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A Resolução 2 CNE/CP define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior e para a formação continuada de Profissionais do Magistério para a Educação Básica. Com base na resolução, o(a) egresso(a) da formação inicial e continuada deverá possuir um repertório de informações e habilidades composto pela pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, resultado do projeto pedagógico e do percurso formativo vivenciado cuja consolidação virá do seu exercício profissional, fundamentado em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética, de modo a lhe permitir
I. o conhecimento da instituição educativa como organização complexa na função de promover a educação para e na cidadania.
II. a pesquisa, a análise e a aplicação dos resultados de investigações de interesse da área educacional e específica.
III. a atuação profissional no ensino, na gestão de processos educativos e na organização e gestão de instituições de educação básica.
Assinale
se todos os itens estiverem corretos.
se somente o item I estiver correto.
se somente o item II estiver correto.
se somente os itens I e III estiverem corretos.
se somente os itens II e III estiverem corretos.
A avaliação da aprendizagem, conforme a Resolução CNE/CEB nº 04/2010, Art. 47, baseia-se na concepção de educação que norteia a relação professor-estudante-conhecimento-vida em movimento, devendo
ter, nos Ensinos Fundamental e Médio, caráter formativo, predominando os aspectos quantitativos sobre os qualitativos, por meio de estratégias de progresso individual e contínuo.
ser um ato reflexo de reconstrução da prática pedagógica avaliativa, premissa básica e fundamental para se questionar o educar, transformando a mudança em ato político.
ter como referência, em seu nível operacional, o conjunto de conhecimentos necessários para a aprovação em processos seletivos e exames para ingresso em nível superior.
ser, na Educação Infantil, realizada mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento da criança, com o objetivo de promoção para o acesso ao Ensino Fundamental.
ter por finalidade a classificação e a seleção dos estudantes com melhores desempenho e capacidade para a continuidade dos estudos em níveis mais elevados.
No texto do art. 30 da Resolução CNE/CEB 07/2010 consta que durante os três anos iniciais do Ensino Fundamental devem assegurar:
I – A alfabetização e o lúdico.
II – O desenvolvimento das diversas formas de expressão, incluindo o aprendizado da Língua Portuguesa, a Literatura, a Música e demais artes, a Educação Física, assim como o aprendizado da Matemática, da Ciência, da História e da Geografia.
III – A continuidade da aprendizagem, não levando em conta a complexidade do processo de alfabetização e os prejuízos que a repetência pode causar no Ensino Fundamental como um todo e, particularmente, na passagem do primeiro para o segundo ano de escolaridade e deste para o terceiro.
Após analisar as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
Apenas III está correta.
Apenas I e III estão corretas.
Apenas II está correta.
Nenhuma das alternativas.
Analise as assertivas abaixo considerando a relação entre diversidade e Educação Profissional e Tecnológica, nos termos do Parecer CNE/CEB nº 11 de 9 de maio de 2012 (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio).
I. As instituições ofertantes de Educação Profissional e Tecnológica devem integrar, em seu projeto pedagógico, a concepção de organização pedagógica inclusiva que promova respostas às necessidades educacionais de todos os estudantes, o que envolve, inclusive, a organização dos processos de ensino e aprendizagem às necessidades dos estudantes que apresentem necessidades de Educação Especial.
II. Mesmo diante da necessidade de organização dos processos de ensino e aprendizagem para os estudantes que apresentem necessidades de Educação Especial, tais adequações apresentam limitações, uma vez que não são possíveis o dilatamento de prazo para conclusão na formação, a certificação intermediária ou a antecipação de estudos nesses casos.
III. A oferta da educação profissional tecnológica nas comunidades quilombolas é concebida como um direito que vai além do acesso à educação escolar, pois esse direito se materializa na participação das comunidades quilombolas na definição do projeto político-pedagógico e na gestão escolar, nas formas de produção de conhecimento locais, entre outras especificidades.
IV. A educação profissional indígena surge como uma possibilidade de contribuir com alternativas de gerenciamento autônomo dos territórios indígenas, o que demanda conhecimento sobre as formas de organização das sociedades indígenas e de suas diferenças sociais. Nesse contexto, a educação profissional está ligada a projetos individualistas, vertical e preponderantemente marcados por conhecimentos técnico-científicos.
V. A educação profissional do campo deve ter centralidade na formação para o trabalho do campo, substancialmente voltada para as relações de mercado. Logo, na educação profissional do campo, existe a prevalência da ciência e da tecnologia, contexto em que são desconsiderados os saberes locais dos trabalhadores.
Estão CORRETAS, apenas,
II, IV e V.
I e III.
I e II.
I, II, e III.
IV e V.
Considerando as diretrizes para a extensão na educação superior brasileira, homologadas em 2018 pelo Conselho Nacional da Educação (CNE), os projetos dos cursos de graduação devem trazer a previsão institucional e o cumprimento de parte do total da carga horária curricular estudantil em atividades de extensão. A esse respeito, assinale a alternativa CORRETA:
Bacharelados, Superiores de Tecnologia e Licenciaturas devem prever o incentivo às atividades de extensão, sem exigência mínima de carga horária.
Bacharelados, Cursos Superiores de Tecnologia e Licenciaturas devem prever pelo menos 10% da carga horária em atividades de extensão.
Bacharelados e Superiores de Tecnologia devem prever pelo menos 10% da carga horária em atividades de extensão, sendo facultado tal percentual às Licenciaturas.
Todos os cursos devem incentivar o desenvolvimento de atividades de extensão, principalmente na forma de atividades extracurriculares, estágios e atividades complementares, estabelecendo-se percentuais conforme normativas próprias de cada instituição.
No caso das engenharias, que têm vinculação direta ao Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CREA), a extensão deve ocupar o mínimo de 5% da carga horária total dos cursos.
Com fundamento nas Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (Parecer CNE/CEB nº 17 de 3 de julho de 2001), analise as proposições abaixo, assinalando a alternativa CORRETA referente ao teor das diretrizes.
Em muitos casos, a escola especial desenvolvia-se em regime residencial, a fim de atender às necessidades educacionais especiais dos estudantes, medida que, consequentemente, os afastava da família e da sociedade. Entretanto, esse procedimento não conduzia ao aprofundamento do preconceito, já que se tratava de um regime diferenciado de educação.
Os superdotados não são discriminados dentro do sistema educacional, pois são portadores de altas habilidades e talentos, não necessitando de serviços especiais no cotidiano escolar.
Embora estudantes com necessidades específicas demandem diferentes estratégias pedagógicas que lhes possibilitem o acesso à herança cultural, ao conhecimento socialmente construído e à vida produtiva, tais estratégias devem ser compensatórias e pontuais, já que são direcionadas para públicos minoritários.
A implantação da política de inclusão vem sendo debatida e exercitada em vários países, entre eles, o Brasil. A legislação brasileira vigente posiciona-se pelo atendimento dos alunos com necessidades especiais preferencialmente em classes regulares das escolas, em todos os níveis, etapas e modalidades de educação e ensino.
As teorias e práticas segregadoras possuem uma história recente. Nesse contexto, a pedagogia da exclusão também possui origem recente, a qual é construída a partir das condições de existência da humanidade nos tempos atuais.
Segundo a Resolução CNE/CEB n° 05, de 17/12/2009, que fixou as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, esta é compreendida como a primeira etapa da Educação Básica e deve ser oferecida em creches e pré-escolas. A Resolução estabelece que
I – as creches e pré-escolas se caracterizam como espaços institucionais não domésticos que constituem estabelecimentos educacionais públicos ou privados que educam e cuidam de crianças de 0 a 5 anos de idade no período diurno;
II - é dever do Estado garantir a oferta de Educação Infantil pública, gratuita e de qualidade, sem requisito de seleção;
III - a frequência na Educação Infantil é pré-requisito para a matrícula no Ensino Fundamental;
IV – é obrigatória a matrícula na Educação Infantil de crianças que completam 4 ou 5 anos até o dia 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula.
Estão corretos os itens
I, II e III.
I, II e IV.
II, III e IV.
I, III e IV.
De acordo com a Resolução CNE/CEB n° 7, de 14/12/2010, o currículo do Ensino Fundamental é entendido como sendo
constituído pelas áreas de conhecimento, entre elas Linguagens; Matemática; Ciências da Natureza; Ciências Humanas e Ensino Religioso.
constituído pelas experiências escolares que se desdobram em torno do conhecimento, permeadas pelas relações sociais, buscando articular vivências e saberes dos alunos com os conhecimentos historicamente acumulados e contribuindo para construir as identidades dos estudantes.
constituído pelas áreas de conhecimento, entre elas Linguagens; Matemática; Ciências da Natureza e Ciências Humanas.
constituído pelas experiências escolares e pelas relações sociais, priorizando as vivências e saberes dos alunos.
Sobre os critérios da promoção e a classificação no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, de acordo com a Resolução CNE/CEB nº 04/2010, assinale a alternativa correta.
Na avaliação contínua e cumulativa do desempenho do estudante, devem prevalecer os aspectos qualitativos sobre os quantitativos.
A possibilidade de aceleração de estudos para alunos independe do seu atraso escolar;
Pode haver aproveitamento de estudos, mesmo aqueles concluídos sem êxito.
A oferta de apoio pedagógico destinado à recuperação contínua e concomitante de aprendizagem de estudantes com déficit de rendimento escolar é opcional, desde que prevista no regimento escolar.
A legislação em vigor prevê a oferta de cursos de formação inicial e continuada para profissionais que atuam no magistério. Conforme Resolução CNE/CP nº 2, de 1º de julho de 2015, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada, as atividades do magistério englobam:
Ministrar aulas e demais atividades de docência; atividades de gestão escolar ou gestão de sistema escolar, tais como planejamento, desenvolvimento, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos, do ensino, das dinâmicas pedagógicas e experiências educativas; e pesquisa e difusão técnico-científica da área
Ministrar aulas e demais atividades de docência; atividades de gestão escolar ou gestão de sistema escolar, tais como planejamento, desenvolvimento, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos, do ensino, das dinâmicas pedagógicas, experiências educativas, atividades técnico-administrativas de secretariado, elaboração de licitações em ambiente escolar; e pesquisa e difusão técnico-científica da área.
Apenas atividades de gestão escolar ou gestão de sistema escolar, tais como planejamento, desenvolvimento, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos, do ensino, das dinâmicas pedagógicas, experiências educativas e demais atividades técnico-administrativas de secretariado.
Exclusivamente ministrar aulas e demais atividades de docência e difusão técnico-científica da área.
Ministrar aulas e demais atividades de docência; atividades técnico-administrativas de secretariado e elaboração de licitações em ambiente escolar; e pesquisa e difusão técnico-científica da área.
Com fundamento na Resolução CNE/CEB nº 6 de 20 de setembro de 2012, analise as seguintes proposições referentes à Educação Profissional Técnica de Nível Médio.
I. A Educação Profissional Técnica de Nível Médio subsequente é desenvolvida em cursos destinados a quem já tenha concluído o Ensino Médio.
II. Na oferta de cursos subsequentes, não devem ser introduzidos conhecimentos e habilidades inerentes à Educação Básica para fins de complementação e atualização dos estudos, mesmo que o diagnóstico avaliativo evidencie a necessidade.
III. Os cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio devem atender às diretrizes e normas nacionais definidas para a modalidade específica, tais como Educação de Jovens e Adultos, Educação do Campo, Educação Escolar Indígena, Educação Escolar Quilombola, educação de pessoas em regime de acolhimento ou internação e em regime de privação de liberdade, Educação Especial e Educação a Distância.
IV. A Educação Profissional Técnica de Nível Médio desenvolvida de forma articulada integrada é destinada a quem tenha concluído o Ensino Fundamental, com matrícula única na mesma instituição, de modo a conduzir o estudante à habilitação profissional técnica de nível médio ao mesmo tempo que conclui a última etapa da Educação Básica.
V. Os currículos dos cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio são de responsabilidade e prerrogativa do Ministério da Educação. Tais currículos devem ser consubstanciados no plano de curso e baseados no pluralismo de ideias e concepções pedagógicas, devendo proporcionar aos estudantes o diálogo com diversos campos do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura.
Estão, CORRETAS, apenas as proposições
II, III e V.
I, II e III.
I, III e IV.
II e IV.
I, III e V.
A Resolução CNE/CEB nº 4, de 13 de julho de 2010, define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. No parágrafo único do Artigo 23, consta que, no Ensino Fundamental com 9 anos de duração, acolher significa, entre outras coisas:
cuidar e educar
qualificar e ensinar
aprimorar e socializar
alfabetizar e formar
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que determina os conhecimentos e habilidades essenciais que devem garantir o direito à aprendizagem e o desenvolvimento pleno de todos os estudantes. A respeito do assunto, conforme a última versão desse documento, considere as seguintes afirmativas:
1. A BNCC tem como um de seus marcos legais o Artigo 205 da Constituição Federal de 1988, que reconhece a educação como um direito fundamental de todos e um dever compartilhado entre o Estado, a sociedade e a família.
2. Conforme a BNCC, as decisões pedagógicas devem considerar o desenvolvimento de competências, com indicações claras sobre o que os alunos devem “saber”, e sobre o que eles devem “saber fazer”.
3. A implementação da BNCC deve levar em conta a diversidade cultural, social e econômica dos estados brasileiros, possibilitando que cada instituição de ensino construa o seu currículo de forma independente, e autônoma usando como base somente as necessidades da comunidade local a qual atende.
4. Considerando que a Educação Básica deve propender à formação e ao desenvolvimento humano, a BNCC defende explicitamente o compromisso com a educação integral.
Assinale a alternativa correta.
Segundo o Art. 5º da Resolução nº 2, de 11 de setembro de 2001, que instituiu as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, analise as características a seguir.
I. Dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências.
II. Dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento não vinculadas a uma causa orgânica específica.
III. Dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos, demandando a utilização de linguagens e códigos aplicáveis.
IV. Altas habilidades / superdotação, grande facilidade de aprendizagem que os levem a dominar rapidamente conceitos, procedimentos e atitudes.
Consideram-se educandos com necessidades educacionais especiais os que apresentam, durante o processo educacional, as características expostas em
De acordo com a Resolução CNE/CEB n°04/2010, NÃO faz parte do exercício da gestão democrática, entre outros,
a compreensão da globalidade da pessoa, enquanto ser que aprende, que sonha e ousa, em busca de uma convivência social libertadora fundamentada na ética cidadã.
a prática em que os sujeitos constitutivos da comunidade educacional discutam a própria práxis pedagógica impregnando-a de entusiasmo e de compromisso com a sua própria comunidade, valorizando-a, situando-a no contexto das relações sociais e buscando soluções conjuntas.
a instauração de relações entre os estudantes, assistidos e acompanhados diretamente por um profissional da educação que lhes proporcione espaços de convivência e situações de aprendizagem, por meio dos quais aprendam a se compreender e se organizar em equipes de estudos e de práticas esportivas, artísticas e políticas.
a construção de relações interpessoais solidárias, geridas de tal modo que os professores se sintam estimulados a conhecer melhor os seus pares (colegas de trabalho, estudantes, famílias), a expor as suas ideias, a traduzir as suas dificuldades e expectativas pessoais e profissionais.
Considerando o Parecer CNE/CEB nº 11 de 9 de maio de 2012 (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio), analise as proposições a seguir.
I. Conforme esse parecer, a evolução tecnológica e as lutas sociais têm modificado as relações no mundo do trabalho, de maneira que não é mais admissível a existência de trabalhadores que realizem apenas tarefas mecânicas.
II. O fato de a educação para o trabalho não ter sido tradicionalmente colocada na pauta da sociedade brasileira enquanto um direito universal fomentou a concepção da Educação Profissional diretamente ligada à “formação de mão de obra”, contexto que tem reproduzido uma dualidade no mundo do trabalho entre “elites condutoras” e a maioria da população trabalhadora.
III. No contexto atual, tem-se exigido dos trabalhadores, entre outras habilidades, maior capacidade de raciocínio, autonomia intelectual e espírito empreendedor. Dessa maneira, os processos de reorganização do trabalho demandam a revisão curricular da Educação Profissional, mas não dos currículos da Educação Básica.
IV. A Educação Profissional e Tecnológica é uma condição individual necessária para o ingresso e a permanência do trabalhador no mundo do trabalho, uma vez que há correspondência direta entre a qualificação ou habilitação profissional e a empregabilidade.
V. Por sua natureza voltada para a formação de trabalhadores, a Educação Profissional é atualmente concebida como instrumento de política assistencialista ou de ajustamento linear às demandas do mercado de trabalho, contexto que despreza a compreensão global do processo produtivo e de seus desdobramentos pelos trabalhadores.
Apresentam uma interpretação CORRETA das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, apenas, as proposições
IV e V.
I, II e III.
I e II.
III, IV e V.
III e IV.
Conforme a Resolução CNE/CEB nº 04/2010, Art. 6º, na Educação Básica, é necessário considerar as dimensões do educar e do cuidar, em sua inseparabilidade, buscando recuperar, para a função social desse nível da educação, a sua centralidade, que é
o educador, sujeito mediador fundamental na formação global dos educandos.
a aprendizagem, razão para a existência da escola e seu objetivo principal.
o educando, pessoa em formação na sua essência humana.
a metodologia de ensino, elemento indispensável ao desenvolvimento de competências e habilidades.
o conteúdo curricular, patrimônio cultural acumulado pela humanidade ao longo de séculos.
Os princípios fundamentais nas Diretrizes anteriormente estabelecidas (Resolução CNE/CEB nº 1/99 e Parecer CNE/CEB nº 22/98) continuam atuais e estarão presentes nestas diretrizes com a explicitação de alguns pontos que mais recentemente têm se destacado nas discussões da área. São eles:
Princípios Éticos, Princípios Políticos e Princípios Estéticos.
Princípios Éticos, Princípios Organizacionais e Princípios Curriculares.
Princípios Organizacionais, Princípios Curriculares e Princípios Estéticos.
Princípios de Autonomia, Princípios de Liberdade e Princípios Políticos.
O currículo da Educação Escolar Quilombola diz respeito aos modos de organização dos tempos e espaços escolares de suas atividades pedagógicas, das interações do ambiente educacional com a sociedade, das relações de poder presentes no fazer educativo e nas formas de conceber e construir conhecimentos escolares, constituindo parte importante dos processos sociopolíticos e culturais de construção de identidades (Art. 34, Resolução CNE/CEB nº 8, de 20 de novembro de 2012). A organização curricular da Educação Escolar Quilombola, desta maneira, precisa ser promovida considerando as especificidades da região em que se insere. Os currículos da Educação Básica na Educação Escolar Quilombola, de acordo com a Resolução nº 8/2012, devem ser:
Construídos pela gestão escolar, considerando as informações apresentadas nos livros didáticos.
Construídos exclusivamente pela equipe pedagógica da instituição, e definidos no Plano de Ensino.
Construídos a partir dos valores e interesses das comunidades quilombolas em relação aos seus projetos de sociedade e de escola, definidos nos projetos político-pedagógicos.
Organizados exclusivamente em conteúdos programáticos de maneira modular, inserido nos 200 dias letivos da Educação Básica.
Organizados de maneira transdisciplinar, interpassando pela ementa das diversas unidades curriculares do curso ofertado, devidamente registrados nos Planos de Ensino e Diários de Classe da instituição.