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O tratamento dietético da doença da urina do xarope de bordo restringe a ingestão dos aminoácidos
aromáticos.
sulfurados.
de cadeia ramificada.
ácidos.
básicos.
Com relação aos sintomas e recomendações nutricionais para paciente com doença hepática em estágio final (pré-transplante), é correto afirmar que:
na caquexia: ofertar 120% do GEB (Gasto Energético Basal) e aumentar a oferta energética se houver má absorção.
na encefalopatia: ofertar 0,5 a 0,7g/kg/dia de proteína até 1,5 g/kg/dia, suplementar AAA (Aminoácidos Aromáticos) e metionina, e restringir AACR (Aminoácidos de Cadeia Ramificada).
na esteatorreia: restringir gordura, priorizar TCL (Trglicerídeo de Cadeia Longa) e suplementar vitaminas hidrossolúveis.
na osteopenia: manter o peso adequado, evitar ingestão de álcool e ofertar no máximo 700 mg de cálcio/dia e vitamina D.
na hiponatremia: restringir líquidos 0,5L/dia, restringir sódio com cautela e restringir gordura.
O impacto das Doenças Inflamatórias Intestinais (DII) sobre o trato gastrointestinal e suas funções digestivas e absortivas varia dependendo do(s) local(is), natureza e extensão da inflamação intestinal. O suporte nutricional nas DII é um recurso terapêutico importante. Com base nesse tema, assinale a opção INCORRETA.
A nutrição enteral é preferida em relação à parenteral, devido a suas menores taxas de complicações e administração mais fácil e menos dispendiosa.
Em casos de colite aguda severa, a prescrição de nutrição parenteral em associação ao tratamento com corticosteroides evita maiores perdas de proteínas, justificando o adiamento da colectomia para melhorar o estado nutricional.
Dados de estudos randomizados são insuficientes para estabelecer definitivamente se a menor antigenicidade relacionada à concentração de proteína ou se um efeito imunomodulador ou anti-inflamatório relacionado à baixa concentração de gordura nas formulas elementares seriam importantes para atenuar a inflamação.
Estudos comprovaram que a NPT aliada a uma dieta oral livre foram tão efetivas na indução da remissão quanto dietas elementares liquidas administrada por sondas nasogástrica ou NPT mais repouso intestinal completo entre pacientes hospitalizados.
A manutenção da alimentação nasogástrica noturna 4/5 vezes por semana como suplemento a uma dieta diurna livre também está associada a inatividade prolongada da doença e melhor crescimento.
Avalie o seguinte caso: Mulher de 52 anos atendida no ambulatório, referindo sensação de “peso sobre o peito”, sudorese e tonteira, com ausência de síncope. Refere ainda dispneia com pequenos esforços febre, adinamia, frio constante, hipocorada ++/4. Já previamente diagnosticada com insuficiência cardíaca. Quanto aos cuidados dietéticos na fase de convalescência, analise as afirmativas a seguir:
I. Deve-se reduzir o consumo de AGS (Ácidos Graxos Saturados) por promoverem elevação na concentração de colesterol, LDL-c, TG, redução do RNA mensageiro ou na atividade de receptores hepáticos de LDL-c;
II. Devem-se usar, com cautela, os ácidos poli-insaturados da série W 6, uma vez que níveis aumentados de ácido linoleico (AL) predispõem ao processo inflamatório de três maneiras: por Aumento da relação ácido graxo ômega 6 / ômega 3; nível de ácido araquidônico (AA) alterado e aumento de compostos inflamatórios, com produção de leucotoxinas (LK);
III. Deve-se moderar o consumo de carboidratos simples, pois exerce efeito direto no excesso de peso e desenvolvimento da obesidade. Alterações pós-prandiais, como hiperglicemia, hiperinsulinemia e hipertrigliceridemia, também têm se associado a risco cardiovascular aumentado;
IV. Deve-se reduzir o teor de soja na dieta devido a sua alta concentração de AL e deve-se aumentar o teor de ácidos graxos monoinsaturados por menor indução à síntese endógena de colesterol endógeno, além de induzir supressão dos receptores de LDL-colesterol.
Assinale a opção CORRETA.
Somente os itens I, II, e IV estão corretos.
Somente os itens II, III e IV estão incorretos.
Somente os I, II e IV estão incorretos.
Todos os itens correspondem a recomendações aplicáveis ao paciente.
Somente o item IV não corresponde a uma estratégia alimentar recomendada ao paciente.
A constipação intestinal crônica em crianças com paralisia cerebral é um sintoma comum resultante de diversos fatores como limitação na locomoção, irregularidade para o esvaziamento intestinal, desvio de postura e alimentação. Entre os erros alimentares, relacionados a esse sintoma nesses pacientes, estão:
baixa ingestão de líquidos e alto teor de fibras dietéticas
baixo teor de cereais integrais e alta ingestão de líquidos
excesso de gordura e baixo teor de carboidratos complexos
excesso de refeições lácteas e baixo teor de fibras dietéticas
Segundo a Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes 2017-2018, é INCORRETO afirmar:
De acordo com a recomendação do Institute of Medicine, a ingestão de lipídios deve ser entre 20 e 35% do total de calorias, com maior oferta de ácidos graxos monoinsaturados e poli-insaturados.
O perfil lipídico comumente encontrado em indivíduos com diabetes consiste em hipertrigliceridemia e redução do HDL-c. É recomendada uma dieta balanceada, com quantidades adequadas de vegetais, mas é necessária a ingestão de 2 g ao dia de fitosteróis, para a redução média de 10 a 15% do LDL-c.
A ingestão excessiva de etanol (> 30 g/dia) associada à alteração da homeostase glicêmica, elevação da resistência à insulina, hipertrigliceridemia e pressão arterial pode ser fator de risco para acidente vascular cerebral.
Para adultos, nas doenças agudas em que há hiperglicemia e cetose, é recomendada a ingestão de 45 a 50 g de carboidratos a cada 3 a 4 horas, para evitar cetoacidose. A necessidade calórica do paciente hospitalizado com diabetes mellitus varia de 25 a 35 calorias por dia.
Para indivíduos com doença renal diabética (com albuminúria e/ou taxa de filtração glomerular reduzida estimada), a proteína dietética deve ser mantida na dose diária recomendada de 0,6 g por kg de peso corporal/dia.
A recomendação de sódio e potássio para pacientes em diálise peritoneal, respectivamente, é de:
2 a 4 g/dia e 3 a 4 g/dia.
2 a 3 g/dia e 2 a 4 g/dia.
1 a 3 g/dia e 1 a 2 g/dia.
1 a 2 g/dia e 2 a 3 g/dia.
1 a 2 g/dia e 1 a 3 g/dia.
Conforme orientação pela ATUALIZAÇÃO DA DIRETRIZ BRASILEIRA DE DISLIPIDEMIAS E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE – 2017, a recomendação dietética que se aplica a todas as dislipidemias é
redução do colesterol alimentar.
exclusão de gordura trans.
redução da ingestão de carboidratos
aumento do consumo de proteínas.
redução da gordura da dieta.