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Com base na Resolução/CD/FNDE nº 38/09, assinalar a alternativa que NÃO apresenta um princípio do Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE:
O direito humano à alimentação adequada, visando garantir a segurança alimentar e nutricional dos alunos.
A sustentabilidade e a continuidade, que visam ao acesso regular e permanente à alimentação saudável e adequada.
A equidade, que compreende o direito constitucional à alimentação escolar, com vistas à garantia do acesso ao alimento de forma igualitária.
A parcialidade do atendimento da alimentação escolar gratuita, a qual consiste na atenção aos alunos matriculados na rede pública de Educação Básica.
A educação alimentar e nutricional corresponde a uma das diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Sobre esse tema, assinale a afirmativa correta.
As ações de educação alimentar e nutricional realizadas na escola são de responsabilidade da coordenação pedagógica e devem ser coordenadas pela direção da escola.
As ações de educação alimentar e nutricional devem ser sazonais e devem ter como objetivo a transmissão de conhecimentos aos escolares para a correção de seus erros alimentares.
As ações de educação alimentar e nutricional na escola devem ser realizadas a partir do Ensino Fundamental, pois na Educação Infantil as crianças ainda não apresentam maturidade para compreender as informações transmitidas.
A utilização do alimento como ferramenta pedagógica e a formação dos atores envolvidos com o PNAE são ações de educação alimentar e nutricional que podem ser realizadas na escola.
Sobre os princípios do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), analise as afirmativas.
I - O direito humano à alimentação adequada visa garantir segurança alimentar e nutricional dos estudantes.
II - A equidade do atendimento da alimentação escolar gratuita consiste na atenção aos estudantes matriculados na rede pública de educação básica.
III - A universalidade compreende o direito constitucional à alimentação escolar, com vista à garantia do acesso ao alimento de forma igualitária.
IV - A sustentabilidade e a continuidade visam ao acesso regular e permanente à alimentação saudável e adequada.
Estão corretas as afirmativas
I, II e III, apenas.
I e IV, apenas.
II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
Considerando as recomendações propostas pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) em relação à oferta da alimentação nas escolas, assinale a alternativa CORRETA.
Os cardápios deverão oferecer, no mínimo, cinco porções de frutas e hortaliças por semana (400 g por aluno)
Para as preparações diárias da alimentação escolar, recomenda-se no máximo 5% da energia total proveniente de açúcar simples adicionado.
A oferta de doces e/ou de preparações doces fica limitada a três porções por semana, equivalentes a 110 kcal por porção.
Os cardápios deverão atender, em média, a no mínimo 30% das necessidades nutricionais diárias, por refeição ofertada, para os alunos matriculados nas escolas localizadas em comunidades indígenas ou em áreas remanescentes de quilombos, exceto creches.
Os cardápios deverão atender, em média, a no mínimo 30% das necessidades nutricionais diárias, por refeição ofertada, para os alunos matriculados na educação básica em período parcial.
Assinale a alternativa que corresponde a uma ação de promoção da alimentação saudável nas escolas das redes pública e privada, da educação infantil ao ensino médio:
Sensibilizar e capacitar os profissionais envolvidos com alimentação na escola para produzir e oferecer alimentos mais saudáveis.
Trabalhar em parceria com as famílias, enfatizando a corresponsabilidade na alimentação saudável das crianças.
Incorporar o tema alimentação saudável no projeto pedagógico da escola.
Definir estratégias, em conjunto com a comunidade escolar, para favorecer escolhas saudáveis.
Todas as alternativas anteriores estão corretas.
Segundo o Programa Nacional de Alimentação Escolar, os cardápios deverão ser planejados para atender, em média, às necessidades nutricionais dos alunos, de modo a suprir:
no mínimo 20% (vinte por cento) das necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo, duas refeições, para as creches em período parcial.
no mínimo 30% (trinta por cento) das necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo, três refeições, para as creches em período integral inclusive as localizadas em comunidades indígenas ou áreas remanescentes de quilombos.
no mínimo 70% (setenta por cento) das necessidades nutricionais diárias, por refeição ofertada, para os alunos matriculados nas escolas localizadas em comunidades indígenas ou em áreas remanescentes de quilombos, exceto creches.
no mínimo 50% (cinquenta por cento) das necessidades nutricionais diárias quando ofertada uma refeição, para os demais alunos matriculados na educação básica, em período parcial.
no mínimo 30% (trinta por cento) das necessidades nutricionais diárias, quando ofertadas duas ou mais refeições, para os alunos matriculados na educação básica, exceto creches em período parcial.
Segundo o PNAE, o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Nutricionistas são responsáveis
pela assistência financeira em caráter complementar, pela fiscalização da execução do programa e pela avaliação da sua efetividade e eficácia.
pelo recebimento, pela execução e pela prestação de contas dos recursos financeiros transferidos pelo FNDE.
pela fiscalização da aplicação dos recursos transferidos e zelar pela qualidade dos produtos, desde a compra até a distribuição nas escolas, prestando atenção às boas práticas sanitárias e de higiene.
pela apuração de denúncias, em parceria com o FNDE.
pela fiscalização do exercício da profissão, reforçando a importância da atuação do profissional na área da alimentação escolar.
Na gestão de materiais em uma unidade de alimentação e nutrição escolar, um instrumento que permite a gestão e a análise de materiais é
a curva ABC.
o indicador de pessoal.
o indicador de restos.
o orçamento.
o ponto de otimização.
De acordo com a Resolução nº 26/2013, a coordenação das ações de alimentação escolar, no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), deve ser realizada por nutricionista habilitado. Sobre as atribuições do nutricionista Responsável Técnico pelo PNAE, assinale a alternativa INCORRETA.
Realizar o diagnóstico e o acompanhamento do estado nutricional dos estudantes.
Planejar, elaborar, acompanhar e avaliar o cardápio da alimentação escolar.
Acompanhar o preparo, a distribuição e o consumo das refeições pelos escolares.
Coordenar e realizar ações de educação alimentar e nutricional.
Aplicar testes de aceitabilidade sempre que introduzir novas frutas e hortaliças às preparações.
O Programa Nacional de Alimentação Escolar estabelece algumas recomendações para o planejamento dos cardápios da alimentação escolar, como por exemplo:
os cardápios deverão oferecer, no mínimo, três porções de frutas e hortaliças por dia.
o uso de açúcar de adição deve ser restrito a, no máximo, 10% da energia total diária.
as preparações diárias deverão conter, no máximo, dois gramas de sal.
a gordura saturada deve fornecer, no máximo, 15% da energia total diária.
a oferta de doces e/ou preparações doces fica limitada a uma porção por dia.
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) poderá suspender o repasse de recursos financeiros para a execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) na seguinte condição:
realização do teste de aceitabilidade restrito à introdução no cardápio de alimento novo ou outras alterações inovadoras nas preparações.
aquisição dos gêneros alimentícios da agricultura familiar em municípios vizinhos, fora do território da entidade executora.
ausência do conselho de alimentação escolar (CAE), que se trata de órgão deliberativo, de fiscalização e de assessoramento do programa.
atuação do nutricionista, que exerce a responsabilidade técnica do programa, em mais de um município da respectiva jurisdição do Conselho Regional de Nutrição.
Com relação à elaboração de cardápios para uma escola, assinale a alternativa incorreta:
A disponibilidade de gêneros alimentícios no mercado e o número de educandos não são fatores importantes no momento da elaboração do cardápio.
O fator de correção é essencial para que seja efetuado o cálculo do per capita bruto.
Para a definição do per capita dos alimentos que serão consumidos no cardápio, é indispensável conhecer as necessidades calóricas e hábitos alimentares dos educandos.
A qualidade do alimento e a qualificação do cozinheiro escolar influenciam o fator de correção do alimento.
Os aspectos econômicos e de apresentação são fatores técnicos importantes no planejamento do cardápio escolar ideal.
Segundo o Art. 3º da Resolução CFN nº 465/2010, compete ao nutricionista exercer atividades técnicas obrigatórias no âmbito do PNAE, descritas nas opções a seguir, à exceção de uma. Assinale-a.
Elaborar fichas técnicas das preparações que compõem o cardápio.
Planejar, coordenar e supervisionar a aplicação de teste de aceitabilidade quando se fizer necessário.
Compor o Conselho de Alimentação Escolar – CAE.
Interagir com os agricultores familiares e empreendedores familiares rurais e suas organizações.
Participar do processo de licitação e da compra direta de gêneros alimentícios da agricultura familiar.
O nutricionista, responsável técnico pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), deve garantir a oferta de alimentos seguros e saudáveis aos escolares, conforme disposto na Resolução CD/FNDE n. 26/06/2013. Por isso, é
restrita a aquisição de alimentos enlatados, embutidos, doces, preparações semiprontas ou prontas para o consumo.
permitido, no limite de 20%, o uso dos recursos financeiros repassados pelo FNDE para a aquisição de refrescos artificiais, chás prontos ou bebidas similares para o consumo.
vedada a aquisição de alimentos compostos ou alimentos concentrados em pó e/ou desidratados para reconstituição.
permitido, no limite de 30%, o uso dos recursos financeiros repassados pelo FNDE para a aquisição de gêneros alimentícios provenientes da agricultura familiar.
Segundo a Resolução/CD/FNDE nº 38, de 16 de julho de 2009, estabelece cardápios por modalidade de ensino e por faixa etária. Para atender às necessidades nutricionais da clientela atendida pela rede municipal de ensino, os cardápios deverão oferecer, no mínimo,
três porções de frutas e hortaliças por semana (200 gramas/aluno/semana) nas refeições ofertadas.
quatro porções de frutas e hortaliças por semana (300 gramas/aluno/semana) nas refeições ofertadas.
cinco porções de frutas e hortaliças por semana (400 gramas/aluno/semana) nas refeições ofertadas.
seis porções de frutas e hortaliças por semana (500 gramas/aluno/semana) nas refeições ofertadas.
sete porções de frutas e hortaliças por semana (600 gramas/aluno/semana) nas refeições ofertadas.
As políticas públicas no âmbito da alimentação e nutrição têm alicerçado as diretrizes no campo da educação alimentar e nutricional (EAN) para melhorar a formação de hábitos alimentares saudáveis da população. Neste contexto, a política que rege o Programa Nacional de Alimentação Escolar propõe que as escolas
criem disciplinas de EAN no currículo escolar, com enfoque na alimentação saudável.
utilizem o alimento como ferramenta pedagógica nas atividades de EAN.
criem datas comemorativas nas escolas, tendo a EAN como temática.
formem monitores pedagógicos capazes de orientar a comunidade escolar sobre EAN.
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) é um programa de assistência financeira suplementar que visa à garantia de no mínimo uma refeição diária/aluno. São beneficiados pelo programa:
os estudantes de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos) matriculados nas escolas públicas e mantidas por empresas conveniadas com o poder público, filantrópicas e em entidades comunitárias por, no mínimo, 240 dias letivos/ano.
os estudantes de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos) matriculados nas escolas públicas, indígenas, comunitárias urbanas e rurais por, no mínimo, 240 dias letivos/ano.
os estudantes de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos) matriculados nas escolas públicas, indígenas, filantrópicas e em entidades comunitárias (conveniadas com o poder público) por, no mínimo, 200 dias letivos/ano.
os estudantes de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio) matriculados nas escolas públicas, indígenas, filantrópicas e em entidades comunitárias (conveniadas com o poder público) por, no mínimo, 200 dias letivos/ano.
os estudantes de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio) matriculados nas escolas públicas, indígenas, filantrópicas e em entidades comunitárias (conveniadas com o poder público) por, no mínimo, 300 dias letivos/ano.
De acordo com a Resolução/FNDE nº 38/2009, que dispõe a respeito do atendimento da alimentação escolar aos alunos da educação básica no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o PNAE tem por objetivo geral
respeitar os hábitos alimentares, considerados como tais as práticas tradicionais que fazem parte da cultura e da preferência alimentar local saudáveis.
incluir a educação alimentar e nutricional no processo de ensino e aprendizagem, que perpassa pelo currículo escolar, abordando o tema alimentação e nutrição e o desenvolvimento de práticas saudáveis de vida, na perspectiva da segurança alimentar e nutricional.
centralizar as ações e a articulação, em regime de colaboração, entre as esferas de governo.
apoiar o desenvolvimento sustentável, com incentivos para a aquisição de gêneros alimentícios diversificados, produzidos em âmbito local e preferencialmente pela agricultura familiar e pelos empreendedores familiares, priorizando as comunidades tradicionais indígenas e as remanescentes de quilombos.
contribuir para o crescimento e o desenvolvimento biopsicossocial, a aprendizagem, o rendimento escolar e a formação de práticas alimentares saudáveis dos alunos, por meio de ações de educação alimentar e nutricional e da oferta de refeições que cubram as suas necessidades nutricionais durante o período letivo.
O nutricionista é um profissional essencial para a adequada execução do Programa de Nutrição e Alimentação Escolar (PNAE). Compete ao nutricionista responsável técnico (RT) assumir as atividades de
exclusivamente de planejamento de todas as ações de alimentação e nutrição no âmbito da alimentação escolar.
exclusivamente coordenação e avaliação de todas as ações de alimentação e nutrição no âmbito da alimentação escolar.
exclusivamente planejamento, coordenação e supervisão de todas as ações de alimentação e nutrição no âmbito da alimentação escolar.
exclusivamente supervisão e avaliação de todas as ações de alimentação e nutrição no âmbito da alimentação escolar.
planejamento, coordenação, direção, supervisão e avaliação de todas as ações de alimentação e nutrição no âmbito da alimentação escolar.
Conforme as diretrizes para a Promoção da Alimentação Saudável nas Escolas de educação infantil, fundamental e nível médio das redes públicas e privadas, em âmbito Nacional, instituídas pela Portaria Interministerial nº 1.010, de 2006, e considerando que a alimentação no ambiente escolar pode e deve ter função pedagógica, devendo estar inserida no contexto curricular, assinale qual das alternativas não contém orientações corretas considerando os termos aqui apresentados.
Estabelecimento de que as competências das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e de Educação, dos Conselhos Municipais e Estaduais de Saúde, Educação e Alimentação Escolar sejam pactuadas em fóruns locais de acordo com as especificidades identificadas.
Estímulo à produção de hortas escolares transgênicas e livres de agrotóxicos para a realização de atividades com os alunos e a utilização dos alimentos produzidos na alimentação ofertada na escola.
Restrição da oferta e da venda de alimentos com alto teor de gordura, gordura saturada, gordura trans, açúcar livre e sal e desenvolver opções de alimentos e refeições saudáveis na escola.
Reconhecimento de que a alimentação saudável deve ser entendida como direito humano, compreendendo um padrão alimentar adequado às necessidades biológicas, sociais e culturais dos indivíduos, de acordo com as fases do curso da vida e com base em práticas alimentares que assumam os significados socioculturais dos alimentos.
Desenvolvimento de estratégias de informação às famílias, enfatizando sua corresponsabilidade e a importância de sua participação nesse processo.