitando assim a constituição traumática.
Não permitir que a criança visite o familiar no hospital, quando este já se encontrar muito debilitado e próximo de morrer, a fim de preservar a imagem saudável na subjetividade infantil.
Com relação à morte da criança hospitalizada, analise as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA:
I - A morte de um filho é um processo biopsicossocial e frequentemente provoca um luto patológico. Sua compreensão requer a reconstrução de uma nova realidade para a família, onde as anteriores expectativas em relação à criança foram inesperadamente desfeitas.
II - O luto parental costuma tomar proporções de sofrimento tão intensas, afetando, além do próprio indivíduo, o seu relacionamento com o parceiro e também com a dimensão social.
III - O processo de luto só estará finalizado quando existir "a presença da pessoa perdida internamente em paz", havendo "um espaço disponível para outras relações", sendo, portanto, necessário um tempo para vivenciar o luto, e não para negá-lo.
Estão corretos os itens:
I e II.
I e III.
II e III.
I, II e III.
I, II e III.
O padrão de respostas ao estresse que consiste nos estágios de alarme, de resistência e de exaustão é chamado de:
Estressor.
Resposta de enfrentamento.
Resposta de luta ou fuga.
Síndrome de adaptação geral.
Fobia.
A dor, em maior ou menor grau, está presente frequentemente nas doenças. Muitas das dores podem ser eliminadas com remédios, mas muitas outras resistem à mais potente das medicações. A Sociedade Internacional de Estudos sobre a Dor propõe que a dor seja vista como uma experiência sensorial e emocional desagradável, vivida de forma subjetiva, ressaltando que cada indivíduo utiliza este termo por meio de suas próprias experiências traumáticas. Desse modo, cada dor é a dor de uma pessoa. Nesse contexto, considere o caso descrito abaixo.
Um homem, 67 anos, diagnosticado com câncer, passou a ter dores muito fortes. Diante disso, ele conseguiu atenção e amparo de sua família, antes muito afastada. Os médicos receitaram analgésicos, porém ele não os tomava, justificando problemas no estômago. Na verdade, ele temia perder o acolhimento recém-conquistado de seus familiares.
Nesse caso, a equipe de psicologia deve atuar com a compreensão de que as dores do paciente
têm um sentido de manipulação dos afetos das relações familiares, devendo, por isso, ser ignoradas pela equipe.
têm significados ocultos e complexos que atendem a objetivos singulares que devem ser considerados e expressados.
devem ser tratadas com firmeza, na medida em que estão prejudicando o tratamento do paciente.
trazem restrições físicas e afetivas ao paciente, que deve ser forçado a tomar os analgésicos em nome de seu bem-estar.
têm um significado de falseamento da realidade, o que aponta para um quadro psicótico.
Sobre a morte e o morrer, é CORRETO afirmar:
O processo da morte é acompanhado de dor e sofrimento insuportáveis.
O tema da morte impossibilita diálogos com as equipes de saúde e as famílias nos hospitais públicos e especialmente nas unidades de terapia intensiva, devido ao preconceito e à pouca cultura da população.
As intervenções de emergência que são necessárias nas unidades de terapia intensiva impedem o psicólogo de exercer uma escuta qualificada no momento do diagnóstico de terminalidade e final da vida.
O psicólogo pode, na comunicação com o paciente, falar e ouvir sobre medidas de prolongamento de vida, tratamentos e propostas de decisões sobre sua vida e sua morte.
A comunicação de um prognóstico reservado e as informações sobre a proximidade da morte são protocolos que estão bem inseridos na rotina da UTI e, portanto, o psicólogo não deve exercer função de mediador entre familiares, paciente e médico na discussão sobre procedimentos paliativos.
De acordo com Bowlby (1998), as fases do processo psicológico de enlutamento são:
choque, protesto, pesar, desespero e adaptação.
entorpecimento, anseio, barganha e reorganização.
entorpecimento, busca da figura perdida, desorganização e recuperação.
entorpecimento, busca da figura perdida, choque, pesar e adaptação.
choque, aceitação da realidade da perda, depressão e recuperação.
Em relação ao distanciamento e, até, à negação, que muitos adolescentes podem apresentar em relação à percepção de sua própria morte, assinale a alternativa que o explica INCORRETAMENTE.
Sentimento de invulnerabilidade diante de acontecimentos vitais e comportamentos de risco.
Pensamento onipotente veiculado ao deslocamento temporal, no qual prevalece o tempo presente.
Dificuldade de operar conceitualmente com os esquemas de reversibilidade/irreversibilidade.
Prevalência da consolidação da identidade em detrimento de sua perda (sentimento de finitude).
Veiculação a informações e/ou experiência associadas a uma cultura da banalização da morte.
De acordo com Kubler-Ross, assinale a opção INCORRETA.
As fases constituem mecanismos de defesa ou de enfrentamento para os pacientes e seus familiares, tendo durações variáveis e não estanques, tampouco sequenciais. Desse modo, podem substituir-se no decurso do processo de morrer ou se mostrarem concomitantemente, sem seguir padrões.
Independente da fase que o paciente esteja vivenciando, é dever do profissional de saúde ouvi-lo e percebê-lo, identificando qual o estágio do processo de morrer em que ele se encontra e quais são as suas necessidades, para então, orientar seu fazer, de modo que as demandas possam ser supridas.
A fase da raiva é marcada pelo discurso verbal inflamado, ríspido, às vezes grosseiro do paciente, que direciona seu sentimento de raiva e inconformismo a toda e qualquer pessoa que interaja com ele, dos familiares e amigos ao profissional de saúde que ele cuida. Seu comportamento e postura não verbal são ofensivos e desafiadores, seu olhar tem um quê de impaciência, intolerância e até mesmo arrogância.
Na fase da barganha, o paciente assume uma relação de troca com a equipe de saúde, em que a esperança de cura ou melhora é negociada em troca de mudança de hábitos e atitudes. O indivíduo utiliza a negociação como força propulsora para enfrentamento e superação de dificuldades. Desse modo, o paciente passa a fazer um discurso onipotente e otimista, de uma pessoa melhor, mais forte, que prega a solidariedade.
Na fase da depressão, no paciente que vivencia o processo de morrer, a autora a diferencia da depressão enquanto psicopatologia: trata-se de sentimentos de pesar e angústia, aos quais o paciente é obrigado a se submeter ao se deparar com as perdas iminentes e inerentes a sua condição. Constitui um instrumento necessário à preparação da perda de seus projetos de vida, sonhos, trabalhos, familiares, amigos, vitalidade, independência e relacionamentos.
Acerca da relação entre subjetividade e estratégias de enfrentamento no processo de adoecimento por estresse, assinale a alternativa correta.
A personalidade exerce mais impacto no adoecimento por estresse pós-traumático que o fator social.
Os sintomas cognitivos e psíquicos do corpo fazem parte da subjetividade.
A superstição é uma estratégia de enfrentamento eficaz que reduz o estresse.
A análise dos fatores estressores é mais eficaz que a subjetividade para as estratégias de enfrentamento.
O perfil da doença influencia diretamente o uso de estratégias como a racionalização.
No que se refere aos estados psicológicos abaixo descritos (I, II, III, IV, V, VI) os mesmos devem ser entendidos como dinâmicos e sujeitos a intercorrências ao longo do tratamento e da vida do indivíduo. Sem preocupar-se em seguir a sequencia correta dos estágios expostos por Kluber-Ross; associe as definições abaixo com os seus respectivos nomes presentes nas alternativas A, B,C,D,E.
I. Estado psicológico de elaboração da hospitalização, doença e vida, apresenta como característica o contato com a perda da saúde e a tristeza gerada por tal condição, sendo acompanhada por sinais e sintomas de quadro depressivo.
II. Estado psicológico onde há a compreensão real dos limites e possibilidades impostas pela doença, hospitalização, tratamento e vida; com ocorrência de flexibilidade e fluência para lidar com a crise que se instalou. Ansiedade em nível controlado.
III. Este estado ocorre geralmente associado a doenças crônicas, onde o indivíduo passa a se relacionar com o mundo via doença, sendo parte estruturante de sua identidade. É um conjunto de benefícios conscientes e/ou inconscientes que o paciente aufere em suas relações consigo mesmo e/ou com o mundo mediado pela relação custo/benefício do ser/estar doente, compensada ou atenuada pelos ganhos adquiridos.
IV. Estado psicológico presente após o diagnóstico da doença, em casos de recidiva ou insucesso do tratamento e em situações de perda familiar abrupta. Geralmente acompanhada de incredibilidade, ansiedade. É uma atitude de não abordar o tema do adoecer.
V. Estado psicológico que tem por característica a negociação onde o paciente busca solução para o sofrimento gerado pelo adoecer. A negociação pode ser realizada com a equipe e/ou com a família.
VI. Maior predominância da pulsão agressiva de modo manifesto e pode surgir de diferentes formas: raiva, ressentimentos, sadismo. O indivíduo interage com o ambiente de forma ativa, onde o outro é considerado como causador do sofrimento.
A alternativa CORRETA é:
Revolta, aceitação, negação, barganha, ganho secundário, depressão,.
Depressão, aceitação, barganha, negação, ganho secundário, revolta.
Aceitação, negação, ganho secundário, depressão, barganha, revolta.
Barganha, depressão, aceitação, ganho secundário, revolta, negação.
Depressão, aceitação, ganho secundário, negação, barganha, revolta.
A hipertensão arterial é uma condição que atinge mais de 20% da população adulta, sendo foco de muita atenção no meio científico. O tratamento, em geral, exige medidas medicamentosas e não-medicamentosas, incluindo o controle do estresse.
Uma dessas intervenções não-medicamentosas é o Treino de Controle de Stress (TCS), citado por Malagris, Lipp & Chicayban (2014) para pessoas com hipertensão. Qual a resposta mais apropriada no que se refere aos objetivos específicos do TCS?
Levar a pessoa com hipertensão a refletir sobre aspectos da sua história de vida que podem ter levado ao desenvolvimento da doença. A partir desses dados o TCS objetiva uma revisão da história de modo que a pessoa com hipertensão encontre um sentido para seus aumentos de pressão arterial e possa controla-los.
Reduzir a excitabilidade física e mental da pessoa com hipertensão diante de confrontos estressantes, eliminar e/ou reduzir fontes internas de estresse, desenvolver estratégias de enfrentamento para lidar com fontes externas de estresse, promover a noção de responsabilidade pela própria saúde, promover a adesão ao tratamento farmacológico e mudanças de hábitos.
Tem como objetivo principal ajudar a pessoa com hipertensão a entender porque desenvolveu a doença, pois pode haver conflitos intrapsíquicos não resolvidos que estejam contribuindo para a manutenção dos picos de pressão arterial e para a dificuldade no controle da doença. Além disso, visa compreender e rever os relacionamentos interpessoais e sua influência na doença.
O principal objetivo do TCS é ajudar a pessoa a identificar os estressores ambientais, ou seja, fontes externas de estresse. A partir disso, o TCS ajuda a pessoa com hipertensão a eliminar os estressores e, assim, ter um cotidiano de maior leveza, o que se revela como a estratégia mais importante para o controle dos níveis de pressão arterial e melhoria na qualidade de vida.