Questões de Concurso sobre Dor, Estresse e Luto

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
457 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Um dos propósitos de se estudar as estratégias de enfrentamento é buscar entender por que as pessoas diferem tanto em suas respostas ao estresse. O método utilizado para lidar com a situação, segundo Marin (1995, citado em Gimenes, 1997b) distingue duas formas gerais, a saber:


A

enfrentamento aproximativo e orientado para a situação vivida.


B

enfrentamento aproximativo e evitativo.


C

enfrentamento evitativo e orientado para avaliação.


D

enfrentamento evitativo e orientado para a situação vivida.

Elisabeth Kubler-Ross, psiquiatra suíço-americana, baseada em seu trabalho assistencial a doentes em fase terminal, propôs cinco estágios psicológicos básicos pelos quais os pacientes graves passam. Esses cinco estágios são:


A

negação, raiva, irritação, angústia e luto.


B

aceitação, luta, barganha, depressão e negação.


C

negação, raiva, barganha, depressão e aceitação.


D

luto, depressão, barganha, angústia e aceitação.


E

negação, irritação, identificação, angústia e luto

Falar sobre a morte perpassa também pelo enfrentamento entre os próprios profissionais e as famílias. São formas dos profissionais da psicologia se auxiliarem e às famílias dos pacientes no processo de morte, EXCETO:


A

Auxiliando a família no luto pela morte por meio do resgate no modo de chamar a morte de forma natural. Isso faria com que a equipe lidasse com o luto de um modo natural e não como um “inimigo” social. Com o discurso natural a equipe tornaria a morte um percurso possível de ser enfrentado para a família, não distanciando e desestabilizando a todos.


B

Pensando a morte de dois modos sendo essencial para equipe contrapor a morte moderna e a boa morte. Entendendo a boa morte como a retirada da família e os demais envolvidos da cena de morte e a morte moderna como a participação de todos no cenário de luto.


C

Pensando a morte de dois modos sendo essencial para equipe contrapor a morte moderna e a boa morte. Entendendo a morte moderna como a retirada da família e os demais envolvidos da cena de morte e a boa morte como a participação de todos no cenário de luto, fazendo com que a morte se torne mais natural.


D

Não falando sobre o que está havendo com o paciente, e/ou minimizando o quadro de gravidade do paciente com medo de que tudo piore, é um dos grandes recursos encontrados por alguns profissionais. Para Kovacs (2010), esse procedimento é tido como um teatro ruim e sem qualidade, por esta razão sugere que por saber-se que o paciente entende sobre seus sintomas, o essencial é que se diga sobre sua gravidade ao paciente e a todos envolvidos.

A questão da morte é uma realidade no hospital, especialmente nas unidades de terapia intensiva, e demanda atuação específica do psicólogo. A principal preocupação pessoal que esse profissional deve ter frente a um tema tão mobilizante é:


A

A atenção sobre as suas próprias demandas a respeito.


B

Desenvolver intervenções que favoreçam, à equipe de saúde e aos familiares, a aceitação da morte.


C

Conhecer as dificuldades que norteiam o comportamento da equipe.


D

Divulgar suas concepções a respeito do luto e favorecer que a família compreenda suas crenças e fantasias a respeito da morte.


E

Intervir para que o luto possa ser substituído por um movimento de reorganização e retomada da vida.

O psicólogo pode ter que lidar com as reações da família de um paciente, no momento em que o paciente recebe um prognóstico pouco promissor. Um dos modelos para o trabalho do psicólogo hospitalar indica que ele precisa fazer um diagnóstico, não da doença, mas da forma como a família se relaciona com a doença.


De acordo com esse modelo, uma das posições assumidas frente à doença é a revolta, que apresenta as seguintes características:


A

o sujeito retira os investimentos do mundo, apresenta uma paralisação do comportamento, sente-se impotente e passivo e não assume uma posição de luta nem cultiva muita esperança.


B

o sujeito busca soluções realistas para o problema, admite a presença de toda uma gama de sentimentos, reconhecendo-se como potente diante do que pode ser feito e se apresentando como ativo


C

o familiar evita sentimentos de medo, apresenta sentimentos onipotentes e comportamento procrastinador, seu ânimo é irritado e tende a subvalorar os problemas trazidos pela situação de doença.


D

a pessoa luta contra a doença, evita a tristeza, possui ideações de injustiça, sente-se estressada e solitária, apresenta esperança querelante e comportamento agitado


E

as soluções mágicas são aventadas, pensamentos de onipotência, sentimentos de alegria e esperança estão presentes, mesmo diante de um ânimo irritado e angustiado.

O relaxamento é considerado uma resposta biologicamente antagônica à resposta de stress, que pode ser aprendida e convertida em um importante recurso pessoal para opor-se aos efeitos negativos do stress (Benson, 1975). As técnicas de relaxamento têm sido aplicadas a uma grande variedade de problemas, podendo ser realizadas de maneira individual, em combinação com outras técnicas, ou como elementos básicos de técnicas mais amplas.


A técnica de relaxamento desenvolvida por Edmund Jacobson, na qual o terapeuta conduz sequências de exercícios de tensão e relaxamento de diversos grupos musculares, estimulando a discriminação entre estes estados, com o objetivo de reduzir a tensão muscular e posteriormente a ansiedade, chama-se:


A

Relaxamento passivo.


B

Relaxamento autógeno.


C

Relaxamento progressivo.


D

Relaxamento profundo.


E

Relaxamento consciente.

O termo luto antecipatório foi utilizado pela primeira vez em 1944, por Lindermann, quando publicou o artigo “The symptomatology and management of acute grief”. Sobre o luto antecipatório, assinale a alternativa INCORRETA.


A

Refere-se à reação de pesar genuína em pessoas que não estão enlutadas pela morte em si, mas pela experiência de uma separação onde há ameaça de morte.


B

Conjunto de processos deflagrados pelo paciente e familiares a partir da progressiva amaça de vida.


C

Conjunto de reações cognitivas, afetivas, culturais e sociais experienciadas pelo paciente e pela família quando a morte é esperada.


D

É parte de um processo global de enlutamento, no entanto não apresenta sintomas comuns do luto normal e as fases não podem ser observada


E

Mecanismo de enfrentamento utilizado pelos familiares e pacientes frente à possibilidade de uma perda antecipada.

X é técnico de informática, 28 anos, sexo masculino, solteiro, data de internação 28/01/2016. No Hospital Z, ele foi diagnosticado com câncer no fígado. Ao conversar com o psicólogo responsável por seu acompanhamento, demonstrou estar incrédulo em relação ao diagnóstico e à competência da equipe que o atendeu. Além disso, ele apresenta muita ansiedade em relação à notícia de sua doença.


A partir do caso relatado, conclui-se que o estado psicológico de X, decorrente da elaboração da sua doença, é característico do que se identifica como


A

Barganha


B

Ganho Secundário


C

Negação


D

Revolta


E

Depressão

No trabalho nas maternidades, algumas das intercorrências com que o psicólogo precisa lidar são situações de óbito fetal.


Que diferenças o psicólogo encontrará no processo de luto relativo ao óbito fetal, em comparação com outros lutos?


A

A ausência de memórias do filho perdido, a menor valoração social da perda sofrida e a subvaloração do luto na figura masculina farão com que esse luto tenha dificuldades muito peculiares para se estabelecer


B

O luto nesses casos é muito mais da função parental perdida do que da criança, sendo preciso trabalhar a perda dos ideais parentais, já que, na realidade, a criança não chegou a existir


C

O valor social dado à perda de um filho determina, em grande parte, os sentimentos experimentados pelos pais, devendo-se sustentar que a gravidez interrompida pode ser substituída por outra gravidez, permitindo que o processo de luto não assuma proporções patológicas.


D

O luto perinatal tende a ser menos doloroso, uma vez que o que torna o processo de luto mais ou menos trabalhoso diz respeito à magnitude das adaptações que precisarão ser feitas na vida prática, que, nesse caso, inexistem.


E

Se o luto é pensado a partir das teorias que o descrevem em fases, pode-se entender que no luto perinatal não são possíveis as fases de negação e barganha, o que torna o processo particularmente difícil e jamais completamente resolvido.

Segundo Kubler-Ross (1996) na nossa sociedade a morte é encarada como tabu e os debates sobre ela são considerados mórbidos. Segundo a mesma autora, a condução mais apropriada com uma criança que perdeu um membro familiar seria:


A

A construção de uma história inverídica que a proteja de entrar em contato com a realidade da morte do familiar, fornecendo assim recursos para a superação do trauma.


B

Incluir a criança nas conversas e expressões de sentimentos da família, respondendo verdadeiramente às suas questões, proporcionando um luto compartilhado.


C

Impedir que a criança entre em contato direto, participando de enterros e demais rituais após a morte do familiar, evitando assim a constituição traumática.


D

Não permitir que a criança visite o familiar no hospital, quando este já se encontrar muito debilitado e próximo de morrer, a fim de preservar a imagem saudável na subjetividade infantil.

Com relação à morte da criança hospitalizada, analise as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA:


I - A morte de um filho é um processo biopsicossocial e frequentemente provoca um luto patológico. Sua compreensão requer a reconstrução de uma nova realidade para a família, onde as anteriores expectativas em relação à criança foram inesperadamente desfeitas.

II - O luto parental costuma tomar proporções de sofrimento tão intensas, afetando, além do próprio indivíduo, o seu relacionamento com o parceiro e também com a dimensão social.

III - O processo de luto só estará finalizado quando existir "a presença da pessoa perdida internamente em paz", havendo "um espaço disponível para outras relações", sendo, portanto, necessário um tempo para vivenciar o luto, e não para negá-lo.


Estão corretos os itens:


A

I e II.


B

I e III.


C

II e III.


D

I, II e III.


E

I, II e III.

O padrão de respostas ao estresse que consiste nos estágios de alarme, de resistência e de exaustão é chamado de:


A

Estressor.


B

Resposta de enfrentamento.


C

Resposta de luta ou fuga.


D

Síndrome de adaptação geral.


E

Fobia.

A dor, em maior ou menor grau, está presente frequentemente nas doenças. Muitas das dores podem ser eliminadas com remédios, mas muitas outras resistem à mais potente das medicações. A Sociedade Internacional de Estudos sobre a Dor propõe que a dor seja vista como uma experiência sensorial e emocional desagradável, vivida de forma subjetiva, ressaltando que cada indivíduo utiliza este termo por meio de suas próprias experiências traumáticas. Desse modo, cada dor é a dor de uma pessoa. Nesse contexto, considere o caso descrito abaixo.


Um homem, 67 anos, diagnosticado com câncer, passou a ter dores muito fortes. Diante disso, ele conseguiu atenção e amparo de sua família, antes muito afastada. Os médicos receitaram analgésicos, porém ele não os tomava, justificando problemas no estômago. Na verdade, ele temia perder o acolhimento recém-conquistado de seus familiares.


Nesse caso, a equipe de psicologia deve atuar com a compreensão de que as dores do paciente


A

têm um sentido de manipulação dos afetos das relações familiares, devendo, por isso, ser ignoradas pela equipe.


B

têm significados ocultos e complexos que atendem a objetivos singulares que devem ser considerados e expressados.


C

devem ser tratadas com firmeza, na medida em que estão prejudicando o tratamento do paciente.


D

trazem restrições físicas e afetivas ao paciente, que deve ser forçado a tomar os analgésicos em nome de seu bem-estar.


E

têm um significado de falseamento da realidade, o que aponta para um quadro psicótico.

Sobre a morte e o morrer, é CORRETO afirmar:


A

O processo da morte é acompanhado de dor e sofrimento insuportáveis.


B

O tema da morte impossibilita diálogos com as equipes de saúde e as famílias nos hospitais públicos e especialmente nas unidades de terapia intensiva, devido ao preconceito e à pouca cultura da população.


C

As intervenções de emergência que são necessárias nas unidades de terapia intensiva impedem o psicólogo de exercer uma escuta qualificada no momento do diagnóstico de terminalidade e final da vida.


D

O psicólogo pode, na comunicação com o paciente, falar e ouvir sobre medidas de prolongamento de vida, tratamentos e propostas de decisões sobre sua vida e sua morte.


E

A comunicação de um prognóstico reservado e as informações sobre a proximidade da morte são protocolos que estão bem inseridos na rotina da UTI e, portanto, o psicólogo não deve exercer função de mediador entre familiares, paciente e médico na discussão sobre procedimentos paliativos.

De acordo com Bowlby (1998), as fases do processo psicológico de enlutamento são:


A

choque, protesto, pesar, desespero e adaptação.


B

entorpecimento, anseio, barganha e reorganização.


C

entorpecimento, busca da figura perdida, desorganização e recuperação.


D

entorpecimento, busca da figura perdida, choque, pesar e adaptação.


E

choque, aceitação da realidade da perda, depressão e recuperação.

Em relação ao distanciamento e, até, à negação, que muitos adolescentes podem apresentar em relação à percepção de sua própria morte, assinale a alternativa que o explica INCORRETAMENTE.


A

Sentimento de invulnerabilidade diante de acontecimentos vitais e comportamentos de risco.


B

Pensamento onipotente veiculado ao deslocamento temporal, no qual prevalece o tempo presente.


C

Dificuldade de operar conceitualmente com os esquemas de reversibilidade/irreversibilidade.


D

Prevalência da consolidação da identidade em detrimento de sua perda (sentimento de finitude).


E

Veiculação a informações e/ou experiência associadas a uma cultura da banalização da morte.

De acordo com Kubler-Ross, assinale a opção INCORRETA.


A

As fases constituem mecanismos de defesa ou de enfrentamento para os pacientes e seus familiares, tendo durações variáveis e não estanques, tampouco sequenciais. Desse modo, podem substituir-se no decurso do processo de morrer ou se mostrarem concomitantemente, sem seguir padrões.


B

Independente da fase que o paciente esteja vivenciando, é dever do profissional de saúde ouvi-lo e percebê-lo, identificando qual o estágio do processo de morrer em que ele se encontra e quais são as suas necessidades, para então, orientar seu fazer, de modo que as demandas possam ser supridas.


C

A fase da raiva é marcada pelo discurso verbal inflamado, ríspido, às vezes grosseiro do paciente, que direciona seu sentimento de raiva e inconformismo a toda e qualquer pessoa que interaja com ele, dos familiares e amigos ao profissional de saúde que ele cuida. Seu comportamento e postura não verbal são ofensivos e desafiadores, seu olhar tem um quê de impaciência, intolerância e até mesmo arrogância.


D

Na fase da barganha, o paciente assume uma relação de troca com a equipe de saúde, em que a esperança de cura ou melhora é negociada em troca de mudança de hábitos e atitudes. O indivíduo utiliza a negociação como força propulsora para enfrentamento e superação de dificuldades. Desse modo, o paciente passa a fazer um discurso onipotente e otimista, de uma pessoa melhor, mais forte, que prega a solidariedade.


E

Na fase da depressão, no paciente que vivencia o processo de morrer, a autora a diferencia da depressão enquanto psicopatologia: trata-se de sentimentos de pesar e angústia, aos quais o paciente é obrigado a se submeter ao se deparar com as perdas iminentes e inerentes a sua condição. Constitui um instrumento necessário à preparação da perda de seus projetos de vida, sonhos, trabalhos, familiares, amigos, vitalidade, independência e relacionamentos.

Acerca da relação entre subjetividade e estratégias de enfrentamento no processo de adoecimento por estresse, assinale a alternativa correta.


A

A personalidade exerce mais impacto no adoecimento por estresse pós-traumático que o fator social.


B

Os sintomas cognitivos e psíquicos do corpo fazem parte da subjetividade.


C

A superstição é uma estratégia de enfrentamento eficaz que reduz o estresse.


D

A análise dos fatores estressores é mais eficaz que a subjetividade para as estratégias de enfrentamento.


E

O perfil da doença influencia diretamente o uso de estratégias como a racionalização.

No que se refere aos estados psicológicos abaixo descritos (I, II, III, IV, V, VI) os mesmos devem ser entendidos como dinâmicos e sujeitos a intercorrências ao longo do tratamento e da vida do indivíduo. Sem preocupar-se em seguir a sequencia correta dos estágios expostos por Kluber-Ross; associe as definições abaixo com os seus respectivos nomes presentes nas alternativas A, B,C,D,E.

I. Estado psicológico de elaboração da hospitalização, doença e vida, apresenta como característica o contato com a perda da saúde e a tristeza gerada por tal condição, sendo acompanhada por sinais e sintomas de quadro depressivo.

II. Estado psicológico onde há a compreensão real dos limites e possibilidades impostas pela doença, hospitalização, tratamento e vida; com ocorrência de flexibilidade e fluência para lidar com a crise que se instalou. Ansiedade em nível controlado.

III. Este estado ocorre geralmente associado a doenças crônicas, onde o indivíduo passa a se relacionar com o mundo via doença, sendo parte estruturante de sua identidade. É um conjunto de benefícios conscientes e/ou inconscientes que o paciente aufere em suas relações consigo mesmo e/ou com o mundo mediado pela relação custo/benefício do ser/estar doente, compensada ou atenuada pelos ganhos adquiridos.

IV. Estado psicológico presente após o diagnóstico da doença, em casos de recidiva ou insucesso do tratamento e em situações de perda familiar abrupta. Geralmente acompanhada de incredibilidade, ansiedade. É uma atitude de não abordar o tema do adoecer.

V. Estado psicológico que tem por característica a negociação onde o paciente busca solução para o sofrimento gerado pelo adoecer. A negociação pode ser realizada com a equipe e/ou com a família.

VI. Maior predominância da pulsão agressiva de modo manifesto e pode surgir de diferentes formas: raiva, ressentimentos, sadismo. O indivíduo interage com o ambiente de forma ativa, onde o outro é considerado como causador do sofrimento.

A alternativa CORRETA é:


A

Revolta, aceitação, negação, barganha, ganho secundário, depressão,.


B

Depressão, aceitação, barganha, negação, ganho secundário, revolta.


C

Aceitação, negação, ganho secundário, depressão, barganha, revolta.


D

Barganha, depressão, aceitação, ganho secundário, revolta, negação.


E

Depressão, aceitação, ganho secundário, negação, barganha, revolta.

A hipertensão arterial é uma condição que atinge mais de 20% da população adulta, sendo foco de muita atenção no meio científico. O tratamento, em geral, exige medidas medicamentosas e não-medicamentosas, incluindo o controle do estresse.

Uma dessas intervenções não-medicamentosas é o Treino de Controle de Stress (TCS), citado por Malagris, Lipp & Chicayban (2014) para pessoas com hipertensão. Qual a resposta mais apropriada no que se refere aos objetivos específicos do TCS?


A

Levar a pessoa com hipertensão a refletir sobre aspectos da sua história de vida que podem ter levado ao desenvolvimento da doença. A partir desses dados o TCS objetiva uma revisão da história de modo que a pessoa com hipertensão encontre um sentido para seus aumentos de pressão arterial e possa controla-los.


B

Reduzir a excitabilidade física e mental da pessoa com hipertensão diante de confrontos estressantes, eliminar e/ou reduzir fontes internas de estresse, desenvolver estratégias de enfrentamento para lidar com fontes externas de estresse, promover a noção de responsabilidade pela própria saúde, promover a adesão ao tratamento farmacológico e mudanças de hábitos.


C

Tem como objetivo principal ajudar a pessoa com hipertensão a entender porque desenvolveu a doença, pois pode haver conflitos intrapsíquicos não resolvidos que estejam contribuindo para a manutenção dos picos de pressão arterial e para a dificuldade no controle da doença. Além disso, visa compreender e rever os relacionamentos interpessoais e sua influência na doença.


D

O principal objetivo do TCS é ajudar a pessoa a identificar os estressores ambientais, ou seja, fontes externas de estresse. A partir disso, o TCS ajuda a pessoa com hipertensão a eliminar os estressores e, assim, ter um cotidiano de maior leveza, o que se revela como a estratégia mais importante para o controle dos níveis de pressão arterial e melhoria na qualidade de vida.

   
Gerar simulado