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Para o tratamento de úlceras e tumores gástricos existem alguns tipos de cirurgias gástricas. A gastrectomia em Billroth II é caracterizada por uma
Gastrojejunoanastomose.
gastroduodenoanastomose.
Derivação bilio digestiva.
esogagoduodenoanastomose.
Anastomose em Y de Roux.
Sobre pacientes com gastrite e úlceras gastrintestinais, analise os itens abaixo:
I. Leite deve ser consumido em menor quantidade para se evitar o rebote ácido.
II. Café descafeinado é uma alternativa de consumo da bebida, recomendada para essas situações.
III. Frutas ácidas podem ser consumidas por todas as pessoas, que enfrentam essa condição, pois o pH do estômago é mais ácido que essas frutas.
IV. Alimentos ricos em fibras devem ser evitados, pois aumentam o volume e contribuem para maior distensão e dor.
V. Chocolate contém xantina, que age como protetor para mucosa gástrica.
Quantos estão CORRETOS?
Todos.
Três deles, apenas.
Dois deles, apenas.
Um, apenas.
Nenhum.
São objetivos do cuidado nutricional na gastrite e úlceras gastrointestinais:
aliviar a dor e prevenir diarreia.
proteger a mucosa gastrointestinal e promover um bom estado nutricional.
prevenir diarreia e reduzir a acidez do suco gástrico.
prevenir hipoglicemia e facilitar a digestão.
Esofagite é uma patologia que ocorre geralmente no esôfago inferior, como resultado do efeito irritante do refluxo gástrico sobre a mucosa esofágica. As recomendações nutricionais na esofagite são:
excluir alimentos com alto teor de purinas.
realizar até três refeições por dia, em horários regulares.
excluir café, mate, chá preto, frutas, bebidas alcoólicas e chocolate.
consumir líquidos junto com as refeições principais (almoço e jantar).
Gastrite atrófica e competição bacteriana por crescimento excessivo podem ser causas de deficiência do seguinte micronutriente no idoso:
Vitamina B12.
Ácido fólico.
Vitamina K.
Vitamina B6.
Vitamina D.
Pacientes com função gastrointestinal moderadamente reduzida e intolerância aos alimentos sólidos devem receber dieta do tipo leve
PORQUE
esse tipo de dieta caracteriza-se por preparações de consistência espessadas, constituídas de líquidos e alimentos semissólidos, cujos pedaços encontram-se em emulsão ou suspensão, permitindo repouso digestivo.
Em relação às afirmativas acima, pode-se concluir que:
as duas afirmações são verdadeiras e a segunda justifica a primeira.
as duas afirmações são verdadeiras e a segunda não justifica a primeira.
as duas afirmações são falsas.
a primeira afirmação é verdadeira e a segunda é falsa.
O tratamento clínico nutricional da úlcera gástrica inclui evitar:
alimentos ácidos, que agridem a mucosa gástrica;
menta e hortelã, que podem diminuir a pressão do esfíncter esofágico inferior;
álcool, por diminuir a absorção de vitaminas do complexo B;
alimentos ricos em ômega-3, que é citoprotetor da mucosa gástrica;
café, que estimula a secreção ácida gástrica.
O consumo de dieta hiperprotéica é recomendado no tratamento nutricional do refluxo gastroesofágico, pois:
estimula a liberação de colecistocinina que aumenta a pressão do esfíncter esofágico inferior.
diminui a ocorrência de anemia ferropriva.
estimula a liberação de gastrina que aumenta a pressão do esfíncter esofágico inferior.
aumenta a pressão intragástrica e diminui a hérnia hiatal.
É observado em pacientes com úlcera péptica, exceto:
deficiência de vitamina B12.
redução da biodisponibilidade de ferro.
redução da homocisteína.
redução da biodisponibilidade de cálcio.
Qual das características gerais da dieta, abaixo listadas, corresponde à conduta dietoterápica na esofagite?
Hipocalórica
Hipolipídica
Rica em purinas
Consistência líquida ou semilíquida
Fracionada em 4 a 5 refeições diárias
O nutricionista ao tratar um paciente com refluxo esofágico deve controlar a capacidade gástrica através da seguinte conduta:
retardar o esvaziamento gástrico.
distender a cavidade gástrica.
aumentar os carboidratos da dieta.
diminuir os lipídios da dieta.
Pacientes com gastrite devem evitar o consumo de:
abacaxi e limão.
cerveja e vinho.
chá verde e açafrão.
fibras alimentares.
Na doença de Crohn as necessidades proteicas estão aumentadas dependendo da gravidade e do estágio da doença as justificativas para o aumento da demanda proteica são
a má absorção de lipídios e a intolerância à lactose.
a proteólise reduzida e diarreia com perda de muco e o sangue.
a perda de proteína na área da mucosa inflamada e o uso crônico de corticóides.
o aumento da taxa metabólica basal e o balanço nitrogenado positivo.
a diminuição do catabolismo proteico e da gliconeogênese.
São objetivos do tratamento dietético na gastrite e na úlcera gastrointestinal, exceto:
Recuperar e proteger a mucosa gastrintestinal.
Facilitar a digestão.
Evitar que o paciente sinta dor.
Promover um bom estado nutricional.
A esofagite consiste na inflamação da mucosa esofágica, decorrente do refluxo do conteúdo ácido-péptico gástrico. São recomendações nutricionais na esofagite, EXCETO:
Dieta hipolipídica.
Fazer de 6 a 8 refeições de pequenos volumes.
Excluir alimentos como café, chá preto, bebidas alcoólicas e chocolate.
Preferir alimentos com alto teor de purinas.
O refluxo gastroesofágico (RGE) é uma condição frequentemente benigna na infância e de resolução espontânea. No caso de refluxo gastroesofágico,
o que diferencia a condição funcional da condição patogênica são os efeitos produzidos por ele, independente da frequência em que ele ocorre.
o tratamento consiste no tratamento dietético, que inclui modificações físicas e químicas da dieta.
as características físicas da dieta que melhor se adéqua são: volume menor com maior fracionamento; consistência pastosa e temperatura ambiente.
a composição da dieta deve consistir em proteínas de 2 a 3 g/kg de peso, com baixo teor de purinas e lipídios, preferencialmente de cadeia média.
Gastrite consiste na inflamação da mucosa gástrica. São objetivos da dietoterapia para o seu tratamento, exceto:
recuperar e proteger a mucosa gastrintestinal
facilitar a digestão
promover aumento da secreção gástrica
aliviar a dor
Não é recomendação dietética para gastrite e úlcera gastrintestinal:
Evitar bebidas alcoólicas, café, refrigerante, pimenta vermelha.
Evitar o consumo de frutas cítricas.
Fracionar de 4 a 5 refeições por dia.
Consumir alimentos ricos em fibras.
Distribuição calórica normal.
A esofagite é uma das consequências, a longo prazo, do refluxo gastroesofágico. No tratamento nutricional, uma das metas é a de evitar o refluxo. Para isso, deve-se evitar
alimentos de pH ácido.
café.
bebidas alcoólicas.
condimentos.
gordura.
Assinale a alternativa onde todos os alimentos citados pioram os sintomas na presença de refluxo gatro-esofágico:
Leite de vaca desnatado, maçã, chocolate, café
Chocolate, café, bebida alcoólica, alimentos gordurosos
Leite de vaca desnatado, maçã, café, bebida alcoólica
Maçã, chocolate, bebida alcoólica, alimentos gordurosos