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Acerca da anulação do ato administrativo, no exercício do controle da Administração Pública, é CORRETO afirmar que
possui efeitos ex nunc.
o Judiciário possui competência exclusiva para anulação do ato administrativo.
possui efeitos ex tunc.
a Administração Pública possui competência exclusiva para anulação do ato administrativo
é um ato preponderantemente discricionário.
O ato anulatório, por meio do qual se anula um ato administrativo ilegal vinculado ou discricionário, tem natureza meramente declaratória e não constitutiva.
Determinada prefeitura emitiu alvará de funcionamento de casa noturna solicitado pelo empresário dono do estabelecimento, e, após o início das atividades, o MP verificou que o funcionamento desse tipo de estabelecimento não era permitido no bairro onde a casa noturna havia sido instalada, local considerado essencialmente residencial pelas normas urbanísticas do município.
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção correta.
Dado que o alvará é ato discricionário da administração, o Poder Judiciário não poderá se manifestar sobre sua legalidade.
Considera-se direito adquirido, durante o período de vigência do alvará, o direito ao funcionamento da casa noturna, uma vez que ao empresário não pode ser imputado o equívoco da administração.
Em caso de invalidação do alvará, o empresário terá direito líquido e certo de ser indenizado em relação ao investimento realizado na casa noturna.
O MP é parte legítima para interpor ação, perante o Poder Judiciário, solicitando a anulação do ato administrativo em questão.
Como o ato administrativo emanado da prefeitura gerou direito a terceiros, sua invalidação dependerá de decisão judicial.
Sobre a anulação, revogação e convalidação dos atos administrativos, assinale a alternativa correta.
A Administração Pública pode anular seus atos por motivo de conveniência ou oportunidade.
A revogação de atos administrativos é de competência exclusiva do Poder Judiciário.
A Administração Pública não pode convalidar atos administrativos que apresentem defeitos, devendo revogá-los de ofício.
A anulação, realizada pela própria Administração Pública, se volta contra atos administrativos eivados de vício de legalidade.
A anulação de atos administrativos não pode ter por objeto ato de efeitos patrimoniais contínuos, salvo na hipótese de demonstrada conveniência e oportunidade.
A anulação de ato administrativo só pode ser promovida por ação judicial. A revogação, por sua vez, pode ocorrer por meio de processo administrativo.
Ao proferir uma decisão em processo administrativo, o administrador é isento de apresentar as razões jurídicas que embasam sua decisão quando esta impuser determinado tipo de sanção à terceiro.
Assinale a alternativa correta em relação ao ato administrativo.
Todo ato administrativo é autoexecutável.
A anulação do ato administrativo retira do mundo jurídico todos os seus efeitos desde a sua criação.
O ato administrativo, mesmo que conflite com princípios legais, terá eficácia em razão da presunção de legitimidade.
Apenas o Poder Judiciário poderá revogar um ato administrativo.
A administração pública jamais poderá revogar ou anular um ato administrativo, em decorrência do princípio da segurança jurídica.
O princípio da autotutela administrativa, consagrado no Enunciado n.º 473 das Súmulas do STF (“473 – A Administração pode anular seus próprios atos quando eivados de vícios que os tornem ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.”), fundamento invocado pela Administração para desfazer ato administrativo que afete interesse do administrado, desfavorecendo sua posição jurídica,
confunde-se com a chamada tutela administrativa.
prescinde da instauração de prévio procedimento administrativo, pois tem como objetivo a restauração da ordem jurídica, em respeito ao princípio da legalidade que rege a Administração Pública.
exige prévia instauração de processo administrativo, para assegurar o devido processo legal.
pode ser invocado apenas em relação aos atos administrativos ilegais.
De que prazo a Administração dispõe para anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade?
um ano
dois anos
cinco anos
dez anos
vinte anos
Sebastião, servidor público, pratica ato administrativo discricionário. No entanto, após a prática do ato, que, ressalte- se, é válido e em total consonância com o ordenamento jurídico, decide revogá-lo por razões de conveniência e oportunidade. Está correto afirmar que
Sebastião deveria ter anulado o ato e não se utilizado do instituto da revogação.
a revogação não se dá por razões de conveniência e oportunidade, mas sim, por vício contido no ato.
inexiste ato administrativo discricionário, sob pena de uma atuação arbitrária da Administração pública.
o ato administrativo discricionário comporta tanto revogação quanto anulação, esta última desde que haja ilegalidade no mesmo.
o ato administrativo discricionário não admite ser retirado do mundo jurídico, isto é, não comporta revogação, nem anulação.
Acerca dos atos administrativos, assinale a opção correta.
A administração pública pode revogar os atos por ela praticados por motivo de conveniência e oportunidade.
Os atos praticados por concessionários de serviço público, no exercício da concessão, não podem ser considerados atos administrativos, dado que foram produzidos por entes que não integram a estrutura da administração pública.
O silêncio da administração pública importa consentimento tácito.
É vedado o controle da legalidade dos atos administrativos pelo Poder Judiciário.
Assinale a alternativa correta:
Nos processos administrativos em curso perante a administração federal, das decisões proferidas cabe recurso por razões de legalidade e de mérito, o qual depende de caução e será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, que se não a reconsiderar no prazo de cinco dias, o encaminhará à autoridade superior.
Nas contratações de serviços de publicidade pela administração, poderão ser incluídos como atividades complementares, serviços especializados de desenvolvimento de formas inovadoras de comunicação publicitária, desde que o contratado tenha sido previamente cadastrado pelo contratante e este apresente 3 (três) orçamentos obtidos, na forma legalmente prevista, dentre pessoas que atuem no mercado do ramo do fornecimento pretendido.
A administração pode revogar seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornem ilegais.
A administração pode anular seus próprios atos, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, ressalvada a apreciação judicial.
Se um particular descumprir as condições impostas pela administração para efetuar uma construção, deve-se cassar a licença que tiver sido concedida para tal construção.
Estando o alvará concedido à fábrica eivado de nulidades, poderá o órgão ambiental que o concedeu revogá-lo.
Certo
Errado
O gestor público que constatar a prática de ato administrativo ilegal deve, obrigatoriamente, anulá-lo, e, caso seja comprovada a boa-fé do servidor que praticou o ato ilegal, a anulação produzirá efeito ex nunc.
Certo
Errado
Com relação ao controle judicial dos atos administrativos pelo Poder Judiciário, é correto afirmar que ele
está concentrado na legalidade, como também no juízo de oportunidade.
está concentrado no juízo de oportunidade e não na legalidade.
é somente exercido pela Corte de Contas.
está concentrado na legalidade do ato e não no juízo de oportunidade.
inexiste.
À luz da jurisprudência dos tribunais superiores, assinale a opção correta acerca de bens públicos, processo administrativo, serviços públicos, controle dos atos da administração e PPPs.
Conforme a jurisprudência do STJ, é plausível a exigência de avaliação psicológica por meio de instrumento normativo-regulamentar de caráter abstrato e geral, se for revestida de caráter objetivo e recorrível.
Tratando-se de PPPs, a norma que regula as competências do órgão gestor é de caráter geral, aplicando-se, portanto, à União, aos estados, aos municípios e ao DF.
De acordo com a jurisprudência do STF, não são bens da União as terras onde se localizavam os aldeamentos indígenas extintos antes da Constituição de 1891, de domínio dos estados-membros.
Como o STF entende ser de cinco anos o prazo decadencial para que a administração reveja seus atos, consubstancia ilegalidade rebatível por meio de mandado de segurança a edição de portaria para a instauração de procedimento preliminar de revisão, considerando-se a coisa julgada administrativa.
Segundo a jurisprudência do STJ, quando há corte de energia elétrica por parte da concessionária de serviço público, o dano moral é presumido, ou seja, in ren ipsa, sendo prescindível, portanto, a comprovação de prejuízo à sua honra objetiva.