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Conforme o Código Civil de 2002, a interpretação do negócio jurídico deve lhe atribuir o sentido que:
corresponder a qual seria a razoável negociação das partes sobre a questão discutida, inferida das demais disposições do negócio e da racionalidade econômica das partes, consideradas as informações disponíveis apenas no momento posterior de sua celebração.
corresponder somente à boa-fé subjetiva.
for confirmado pelo comportamento das partes posterior à celebração do negócio, assim como corresponder aos usos, costumes e práticas do mercado relativas ao tipo de negócio.
for mais benéfico à parte que redigiu o dispositivo, se identificável.
Sobre a validade dos negócios jurídicos e disposições trazidas pelo Código Civil Brasileiro, assinale a alternativa INCORRETA.
A validade do negócio jurídico requer a presença de agentes capazes.
Para a validade do negócio jurídico, o objeto deve ser lícito, possível, determinado ou determinável.
A validade jurídica do negócio requer forma prescrita ou não defesa em lei.
As partes não poderão pactuar regras de interpretação, de preenchimento de lacunas e de integração dos negócios jurídicos diversas daquelas previstas em lei.
Os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé e os usos do lugar de sua celebração.
Os fatos jurídicos no Brasil são eventos ou situações que, por força da lei, produzem efeitos jurídicos, criando, modificando ou extinguindo direitos e obrigações das pessoas envolvidas. Em conformidade com o Código Civil Brasileiro, é INCORRETO afirmar que:
no negócio jurídico celebrado com a cláusula de não valer sem instrumento público, este não será da substância do ato.
o silêncio importa anuência, quando as circunstâncias ou os usos o autorizarem, e não for necessária a declaração de vontade expressa.
nas declarações de vontade se atenderá mais à intenção nelas consubstanciada do que ao sentido literal da linguagem.
os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé e os usos do lugar de sua celebração.
Analise o texto abaixo:
De acordo com o Código Civil Brasileiro, a escritura pública é essencial à validade dos negócios jurídicos que visem à constituição, transferência, modificação ou renúncia de direitos reais sobre imóveis de valor ............................... vezes maior salário mínimo vigente no País.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
inferior a 36
inferior a 50
superior a 20
superior a 30
superior a 100
Assinale alternativa correta de acordo com o Código Civil.
Nas relações contratuais privadas, prevalecerão os princípios da não intervenção e do risco da revisão contratual.
As cláusulas contratuais ambíguas serão interpretadas de forma mais favorável ao contratado.
O contrato que tiver por objeto herança de pessoa viva deverá ser averbado junto ao cartório de registro civil, podendo valer como adiantamento de quinhão hereditário.
A liberdade contratual será exercida nos limites da função social da propriedade.
Nos contratos de adesão, são nulas as cláusulas que estipulem a renúncia antecipada do aderente a direito resultante da natureza do negócio.
A manifestação de vontade da pessoa natural é pressuposto para existência, validade e eficácia do negócio jurídico. Em assim sendo,
para a validade do negócio jurídico, o Código Civil de 2002 exige que a manifestação de vontade seja realizada por pessoa plenamente capaz.
o silêncio será interpretado como manifestação de vontade quando a pessoa for plenamente capaz.
para a validade do ato jurídico, o menor, a partir dos 16 anos de idade, deverá manifestar a sua vontade assistido por seu representante legal.
a manifestação de vontade da pessoa há de ser interpretada com ênfase maior à intenção nela consubstanciada do que ao sentido literal da linguagem.
Após a leitura do excerto abaixo, extraído da obra "Direito Civil Esquematizado", de Carlos Roberto Gonçalves (2021), responda ao que for arguido.
"O Código Civil de 2002 substituiu a expressão genérica "ato jurídico", empregada pelo diploma de 1916 no livro concernente aos "Fatos Jurídicos", pela designação específica "negócio jurídico", porque somente este é rico em conteúdo e justifica uma pormenorizada regulamentação, aplicando -se -lhe os preceitos constantes do Livro III. Alterou, também, a ordem das matérias."
Acerca do instituto "negócio jurídico", assinale o que esteja em confronto com o determinado pelo Código Civil de 2002.
A manifestação de vontade subsiste ainda que o seu autor haja feito a reserva mental de não querer o que manifestou, salvo se dela o destinatário tinha conhecimento.
No negócio jurídico celebrado com a cláusula de não valer sem instrumento público, este é da substância do ato.
A validade da declaração de vontade não dependerá de forma especial, senão quando a lei expressamente a exigir.
A incapacidade relativa de uma das partes não pode ser invocada pela outra em benefício próprio, nem aproveita aos co-interessados capazes, salvo se, neste caso, for indivisível o objeto do direito ou da obrigação comum.
A impossibilidade inicial do objeto invalida o negócio jurídico se for relativa, ou se cessar antes de realizada a condição a que ele estiver subordinado.
André celebrou com Bianca contrato para a venda de imóvel por instrumento público, não obstante o valor do imóvel objeto do negócio ser inferior a trinta vezes o maior salário mínimo vigente no país. Antes do cumprimento do contrato, todavia, as partes começaram a ter alguns desentendimentos e acabaram desistindo do avençado em comum acordo. Celebraram então o distrato, mas o fizeram por meio de instrumento particular.
Diante disso, o distrato é:
inexistente;
nulo;
anulável;
ineficaz;
válido.
Ao completar 18 anos, Ricardo, que foi diagnosticado com transtorno do espectro autista, realizou contrato de compra e venda e vendeu uma propriedade que estava em seu nome. Ao ficar sabendo do ocorrido, sua mãe moveu ação pedindo a anulação do negócio jurídico, sob o argumento de que Ricardo seria relativamente incapaz. Nesse caso,
o negócio é valido, pois Ricardo é capaz, não tendo mais o diagnóstico de transtorno do espectro autista o condão de reduzir a capacidade legal.
o negócio é passível de nulidade, pois Ricardo é absolutamente incapaz.
tem razão a mãe de Ricardo e o negócio é anulável, pois os relativamente incapazes, como no caso, precisam estar assistidos por responsável.
o negócio é inválido, pois Ricardo precisaria estar sendo representado por responsável.
Em relação às obrigações e ao negócio jurídico, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) O terceiro não interessado, que paga a dívida em seu próprio nome, sub-roga-se nos direitos do credor.
( ) Efetuar-se-á o pagamento no domicílio do credor, salvo se as partes convencionarem diversamente, ou se o contrário resultar da lei, da natureza da obrigação ou das circunstâncias.
( ) A interpretação do negócio jurídico deve lhe atribuir o sentido que for mais benéfico à parte que não redigiu o dispositivo, se identificável.
( ) É anulável o negócio jurídico quando for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade.
V – F – V – F.
V – V – F – V.
F – F – V – F.
F – V – F – V.
F – V – V – F.
O Código Civil, em seu Livro III, Título I, trata dos Negócios Jurídicos. Com base na legislação acerca do tema, analise as afirmativas a seguir e assinale aquela que está correta.
A incapacidade relativa de uma das partes poderá ser invocada pela outra em benefício próprio, e aproveitará aos cointeressados capazes, salvo se, neste caso, for divisível o objeto do direito ou da obrigação comum
A validade da declaração de vontade, em regra, depende de forma especial, exceto nos casos em que a lei a dispensa
Os negócios jurídicos benéficos interpretam-se de forma ampla, enquanto a renúncia é interpretada estritamente
É vedado às partes pactuar regras de interpretação, de preenchimento de lacunas e de integração dos negócios jurídicos diversas daquelas previstas em lei
A impossibilidade inicial do objeto não invalida o negócio jurídico se for relativa, ou se cessar antes de realizada a condição a que ele estiver subordinado
A interpretação do negócio jurídico deve lhe atribuir o sentido que
I - for confirmado pelo comportamento das partes anterior à celebração do negócio; II - corresponder aos usos, costumes e práticas do mercado relativas ao tipo de negócio; III - corresponder à boa-fé; IV - for mais benéfico à parte que redigiu o dispositivo, se identificável; e V - corresponder a qual seria a razoável negociação das partes sobre a questão discutida, inferida das demais disposições do negócio e da racionalidade econômica das partes, consideradas as informações disponíveis no momento de sua celebração.
I - for confirmado pelo comportamento das partes posterior à celebração do negócio; II - corresponder aos usos, costumes e práticas do mercado relativas ao tipo de negócio; III - corresponder à boa-fé; IV - for mais benéfico à parte que não redigiu o dispositivo, se identificável; e V - corresponder a qual seria a razoável negociação das partes sobre a questão discutida, inferida das demais disposições do negócio e da racionalidade econômica das partes, consideradas as informações disponíveis no momento de sua celebração.
I - for confirmado pelo comportamento das partes posterior à celebração do negócio; II - corresponder aos usos, costumes e práticas do mercado relativas ao tipo de negócio; III - corresponder à boa-fé; IV - for mais benéfico à parte que redigiu o dispositivo, se identificável; e V - corresponder a qual seria a razoável negociação das partes sobre a questão discutida, inferida das demais disposições do negócio e da racionalidade econômica das partes, consideradas as informações que estarão disponíveis no momento de sua execução.
I - for confirmado pelo comportamento das partes anterior à celebração do negócio; II - corresponder aos usos, costumes e práticas do mercado relativas ao tipo de negócio; III - corresponder à boa-fé; IV - for mais benéfico à parte que não redigiu o dispositivo, se identificável; e V - corresponder a qual seria a razoável negociação das partes sobre a questão discutida, inferida das demais disposições do negócio e da racionalidade econômica das partes, consideradas as informações disponíveis no momento de sua celebração.
De acordo com o Código Civil, a ilicitude do motivo determinante do negócio jurídico
enseja a sua anulabilidade mesmo que não seja comum a ambas as partes.
enseja a sua anulabilidade somente quando for comum a ambas as partes.
enseja a sua nulidade mesmo que não seja comum a ambas as partes.
enseja a sua nulidade somente quando for comum a ambas as partes.
não enseja a sua invalidade, mesmo que comum a ambas as partes.
De acordo com a Lei nº 10.406/2002 - Código Civil, em relação ao negócio jurídico, assinale a alternativa CORRETA.
A validade do negócio jurídico requer: agente capaz; objeto lícito, possível, determinado ou determinável, forma prescrita ou não defesa em lei.
Nas declarações de vontade se atenderá mais ao sentido literal da linguagem do que à intenção nelas consubstanciada.
A validade da declaração de vontade dependerá de forma especial, senão quando a lei expressamente a exigir.
A incapacidade relativa de uma das partes pode ser invocada pela outra em benefício próprio, nem aproveita aos co-interessados capazes, salvo se, neste caso, for indivisível o objeto do direito ou da obrigação comum.
A impossibilidade inicial do objeto invalida o negócio jurídico se for relativa, ou se cessar antes de realizada a condição a que ele estiver subordinado.
A respeito dos negócios jurídicos, analise as afirmativas a seguir:
I. O silêncio importa anuência, quando as circunstâncias ou os usos o autorizarem, e não for necessária a declaração de vontade expressa.
Il. Nas declarações de vontade se atenderá mais à intenção nelas consubstanciada do que ao sentido literal da linguagem.
III. Os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé e os usos do lugar de sua celebração.
Assinale
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.
se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas.
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
se nenhuma afirmativa estiver correta.
Nas declarações de vontade, atender-se-á mais ao sentido literal da linguagem que à intenção nelas consubstanciada.
Certo
Errado
José, por figurar em relação jurídica instrumentalizada por instrumento público, é credor de Paulo. Este é devedor da quantia de R$ 100.000,00 (cem mil reais) a José. O valor deveria ser pago no dia 02.03.2012. Mesmo tendo José comparecido, no dia do vencimento da dívida, à casa de Paulo para receber a dívida, este se recusou a pagar e manteve-se inerte. Em 02.02.2016, José enviou uma notificação extrajudicial a Paulo, exigindo o pagamento imediato da dívida. Paulo, no dia 05.03.2016, respondeu ao telegrama, reconhecendo a dívida e o valor devido, mas alegou não ter dinheiro para pagar à vista e solicitou o parcelamento da dívida em 10 parcelas mensais. Entretanto, nenhuma parcela foi paga por Paulo. Em 02.01.2020 José protocolou uma notificação judicial, o juiz despachou a inicial no dia 18.01.2020 e determinou a citação que se realizou em 02.03.2020. Após a notificação, Paulo manteve-se inerte e nada pagou. Pode-se corretamente afirmar que a prescrição:
ocorrerá no mês de março do ano de 2025.
ocorrerá no mês de janeiro de 2025, dia 18.
ocorrerá no mês de janeiro de 2025, dia 02.
ocorreu em fevereiro de 2021.
ocorreu em março de 2021.
M ingressa na sociedade com T, Y, W, sendo que todas as decisões pertinentes aos rumos do negócio são proferidas com a unanimidade dos votos dos sócios. A união dura longos anos, até que uma das decisões se revela em desacordo com a realidade causando prejuízo a todos. M, inconformado com o prejuízo, aduz que a decisão não deveria ser tomada e notifica os demais sócios para que eles componham o seu prejuízo e assumam sozinhos os da sociedade. Nesse caso, observadas as normas do Código Civil e da moderna teoria geral dos contratos, a conduta de M deve ser considerada como incluída na:
vida social de percalços
atuação negocial contemporânea
externalização societária admissível
proibição de comportamento contraditório
De acordo com as disposições da legislação civil em vigência acerca de negócios jurídicos, assinale a opção correta.
A manifestação de vontade não subsiste se o autor houver feito reserva mental.
São dois os requisitos para a validade do negócio jurídico: agente capaz e objeto lícito, possível e determinado.
O ato de confirmação dispensa a substância do negócio jurídico celebrado, bastando a vontade expressa de mantê-lo.
A invalidade do instrumento induz a do negócio jurídico.
São anuláveis os negócios jurídicos cujas declarações de vontade tenham emanado de erro substancial passível de ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.
O negócio jurídico é passível de anulação quando
celebrado por pessoa absolutamente incapaz.
não revestir a forma prescrita em lei.
decorrente de vício resultante de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou fraude contra credores.
preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade.
tiver por objeto fraudar lei imperativa.