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A definição de embarcação aplicável pela LESTA, lei nº 9.537/97, está aderente a qual das opções abaixo?
Apenas navios que possuam motoração e realizem operações de transporte entre portos ou operações de serviços aquaviários.
Qualquer construção suscetível a se locomover na água por meios próprios ou não,
Excluem-se as plataformas flutuantes quando rebocadas.
Não é aplicável no caso do transporte de pessoas.
Não é aplicável a plataformas fixas quando rebocadas.
Como é chamada a ação técnico-administrativa, eventual ou periódica, pela qual é verificado o cumprimento de requisitos estabelecidos em normas nacionais internacionais, referentes à prevenção da poluição ambiental e às condições de segurança e habitabilidade de embarcações e plataformas, de acordo com a Lei nº 9537?
Inspeção naval.
inquérito administrativo sobre acidentes e fatos da navegação (IAFN).
Vistoria.
Vistoria de Condição.
Perícia.
No que se refere à manutenção da habilitação do prático, conforme o previsto na Lei 9.537, de 11 de dezembro de 1997, é correto afirmar que essa manutenção dependerá:
da realização dos cursos de aperfeiçoamento determinados pela autoridade portuária.
do cumprimento das recomendações e das determinações oriundas da autoridade portuária, desde que reconhecidas pela autoridade marítima.
do cumprimento das recomendações e das determinações oriundas dos organismos internacionais competentes, desde que reconhecidas pela autoridade portuária.
do cumprimento da frequência máxima de manobras estabelecida pela autoridade marítima.
do cumprimento da frequência mínima de manobras estabelecida pela autoridade marítima.
Com base na lei nº 9.537, de 11 de dezembro de 1997, que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição nacional, alterada recentemente pela lei nº 14.813 de 15 de janeiro de 2024, para conferir segurança jurídica e estabilidade regulatória aos serviços de praticagem, assinale a opção correta.
O serviço de praticagem será executado por práticos devidamente habilitados, individualmente, organizados em associações ou contratados por empresas.
A manutenção da habilitação do prático dependerá do cumprimento das recomendações e das determinações oriundas dos organismos internacionais competentes, desde que reconhecidas pela autoridade marítima.
A autoridade marítima pode habilitar Comandantes de navios de bandeira brasileira a conduzir a embarcação sob seu comando no interior de zona de praticagem específica ou em parte dela, os quais serão considerados como práticos nesta situação exclusiva.
Para assegurar a ininterruptibilidade do serviço, a autoridade marítima poderá fixar o preço do serviço em cada zona de praticagem.
A inscrição de aquaviários como práticos será permitida pela autoridade marítima desde que obedecidos requisitos mínimos e quantidades de práticos estabelecidos para cada zona de praticagem, após a aprovação em exame e estágio de qualificação.
A água de lastro se presta a
arribadar a embarcação que regresse ao porto de partida sem ter concluído a viagem iniciada.
consumo humano, desde que os parâmetros microbiológicos, físicos, químicos e radioativos atendam aos padrões de potabilidade.
aprestar a embarcação com fins comerciais, facilitando a navegação por conta própria.
alterar o calado de uma embarcação, mudando suas condições de flutuação, mantendo a sua estabilidade e melhorando sua manobrabilidade.
realizar apoio logístico às embarcações e instalações em águas territoriais nacionais e na zona econômica exclusiva.


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A legislação nacional que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição nacional estabelece, dentre outras coisas, que compete ao Comandante da embarcação, cumprir e fazer cumprir a bordo, os procedimentos estabelecidos para a salvaguarda da vida humana, para a preservação do meio ambiente e para a segurança da navegação. Nesse sentido, para garantir a segurança das pessoas a bordo, ao perceber que uma pessoa está colocando em risco a segurança da navegação, o Comandante pode:
abandonar a embarcação.
ordenar o desembarque dessa pessoa.
determinar o alijamento dessa pessoa e de sua carga.
colocar essa pessoa no bote salva vidas, fora da embarcação.
ordenar que os demais ocupantes da embarcação detenham essa pessoa até a chegada da polícia.
Sobre a responsabilidade solidária, é correto afirmar que responde solidária e isoladamente pelas infrações à lei 9.537/97:
o proprietário anterior em caso de transferência de propriedade da embarcação.
o construtor ou locatário da obra.
a pessoa física ou jurídica administradora de jazida ou que realizar a pesquisa ou lavra de materiais.
o autor material.
no caso de embarcação, o construtor, armador ou preposto.
J, que é prático devidamente habilitado, após a aprovação em exame e em estágio de qualificação, foi designado para atuar em uma determinada zona de praticagem no Porto do Rio de Janeiro. Ao perceber que a data da designação havia caído em um sábado, J comunicou à autoridade marítima que se recusava a trabalhar naquele dia, invocando escusa de consciência e de crença.
O dia no qual J deveria estar disponível para prestar o serviço de praticagem foi bastante conturbado, com diversas embarcações nacionais e estrangeiras dependendo da assessoria do prático, por força das peculiaridades locais que dificultavam a livre e segura movimentação das embarcações.
Diante do ocorrido, a autoridade competente designada pela autoridade marítima lavrou Auto de Infração contra J, que, notificado, apresentou sua defesa no prazo de quinze dias úteis, após o recebimento de cópia do Auto de Infração.
A autoridade competente, ao final do procedimento administrativo, aplicou a J a penalidade de suspensão do certificado de habilitação pelo prazo de vinte e quatro meses, pois sua conduta gerara severos prejuízos econômicos por conta de atrasos na movimentação de embarcações de transporte de carga e de passageiros.
J recorreu à autoridade superior, discordando completamente da penalidade aplicada.
Com base na Lei no 9.537/1997, que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição nacional e dá outras providências, e considerando-se as circunstâncias descritas, a correta solução do recurso administrativo de J é a seguinte:
O prático não pode se recusar à prestação do serviço de praticagem, sob pena de suspensão do certificado de habilitação (ou, até mesmo, cancelamento do certificado em caso de reincidência), o que fez com que a autoridade superior tenha dado parcial provimento ao recurso de J para alterar o prazo da suspensão, uma vez que, havendo suspensão, o prazo máximo é de doze meses.
O prático não pode se recusar à prestação do serviço de praticagem, sob pena de advertência (ou, ainda, suspensão do certificado de habilitação no caso de reincidência), o que faz com que a autoridade superior tenha dado parcial provimento para aplicar a pena de advertência, uma vez que J era primário.
O prático não pode se recusar à prestação do serviço de praticagem, sob pena de multa, considerando-se a gravidade da infração (ou, ainda, sob pena de suspensão do certificado de habilitação no caso de reincidência), o que fez com que o recurso administrativo fosse parcialmente provido para aplicar a pena de multa.
O prático pode recusar-se à prestação do serviço de praticagem, a depender do caso concreto, desde que comunique previamente à autoridade marítima, no prazo mínimo de 48 horas; assim, a penalidade aplicada a J foi afastada pela autoridade superior, pois escusa de consciência e de crença possui previsão na Lei n° 9.537/97.
O prático pode recusar-se à prestação do serviço de praticagem, em qualquer hipótese, exigindo a legislação apenas a comunicação prévia à autoridade marítima, no prazo mínimo de 24 horas; assim, a penalidade foi afastada pela autoridade superior.
De acordo com o art. 25 da lei nº 9.537/97, as infrações são passíveis de penalidades. Assinale a opção que apresenta todas as penalidades cabíveis.
Multa e suspensão imediata das atividades da empresa transportadora em situação irregular.
Multa, suspensão do certificado de habilitação e demolição de obras e benfeitorias.
Multa, suspensão do certificado de habilitação, cancelamento do certificado de habilitação e demolição de obras e benfeitorias.
Multa e suspensão da autorização para operar, por prazo de até seis meses.
Multa, suspensão do certificado de habilitação, cancelamento da inscrição da embarcação miúda e demolição de obras.
Considere que a embarcação de pesca Anjo Azul foi apreendida por inspetores navais da Capitania dos Portos do Rio Grande do Sul por estar com a dotação de coletes salva-vidas incompleta. Diante desse fato e de acordo com a Lei n º 9.537/1997, que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição nacional e dá outras providências, é correto afirmar que:
a apreensão é uma medida administrativa que poderá ser suspensa logo após o pagamento da multa.
a embarcação apreendida deve ser recolhida a local determinado pelo proprietário.
ressalvado em casos de recurso, conforme disposto no parágrafo 2° do art. 24 da Lei 9.537/1997, o infrator disporá do prazo de 15 dias corridos, a contar da intimação, para pagar a multa.
a irregularidade determinante da apreensão deve ser sanada no prazo de 60 dias, sob pena de a embarcação ser leiloada ou incorporada aos bens da União.
a autoridade marítima designará responsável pela guarda da embarcação apreendida, o qual poderá ser seu proprietário, armador ou construtor.


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De acordo com o art. 2 ° da Lei n º 9.537/1997, que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição nacional e dá outras providências, assinale a opção que apresenta corretamente o conceito e a sua definição.
Margens das águas - áreas do leito marinho onde as águas tocam, em regime de cheia normal sem transbordar.
Profissional não tripulante - todo aquele que, sem exercer atribuições diretamente ligadas à operação da embarcação, presta serviços eventuais a bordo.
Prático - marítimo que presta serviço de praticagem embarcado.
Inspeção Naval - ação técnico-administrativa, eventual ou periódica, pela qual é verificado o cumprimento de requisitos estabelecidos em normas nacionais e internacionais, referentes à prevenção da poluição ambiental e às condições de segurança e habitabilidade de embarcações e plataformas.
Lotação - quantidade de pessoas que, não fazendo parte da tripulação nem sendo profissional não tripulante, estão autorizadas a embarcar.
A legislação marítima estabelece que as embarcações salva-vidas conhecidas como baleeiras não podem ter lotação superior a
30 pessoas.
50 pessoas.
90 pessoas.
120 pessoas.
150 pessoas.
As águas marítimas são aquelas que são submetidas à jurisdição nacional e que não são águas interiores, nos termos definidos na legislação vigente.
Certo
Errado
Considere que a embarcação de pesca Anjo Vermelho, de bandeira brasileira, foi autuada por inspetores navais da Capitania dos Portos de Salvador por estar com a dotação de coletes salva-vidas incompleta. Diante desse fato e de acordo com o Decreto n º 2.596/1998, que regulamenta a Lei n º 9.537/1997, de 11/12/1997, que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição nacional, é correto afirmar que:
a este tipo de infração cabe a penalidade de multa que varia de R$ 40,00 a R$ 800,00 ou suspensão do certificado de habilitação até 30 dias.
a este tipo de infração cabe a penalidade de multa que varia de R$ 40,00 a R$ 1600,00 ou suspensão do certificado de habilitação até 60 dias.
a este tipo de infração cabe a penalidade de multa que varia de R$ 40,00 a R$ 1600,00 ou suspensão do certificado de habilitação até 30 dias.
a este tipo de infração cabe a penalidade de multa que varia de R$ 40,00 a R$ 800,00 ou suspensão do certificado de habilitação até 60 dias.
a este tipo de infração cabe a penalidade de multa que variá de R$ 80,00 a R$ 3200,00 ou suspensão do certificado de habilitação até 60 dias.
Considere que a embarcação de pesca Anjo Amarelo, de bandeira brasileira, foi autuada por inspetores navais da Capitania Fluvial do Araguaia-Tocantins devido não possuir inscrição na autoridade marítima. Diante desse fato e de acordo com o Decreto n° 2.596/1998, que regulamenta a Lei n º 9.537/1997, de 11/12/1997, que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição nacional, é correto afirmar que:
a esse tipo de infração cabe a penalidade de multa que varia de R$ 80,00 a R$ 2.800,00.
a esse tipo de infração cabe a penalidade de multa que varia de R$ 40,00 a R$ 800,00.
a esse tipo de infração cabe a penalidade de multa que varia de R$ 40,00 a R$ 2.200,00.
a esse tipo de infração cabe a penalidade de multa que varia de R$ 40,00 a R$ 1600,00.
a esse tipo de infração cabe a penalidade de multa que varia de R$ 80,00 a R$ 3.200,00.


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Assinale a opção que apresenta a medida administrativa que a Autoridade Marítima pode adotar, de acordo com o art.16 da Lei nº 9.537, de 11 de dezembro de 1997.
Embargo do Certificado de habilitação.
Cancelamento da construção de embarcação.
Cancelamento do reparo da embarcação.
Embargo da obra.
Cancelamento da atividade de mineração.
De acordo com as medidas administrativas atinentes à Lei 9.537/1997,é INCORRETO afirmar que:
a embarcação apreendida deve ser recolhida a local determinado pela autoridade marítima.
a autoridade marítima designará responsável pela guarda de embarcação apreendida, o qual poderá ser seu proprietário, amador, ou preposto.
a irregularidade determinante da apreensão deve ser sanada no prazo de 90 (noventa) dias.
o proprietário, armador ou preposto responde, nesta ordem, perante à autoridade marítima, pelas despesas relativas ao recolhimento e guarda da embarcação apreendida.
caso a irregularidade não seja sanada, a embarcação poderá ser leiloada ou incorporada aos bens da União.
Considerando a Lei 9.537/1997, no que tange à aplicação de penalidades, coloque V(verdadeiro) ou F(falso) nas afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.
( ) As penalidades serão aplicadas mediante procedimento administrativo, que se inicia com o auto de infração, assegurados o contraditório e a ampla defesa.
( ) Constatada infração, será lavrado Auto de Infração pela autoridade competente designada pela Autoridade Marítima.
( ) A cópia do Auto de Infração será entregue ao infrator, que disporá de 20 (vinte) dias úteis, contados da data de recebimento do Auto, para apresentar sua defesa.
( ) A autoridade disporá de 30 (trinta) dias para proferir sua decisão, devidamente fundamentada.
( ) Caberá recurso, sem efeito suspensivo, no prazo de 10 (dez) dias úteis, contados da data da respectiva notificação, dirigido à autoridade superior designada pela Autoridade Marítima.
(V) (V) (F) (V) (F)
(V) (V) (V) (V) (F)
(V) (V) (F) (F) (F)
(F) (V) (V) (F) (V)
(F) (V) (V) (V) (V)
Um indivíduo em estado de embriaguez foi abordado conduzindo uma embarcação. Quando não constituir crime previsto em Lei, qual seria a penalidade imputada a esse indivíduo pelo que determina o Decreto 2.596/1998?
Multa do grupo D e suspensão do Certificado de Habilitação.
Multa do grupo C e apreensão do Certificado de Habilitação.
Suspensão do Certificado de Habilitação por até 120 dias.
Suspensão do Certificado de Habilitação por até 90 dias.
Apreensão do Certificado de Habilitação por até 120 dias.
Segundo a Lei 9.537/1997, como é classificada a pessoa qualificada a conduzir embarcações de esporte e recreio?
Amador.
Condutor.
Motorista.
Piloto.
Esportista.


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