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Nos processos administrativos, a regra é que os atos administrativos serão sigilosos, no intuito de se resguardar os interesses da Administração.
Certo
Errado
Em relação ao processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, regido pela Lei n° 9.784, de 29 de janeiro de 1999, é INCORRETO afirmar:
É direito do administrado ter ciência da tramitação dos processos administrativos em que tenha a condição de interessado, ter vista dos autos, obter cópias de documentos neles contidos e conhecer as decisões proferidas.
É direito do administrado formular alegações e apresentar documentos antes da decisão, os quais serão objeto de consideração pelo órgão competente.
É um dos deveres do administrado perante a Administração prestar as informações que lhe forem solicitadas e colaborar para o esclarecimento dos fatos.
É dever da Administração anular seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e revogá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
É proibido ao servidor público federal iniciar o processo de ofício, devendo agir apenas mediante pedido do interessado.
Considere que Adriano, titular de um órgão administrativo, deseja delegar a decisão de um recurso administrativo a outro órgão, em razão de circunstâncias de índole técnica. Com base na situação hipotética apresentada e na Lei no 9.784/99, é correto afirmar que
a decisão de recurso administrativo não pode ser objeto de delegação.
Adriano poderá delegar o que deseja, desde que o ato de delegação seja publicado no Diário Oficial com 05 (cinco) dias de antecedência.
uma vez delegada a decisão do recurso administrativo, o ato de delegação torna-se irrevogável.
Adriano poderá delegar tanto a decisão do recurso administrativo quanto a edição de atos de caráter normativo.
até as matérias de competência exclusiva do órgão ou autoridade podem ser delegadas, desde que o ato de delegação seja publicado na Imprensa Oficial com pelo menos 24 (vinte e quatro) horas de antecedência.
Considerando a Lei nº 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública federal, analise as afirmativas a seguir.
I. Estabelece normas básicas sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Direta e Indireta.
II. Visa à proteção dos administrados.
III. Objetiva o melhor cumprimento dos fins da Administração.
IV. Se aplica aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário da União, quando no desempenho de suas funções precípuas.
Está correto o que se afirma apenas em
I.
IV.
I e IV.
II e III.
I, II e III.
É permitida a atuação em processo administrativo do servidor que tenha interesse indireto na matéria.
Certo
Errado
Terão prioridade na tramitação, em qualquer órgão ou instância, os procedimentos administrativos em que figure como parte ou interessada pessoa portadora de moléstia profissional ou vítima de acidente de trabalho.
Certo
Errado
Os atos administrativos que decidem sobre processos administrativos de seleção pública deverão obrigatoriamente ser motivados, mas não há a necessidade de indicação dos fundamentos jurídicos.
Certo
Errado
No âmbito de determinada Secretaria de Estado de Urbanismo, o secretário deseja delegar ao secretário de estado de Infraestrutura a competência para a edição de ato normativo sobre matéria comum a ambas as secretarias. O secretário, então, realizou consulta ao órgão de assessoramento jurídico, a fim de verificar a juridicidade de sua pretensão. Lei estadual determina que se aplique a Lei n.º 9.784/1999 no âmbito de tal estado. Não há outras normas, no âmbito estadual, dispondo sobre delegação de competência.
Nessa situação hipotética, o advogado público designado para responder à consulta deve orientar pela
inviabilidade da pretensão, pois não é possível delegar competência para outro órgão que não seja subordinado à autoridade delegante.
viabilidade da pretensão, pois se trata de órgãos do mesmo Poder Executivo estadual.
inviabilidade da pretensão, pois a delegação de competência depende da existência de norma expressa nesse sentido.
viabilidade da pretensão, tendo em vista que se trata de matéria comum.
inviabilidade da pretensão, pois não é viável a delegação para a edição de atos de caráter normativo.
Com vistas a preservar a imparcialidade do administrador, o processo administrativo se inicia e se desenvolve sempre por iniciativa das partes.
Certo
Errado
É terminantemente proibido exigir o reconhecimento de firma no bojo de processos administrativos.
Certo
Errado
Por força da proporcionalidade exigida em sede de processo administrativo, as sanções devem se restringir ao ressarcimento dos prejuízos experimentados pelo Estado, sem excedentes, ainda que com caráter pedagógico.
Certo
Errado
Autoridade hierarquicamente superior delegou a competência de decisão sobre pedidos de alvará de funcionamento para uma autoridade inferior. Em determinado momento, a autoridade inferior, no gozo da competência delegada, concedeu um alvará de funcionamento a determinada empresa. Anos depois, observou-se que a decisão tinha vícios e deveria ser declarada nula.
Considerando essa situação hipotética e as disposições da Lei n.º 9.784/1999 e suas alterações, assinale a opção correta.
A delegação torna a autoridade superior incompetente definitivamente, por ser uma renúncia da competência.
Em razão da delegação, não cabe recurso administrativo à autoridade superior para evitar a declaração da nulidade.
A delegação deveria ser inválida, pois a lei não permite a delegação de atos decisórios.
Por ser uma decisão nula, a autoridade superior pode revogá-la em lugar da autoridade inferior.
A administração pública tem o prazo decadencial de cinco anos para anular decisão viciada.
Não cabe responsabilização se o agente público cometer erro grosseiro no desempenho de suas funções.
Certo
Errado
Nos processos administrativos, em razão da possibilidade de rediscussão judicial de seus objetos, não há necessidade de observância dos princípios do contraditório e da ampla defesa.
Certo
Errado
A lei que dispõe sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal (Lei nº 9.784, de 29/01/1999) estabelece normas que tratam da anulação, revogação e convalidação de atos administrativos. Conforme preceitua a lei sobredita, a Administração
deve anular seus próprios atos por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
deve convalidar seus próprios atos, ainda que eivados de defeitos insanáveis, respeitados os direitos adquiridos.
pode revogar seus próprios atos por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
pode convalidar seus próprios atos, ainda que eivados de defeitos insanáveis, respeitados os direitos adquiridos.
É vedado aos órgãos e às entidades administrativas elaborar modelos ou formulários padronizados de requerimentos iniciais em matéria de processos administrativos.
Certo
Errado
Segundo a Lei n.º 9.784/1999, o recurso de João deve ser direcionado à autoridade hierarquicamente superior a Messias.
Certo
Errado
A lei que dispõe sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal (Lei nº 9.784, de 29/01/1999) estabelece regras sobre suspeição e impedimento de servidor ou autoridade, no que concerne à atuação em processo administrativo. De acordo com as normas da referida lei,
o servidor ou a autoridade que tenha interesse direto ou indireto na matéria fica impedido de atuar em processo administrativo.
a omissão em comunicar o impedimento à autoridade competente não constitui falta, para efeitos disciplinares.
o indeferimento da alegação de suspeição poderá ser objeto de recurso, com efeito suspensivo.
a autoridade ou o servidor que incorrer em impedimento pode comunicar o fato à autoridade competente, sendo-lhe facultada a abstenção de atuar.
Nos processos que tramitam perante a Administração, salvo se houver disposição legal em sentido contrário, o administrado deverá, necessariamente, se fazer representar por advogado.
Certo
Errado
De acordo com a regulamentação do processo administrativo, pode ser arguida a suspeição do servidor ou da autoridade pública que tenha participado ou venha a participar, como perito ou testemunha, de processo que tenha como interessado cônjuge, companheiro ou parentes e afins até o 3.o grau.
Certo
Errado