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A recomendação para a população geral consiste em aumentar o consumo de peixes, especificamente peixes ricos em ácidos graxos ômega-3 (salmão, atum, cavala, sardinha). Pacientes que apresentam hipertrigliceridemia, para reduzi-la, necessitam consumir, diariamente:
1 g de óleo proveniente de pescados.
de 2 a 4 g de EPA e DHA.
1 g de óleo de peixe por dia.
5 g de ácidos graxos n-3 proveniente de suplementos de óleo de peixe.
A dislipidemia é um dos fatores de risco mais importantes para as doenças cardiovasculares (DCV). Estudos recentes mostram que o colesterol alimentar exerce pouca influência na mortalidade cardiovascular e que o aumento do consumo de ovos, em um contexto de dieta com baixo teor de gordura, mantém a relação LDL-c/HDL-c, tanto entre indivíduos que absorvem mais colesterol da dieta quanto nos hiporresponsivos.
De acordo com a atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e prevenção da Aterosclerose, é correto afirmar que
o consumo de colesterol não deve ultrapassar 126 mg/dia.
não há evidências suficientes para estabelecimento de um valor de corte para o consumo de colesterol.
o colesterol total da dieta não deve ultrapassar 300 mg/dia. O consumo de ovo deve ser moderado (até 1 por dia) para a população em geral e restrito para diabéticos.
se o indivíduo possui hábitos alimentares saudáveis, como fazer exercício físico regular e não fumar, e apresentar baixo risco para doença venosa crônica (DVC), pode ingerir até 600 mg/dia de colesterol.
não precisa haver restrição de colesterol, desde que probióticos sejam usados para reduzir o lDL colesterol e ômega 3 para aumentar o HDL, além da suplementação de fitoesteróis como parte das mudanças de estilo de vida.
As recomendações dietéticas para tratamento das dislipidemias, como LDL-c acima da meta ou presença de comorbidades incluem a perda de peso de:
10 a 15% do peso atual.
5 a 10% do peso atual.
10% do peso atual.
até 15% do peso atual.
até 5% do peso atual.
Para pacientes dislipidêmicos, segundo a I Diretriz Sobre o Consumo de Gordura e Saúde Cardiovascular, é INCORRETO afirmar que:
substituir ácidos graxos saturados da dieta por ácido graxo monoinsaturado deve ser recomendado para otimizar a redução dos níveis plasmáticos de LDL-c.
substituir ácidos graxos saturados da dieta por ácido graxo monoinsaturado pode ser recomendado para melhorar a sensibilidade a insulina e reduzir o risco de diabetes mellitus.
substituir ácidos graxos saturados da dieta por poli-insaturados, incluindo ômega-6, deve ser recomendado para otimizar a redução dos níveis plasmáticos de LDL-colesterol.
a suplementação com ômega-3 marinho (2-4 g/dia) deve ser recomendada para hipertrigliceridemia grave (> 500 mg/dL), com risco de pancreatite.
substituir ácidos graxos saturados da dieta por ácido graxo monoinsaturado, perfazendo 30% da energia total, pode ser recomendado para reduzir o risco cardiovascular.
Um nutricionista, após realizar anamnese com paciente do sexo masculino, de 50 anos de idade, que apresentou resultado de 450 mg/dl referente ao exame de concentração sanguínea de triglicerídeos, fez algumas orientações, baseando-se na Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2017), por exemplo:
preferir o uso de óleos vegetais, de modo a ingerir menos de 10% de ácidos graxos saturados em relação ao valor calórico total da dieta.
ingerir até 45% de carboidratos em relação ao valor calórico total da dieta.
excluir açúcares de adição e preferir adoçantes artificiais, como sucralose.
reduzir a ingestão de frituras, de modo a ingerir menos de 30% de gordura total em relação ao valor calórico total da dieta.
perder de 5 a 10% de peso corporal.
As dislipidemias podem ser classificadas de acordo com a fração lipídica. Faça a correlação:
-
1. Hipercolesterolemia isolada;
2. Hipertrigliceridemia isolada;
3. Hiperlipidemia mista;
4. HDL baixo.
-
( -) Aumento do LDL e Triglicerídeos;
( -) Aumento isolado dos triglicerídeos;
( -) Aumento isolado do LDL;
( -) Redução do HDL.
-
A sequência correta, de cima para baixo, é:
2, 1, 3, 4;
3, 4, 1, 2;
3, 2, 1, 4;
3, 1, 2, 4.
O tratamento não medicamentoso das dislipidemias tem como objetivo reduzir a morbidade e a mortalidade cardiovascular. Quanto às recomendações dietéticas para indivíduos com dislipidemia, é correto afirmar que
em indivíduos com hipertrigliceridemia, a recomendação dietética de lipídios para aqueles com concentrações séricas de triglicerídeos entre 200 a 499 mg/dL é de 30 a 35% do valor calórico total, sendo que os ácidos graxos saturados devem representar menos de 5% do valor calórico total.
os ácidos graxos trans podem ser mantidos em pequenas quantidades (1-2% do valor calórico total), ainda que sejam responsáveis por aumentar as concentrações plasmáticas de LDL-c e induzir intensa lesão aterosclerótica, condições que culminam em maior risco cardiovascular.
o peso corporal não exerce grande influência na hipertrigliceridemia, sendo mais importante para o tratamento desse agravo a redução no consumo de bebida alcoólica e a eliminação de açúcares simples.
para indivíduos com hipercolesterolemia (LDL-c acima da meta), deve-se promover a perda de peso (5-10%), reduzir o consumo de ácidos graxos saturados para 10% do valor calórico total e de ácidos graxos poliinsaturados para 10-20% do valor calórico total.
o consumo de probióticos (1 x 109 Unidades Formadoras de Colônia-UFC/dia) está associado à redução do risco cardiovascular entre indivíduos em prevenção primária e secundária para doenças cardiovasculares, pois promove redução das concentrações plasmáticas de LDL-c.
Analise as afirmativas abaixo em relação às recomendações nutricionais para o tratamento das dislipidemias, considerando a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose.
1. As evidências atuais não são capazes de sustentar que os ácidos graxos saturados têm efeito deletério metabólico e cardiovascular. Portanto, para indivíduos com hipercolesterolemia, recomenda-se que a gordura saturada perfaça até 10% do VET.
2. É recomendada a substituição parcial da gordura saturada por gorduras insaturadas, principalmente por poli-insaturadas, que estão associadas à diminuição de colesterol total e LDL-c, como também estão relacionadas à diminuição de eventos e morte cardiovasculares.
3. Para indivíduos com hipertrigliceridemia recomenda-se que a gordura trans perfaça até 2% do VET.
4. Para indivíduos com LDL-c acima da meta, recomenda-se que as gorduras totais perfaçam entre 25-35% do VET.
5. A suplementação com EPA e DHA (2 a 4 g) deve ser recomendada para hipertrigliceridemia grave (≥ 500 mg/dL) na vigência do risco de pancreatite, refratária a medidas não farmacológicas e tratamento medicamentoso.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 4 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 2, 4 e 5.
Com relação às recomendações dietéticas (Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemia – 2017) para o tratamento das dislipidemias, correlacione as colunas I e II e assinale a opção correta:
Coluna I
I. Carboidrato (50 a 60% do VCT);
II. Açúcares de adição (< 5% do VCT);
III. Ácidos graxos saturados (< 7% do VCT);
IV. Proteína (15 a 20% do VCT).
Coluna II
( ) Triglicerídeo muito elevado (> 500 mg/dl);
( ) LDL-C dentro da meta e sem comorbidades;
( ) LDL-C acima da meta ou presença de comorbidades;
( ) Triglicerídeo elevado (> 200 a 499 mg/dl).
A sequência correta, de cima para baixo, é:
II, III, I, IV;
IV, II, I, III;
II, I, III, IV;
III, II, I, IV.
A dislipidemia é definida como distúrbio que altera os níveis séricos dos lipídeos (gorduras). Assim como a hipertensão, também é um dos fatores de risco para ocorrência de doenças cardiovasculares (DCV) e cerebrovasculares. Sobre a terapia nutricional e dados laboratoriais para dislipidemias, avalie as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:
I. Os valores referenciais e de alvo terapêutico para Colesterol Total (CT) são <190 mg/dl (com jejum) e <210 mg/dl sem jejum.
II. Os parâmetros CT, HDL-c, LDL-c e não HDL-c não sofrem influência do estado alimentar. Para os TG sem jejum o valor desejável é considerado < 175 mg/dL.
III. De forma geral, recomenda-se para o tratamento dietoterápico da hipertrigliceridemia: quantidades moderadas de gordura na dieta, eliminar ácidos graxos trans, controlar o consumo de saturados, priorizar poli-insaturados e monoinsaturados, reduzir açúcares e incluir carnes magras, frutas, grãos e hortaliças na dieta.
IV. O consumo diário de uma a duas porções de alimentos fonte de proteína de soja, totalizando 15 a 30 g de proteína, está associado à redução de 5% de LDL-c, ao aumento de 3% de HDL-c e à redução de 11% na concentração de TG.
Apenas I está correta.
Apenas II e III estão corretas.
Apenas II, III e IV estão corretas.
Todas estão corretas.
A classificação laboratorial das dislipidemias na atualização das Diretrizes de Dislipidemias (2017) sofreu modificações, e os valores referenciais e os alvos terapêuticos foram determinados de acordo com o risco cardiovascular individual e com o estado alimentar. As dislipidemias podem ser classificadas de acordo com a fração lipídica alterada em:
i. hipercolesterolemia isolada: aumento isolado do LDL-c (LDL-c ≥ 160 mg/dL).
ii. hipertrigliceridemia isolada: aumento isolado dos triglicérides (TG ≥ 150 mg/dL ou ≥ 175 mg/dL, se a amostra for obtida sem jejum).
iii. hiperlipidemia mista: aumento do LDL-c (LDL-c ≥ 160 mg/dL) e dos TG (TG ≥ 150 mg/dL ou ≥ 175 mg/ dL, se a amostra for obtida sem jejum).
iv. HDL-c baixo: redução do HDL-c (homens < 40 mg/dL e mulheres < 50 mg/dL) isolada ou em associação ao aumento de LDL-c ou de TG.
Com relação a estas afirmativas, assinale a opção CORRETA.
todas estão corretas.
as afirmativas i, ii e iii estão corretas.
as afirmativas i e iii estão corretas.
as afirmativas i, ii e iv estão corretas.
apenas a questão i está correta.
O documento Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Diabetes, Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, 2017) é um importante instrumento direcionado ao entendimento e tratamento das dislipidemias. Tal publicação afirma, em relação aos mecanismos fisiopatológicos envolvidos nas dislipidemias, que
a aterosclerose é uma doença inflamatória crônica de origem multifatorial, que ocorre em resposta à agressão endotelial, acometendo principalmente a camada íntima de artérias de médio e grande calibre.
o acúmulo de quilomícrons e/ou de VLDL no compartimento plasmático resulta em hipertrigliceridemia e decorre do aumento da hidrólise dos triglicerídeos dessas lipoproteínas pela lipase lipoproteica.
mutações no gene que codifica a apoliproteína (APO) B podem causar hipercolesterolemia pelo aumento do acoplamento da LDL ao receptor celular.
na aterosclerose, a disfunção endotelial diminui a permeabilidade da íntima às lipoproteínas plasmáticas, favorecendo a retenção destas no espaço subendotelial.
diversos mecanismos têm sido propostos para a aterogênese, como aumento da vasodilatação e aumento da produção de anticorpos anti-LDL oxidada.
A respeito das recomendações nutricionais para pacientes com dislipidemia mista, assinale a alternativa correta.
Recomenda-se evitar o consumo de ovo, camarão e pele de frango, ricos em gordura saturada.
Recomenda-se substituir parte do carboidrato da dieta por ácidos graxos encontrados em produtos confeccionados pela indústria alimentícia com farinhas integrais.
Recomenda-se reduzir a quantidade total de gordura da dieta para menos que 20% do valor energético total.
Recomenda-se aumentar a frequência de consumo de fontes de cálcio (elemento hipotensor), como leite e derivados integrais.
Recomenda-se reduzir o consumo de proteínas de origem animal (carnes) ricas em gordura saturada e colesterol.
No ano de 2017 houve algumas atualizações nos valores de referências para classificação das Dislipidemias. Segundo a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose 2017, é diagnosticado com Hipertrigliceridemia isolada o paciente que apresenta a alteração lipídica: ____________; ______________________.
A alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do trecho acima é:
TG ≥ 150 mg/dL ; ≥ 175 mg/dL (se a amostra for obtida sem jejum).
TG ≥ 180 mg/dL ; ≥ 195 mg/dL (se a amostra for obtida sem jejum).
LDL ≥ 150 mg/dL ; ≥ 175 mg/dL (se a amostra for obtida sem jejum).
LDL ≥ 170 mg/dL ; ≥ 195 mg/dL (se a amostra for obtida sem jejum).
TG ≥ 120 mg/dL ; ≥ 150 mg/dL (se a amostra for obtida sem jejum).
O tratamento das dislipidemias, especialmente das aterogênicas, visam à redução da morbidade e da mortalidade cardiovascular. As recomendações propostas concentram-se no tratamento dietético associado a outras mudanças do estilo de vida, sendo correto afirmar que
as dietas ricas em ácidos graxos saturados ou trans tendem a diminuir o HDL-colesterol, com possível detrimento da funcionalidade das partículas de HDL, e a aumentar o LDL-colesterol.
o excesso de peso e a obesidade são fortemente associados tanto com níveis baixos de HDL-colesterol como elevados níveis de LDL-colesterol e triglicerídios.
os carboidratos de alto índice glicêmico podem reduzir o HDL-colesterol e elevar a inflamação e o risco cardiovascular, porém sem impacto nos valores de triglicerídios.
a prática de exercício físico está associada à redução da mortalidade cardiovascular, decorrente da importante elevação dos valores de HDL-colesterol e redução de LDL-colesterol.
a perda de peso aguda diminui inicialmente o HDLcolesterol, sendo essa redução mantida mesmo na estabilização do peso.
A Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2017) visa uniformizar condutas clínicas respaldadas por evidências científicas. De acordo com essa diretriz, no tratamento de crianças com dislipidemias,
os fitoesteróis reduzem a absorção de colesterol, recomendando- se a ingestão de 1,2 a 1,5 gramas/dia em crianças com hipercolesterolemia familiar heterozigótica.
o valor de referência a ser considerado para o colesterol total sérico deve ser menor que 150 mg/dL, independente de realização de jejum.
a dosagem sérica do perfil lipídico de crianças deve ser feita a partir de 1 ano, pois a partir desta idade há necessidade de maior ingestão de gorduras para a mielinização.
naquelas com altos níveis de colesterol, recomenda-se a redução da ingestão de gorduras para menos de 20% do volume energético total e aumento de ômega 6.
Os principais ácidos graxos da série ômega 3 são o ácido alfa-linolênico (ALA) (C18:3), de origem vegetal (soja, canola e linhaça), e os ácidos eicosapentaenóico (EPA) (C20:5) e docosaexaenoico (DHA) (C22:6), provenientes de peixes e crustáceos de águas muito frias dos oceanos Pacífico e Ártico. EPA e DHA também podem ser obtidos por ação enzimática de dessaturases e elongases sobre o ALA, que é um ácido graxo essencial e apresenta recomendação de consumo pelas Dietary Reference Intakes (DRIs), que pode ser alcançada pela ingestão moderada de óleo de soja ou canola, não sendo necessária sua suplementação na dieta (Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2017). Nesse contexto, marque a opção INCORRETA:
A conversão de ALA em EPA e DHA é limitada e sofre interferência de fatores fisiológicos e externos. Especialmente, EPA e DHA têm sido investigados quanto ao seu potencial na redução do risco cardiovascular.
Os mecanismos propostos para os benefícios cardiovasculares incluem redução de marcadores inflamatórios e da agregação plaquetária, melhora da função endotelial, redução da pressão arterial e redução da trigliceridemia.
O consumo≥ 2 porções de peixes ricos em EPA e DHA por semana está associado à redução do risco cardiovascular entre indivíduos em prevenção primária e secundária, com grau de recomendação I e nível de evidência A.
O uso de suplementos de EPA e DHA deve ser instituído para a prevenção cardiovascular, visto o nível de evidência dessa recomendação pela diretriz brasileira de dislipidemia ser A.
A suplementação de ômega 3 (EPA e DHA) pode reduzir a concentração plasmática de triglicerídeos em até 25 a 30%.
De acordo com a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2017) – Grau de Recomendação: IIa; Nível de Evidência: A, o consumo diário de uma a duas porções de alimentos fonte de proteína de soja, totalizando de 15 a 30 gramas de proteína, além da redução de LDL-c, associa-se também a
manutenção da quantidade de HDL-c e redução da concentração de triglicérides.
manutenção das quantidades de HDL-c e de triglicérides.
aumento de HDL-c e redução da concentração de triglicérides.
redução de HDL-c e da concentração de triglicérides.
Conforme orientação pela ATUALIZAÇÃO DA DIRETRIZ BRASILEIRA DE DISLIPIDEMIAS E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE – 2017, a recomendação dietética que se aplica a todas as dislipidemias é
redução do colesterol alimentar.
exclusão de gordura trans.
redução da ingestão de carboidratos
aumento do consumo de proteínas.
redução da gordura da dieta.
A atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2017) indica que, para o indivíduo dislipidêmico com concentrações de LDL-colesterol acima da meta terapêutica e presença de comorbidades, as recomendações dietéticas são o consumo de:
ácidos graxos trans inferior a 1% do valor energético total, a redução do consumo de frutose e a ingestão de carboidratos totais inferior a 45% do valor energético total.
ácidos graxos monoinsaturados de 15% do valor energético total, a ingestão de açucares de adição inferior a 10% do valor energético total e a perda de peso de 5 a 10%.
ácidos graxos monoinsaturados superior a 20% do valor energético total, de ácidos graxos saturados inferior a 10% do valor energético total e o consumo de 25 g/dia de fibra dietética.
ácidos graxos poli-insaturados superior a 10% do valor energético total, de açúcares de adição no máximo de 15% do valor energético total e a manutenção do peso corporal.
2 g/dia de ácidos graxos da série n-3, a ingestão de ácidos graxos saturados inferior a 7% do valor energético total e o consumo de proteínas inferior a 15% do valor energético total.