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A extinção do ato administrativo pode se dar por diversos fundamentos, sendo que a extinção dos atos discricionários
pode se dar somente por meio de revogação, pois desconstrói elementos de conveniência e oportunidade.
pode se dar pela própria Administração, em razão do poder de revisão de seus próprios atos, por meio de anulação dos atos ilegais e dos atos inconvenientes e inoportunos.
depende de decisão judicial, por motivo de ilegalidade, tendo em vista que impacta na esfera jurídica dos administrados e de terceiros.
pode se dar por vício de legalidade, caso de anulação, ou por conveniência e oportunidade fundada em motivos de interesse público, caso de revogação.
depende de decisão judicial, tendo em vista que o administrador não pode rever os motivos de conveniência e oportunidade que o levaram à prática do ato.
Analise as assertivas abaixo:
I. Em razão do princípio da proteção da confiança legítima, um ato administrativo eivado de ilegalidade poderá ser mantido, considerada a boa-fé do administrado, a legitimidade da expectativa induzida pelo comportamento estatal e a irreversibilidade da situação gerada.
II. Salvo comprovada má-fé, o direito de a Administração Pública Federal anular seus próprios atos que geraram benefícios a terceiros caduca em 5 (cinco) anos.
III. De acordo com a Lei do Processo Administrativo Federal, é vedado à Administração Pública aplicar retroativamente nova interpretação de um dispositivo legal.
Quais estão corretas?
Apenas II.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.
No que se refere aos atos e poderes administrativos, é INCORRETO afirmar:
Os atos vinculados não são passíveis de revogação.
A cassação do ato administrativo pressupõe a prévia declaração da sua nulidade pela Administração Pública.
Os atos administrativos ilegais dos quais decorram efeitos favoráveis ao administrado deverão ser invalidados no prazo de 5 (cinco) anos, contados da data em que forem praticados, salvo comprovada má-fé.
Denomina-se “extroverso” o poder que tem o Estado de constituir, unilateralmente, obrigações para os administrados.
Na discricionariedade técnica, a Administração Pública tem o poder de fixar juízos de ordem técnica, mediante o emprego de noções e métodos específicos das diversas ciências ou artes.
Considere que um particular tenha um consentimento estatal para comercializar soja transgênica. Posteriormente , surge uma nova legislação superveniente proibindo tal comercialização. O desfazimento do ato ocorreu por:
cassação.
extinção subjetiva.
caducidade.
renúncia.
contraposição.
Sobre atos administrativos, considere as seguintes afirmativas:
Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 1, 2 e 5 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 1, 3 e 5 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 1, 2, 4 e 5 são verdadeiras.
Assinale a alternativa correta.
O Princípio da Impessoalidade previsto no art. 37 da Constituição Federal, apresenta-se exclusivamente no sentido de que os atos e provimentos administrativos são imputáveis não ao funcionário que os pratica, mas ao órgão ou entidade administrativa da Administração Pública.
O Poder Regulamentar da Administração Pública abrange somente o poder de regular o seu próprio funcionamento interno, não abrangendo a edição de normas complementares à lei, para sua fiel execução.
O Princípio da Supremacia do interesse público não prevalece sobre o Princípio da Garantia da Propriedade Privada.
Com o Princípio da Autotutela, a Administração Pública exerce controle sobre os seus próprios atos, com a possibilidade de anular os ilegais e revogar os inconvenientes ou inoportunos, independentemente de recurso ao Poder Judiciário.
Poder Disciplinar que cabe à Administração Pública permite que a eventual penalidade possa ser aplicada sem que haja o contraditório e a ampla defesa.
A autoridade tributária pode revogar atos administrativos que sejam:
vinculados quanto à competência
consumados, cujos efeitos se exauriram
complexos ou compostos
que criem direitos adquiridos
que deleguem atribuições
A edição de um ato administrativo contrário ao sistema jurídico vigente é passível de
anulação pela Administração Pública ou revogação pelo Poder Judiciário.
revogação pelo Poder Judiciário por razões de conveniência e oportunidade.
anulação pela Administração Pública ou pelo Poder Judiciário, respeitados os direitos adquiridos e os terceiros de boa-fé.
convalidação pelo Poder Judiciário por razões de ilegalidade.
convalidação pelo Poder Judiciário para respeitar os direitos adquiridos e os terceiros de boa-fé ou não.
De acordo com o entendimento doutrinário sobre a extinção dos atos administrativos, a forma extintiva que se aplica quando o beneficiário de determinado ato descumpre condições que permitem a manutenção do ato e de seus efeitos denomina-se:
extinção objetiva
caducidade
cassação
extinção subjetiva
O ato administrativo que já exauriu seus efeitos, mas contém vício de legalidade em um de seus requisitos,
deve obrigatoriamente ser mantido no mundo jurídico.
deve ser extirpado do mundo jurídico exclusivamente pelo Poder Judiciário, tendo em vista que já produziu seus efeitos.
comporta revogação.
comporta anulação.
não comporta revogação, pelo fato único de já ter produzido efeitos.
A legislação brasileira determina que a Administração Pública obedeça, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência quando for efetuar seus atos administrativos. Sobre as características dos atos administrativos, analise as afirmativas abaixo:
I - Em decisão na qual se evidencie não acarretarem lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros, os atos que apresentarem defeitos sanáveis poderão ser convalidados pela própria Administração.
II - A Administração deve revogar seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode anulá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
III - O direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em dois anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé.
Estão corretas:
Sobre os institutos da invalidação, anulação e revogação dos atos administrativos, assinale a alternativa correta.
A Administração Pública não pode declarar a nulidade de seus próprios atos.
A Administração Pública não pode revogar seus próprios atos, ainda que por motivo de conveniência ou oportunidade, dado que desrespeita os direitos adquiridos.
Os denominados meros atos administrativos podem ser objeto de revogação a qualquer tempo.
A anulação de ato que afeta direito individual não prescinde da instauração de processo administrativo.
A nulidade admite convalidação.