Questões de Concurso sobre Doenças Gastrointestinais

 
 
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É uma orientação nutricional para pacientes com quadro de constipação:


A

aumentar o consumo de frutas sem casca.


B

incluir alimentos e cereais integrais na dieta diariamente.


C

limitar a ingestão diária de água e líquidos em geral.


D

inserir na dieta diariamente alimentos ricos em fibras solúveis.


E

incentivar o consumo de vegetais cozidos.

A interface entre inflamação intestinal, microbiota e metabolismo energético confere às doenças gastrointestinais complexidade fisiopatológica que transcende a dicotomia entre funcionalidade e inflamação orgânica. Tanto a síndrome do intestino irritável (SII), considerada desordem funcional modulada por microbiota e hipersensibilidade visceral, quanto a doença de Crohn e a colite ulcerativa, integrantes do espectro das doenças inflamatórias intestinais (DII), exigem intervenções dietéticas ancoradas em evidências translacionais. De acordo com Sartor & Wu (2017), Levine et al. (2020) e Staudacher & Whelan (2017), qual proposição expressa de modo mais consistente a aplicação clínica contemporânea da nutrição nesses contextos?


A

As dietas de exclusão para DII baseiam-se na eliminação de componentes imunogênicos universais, assegurando resposta homogênea de remissão clínica independentemente de perfil genético ou ambiental dos pacientes.


B

A nutrição enteral exclusiva em Crohn pediátrico apresenta eficácia comparável à corticoterapia na indução de remissão, modulando microbiota e inflamação, mas seu impacto é marginal em adultos devido a baixa adesão e mecanismos fisiopatológicos distintos


C

Em colite ulcerativa, dietas suplementadas com ácidos graxos poli-insaturados n-3 demonstram efeitos consistentes na resolução inflamatória, dispensando terapias farmacológicas imunossupressoras em protocolos clínicos de manutenção.


D

Protocolos de baixo FODMAP em SII reduzem sintomas gastrointestinais por diminuição de substratos fermentáveis, mas requerem fases de reintrodução estruturada para preservar diversidade microbiana e prevenir repercussões metabólicas negativas de longo prazo.


E

Na SII, estratégias nutricionais têm relevância apenas sintomática, sem implicação nos mecanismos fisiopatológicos subjacentes, razão pela qual a intervenção dietética é secundária frente ao manejo farmacológico.

A Gastrite consiste na inflamação da mucosa gástrica e pode ser favorecida por medicamentos, como o ácido acetilsalicílico, ingestão de bebidas alcoólicas, fumo e em situações de estresse (queimaduras graves, politrauma etc.), estando associada ao desequilíbrio entre os fatores que agridem e os que protegem a mucosa.


Considerando as recomendações nutricionais da gastrite, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.


( ) O fracionamento deve ser de 4 a 5 refeições/dia (evitar longos períodos em jejum).

( ) Café do tipo descafeinado não resulta em irritação da mucosa, podendo ser consumido com moderação.

( ) Pimenta vermelha possui capsaicina, substância irritante gastrintestinal, devendo ser evitada.


As afirmativas são, respectivamente,


A

V – V – V.


B

V – F – F.


C

F – V – F.


D

V – F – V.


E

F – F – V.

João, 48 anos, foi diagnosticado com colelitíase e apresenta episódios de má digestão após refeições ricas em gordura. O nutricionista explicou que esse quadro está relacionado à função da bile no processo digestivo, que é


A

hidrolisar os triglicerídeos em ácidos graxos livres.


B

armazenar lipídios no fígado para posterior liberação.


C

converter colesterol em ácidos graxos de cadeia curta.


D

emulsionar as gorduras, facilitando a ação das lipases pancreáticas.

Pacientes com alterações funcionais do trato gastrointestinal frequentemente apresentam desconforto abdominal persistente associado a modificações no ritmo e no aspecto das fezes, exigindo um período mínimo de recorrência sintomática para confirmação clínica. No manejo dietético voltado à redução da fermentação luminal e da hipersensibilidade intestinal, qual estratégia nutricional tem sido recomendada?


A

Restrição de carboidratos de rápida fermentação presentes em diversos alimentos de origem vegetal.


B

Estímulo ao consumo de amidos resistentes combinados com gorduras insaturadas.


C

Priorização de fibrassolúveis associadas à modulação da microbiota intestinal.


D

Diminuição da ingestão de gorduras, com foco em proteínas vegetais e ácidos graxos essenciais.

Mauricio, diagnosticado com doença celíaca, é levado para a emergência por sua esposa após apresentar distúrbios gastrointestinais, como diarreia e dor abdominal, após ingestão de alimentos que contêm glúten. Com base nisso e considerando que o paciente possui 40 anos, qual a recomendação dietética mais apropriada para esse paciente com doença celíaca?


A

Iniciar uma dieta rica em alimentos sem glúten, evitando completamente trigo, cevada e centeio, mas permitindo o consumo de outros grãos com glúten, a exclusão total do glúten é essencial no tratamento da doença celíaca.


B

Aumentar a ingestão de alimentos ricos em glúten para melhorar a absorção de nutrientes, a ingestão de glúten deve ser evitada, pois ele provoca inflamação e danos ao intestino delgado.


C

Prescrever uma dieta hipocalórica, com controle do glúten e inclusão de alimentos ricos em cálcio e ferro, embora o controle do glúten seja necessário, a dieta deve ser balanceada com foco na ingestão adequada de nutrientes essenciais, como cálcio e ferro.


D

Iniciar uma dieta rica em fibras solúveis e eliminar o glúten apenas parcialmente, a exclusão total do glúten é a única maneira eficaz de tratar a doença celíaca.


E

Recomendar o consumo de alimentos com glúten sem se preocupar com a forma de preparo, o consumo de glúten deve ser completamente evitado, sem exceções, para evitar danos ao intestino.

É muito comum pessoas acusarem preparações alimentícias como causadores de infecções gastrointestinais. Para designar surto de doença de origem alimentar é preciso que:


A

uma pessoa apresente desconforto gastrointestinal após ingerir algum alimento contaminado.


B

duas ou mais pessoas apresentem cefaléia após consumirem alimentos diferentes.


C

três ou mais pessoas ingiram alimentos distintos e manifestem problemas gastrointestinais.


D

quatro pessoas mostrem dores lombares após consumir alimentos dissemelhantes.


E

duas ou mais pessoas apresentem a doença ou sintomas semelhantes após ingerirem alimentos e/ou água da mesma origem, normalmente num mesmo local.

Pacientes com doenças de má-absorção intestinal, como doença celíaca, síndrome do intestino curto ou pancreatite crônica, exigem intervenções nutricionais específicas. Nessas situações, é fundamental que o plano alimentar:


A

Seja rico em fibras insolúveis para acelerar o trânsito intestinal.


B

Considere a restrição de componentes como lactose, glúten e gorduras, além da suplementação de micronutrientes.


C

Evite nutrientes de fácil digestão, priorizando alimentos integrais.


D

Inclua lactose e glúten para manutenção da microbiota intestinal.

Paciente de 42 anos apresenta dor epigástrica crônica e refluxo ácido há 4 meses. A endoscopia digestiva revelou esôfago de Barrett (EB), com metaplasia intestinal no terço distal do esôfago, confirmada por biópsia (epitélio colunar com células caliciformes).


Sobre o caso, assinale a opção que indica a conduta nutricional respaldada pelas evidências científicas atuais para reduzir os sintomas e prevenir a progressão da doença.


A

Indicar uma dieta rica em carboidratos simples para acelerar o esvaziamento gástrico e reduzir a exposição ácida do esôfago.


B

Orientar o aumento no consumo de alimentos ácidos (como frutas cítricas e tomate) para adaptar a mucosa esofágica ao pH baixo.


C

Prescrever uma suplementação de cálcio em altas doses, pois estudos comprovam sua eficácia na reversão da metaplasia intestinal.


D

Incentivar a redução do consumo de álcool, cafeína e alimentos gordurosos, além de fracionar as refeições em pequenos volumes.


E

Recomendar uma dieta hipercalórica e rica em gorduras para promover ganho de peso, uma vez que a obesidade é protetora contra a progressão do EB.

S. M., 43 anos, sexo masculino, obeso, apresentou queimação retroesternal com regurgitação ácida e diagnóstico endoscópico de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).

Foi prescrito um inibidor da bomba de prótons (IBP) por oito semanas e o paciente foi encaminhado para acompanhamento nutricional.


Quanto ao manejo da DRGE, assinale a opção que indica a orientação baseada nas evidências mais atuais.


A

A eliminação definitiva de todas as fontes de gordura da dieta, uma vez que lipídios, independentemente do tipo, são o principal fator que relaxa o esfíncter esofágico inferior.


B

A suplementação rotineira e imediata de vitamina b12 para todos os pacientes que iniciam o uso de IBP, independentemente da duração do tratamento, para prevenir a deficiência.


C

A orientação de fracionar a dieta em múltiplas e pequenas refeições ao longo do dia e evitar deitar-se nas 2 a 3 horas seguintes às refeições, visando reduzir a distensão gástrica e o refluxo postural.


D

A adoção de uma dieta líquida ou pastosa por tempo indeterminado, pois alimentos sólidos aumentam a pressão intra-abdominal e devem ser evitados para controlar os sintomas de refluxo.


E

A recomendação de uma dieta com restrição severa de todos os alimentos ácidos, como frutas cítricas e tomate, pois a acidez intrínseca desses alimentos é a causa principal da lesão na mucosa esofágica.

João, um paciente de 42 anos, foi diagnosticado com úlcera gástrica ativa após relatar sintomas como dor abdominal intensa, náuseas e sensação de queimação no estômago. A nutricionista, ciente das necessidades específicas de João, recomenda ajustes na dieta com o objetivo de reduzir a irritação gástrica, promover a cicatrização da mucosa gástrica e prevenir novos episódios. Com base nesse cenário, a principal orientação dietoterápica para João deve ser:


A

recomendar uma dieta com alto teor de gordura para reduzir a acidez gástrica


B

incentivar a hidratação com líquidos isotônicos durante as refeições para melhorar a digestão e diminuir a acidez gástrica


C

evitar alimentos ricos em fibras insolúveis e carboidratos fermentáveis, visando à redução da distensão abdominal e da produção de gases intestinais, que podem agravar a irritação gástrica


D

recomendar o consumo de alimentos de fácil digestão, ricos em proteínas de baixo valor biológico e alto teor de gorduras saturadas, ao mesmo tempo em que se evita o consumo de substâncias irritantes como cafeína e álcool

A pancreatite crônica é uma doença com inflamação progressiva e irreversível, com alterações pancreáticas que resultam em danos estruturais permanentes, com fibrose, que podem causar comprometimento de função exócrina (insuficiência pancreática) e muitas vezes endócrina. Apesar de ser uma doença catabólica, a desnutrição é muitas vezes uma manifestação tardia, mas importante no curso da pancreatite crônica e depende da intensidade e da duração da doença. Dessa forma, a terapia nutricional merece especial atenção para a prevenção e/ou recuperação do estado nutricional desses pacientes.


Considerando-se as condutas adequadas no tratamento desses pacientes, analise as afirmativas a seguir.


I. Suplementos nutricionais orais devem ser prescritos para pacientes desnutridos somente se a nutrição oral for insuficiente para atingir as metas calóricas e proteicas.

II. Pacientes com pancreatite crônica com estado nutricional normal devem aderir à dieta nutricionalmente completa e bem equilibrada.

III. Em pacientes com pancreatite crônica, a dieta sempre deverá ser hipolipídica, para prevenir esteatorreia e perda de peso.


Está correto o que se afirma em


A

I, apenas.


B

I e II, apenas.


C

I e III, apenas.


D

II e III, apenas.


E

I, II e III.

A pancreatite aguda pode apresentar sintomas como náuseas, vômitos, dor abdominal, distensão e esteatorreia. Considerando o tratamento nutricional, qual das alternativas abaixo apresenta a conduta mais adequada?


A

Para alimentação por via oral, fornecer alimentos de fácil digestão, baixo teor de gordura, 6 refeições pequenas, ingestão proteica adequada e aumento da oferta calórica.


B

Caso a alimentação via oral não puder ser iniciada após 10 dias, iniciar a alimentação via enteral.


C

Para alimentação por via oral, fornecer alimentos de fácil digestão, 3 a 4 refeições grandes, ingestão de gorduras aumentada e aumento da oferta calórica.


D

Não é indicado utilizar alimentação via oral, mesmo na presença de trato gastrointestinal funcionante, pois há necessidade de preservação pancreática.


E

Suplementar enzimas pancreáticas e depois, fornecer uma dieta isenta de gorduras, baixa em calorias e fracionamento alimentar reduzido.

Com relação às Doenças Inflamatórias Intestinais (DII), analise as afirmativas a seguir.


I. Alimentos ultraprocessados e emulsificantes dietéticos podem estar associados ao aumento do risco de DII e, portanto, tais restrições são recomendadas.

II. Dieta rica em frutas e vegetais, rica em ácidos graxos n-3 e baixo teor de ácidos graxos n-6 está associado à uma diminuição do risco de desenvolver DII.

III. Pacientes com DII devem ser monitorados quanto a deficiências de micronutrientes apenas nas fases de agudização.


Está correto o que se afirma em


A

I, apenas.


B

I e II, apenas.


C

I e III, apenas.


D

II e III, apenas.


E

I, II e III.

“É definida como o processo de inflamação da mucosa gástrica, também chamada de irritação ou erosão, apresentando-se de modo agudo ou crônico. As causas mais frequentes de sua forma aguda são o consumo excessivo de álcool e o uso prolongado de anti-inflamatórios não esteroides, além de poder se desenvolver após grandes cirurgias, traumas, queimaduras ou infecções graves. Já a apresentação crônica costuma ser causada por infecções, em especial pela bactéria Helicobacter pylori, por refluxo do conteúdo biliar, estresse e algumas doenças autoimunes. Seus sintomas mais comuns são dor, indigestão, distensão abdominal, náuseas, vômito e anemia perniciosa”.


Assinale a alternativa que corresponde à descrição anterior.


A

Anemia ferropriva.


B

Gastrite.


C

Pancreatite.


D

Disbiose intestinal.

O paciente com doença celíaca (DC) apresenta uma atrofia da mucosa intestinal, que leva a um prejuízo na absorção de nutrientes. Essa atrofia ocorre devido a um processo inflamatório local, decorrente de uma resposta autoimune, que só ocorre em indivíduos geneticamente predispostos. A doença pode ser ativada em qualquer momento ao longo da vida e depende do contato do indivíduo com o glúten, proteína alimentar presente em alguns cereais. Considerando a terapia nutricional na DC, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) A farinha de mandioca, largamente consumida no Nordeste, deve ser excluída da alimentação do celíaco, pois contém glúten.

( ) As deficiências nutricionais mais frequentes são de vitamina C, cálcio, ferro, zinco, magnésio, vitamina D e vitaminas do complexo B como B1, B2, B6, B9 e B12.

( ) No paciente com DC confirmada, a retirada do glúten pode ser parcial, uma vez que mínimas quantidades de glúten não costumam ativar a resposta imune, portanto não provocam a inflamação.

( ) A aveia, naturalmente, não possui glúten em sua composição. No entanto, pode ocorrer a contaminação por glúten durante o seu processamento. Portanto, quando rotulada como "sem glúten", a aveia pode ser consumida pelos celíacos.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é


A

V V F V


B

V F F V


C

V F V F


D

F F V V


E

F V F V

Esofagite frequentemente causa dor, dificuldade ao engolir e dores no peito. As Diretrizes de cuidados nutricionais para pacientes com refluxo e esofagite, recomendam:


I) Evitar alimentos gordurosos e frituras pois além de estimularem a produção de ácido clorídrico, provocam relaxamento do esfíncter esofágico inferior pelo estímulo da colecistoquinina;

II) Consumir refeições maiores e menos frequentes ao longo do dia pode ajudar a evitar a pressão excessiva sobre o esfíncter esofágico inferior, reduzindo assim o refluxo;

III) Alimentos ricos em fibras, como legumes crus e grãos integrais, devem ser evitados pois reduzem o tempo de esvaziamento gástrico;

IV) Chá de hortelã e chá mate auxiliam no alívio de sintomas;

V) Optar por alimentos com baixo teor de acidez, como bananas, maçãs, vegetais de folhas verdes e batatas, pode ajudar a diminuir a irritação do esôfago e reduzir os sintomas de refluxo.


Estão corretas:


A

I, II e IV


B

II, III e IV


C

II, III e V


D

I e V


E

II e V

Doença gastrointestinal de origem alimentar que pode causar dores abdominais, febre e vômitos, além de sangue, pus ou muco nas fezes:


A

Shigelose.


B

Botulismo.


C

Teníase.


D

Salmonelose.


E

Listeriose.

Um aumento da massa fecal, da frequência das evacuações e/ou fluidez das fezes é conhecido como diarreia pela maioria dos pacientes. Os agentes infecciosos podem provocar diarreia por produzirem enterotoxinas no alimento contaminado que, em seguida, é ingerido. Quando o indivíduo apresenta diarreia, é indicado consumir:


A

Maçã.


B

Nozes.


C

Alface.


D

Farinha de trigo integral.

J.M.M., sexo masculino, 45 anos, branco, engenheiro, natural e procedente de Salvador-BA, busca atendimento em um ambulatório de gastroenterologia com queixa de pirose e desconforto abdominal há cerca de 60 dias, relata uma sensação de "gosto ácido" na boca e ocasional regurgitação de alimentos sem esforço, piora da sensação de queimação após refeições volumosas e ao deitar-se. Informa que os episódios se tornaram diários na última semana quando estava viajando de férias com a família, sem nenhum controle alimentar e com consumo diário de bebida alcoólica. Ao exame físico, o paciente está em bom estado geral, afebril (37°C), corado, hidratado, anictérico, acianótico, normocárdico (80 bpm) e normotenso (130x80 mmHg). Peso: 85 kg, Altura: 1,75 m, abdome globoso e flácido, ruídos hidroaéreos presentes, sem sinais de irritação peritoneal. Considerando o histórico clínico e os sintomas apresentados, o médico suspeita de Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), solicita a realização de Endoscopia Digestiva Alta com biópsia, prescreve o uso de omeprazol 40mg/dia e encaminha ao nutricionista para ajuste alimentar e controle dos sintomas.


Considerando as medidas dietéticas para o tratamento da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) com base no caso clínico apresentado, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.


( ) Reduzir temporariamente o consumo de fontes de fibra na dieta para diminuir o tempo de esvaziamento gástrico é uma estratégia que auxilia na redução dos sintomas da DRGE.

( ) Controlar o consumo de sal é recomendado, uma vez que o exagero nesse ingrediente pode aumentar o tempo de esvaziamento gástrico devido às alterações na osmolaridade da refeição.

( ) Fazer refeições em porções menores e com maior frequência ao longo do dia é uma prática que contribui para uma menor distensão do estômago e um esvaziamento gástrico mais rápido, sendo benéfica no tratamento da DRGE.

( ) Evitar ingerir líquidos durante a refeição é aconselhável, pois o líquido pode diluir o ácido gástrico, reduzindo a eficácia da digestão. Além disso, a passagem de líquidos durante a alimentação pode interferir na função do esfíncter esofágico.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é


A

V V V F


B

V F F V


C

F V V F


D

F F V V


E

F V V V

   
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