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Com relação à crise, observa-se que não é algo com que as empresas, instituições ou governo se deparam cotidianamente. Mesmo assim é CORRETO afirmar:
A crise caracteriza-se pelo fator surpresa, não obstante alguns autores defendam a ideia de que a crise costuma dar sinais claros antes de eclodir.
Negar a crise é a melhor saída sempre.
Embora tenha papel essencial, numa crise, a assessoria de imprensa não tem papel relevante porque não há como mudar os fatos.
Onde tem assessoria competente não há crise.
A comunicação planejada, às vezes, não é a melhor aliada no desencadeamento de uma crise.
Qualquer tipo de acontecimento que possa desestabilizar uma instituição é considerado crise. Logo, a simulação de uma crise é um bom tipo de treinamento porque
pode prever e identificar possíveis problemas na instituição, empresa etc.
basta que tenha um bom porta-voz
as ações de crise não podem e não devem ser rápidas.
não há como criar um grupo de crise porque nunca é possível prever.
não é possível gerenciar os custos de uma crise
Sobre o gerenciamento de assuntos emergentes e comunicação de crise, numere corretamente a coluna da direita de acordo com a da esquerda:
(1) As organizações são vulneráveis às crises quando estabelecem boas e duradouras interações com seus públicos.
(2) As organizações devem aceitar gerir uma crise até mesmo quando não são culpadas por ela.
(3) Durante uma crise, a organização deve revelar tudo o que sabe sobre a crise ou os problemas envolvidos.
(4) Numa crise, a organização deve assumir que os interesses dos seus públicos são tão importantes quanto os seus.
( ) Princípio da transparência
( ) Princípio do relacionamento
( ) Princípio da comunicação simétrica
( ) Princípio da responsabilidade
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
1-2-4-3.
2-3-4-1.
3-1-4-2.
4-3-2-1.
Sobre a comunicação no gerenciamento de crise analise as afirmativas.
I- Para informar à imprensa em uma situação de crise a instituição deve dar prioridade a determinados meios de comunicação, levando em consideração suas audiências.
II- Em uma situação de crise determinada instituição deve controlar qualquer informação negativa; tornando pública apenas aquelas positivas a sua imagem.
III- Se uma instituição estiver preparada e gerenciar uma crise de forma eficaz, respeitando as diferentes audiências, poderá até fortalecer a sua credibilidade diante do público.
Apenas o item I está correto.
Apenas o item II está correto.
Apenas o item III está correto.
Os itens II e III estão corretos.
Nenhum dos itens está correto.
Em uma instituição, o trabalho de comunicação de crises deve ser dividido em duas partes: a PREPARAÇÃO e a REAÇÃO. Para se preparar para uma crise, uma empresa precisa
criar um plano de comunicação de crises ou plano de emergência.
adotar “ a tática bateu levou” para responder a altura.
adotar medidas imediatas de reação independente de planejamento.
entender que, às vezes, não tem o que fazer uma vez que não há como mudar as consequências permanentes para uma empresa.
criar um mecanismo de punição de culpados, já que a crise é reflexo da má conduta.
Para Cintia Carvalho, o profissional de relações públicas, em momentos de conflitos e crises, assume o papel de mediador organizacional, cuja inteligência profissional deve estar em conformidade com algumas características essenciais.
Dadas as proposições sobre tais características,
I. Capacidade de autoconhecimento, equilíbrio emocional e de relacionamento com o outro.
II. Pensar e agir de forma sistêmica, racionalizando os interesses individuais, coletivos, mercadológicos e organizacionais.
III. Auxiliar na solução de impasse e no fortalecimento da reputação da imagem de uma organização, quer seja pública, privada ou do terceiro setor.
verifica-se que está(ão) correta(s)
I, apenas.
II, apenas.
II e III, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
Do ponto de vista de comunicação institucional, qual alternativa caracteriza gerenciamento de crise?
Todos os conceitos de qualidade devem ser praticados, permitindo que os mais diversos aspectos do trabalho cotidiano, desenvolvido por funcionários de todos os níveis, possam ser aprimorados por meio de ações efetivas de curto, médio e logo prazos.
Toda empresa deve investir em pessoal que treine todos os seus públicos, obedecendo a uma linha consistente de questões relacionadas a gerenciamento de crises na sua totalidade.
Quanto maior a exposição de uma empresa e/ou de seus produtos, maior a necessidade de aderência a princípios que inter-relacione sua rentabilidade com o produto final.
Toda empresa deve estabelecer normas para se ter controle total em situações de crises.
O enfrentamento de crises deve envolver um grupo de pessoas relacionado à área de mercado, de produção e de distribuição da empresa envolvida no conflito.
Quando um profissional de relações públicas tem, dentro de uma organização, uma função política, suas atividades são:
fazer articulações necessárias para maior interação entre setores, grupos e subgrupos.
administrar controvérsias, crises e conflitos no ambiente da organização.
participar da comunidade através de intercâmbio de informações.
ajudar a organização a se posicionar perante a sociedade, demonstrando sua missão e valores
trabalhar com órgãos governamentais, assim como representantes, a fim de defender os interesses da organização.
A mídia alimenta-se da crise. E há uma tendência, sobretudo nos meios audiovisuais, para que a informação dê lugar à mídia espetáculo”. FORNI, (2002, p. 367-368). Diante do exposto assinale a questão CORRETA.
O efeito no audiovisual é maior porque permite corte de edição, efeitos sonoros e carga dramática.
O impacto no jornal impresso é maior porque é uma edição que pode ser armazenada.
Os portais hoje substituem muito bem o papel da televisão.
O efeito audiovisual é o mesmo que nos outros meios de comunicação.
Nenhuma das respostas anteriores.
A comunicação para crises compreende o uso de ferramentas de comunicação mercadológica disponíveis e objetiva preservar e fortalecer, a longo prazo, a reputação de uma organização ameaçada.
Embora não haja uma receita para administrar crises, uma vez que elas normalmente acontecem sem aviso prévio e dificilmente se repetem, existem algumas ações que valem para qualquer empresa.
Assim sendo, é INCORRETO afirmar queantecipar-se aos fatos é o grande segredo de um eficiente programa de administração de crises, para isso é fundamental o estudo de problemas mais comuns.
dispor de vários interlocutores para enfrentar jornalistas ávidos de informação e responder perguntas ácidas e contundentes.
a objetividade e a eficiência na implementação de ações necessárias aumentam as possibilidades de que os períodos críticos sejam apurados com menos problemas.
realizar treinamentos constantes, envolvendo todas as aeras, com base em experiências vividas ou em situações passíveis de acontecer, de modo a melhorar os tempos de resposta em situações críticas.
No que diz respeito aos tipos de crises que podem afetar as organizações, a chamada crise de malevolência está compreendida no subgrupo de crises
do mundo físico.
de clima humano.
de falha administrativa.
de tragédias naturais.
econômicas.
No momento de crise, alguns erros podem ser fatais para a imagem de uma empresa.
No relacionamento com a mídia, identifica-se como um erro
A comunicação da empresa com a mídia, em momentos de crise, demanda, além do posicionamento da empresa frente à imprensa, a adoção de ações imediatas em relação aos diversos stakeholders e a divulgação dessas ações à opinião pública.
Uma vez instalada a crise, há determinadas providências que o assessor de imprensa ou de comunicação deve tomar para tentar controlar os seus efeitos, entre as quais se incluem tornar-se a fonte das notícias e eleger um porta-voz que transmita credibilidade ao público; este, por sua vez, além de ser treinado para lidar com a imprensa, deve ser conhecedor da empresa e do problema desencadeador da crise.
Instituições públicas e privadas necessitam de profissionais de comunicação com experiência em lidar com situações de crise, porque estas são imprevisíveis e demandam resposta imediata.
Diversas pesquisas têm demonstrado que o mapeamento prévio dos principais fatos negativos que podem acontecer e gerar uma crise e a formulação de planos de prevenção a eles não impactam a comunicação de uma crise no momento em que ela ocorre de fato.
Nem todas as notícias negativas que escapam ao controle da empresa e adquirem visibilidade podem ser tratadas como crise.