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Sobre a redução da ingestão de proteínas na Doença Renal Crônica – DRC, analise as afirmativas abaixo:
I. Diminui a quantidade de ácidos gerados pelo organismo e contribui para o controle da acidose metabólica.
II. Culmina com uma menor ingestão de fósforo, visto que esses dois nutrientes têm os mesmos alimentos fontes.
III. Promove melhora na resistência à insulina, distúrbio frequentemente observado na DRC.
IV. Diminui a carga sobre os néfrons remanescentes.
V. Reduz a proteinúria e favorece a manutenção da concentração de albumina sérica.
São motivos VERDADEIROS para a redução da ingestão de proteínas para pessoas com DRC o que está escrito emtodos os itens.
apenas em dois.
apenas em três.
apenas em um.
apenas em quatro.
As características da dieta para condição de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) de um idoso devem ser alteradas em relação à
I. Consistência.
II. Volume.
III. Fracionamento.
IV. Temperatura.
V. Valor energético.
As alterações específicas para a condição acima descrita estão em
todos os itens.
nenhum item.
Dois itens, apenas.
Três itens, apenas.
Quatro itens, apenas.
Segundo o Consenso Nacional de Nutrição Oncológica (2015), no paciente oncológico, a qualidade de vida é diretamente influenciada pelos aspectos nutricionais e pela composição corporal. Frequentemente, a má-nutrição é apontada como causa de perda da função física, cognitiva e social. Em relação às recomendações nutricionais para o paciente oncológico adulto em cuidados paliativos, é correto afirmar:
Quando a expectativa de vida é acima de 90 dias, a estimativa das necessidades calóricas do paciente é de 20 cal/kg ao dia.
Na fase de cuidados ao fim de vida, a estimativa das necessidades calóricas do paciente é de 30 cal/kg ao dia.
Quando a expectativa de vida é maior que 90 dias, os pacientes devem receber 0,8 g proteína/kg ao dia.
Na fase de cuidados ao fim da vida, os pacientes devem receber de 1,5 g proteína/kg a 2,0 g de proteína/kg ao dia.
Na fase de cuidados ao fim de vida, a indicação hídrica preconizada é de 500 mL a 1.000 mL ao dia, sendo que a oferta de líquidos deve restringir-se à tolerância e à sintomatologia do paciente.
O cuidado nutricional adequado à FC deve incluir terapia de reposição enzimática, dietas hiperenergéticas e normolipídicas e suplementação de micronutrientes
No tratamento nutricional da gastrite, não se recomendam grandes restrições dietéticas, mas é preferível que se evitem ou se reduzam a ingestão de gordura (alimentos muito gordurosos e frituras) e o excesso de condimentos, de doces concentrados e de álcool. O consumo de alimentos ácidos, de café e de mate, além de outras bebidas que contenham cafeína, não é contraindicado, caso o paciente os tolere bem.
A DC, também conhecida como enteropatia sensível ao glúten ou espru não tropical, é uma doença autoimune que afeta o intestino delgado, especialmente na parte distal (do duodeno e do jejuno).
Qual a via de alimentação mais indicada na fase inicial da alimentação no caso acima
Nutrição enteral, com sonda pós-pilórica e formula monomérica.
Nutrição enteral, com ostomia pré-pilórica (gastrostomia) e fórmula polimérica.
Nutrição parenteral periférica, hipercalórica e hiperprotéica.
Nutrição parenteral central, hipercalórica e hiperprotéica.
Nutrição parenteral total associada a dieta via oral, hipercalórica e normoprotéica.
Em relação aos fatores dietéticos associados à obesidade na infância e adolescência, a partir do material “Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: obesidade”, publicado pelo Ministério da Saúde em 2014, considere as seguintes afirmativas:
1. O alto consumo de bebidas açucaradas está relacionado ao aumento da prevalência de obesidade em crianças. Suco de fruta também pode ser considerado uma bebida açucarada.
2. Omitir o café da manhã está relacionado com o aumento da obesidade em crianças, mesmo quando há diminuição da ingestão calórica.
3. A associação entre densidade energética dos alimentos e obesidade está bem estabelecida em crianças.
4. O aumento da frequência de refeições fora de casa está associado ao aumento do IMC.
Assinale a alternativa correta.
Somente a afirmativa 4 é verdadeira.
Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 1, 2 e 4 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras.
As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras.
As recomendações para a redução da hipercolesterolemia, publicadas na V DIRETRIZ BRASILEIRA DE DISLIPIDEMIAS E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE, separam os alimentos e as formas de preparo em três grupos: Preferir, Consumir com moderação, Ocasionalmente em pouca quantidade. Qual das alternativas lista apenas alimentos que estão incluídos em “preferir” nas recomendações dietéticas para a redução da hipercolesterolemia?
Peixe magro e mel.
Vegetais crus e cozidos e frutas frescas e congeladas.
Clara de ovos e queijos brancos.
Coco e grãos integrais.
Cortes de carne bovina magra e leite semidesnatado.
A obesidade sempre existiu entre a população ao longo da história, mas foi somente nas gerações mais recentes que aumentou de tal maneira que os especialistas em saúde pública passaram a denomina-la epidemia. Analise as afirmações sobre o tratamento da obesidade e marque a opção INCORRETA:
Para indivíduos com IMC>30 kg/m² ou com IMC>27 kg/m² aliado a comorbidades de importância médica, se as modificações do estilo de vida isoladas fracassarem, as intervenções farmacológicas poderão ser uma opção;
Para indivíduos com obesidade moderada (IMC>30kg/m²) e sem fatores de risco adicionais, as modificações do estilo de vida são benéficas, tendo como meta uma velocidade de perda de peso de 450 a 680g/semana (um déficit de calorias de 500 a 750kcal/dia), que em geral é segura e rápida o suficiente para sustentar a motivação;
Entre os tratamentos indicados, as dietas pobres em carboidratos e ricas em proteínas envolvem tipicamente quatro fases, que são: pré-indução, indução, sequência e manutenção;
Entre os tratamentos indicados, as dietas com baixo índice glicêmico contêm mais frutas e verduras, que são ricas em fibras, e menos alimentos ricos em carboidratos simples, como os itens contendo açúcar refinado e vegetais ricos em amido;
A intervenção comportamental nos pacientes obesos foca na modificação dos eventos cognitivos, emocionais e sociais que influenciam as escolhas do indivíduo que resultam em ganho de peso.