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Considerando as especificidades da causa de aumento de pena prevista no § 2º do art. 327 do Código Penal para os crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral, analise as afirmativas a seguir:
I. A aplicação da referida majorante aos Governadores de Estado e Prefeitos Municipais é admitida, uma vez que a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça reconhece que tais agentes, em virtude de suas atribuições, exercem cumulativamente funções políticas e administrativas, caracterizando-se como funções de direção da Administração Pública.
II. Para os Tribunais Superiores, a majorante em questão não abrange vereadores, salvo para aqueles que além de detentores de um mandato, exerçam, simultaneamente, atribuições de caráter administrativo.
III. Segundo o entendimento do Supremo Tribunal Federal, é inadmissível estender a causa de aumento de pena do art. 327, § 2º, do Código Penal a servidores de autarquias que ocupem cargos em comissão ou funções de direção ou assessoramento, sob pena de ofensa ao princípio da legalidade penal estrita, pela vedação à analogia in malam partem.
IV. A majorante em questão é aplicável à solicitação indevida de vantagem formulada antes da assunção da função pública, contanto que o pleito esteja fundamentado no futuro exercício de um dos cargos ou funções descritas no dispositivo legal.
V. Para o Superior Tribunal de Justiça, a causa de aumento prevista no art. 327, § 2º, do Código Penal é extensível aos coautores ou partícipes, inclusive ao extraneus.
Estão corretas as afirmativas:
I, II, III e V, apenas.
I, III, IV e V, apenas.
II, III, IV e V, apenas.
I, II, III e IV, apenas.
Todas as afirmativas estão corretas.
Empregados de associações civis qualificadas como organizações sociais (OS) podem ser considerados funcionários públicos por equiparação, para fins de responsabilização por crimes funcionais.
Certo
Errado
À luz dos dispositivos sobre os Crimes contra a Administração Pública, assinale a alternativa correta.
Não pode ser considerado funcionário público, para os efeitos penais, aquele que exerce cargo, emprego ou função pública de forma transitória ou sem remuneração.
No crime de peculato, como regra, o conceito de posse deve ser entendido em sentido estrito.
Inexiste a possibilidade de se configurar a corrupção passiva sem que haja a corrupção ativa.
O crime de prevaricação admite tentativa na forma plurissubsistente, que só pode ser comissiva.
De acordo com o Código Penal, quem pode ser considerado funcionário público?
Qualquer indivíduo que atue em projeto voluntário sem vínculo com órgão público.
Quem receba mandato eletivo sem investir-se de atribuições executivas ou legislativas.
Sujeito investido em cargo, emprego ou função em entidade estatal ou empresa controlada pelo poder público.
Pessoa vinculada a representações comerciais privadas, sem qualquer participação da administração.
O Decreto Lei nº 2.848, de 07 de dezembro de 1940 (Código Penal), dispõe no seu art. 327 que “considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública”. Sendo assim, nos crimes praticados por funcionário público contra a administração em geral:
se o funcionário modifica sistema de informações sem autorização de autoridade competente, ainda que isso não resulte em dano para a Administração Pública, essa conduta é considerada atípica
equipara-se a funcionário público quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada para a execução de atividade típica da Administração Pública
só constitui crime de advocacia administrativa o patrocínio direto ou indireto, perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário, de interesse privado se este for ilegítimo
por se tratar de crimes de mão própria, não se admite a coautoria
a reparação do dano, se precede à sentença irrecorrível, extingue a punibilidade


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De acordo com o Código Penal, considera‑se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.
Certo
Errado
Sobre os crimes contra a Administração Pública, é correto afirmar que:
comete crime de prevaricação o funcionário público que, por indulgência, deixar de responsabilizar subordinado que tenha cometido infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não tenha levado o fato ao conhecimento da autoridade competente;
patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a Administração Pública, valendo-se da qualidade de funcionário, configura o delito de tráfico de influência;
não se incluem no conceito de funcionário público para fins penais jurados e mesários eleitorais;
não se incluem no conceito de funcionário público para fins penais empregados de empresa contratada que prestam serviço atípico para a Administração Pública;
não se aplica o princípio da insignificância nos casos de crimes contra a Administração Pública, em qualquer hipótese.
Nos crimes praticados por funcionário público contra a administração em geral, o Código Penal prevê que, em qualquer deles, a pena será aumentada da terça parte quando os autores forem:
(__)Ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta.
(__)Ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de empresa pública.
(__)Ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de multinacional instituída no Brasil.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja CORRETA:
F, F, F.
V, V, V.
V, V, F.
V, F, F.
Assinale a alternativa abaixo que NÃO corresponda com um sujeito considerado como funcionário público, para os efeitos penais:
professora de educação infantil com contrato temporário.
professora de educação infantil aprovada em concurso público de provas e títulos.
estagiário do setor de tributos do município.
presidente de sindicato dos trabalhadores.
cidadão atuando como mesário em eleições gerais.
Sobre a definição de funcionário público para efeitos penais, conforme o artigo 327 do Código Penal, é correto afirmar que:
Funcionário público para efeitos penais é apenas o concursado com funções determinadas em lei.
Funcionário público para efeitos penais inclui apenas aqueles que exercem cargo público de forma permanente e remunerada.
Funcionário público para efeitos penais inclui aqueles que exercem cargo, emprego ou função em entidade paraestatal ou prestadora de serviço contratado pela administração pública.
Funcionário público para efeitos penais é aquele que exerce cargo ou função pública exclusivamente no âmbito federal.


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Nos termos do Código Penal e acerca dos crimes contra a Administração Pública é correto afirmar que:
Aplica-se a mesma pena do crime de peculato ao de o funcionário público que, embora não tendo a posse do dinheiro, valor ou bem, o subtrai, ou concorre para que seja subtraído, em proveito próprio ou alheio, valendo-se de facilidade que lhe proporciona a qualidade de funcionário.
O emprego irregular de verbas ou rendas públicas não constitui crime.
Não comete crime o funcionário público que se apropria de dinheiro ou qualquer utilidade que, no exercício do cargo, recebeu por mero erro de outrem.
Não se equipara a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal, e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública.
Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, de maneira definitiva e com remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.
Acerca dos crimes contra a administração pública, é INCORRETO afirmar que
se considera funcionário público estrangeiro, para os efeitos penais, quem, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública em entidades estatais ou em representações diplomáticas de país estrangeiro.
se considera funcionário público, para os efeitos penais quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.
corrupção ativa ocorre quando se oferece ou promete vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício.
o crime de peculato não admite a modalidade culposa.
em virtude da pena máxima ser inferior a 02 (dois) anos, o crime de desobediência terá o juizado especial criminal como competente para se processar e julgar.
As normas penais podem ser divididas em normas incriminadoras e normas não incriminadoras. Um exemplo de norma não incriminadora na modalidade explicativa é o Art. 327, caput e §1º do Código Penal Brasileiro, que conceitua funcionário público para fins penais. Assinale a alternativa que indica aquele que NÃO é considerado funcionário público para fins penais
Diretor de organização social.
Depositário judicial.
Estagiário do Ministério Público.
Vereador.
Advogado que atua como dativo, por convênio com o poder público.
A respeito das disposições do Código Penal acerca do funcionário público, é CORRETO o que se afirma em:
Não é considerado funcionário público quem exerce função pública transitória.
Não é considerado funcionário público quem exerce função pública sem remuneração.
Não se equipara a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal.
Não se equipara a funcionário público quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública.
A pena será aumentada da terça parte quando os autores dos crimes praticados por funcionário público contra a administração em geral forem ocupantes de cargos em comissão.
O Código Penal estabelece o conceito de funcionário público para fins penais. Nessa perspectiva, é correto afirmar que
considera-se funcionário público, para os efeitos penais, o funcionário de empresa privada contratada ou conveniada para prestação de serviços cerimoniais.
quando o servidor público for ocupante de cargo em comissão ou função de direção, a pena será aumentada em dois terços.
equipara-se a funcionário público quem exerce função em entidade paraestatal.
não pode ser equiparado a funcionário público aquele que trabalha em empresa prestadora de serviços públicos contratada para prestação de atividade típica da administração pública.
no caso do servidor público que desempenhe função de direção ou assessoramento e que incidir na prática de crime de admitir à licitação empresa ou profissional declarado inidôneo (art. 337-M do Código Penal), a pena deverá ser aumentada em um terço.


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Em consonância com o Código Penal Brasileiro, assinale a alternativa que corresponda com um indivíduo que é considerado funcionário público, para fins penais:
tutor
curador
estagiário do ministério público
inventariante
presidente de sindicato dos trabalhadores
Em relação ao conceito de funcionário público que consta no Código Penal, assinale a alternativa correta:
Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, de forma remunerada, exerce cargo, emprego ou função pública.
Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, de forma remunerada, exerce cargo ou emprego público, apenas.
Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, de forma permanente, ainda que sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.
Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.
Nos termos do Decreto-Lei nº 2.848/1940 (Código Penal), marque a opção CORRETA sobre a conceituação de “Funcionário Público”, para os efeitos penais:
Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.
É vedada a equiparação a funcionário público de quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal.
É vedada a equiparação a funcionário público de quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública.
A pena será atenuada quando os autores dos crimes previstos no “CAPÍTULO I - DOS CRIMES PRATICADOS POR FUNCIONÁRIO PÚBLICO CONTRA A ADMINISTRAÇÃO EM GERAL” forem ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta, sociedade de economia mista, empresa pública ou fundação instituída pelo poder público.
O servidor público condenado pela prática do crime de tortura ficará impedido de exercer cargo público:
pelo prazo de oito anos.
pelo período de cinco anos.
em prazo similar ao da pena aplicada.
pela metade do prazo da pena aplicada.
pelo dobro do prazo da pena aplicada.
Considerando às disposições do Código Penal Brasileiro (Decreto Lei n.º 2.848, de 07 de dezembro de 1940), é incorreto afirmar que
Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.
Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal, e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública.
O crime de “Condescendência Criminosa” consiste em deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente.
O crime de “Prevaricação” consiste em exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.


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