Questões de Concurso sobre Testes de Hipóteses

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
450 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Considere testar H0: θ ∈ Θ0 versus H0: θ ∈ Θ - Θ0, em que Θ é o espaço paramétrico e considere uma coleção de critérios de testes possíveis {Y}. Considere ainda que πY(θ) é a função de poder do teste Y.


Avalie então se um teste uniformemente mais poderoso Y* de tamanho α satisfará as seguintes condições:


I. sup π Y* (θ) = α se θ ∈ Θ0

II. π Y* (θ) ≥ πY(θ) para todo θ ∈ Θ - Θ0 e para qualquer teste Y de tamanho menor ou igual a α.

III. π Y* (θ) < πY(θ) para ao menos um valor θ ∈ Θ0


Está correto o que se afirma em


A

I, apenas.


B

I e II, apenas.


C

I e III, apenas


D

II e III, apenas.


E

I, II e III.

Uma amostra aleatória de tamanho 36 é extraída, com reposição, de uma população normalmente distribuída com um desvio padrão populacional igual a 48. O valor encontrado para a média amostral foi igual a 468 e deseja-se testar a hipótese, com base nos dados da amostra e a um nível de significância α, que a média μ da população é inferior a 480. Sejam as hipóteses H0: μ = 480 (hipótese nula) e H1: μ < 480 (hipótese alternativa). Tem-se, então, que H0 não é rejeitada


A

tanto ao nível de significância de 5% como ao nível de significância de 10%.


B

ao nível de significância de 10% e é rejeitada ao nível de significância de 5%.


C

para qualquer nível de significância entre 5% e 10%.


D

para qualquer nível de significância superior a 10%.


E

para qualquer nível de significância inferior a 5%.

O valor da razão F, referente ao teste linear geral, cuja hipótese nula é = 0, é igual a .


C

Certo


E

Errado

Acredita-se que 10% da população carcerária nacional sofre de glaucoma. Para testar essa hipótese, uma amostra aleatória de 81 detentos foi examinada, sendo que 13 deles sofriam de glaucoma. Denotando por 𝑝 a verdadeira proporção de detentos que sofre de glaucoma, sobre o teste de hipótese para testar 𝐻0 : 𝑝 = 0,1 são feitas as seguintes assertivas:


I. Se conduzíssemos o teste de hipóteses com alternativa 𝐻1 : 𝑝 > 0,1 ao nível de 95%, rejeitaríamos 𝐻0.


II. Se conduzíssemos o teste de hipóteses com alternativa 𝐻1 : 𝑝 ≠ 0,1 ao nível de 95%, rejeitaríamos 𝐻0.


III. Para testar 𝐻0 : 𝑝 ≤ 0,1 vs. 𝐻1 : 𝑝 > 0,1 e 𝐻0 : 𝑝 = 0,1 vs. 𝐻1 : 𝑝 > 0,1, ao mesmo nível de significância, os testes de hipóteses utilizados são conduzidos de forma idêntica e os resultados coincidem.


Quais estão corretas?


A

Apenas I.


B

Apenas III.


C

Apenas I e II.


D

Apenas I e III.


E

Apenas II e III.

Com relação a testes de hipótese em tabelas de contingência, avalie as afirmativas a seguir.


1) É possível utilizar teste de independência entre duas variáveis de classificação usando a estatística qui-quadrado de Pearson.

2) Teste de independência é sinônimo de teste de homogeneidade.

3) É possível utilizar o teste de homogeneidade, cuja Estatística do teste é a estatística qui-quadrado de Pearson.

4) Não existe teste de aderência em tabelas de contingência.


Estão corretas, apenas:


A

3 e 4.


B

1 e 2.


C

1, 3 e 4.


D

2 e 4.


E

1 e 3.

Uma prefeitura recebeu uma denúncia de que o número de autuações feitas pela equipe de fiscalização variava conforme o dia da semana. Para verificar a procedência da denúncia, as autuações foram agregadas por dia de semana, como mostra a tabela a seguir.


Segundas

Terças

Quartas

Quintas

Sextas

Sábados

Domingos

6

12

9

8

15

13

7


Realizando um teste estatístico adequado para verificar se essas autuações ocorrem com a mesma frequência, teremos:


A

𝑒 – Não há evidência para rejeitar 𝐻0, não há evidências para afirmar que a frequência de autuações varie nos dias de semana;


B

𝑡 = 0 𝑒 𝑡0,95, 6 = 1,94 – Não há evidência para rejeitar 𝐻0, não há evidências para afirmar que a frequência de autuações varie nos dias de semana;


C

𝑡 = 0 𝑒 𝑡0,975, 6 = 2,45 – Não há evidência para rejeitar 𝐻0, não há evidências para afirmar que a frequência de autuações varie nos dias de semana;


D

– Não há evidência para rejeitar 𝐻0, não há evidências para afirmar que a frequência de autuações varie nos dias de semana;


E

– Há evidência para rejeitar 𝐻0, há evidências para afirmar que a frequência de autuações varie nos dias de semana.

O critério de decisão, ao nível de significância de 5%, para testar H0: = versus H1: ≠ será então


A

Rejeitar H0 se │T│> 2,086 (logo, não rejeitamos H0).


B

Rejeitar H0 se │T│> 1,734 (logo, não rejeitamos H0).


C

Rejeitar H0 se │T│> 2,101 (logo, não rejeitamos H0).


D

Rejeitar H0 se │T│> 1,725 (logo, não rejeitamos H0).


E

Rejeitar H0 se │T│< 1,725 (logo, rejeitamos H0).

Uma amostra foi selecionada e um teste de hipóteses unilateral esquerdo foi aplicado. Assinale a opção em que as expressões são CORRETAS.


A

𝑅𝐶 → 𝑃(𝑥̅ ≤ 𝜇𝐻0 − 𝑍𝛼 × 𝜎𝑥̅ 𝑜𝑢 𝑥̅ ≥ 𝜇𝐻0 + 𝑍𝛼 × 𝜎𝑥̅ ) = 𝛼


B

𝑅𝐶 → 𝑃(𝑥̅ ≥ 𝜇𝐻0 + 𝑍𝛼 × 𝜎𝑥̅ ) = 𝛼


C

𝑅𝑁𝑅 → 𝑃(𝑥̅ < 𝜇𝐻0 + 𝑍𝛼 × 𝜎𝑥̅ ) = 1 − 𝛼


D

𝑅𝑁𝑅 → 𝑃(𝑥̅ > 𝜇𝐻0 − 𝑍𝛼 × 𝜎𝑥̅ ) = 1 − 𝛼


E

𝑅𝑁𝑅 → 𝑃(𝜇𝐻0 − 𝑍𝛼 × 𝜎𝑥̅< 𝑥̅ < 𝜇𝐻0 + 𝑍𝛼 × 𝜎𝑥̅ ) = 1 − 𝛼

O objetivo do teste estatístico de hipóteses é criar uma metodologia que permite verificar se os dados amostrais trazem evidências que apoiem, ou não, uma hipótese (estatística) formulada. O teste mostra se a hipótese pode ser verificada ou refutada pela amostra. Vários são os passos para a Construção de um Teste de Hipóteses. Assinale a alternativa que apresenta o primeiro passo na realização de um Teste de Hipóteses.


A

Usar a teoria estatística e as informações disponíveis para decidir qual estatística (estimador) será usada para testar a hipótese H0. Obter as propriedades dessa estatística (distribuição, média, desvio padrão)


B

Usar as observações da amostra para calcular o valor da estatística do teste


C

Fixar qual a hipótese H0 a ser testada e qual a hipótese alternativa H1


D

Verificar se o valor da estatística calculado com os dados da amostra não pertencem à região crítica, não rejeite H0; caso contrário, rejeite H0

O poder do teste ou potência consiste na probabilidade de rejeitar a hipótese nula H0, quando a hipótese alternativa H1 for falsa.


C

Certo


E

Errado

Para testar se um determinado tratamento ajuda a diminuir a pressão sistólica (PS) de indivíduos do sexo masculino, foram feitas duas observações em cada um de quatro homens, uma antes, outra depois do tratamento. Os resultados (em mmHg) foram


indivíduo

PS antes (x)

PS depois (y)

1

140

120

2

130

120

3

125

115

4

140

120


Suponha que as pressões sistólicas populacionais sejam normalmente distribuídas. Ao nível de significância de 5%, a hipótese nula H0 de que não há diferenças nas médias antes e depois do tratamento, ou seja, não há efeito médio de tratamento, contra a hipótese alternativa de que o tratamento causa diminuição na PS média, será

[use = 1,7].


A

rejeitada, pois 𝑑̅ = 𝑥̅ − 𝑦̅ = 15 > 2,353.


B

rejeitada, pois 𝑑̅ = 𝑥̅ − 𝑦̅ = 15 > 2,132.


C

rejeitada, pois 𝑑̅ = 𝑥̅ − 𝑦̅ = 15 < 18,13.


D

não rejeitada, pois 𝑑̅ = 𝑥̅ − 𝑦̅ = 15 < 20,34.


E

não rejeitada, pois 𝑑̅ = 𝑥̅ − 𝑦̅ = 15 < 16,64.

Se a hipótese nula for testada contra a hipótese alternativa com nível de significância então a regra de decisão desse teste indicará que a hipótese deve ser rejeitada.


C

Certo


E

Errado

Considere o problema de se avaliar duas amostras aleatórias, uma (X’s) de tamanho m, outra (Ys) de tamanho n, obtidas de duas densidades defasadas por uma constante Δ.


Assim, temos Xi = ei, i = 1, ..., m, e Yj = em + j + Δ em que os X's e os Y's são observáveis, em+j são variáveis aleatórias não observáveis, Δ é o deslocamento na locação devido ao “tratamento”. Suponha ainda que as N = m + n observações sejam independentes e que cada “e” provém da mesma população contínua.


Por exemplo, suponha que os valores x’s e os valores y’s observados sejam:


x: 10,2 9,5 8,7 11,3 12,5 13,8 13, 4 9,6 10,0

y: 13,5 14,6 15,7 15,8 16,7


e que se deseja testar H0: Δ = 0 versus H1: Δ > 0.


A estatística de teste de Wilcoxon para esse problema é igual a


A

47.


B

51.


C

56.


D

59.


E

60.

Um experimento de campo para aprimoramento do combate ao ataque de formigas testou o efeito de um novo modelo de porta-iscas.


O experimento consistiu em espalhar 20 porta-iscas do novo modelo e, após um período de tempo, verificou-se o consumo das iscas em cada um dos recipientes.


Os resultados foram computados do seguinte modo: quando o consumo das iscas foi maior que a mediana histórica do consumo, registrou-se um sinal “+” (positivo), quando menor, um sinal “-” negativo e, se o consumo foi igual ao consumo mediano, o registrado foi um ponto “.”.


Os resultados do experimento foram: 15 positivos, 3 negativos e 2 pontos.


Para auxiliar nos cálculos, segue a tabela que apresenta os valores de 0,515; 0,518 e 0,520 multiplicados por uma constante k:


k

0,515

0,518

0,520

1

0,000031

0,000004

0,000001

3

0,000092

0,000011

0,000003

5

0,000153

0,000019

0,000005

10

0,000305

0,000038

0,000010

80

0,002441

0,000305

0,000076

100

0,003052

0,000381

0,000095

900

0,027466

0,003433

0,000858


Utilizando o nível de 5% de significância, a conclusão do teste de hipótese é:


A

com probabilidade aproximadamente de 0,00377, há fortes evidências para rejeitar , ou seja, o novo modelo propicia uma mediana de consumo de iscas maior que a mediana histórica;


B

com probabilidade aproximadamente de 0,00377, há fortes evidências para rejeitar , ou seja, o consumo mediano no novo modelo não difere estatisticamente da mediana histórica;


C

com probabilidade aproximadamente de 0,0276, há fortes evidências para rejeitar , ou seja, o novo modelo propicia uma mediana de consumo de iscas maior que a mediana histórica;


D

com probabilidade aproximadamente de 0,0276, não há evidências para rejeitar , ou seja, o novo modelo propicia uma mediana de consumo de iscas menor que a mediana histórica;


E

com probabilidade aproximadamente de 0,0276, há fortes evidências para rejeitar , ou seja, o novo modelo propicia uma mediana de consumo de iscas menor que a mediana histórica.

Para testar H0: p > 0,5 versus H1: p ≤ 0,5 será usado o critério usual baseado na proporção de sucessos amostral. Observada uma amostra aleatória de tamanho 225, verificou-se uma proporção de sucessos amostral aproximadamente igual a 46%. O p-valor associado a esse critério é, então, aproximadamente igual a


A

0,01.


B

0,05.


C

0,09.


D

0,12.


E

0,15.

Considere as afirmativas abaixo sobre teste de hipóteses:


I. Em um teste, a hipótese nula é rejeitada para o nível de 5% de significância. Então para qualquer outro nível de significância maior que 5% a hipótese nula também será rejeitada.

II. Para um nível de significância pré-especificado, aumentar o tamanho da amostra sempre reduz a probabilidade do erro tipo II.

III. Em um teste com nível de significância α, a probabilidade de rejeitar a hipótese nula dado que ela é falsa é igual a 1 – α.

IV. Para pequenas amostras sempre devemos usar a distribuição t de Student para testar hipóteses sobre a média populacional.


São VERDADEIRAS as afirmativas


A

I e III, apenas.


B

I e II, apenas.


C

II e III, apenas.


D

II e IV, apenas.

A obtenção de uma razão F significante é condição para a utilização do teste DHS de Tukey para a comparação múltipla de médias.


C

Certo


E

Errado

Uma empresa provedora de internet banda larga, licenciada pela Anatel, atende a dois municípios – Alfa (A) e Beta (B) – do interior do Estado do Pará. Após um determinado período, a empresa quer comparar a taxa de reclamações sobre seus serviços. Para tal, faz-se uma pesquisa, selecionando-se aleatoriamente 120 clientes no município Alfa, identificando 18 deles com algum tipo de reclamação, e 100 clientes no município Beta, 12 deles com algum tipo de reclamação. Para saber se existe diferença significativa entre as taxas de reclamações dos clientes nos municípios, a estatística de teste é


A

ZObs = .


B

ZObs = .


C

ZObs = .


D

ZObs = .


E

ZObs = .

O teste não paramétrico, que constitui um processo para comprovar se dois grupos independentes diferem em tendências centrais, é denominado:


A

Teste do Sinal


B

Teste da Mediana


C

Teste de Aleatoriedade


D

Teste de Cox e Stuart

   
Gerar simulado