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A presença de LDL aumentado não faz parte dos critérios diagnósticos da síndrome metabólica.
A albumina sérica deve ser dosada a cada três dias para monitorar o estado nutricional da paciente.
Em se tratando da avaliação bioquímica do estado nutricional relativo às proteínas, pode-se afirmar que a _______________ não é um índice apropriado para avaliar o estado proteico quando a anemia por deficiência de ferro e a desnutrição energético-proteica estão presentes de maneira concomitante. A _______________, por sua vez, apesar de ser usada com frequência, possui uma meia-vida longa (18 a 20 dias) e tem baixa sensibilidade na avaliação da desnutrição aguda. Quando disponível, devese realizar a dosagem de __________________, de meia-vida curta, que é considerada, dentre os três, o melhor indicador das mudanças nutricionais.
A alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima é
O balanço nitrogenado é calculado da seguinte forma: balanço nitrogenado = nitrogênio ingerido – nitrogênio excretado.
Os indicadores bioquímicos fornecem medidas objetivas das alterações do estado nutricional, tendo como vantagens: a confirmação das deficiências nutricionais, a identificação precoce de problemas nutricionais antes que qualquer sinal e/ou sintoma clínico nutricional de deficiência e/ou excesso de nutrientes seja percebido pelo indivíduo ou nutricionista e o monitoramento do indivíduo em tratamento. A respeito dos indicadores bioquímicos para avaliação do estado nutricional, assinale a alternativa correta.
A restrição alimentar prolongada, bem como situações de injúria, compromete a integridade visceral. Alguns tecidos, como o do rim e do coração, sofrem mais alterações em proporção ao tempo de desnutrição e injúria. A dosagem de proteínas sintetizadas por estes tecidos, em associação com outros parâmetros são úteis na avaliação do comprometimento visceral e no diagnóstico nutricional.
A síntese hepática das proteínas plasmáticas (albumina, transferrina, pré-albumina e proteína transportadora de retinol) aumenta durante a resposta de fase aguda do estresse metabólico causado pela doença e por este motivo tais proteínas são denominadas proteínas positivas de fase aguda do estresse metabólico.
Situações de estresse metabólico (trauma, sepse, queimaduras, infecções/inflamações), edema, má absorção intestinal, doenças hepáticas, síndrome nefrótica, insuficiência renal crônica, insuficiência cardíaca congestiva, hiper-hidratação, câncer, eclampsia ou carência de zinco comprometem o uso da albumina como indicador do estado nutricional.
A proteína C reativa possui meia-vida de algumas horas e é considerada indicadora negativa de fase aguda, em situações de estresse metabólico. Seus valores estão relacionados inversamente com a intensidade da resposta metabólica.
O colesterol plasmático total reduzido vem sendo usado como método de prognóstico, mostrando relação com o aumento da mortalidade e da permanência hospitalar. A redução do colesterol sérico manifesta-se precocemente na desnutrição, sendo um bom indicador na avaliação nutricional.
Baixas concentrações séricas de albumina relacionam-se com o aumento da morbidade e mortalidade.
O aumento no nível plasmático de triglicerídios com valores acima de 99 mg/dL é considerado hipertrigliceridemia e pode ser causado pela ingestão excessiva de álcool, carboidratos e gorduras saturadas.
A prevalência da desnutrição em pacientes hospitalizados tem sido amplamente documentada. A respeito desse tema, assinale a opção INCORRETA.
A desnutrição hospitalar pode ser resultado de uma conjugação entre a desnutrição primária, consequente do baixo nível socioeconômico e a desnutrição secundária, consequente à doença do paciente.
Conforme aumenta o tempo de internação hospitalar também aumentam os riscos de desnutrição terciária.
Destaca na etiologia da desnutrição hospitalar o aspecto iatrogênico, ocasionado, por exemplo, pelos longos períodos de jejum, falta de apetite, intolerância à alimentação e rotatividade de pessoal responsável.
A desnutrição crônica é de fácil diagnóstico pelo exame clínico do paciente, que se encontra emagrecido e sem massa gordurosa e muscular. Essa desnutrição geralmente responde positivamente ao tratamento nutricional adequado.
Na desnutrição aguda as reservas gordurosas e musculares podem estar normais, aparentando um bom estado nutricional, porém observa-se laboratorialmente hipoalbuminemia, leucocitose e transferrina aumentada.
Nesse caso, a paciente está com um bom controle glicêmico.
A dosagem de hemoglobina glicada (HbA1c) reflete os níveis glicêmicos dos últimos meses.
A classificação laboratorial das dislipidemias na atualização das Diretrizes de Dislipidemias (2017) sofreu modificações, e os valores referenciais e os alvos terapêuticos foram determinados de acordo com o risco cardiovascular individual e com o estado alimentar. As dislipidemias podem ser classificadas de acordo com a fração lipídica alterada em:
i. hipercolesterolemia isolada: aumento isolado do LDL-c (LDL-c ≥ 160 mg/dL).
ii. hipertrigliceridemia isolada: aumento isolado dos triglicérides (TG ≥ 150 mg/dL ou ≥ 175 mg/dL, se a amostra for obtida sem jejum).
iii. hiperlipidemia mista: aumento do LDL-c (LDL-c ≥ 160 mg/dL) e dos TG (TG ≥ 150 mg/dL ou ≥ 175 mg/ dL, se a amostra for obtida sem jejum).
iv. HDL-c baixo: redução do HDL-c (homens < 40 mg/dL e mulheres < 50 mg/dL) isolada ou em associação ao aumento de LDL-c ou de TG.
Com relação a estas afirmativas, assinale a opção CORRETA.
todas estão corretas.
as afirmativas i, ii e iii estão corretas.
as afirmativas i e iii estão corretas.
as afirmativas i, ii e iv estão corretas.
apenas a questão i está correta.
Os ácidos graxos trans aumentam o HDL-colesterol e triglicerídeos e reduzem a fração do LDL-colesterol.
A avaliação bioquímica do estado nutricional é geralmente realizada por meio de indicadores hematológicos, proteicos viscerais; de indicadores proteicos somáticos; do colesterol sérico e do balanço nitrogenado. Assinale a alternativa que corresponde aos indicadores proteicos viscerais:
Nesses indicadores a proteína muscular corresponde a 50% do total das proteínas corporais. Dentre os indicadores somáticos do estado das proteínas, podem ser utilizados o índice de creatinina-altura, o 3- metil- histidina, o balanço nitrogenado e a excreção da ureia.
Nesses indicadores a restrição alimentar prolongada, bem como situações de injúria, compromete a integridade visceral. Alguns tecidos, como o do fígado, sofrem mais alterações em proporção ao tempo de desnutrição e injúria. A dosagem de proteínas sintetizadas por estes tecidos, em associação com outros parâmetros, são úteis na avaliação do comprometimento visceral e no diagnóstico nutricional.
Nesses indicadores os níveis plasmáticos são reflexos da ingestão, da absorção da alimentação, da condição de síntese endógena e da capacidade de excreção.
Nenhuma das alternativas.
Pacientes com doenças hepáticas e biliares cursam com diversas manifestações laboratoriais. Geralmente, esses pacientes apresentam:
elevação da proteína C-reativa e da velocidade de hemossedimentação, e redução da gama-glutamil-transpeptidase.
redução tanto da bilirrubina direta quanto da proteína C-reativa e da gama-glutamil-transpeptidase.
redução da ureia e creatinina, aumento da albumina plasmática e da alanina-amino-transferase.
elevação da gama-glutamil-transpeptidase, redução da albumina plasmática e aumento da alanina-amino-transferase.
Deficiência de _________________ é um achado comum em pacientes críticos e tem sido associada a sepse, síndrome da realimentação, uso de diuréticos, métodos dialíticos contínuos e alcalose. Portanto, seus níveis séricos devem ser monitorados frequentemente e a reposição adequada deve ser feita quando apropriado.
A alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do trecho acima é
Um dos fatores que podem influenciar na contagem total de linfócitos (CTL) é o estado nutricional. Considere a paciente K.R.A., de 22 anos, em pós-quimioterapia, com leucócitos totais de 6500 mm³ e percentual de linfócitos de 20%. Qual é o valor da CTL e a interpretação do resultado para essa paciente?
1300 mm³ e depleção leve.
1300 mm³ e depleção grave.
1040 mm³ e depleção moderada.
1040 mm³ e depleção leve.
Mulher de 57 anos, hipertensa e diabética, com insuficiência renal crônica, foi encaminhada para consulta nutricional. Exames bioquímicos apresentaram: ureia = 84mg/dL, creatinina = 1,4mg/dl, taxa de filtração glomerular = 42ml/min, albumina = 3,4mg/dL, potássio = 5,5mg/dL, fósforo = 4,5mg/dL e cálcio = 8,6mg/dL. O estágio da doença em que a paciente se encontra e as recomendações de fósforo, em mg/dia, e potássio, em mEq/dia, respectivamente, são:
estágio 3a / 800 / 50 a 70
estágio 3b / 700 / 50 a 70
estágio 3a / 700 / 70 a 100
estágio 3b / 800 / 70 a 100
Mulher, 66 anos, apresentou ganho ponderal de 4 Kg nos últimos 6 meses. Nos exames laboratoriais, foram revelados triglicerídeos 195 mg/dL, colesterol total 290 mg/dL, HDL-colesterol 33 mg/dL e LDL-colesterol 160 mg/dL. Segundo as DRI, a recomendação de fibra para essa paciente é de
30 gramas/dia.
25 gramas/dia.
28 gramas/dia.
21 gramas/dia.
Os marcadores bioquímicos do estado nutricional de pacientes com Doença Renal Crônica (DRC) devem ser interpretados com cuidado, pois podem ser fortemente influenciados pelos distúrbios associados à doença, dificultando a interpretação do ponto de vista nutricional. São marcadores bioquímicos mais utilizados na avaliação nutricional do paciente com DRC:
Albumina, transferrina e colesterol total.
PNA, transferrina e hemoglobina.
Pré-albumina, colesterol total e globulina.
Triglicerídeos, albumina e PNA.
Albumina, pré-albumina e hemoglobina.