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A ocorrência de gastrenterite pela ingestão de peixes, moluscos e crustáceos crus comumente está associada à contaminação por
Vibrio parahaemolyticus.
Clostridium butulinum.
Staphylococus aureus.
Clostridium perfringens.
Bacillus cereus.
Esterilizar em autoclave todas as vidrarias, independentemente de uso, dentre elas, balões volumétricos, pipetas graduadas, provetas e Erlenmeyers.
determinação de densidade do leite.
determinação do teor de ácido láctico presente no leite.
determinação de resistência dos microrganismos patógenos a agentes antimicrobianos.
detecção rápida da presença de Escherichia coli.
detecção de maturação de carnes.
Quanto ao descarte de resíduos de análises microbiológicas de alimentos, é correto:
Não esterilizar vidrarias que forem submetidas à limpeza química.
Esterilizar todas as vidrarias e utensílios imediatamente após o uso, de preferência em autoclave, antes de submetidos à limpeza ou descarte.
Realizar a esterilização em autoclave somente das vidrarias oriundas de limpeza ineficiente.
Lavar as vidrarias para eliminação dos resíduos de bolores e culturas de bactérias para posterior esterilização em autoclave.
Esterilizar em autoclave todas as vidrarias, independentemente de uso, dentre elas, balões volumétricos, pipetas graduadas, provetas e Erlenmeyers.
s alimentos possuem papel essencial na saúde das pessoas. No entanto, quando não conservados, armazenados e preparados, obedecendo às normas de higiene, o alimento se torna responsável pela transmissão de doenças. Dessa maneira, entre as doenças provenientes de alimentos contaminados encontramos a intoxicação e infecção alimentar, conhecidas por toxinfecção alimentar.
Numere a segunda coluna de acordo com o agente causador da toxinfecção mencionada na primeira coluna:

A sequência correta, de cima para baixo, é:
5 – 3 – 4 – 2 – 1
3 – 4 – 5 – 2 – 1
4 – 3 – 5 – 2 – 1
2 – 4 – 3 – 1 – 5
4 – 3 – 5 – 1 – 2
A carne é um dos principais veículos da intoxicação alimentar causada por Clostridium perfringes, bactéria largamente distribuída no meio ambiente, inclusive no solo.
A Fermentação é um método largamente utilizado para a produção de alimentos. As leveduras e em especial, a Saccharomyces cerevisiae, é usada na produção de:
pão e picles;
queijo e aguardente;
chucrute e cerveja;
vinho e pão;
iogurte e aguardente.
A qualidade microbiológica dos alimentos pode ser verificada a partir da verificação da presença de alguns micro-organismos. O micro-organismo utilizado como indicador de contaminação fecal é
Listeria monocytogenos.
Clostridium botulinium.
Giardia lamblia.
fungo.
Escherichia coli.
Os esporos do Clostridium botulinum, em meios líquidos ou úmidos e principalmente acidificados, são responsáveis pela produção de uma potente toxina de ação neurotrópica; esses mesmos esporos são destruídos em temperaturas de fervura no fogão.
As doenças transmitidas por alimentos (DTAs) indistintamente, são referidas como envenenamentos alimentares. Com relação aos envenenamentos alimentares de origem biológica pode-se dizer que as intoxicações
resultam da ingestão de células microbianas intactas presentes no alimento.
resultam da ingestão de uma endotoxina secretada por células microbianas.
quando são de origem alimentar, os micro-organismos invadem o intestino e outras estruturas do hospedeiro.
dificilmente diferenciam-se das infecções no início de uma manifestação clínica de um quadro gastroentérico.
são veiculadas apenas por produtos de origem animal.
Os alimentos contaminados podem transmitir diversas doenças. Podem contaminar os alimentos e causar doenças
anelídeos, algas e fungos.
bactérias, vermes e algas.
bactérias, agrotóxicos e algas.
bactérias, fungos e agrotóxicos.
anelídeos, vermes e agrotóxicos.
Avaliando a sintomatologia apresentada pelos comensais e o período de incubação informado, é correto inferir que, provavelmente, a bactéria responsável pela enfermidade foi a Salmonella spp.
O Controle Integrado de Pragas faz parte de qualquer programa de qualidade nas UAN, pois ele é indispensável à prevenção de doenças transmitidas por alimentos.
Com relação ao Controle Integrado de Pragas, considere as práticas a seguir.
I – Deve existir um conjunto de ações eficazes e contínuas de controle de vetores e pragas urbanas, com o objetivo de impedir a atração, o abrigo, o acesso e/ou proliferação dos mesmos.
II – Quando o controle químico empregado não for eficaz, as medidas de prevenção devem ser adotadas imediatamente.
III – O controle químico deve ser empregado e executado por empresa especializada, conforme legislação específica, com produtos desinfestantes regularizados pelo Ministério da Saúde.
IV – Quando da aplicação do controle químico, a empresa especializada deve estabelecer procedimentos pré e pós-tratamento, a fim de evitar a contaminação dos alimentos, equipamentos e utensílios.
V – Quando necessário, após a aplicação do controle químico, os equipamentos e os utensílios, antes de serem reutilizados, devem ser higienizados para a remoção dos resíduos de produtos desinfestantes.
Estão regulamentadas na legislação federal vigente as práticas apresentadas em
I e II, apenas.
I, II e IV, apenas.
III, IV e V, apenas.
I, III, IV e V, apenas.
I, II, III, IV e V.
Os surtos de intoxicação estafilocócica podem acontecer mediante o consumo de alimentos como sanduíches, molhos de salada, saladas à base de batatas, entre tantos outros. A esterilização é operação que reduz a população desses microrganismos formadores de esporos.
O mel é considerado um dos principais vetores do botulismo infantil, por esse motivo, o consumo de mel para crianças menores de um ano de idade é contra-indicado. O patógeno responsável pela produção da neurotoxina é o Clostridium botulinum, classificado como:
rotavírus;
bactéria anaeróbia;
fungo;
bactéria aeróbia;
vírus.
A água é considerada potável, sob o ponto de vista microbiológico, quando apresenta ausência de coliformes totais e termotolerantes em 100 ml de amostra de água para consumo. O mais específico indicador de contaminação fecal recente e de eventual presença de organismos patogênicos é a bactéria:
enterobacter cloacae;
citrobacter diversus;
klebsiella pneumoniae;
serratia marcescens;
escherichia coli.
A intoxicação é causada pela ingestão de uma toxina préformada por patógenos afetando o Trato Gastrointestinal. Também conhecida como disenteria bacilar, essa bactéria grannegativa causa uma forma grave de diarreia e geralmente possui um período de incubação de 12 horas a 2 semanas. Essa bactéria é denominada de:
Salmonella.
Vibrio parahaemolyticus.
Shigella.
Vibrio Chlerae.
Clostridium perfringes.
O Bacillus cereus é uma bactéria gram-positiva, facultativamente aeróbica, formadora de esporos e produtora de dois tipos de toxina: a diarreica, que é termolábil, e a emética, que é termoestável. Os surtos relacionados a essa bactéria são caracterizados por vômitos e estão mais associados a produtos à base de arroz, embora outros produtos, como batatas, massas e queijos, também se associem a surtos relacionados a essa mesma bactéria.
Em relação ao oxigênio, são poucos os microorganismos patogênicos aeróbios estritos importantes em alimentos. Constitui exemplo desses microorganismos:
Pseudomonas sp.
Clostridium botulinum.
Clostridium perfringes.
Clostridium tetani.
Escherichia coli.
A restrição de oxigênio e o aumento de outros gases, como o dióxido de carbono, óxido de etileno e azônio, configura procedimento útil no controle de bactérias patogênicas de origem alimentar, em sua maioria aeróbias.
Intoxicação Alimentar

(Disponível em: <www.eufic.org/upl/1/default/img/49_4_big.gif>. Acesso em: 25 fev. 2010.).
Intoxicação alimentar ocorre mais em casa do que em restaurantes
22 de janeiro de 2010 – Cooperativa dos Médicos do Brasil
Intoxicação alimentar
Se comer fora de casa pode ser arriscado, preparar o próprio alimento também não garante isenção de contaminações.
A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo descobriu que 27% dos casos de intoxicação alimentar, registrados entre 1998 e 2008, foram gerados por ingestão de alimentos preparados em casa.
Nesse período, a Secretaria computou 76,8 mil casos de doenças transmitidas por água e alimentos (DTA). A grande maioria deles ― 72,5 mil ― são casos de diarreia aguda causada por bactéria, principalmente a Salmonella, responsável por 7 mil deles.
Intoxicação caseira
No entanto, de acordo com o órgão, o dado que mais chamou a atenção foi o alto número de intoxicações ocorridas nas residências, que superou as provocadas por alimentos ingeridos em estabelecimentos comerciais ligados à área de alimentação, como restaurantes, bares e padarias, que respondem por 24% do total.
Creches, escolas, asilos e outros locais representaram 39% das intoxicações alimentares e em 10% dos casos não houve registros do local de contaminação.
Diário de Saúde. Disponível em:<http://www.coomeb.com.br/?p=504>. Acesso em: 8 fev. 2010.). Acesso em: 8 fev. 2010.).
A diferença corretamente estabelecida entre intoxicação alimentar e infecção alimentar está contida na alternativa
Toxinose ou intoxicação alimentar é causada por colonização e ação de toxinas e infecção alimentar é provocada pela ingestão de toxinas viáveis do micro-organismo patogênico
Toxinose ou intoxicação alimentar é causada por colonização e ação de toxinas e infecção alimentar é provocada pela ingestão de células viáveis do micro-organismo patogênico, por colonização e/ou invasão do epitélio gatrointestinal.
Toxinose ou intoxicação alimentar é causada pela ingestão de toxinas bacterianas pré-formadas nos alimentos, decorrente da multiplicação de bactérias toxinogênicas nos alimentos e a infecção alimentar é causada pela ingestão de micro-organismos patogênicos que se multiplicam no trato gastrintestinal, produzindo toxinas ou agressão ao epitélio.
Toxinose ou intoxicação alimentar é causada pela ingestão de células viáveis do micro-organismo patogênico, por invasão do epitélio e a infecção alimentar é provocada pela colonização de toxinas.
Toxinose ou intoxicação alimentar é provocada por colonização de esporos e infecção alimentar é causada pela ingestão de células viáveis do micro-organismo patogênico por invasão do epitélio gástrico.