

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O desenvolvimento da linguagem oral na criança está diretamente relacionado:
À maturação biológica dos órgãos fonadores, sem influência do meio social.
À imitação mecânica dos adultos, sem envolvimento de processos cognitivos.
Às interações sociais significativas, em que a criança é exposta à fala em contextos comunicativos reais, mediada por adultos e pares mais experientes.
Ao treino sistemático de fonemas isolados antes da aquisição vocabular.
Em uma aula de Língua Portuguesa, o professor propõe que os estudantes analisem um anúncio publicitário, observando o uso de verbos no imperativo, a escolha de palavras e a combinação entre linguagem verbal e imagens. Em seguida, os alunos discutem como esses recursos contribuem para persuadir o leitor e produzem seus próprios textos com finalidades semelhantes.
De acordo com a BNCC, essa prática exemplifica uma abordagem de análise linguística/semiótica que:
Prioriza a identificação e classificação de elementos gramaticais de forma isolada.
Enfatiza a memorização de regras normativas para aplicação em exercícios estruturais.
Integra a reflexão sobre os recursos linguísticos e semióticos ao uso da linguagem na produção de sentidos em contextos reais.
Substitui o trabalho com leitura e produção textual pelo estudo sistemático da gramática.
Durante uma aula, o professor utiliza um tradutor automático para que os alunos convertam frases do português para o inglês, sem discussão sobre contexto ou sentido.
Segundo a BNCC, essa prática é inadequada porque:
Reduz o papel das tecnologias digitais no processo de ensino-aprendizagem, contrariando a cultura digital proposta pelos documentos.
É muito complexa para os alunos.
Não desenvolve competências comunicativas nem reflexão sobre a linguagem.
Prioriza a modalidade escrita prejudicando a oralidade.
A articulação entre ler, escrever e as áreas do conhecimento, conforme preconizado pelos documentos curriculares, pressupõe que a língua portuguesa é um instrumento para a construção de saberes em todas as disciplinas, mas isso não implica que o professor de língua portuguesa deva se responsabilizar pela alfabetização científica ou matemática dos alunos, já que essas são atribuições exclusivas de suas respectivas áreas específicas.
Certo
Errado
A literatura, enquanto manifestação artística, constitui-se historicamente em diferentes contextos sociais e culturais, nos quais se modificam valores estéticos, formas de representação, concepções de sujeito e relações com a realidade. Nesse percurso, movimentos literários, como o Romantismo, o Realismo, o Modernismo, entre outros, expressam diferentes modos de compreender e representar o mundo.
A partir dessa perspectiva e considerando as contribuições de Antônio Candido para os estudos literários, assinale a alternativa que apresenta uma compreensão adequada da relação entre literatura, sociedade e história.
A literatura deve ser compreendida prioritariamente como expressão individual do autor, de modo que os movimentos literários constituem apenas classificações posteriores, sem relação significativa com as transformações históricas e sociais de seu período.
Os movimentos literários correspondem a modelos estéticos rígidos e sucessivos, nos quais cada escola substitui integralmente a anterior, sendo possível compreender uma obra literária apenas pela identificação de suas características formais.
A literatura constitui um fenômeno simultaneamente estético, histórico e social, de modo que as obras podem ser compreendidas em relação às condições de sua produção e circulação, sem que sua dimensão artística seja reduzida a um simples reflexo da sociedade.
A dimensão social da literatura determina diretamente o conteúdo das obras, razão pela qual os movimentos literários devem ser analisados principalmente como documentos históricos que reproduzem fielmente a realidade de cada época.
(IBED) A consciência fonológica compreende a capacidade de refletir e operar sobre segmentos sonoros da fala e pode ser favorecida por atividades com rimas, sílabas e fonemas, sem que isso torne dispensáveis as práticas sociais de leitura e escrita.
Certo
Errado
No âmbito da perspectiva histórico-cultural, o desenvolvimento da linguagem escrita na infância envolve construção social e cultural mediada pelas interações humanas. Considerando essa abordagem, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.
O ensino da linguagem escrita deve ser compreendido como um processo centrado na memorização de letras e na reprodução de códigos gráficos, sendo o desenho e o brincar atividades secundárias, cabendo ao educador apenas transmitir conteúdos formais sem mediação das experiências simbólicas.
A aprendizagem da linguagem escrita deve ser compreendida como um processo espontâneo e individual, independente das interações sociais e da mediação pedagógica, sendo desnecessária a atuação do educador na condução das experiências que favorecem a compreensão da escrita como linguagem.
O desenvolvimento da linguagem escrita deve ser compreendido como um processo que envolve múltiplas formas de expressão simbólica, como o desenho e o brincar, sendo papel do educador mediar essas experiências para que a criança compreenda a escrita como linguagem, e não apenas como codificação de letras.
O desenvolvimento da linguagem escrita deve ser concebido como um processo direto e imediato, sem a necessidade de mediações simbólicas como o desenho e o brincar, sendo papel do educador focar apenas na codificação de letras, sem articulação com outras formas de expressão.
Ao analisar a produção escrita de seus estudantes, um professor observou que a maioria utilizava corretamente estruturas gramaticais isoladas, mas apresentava dificuldades para adaptar a linguagem às diferentes situações comunicativas, comprometendo a adequação discursiva dos textos produzidos.
Considerando os pressupostos da Abordagem Comunicativa (Communicative Language Teaching – CLT), a intervenção pedagógica mais adequada consiste em:
ampliar o número de exercícios estruturais e de repetição mecânica até que os alunos eliminem todos os erros gramaticais.
priorizar atividades contextualizadas que favoreçam a negociação de sentidos, a interação entre os estudantes e o uso funcional da língua em diferentes situações comunicativas.
substituir as atividades de produção escrita por exercícios de tradução literal de textos autênticos.
concentrar o planejamento exclusivamente na correção da precisão gramatical, deixando a fluência para etapas posteriores.
Durante uma atividade de produção textual, os estudantes escrevem uma carta destinada à direção da escola para apresentar propostas de melhoria do espaço escolar. Após a primeira versão, a professora promove leitura dos textos, discussão sobre clareza das ideias, organização das informações, adequação da linguagem e revisão das produções.
Considerando uma concepção processual de produção textual, a prática da professora:
descaracteriza a produção escrita, pois o texto deve ser produzido em uma única etapa.
valoriza apenas os aspectos gramaticais da escrita, deixando o conteúdo em segundo plano.
compreende a escrita como processo, envolvendo planejamento, produção, revisão e reescrita em função de uma finalidade comunicativa.
substitui o ensino da gramática por atividades exclusivamente comunicativas.
Pesquisas recentes sobre o desenvolvimento da linguagem escrita, inspiradas em abordagens construtivistas, psicolinguísticas e socioculturais, indicam que o processo de aprendizagem da escrita não se reduz à decodificação do código alfabético, mas envolve a constituição do sujeito como produtor de sentidos em práticas discursivas situadas. Nesse contexto, o ato de escrever emerge como forma de pensar e de interagir simbolicamente com o mundo, implicando dimensões cognitivas, sociais e ideológicas, uma vez que:
o desenvolvimento da linguagem escrita, enquanto processo de apropriação simbólica, pressupõe a interiorização progressiva das convenções gráficas e discursivas da língua, em um percurso que se consolida quando o sujeito alcança o domínio normativo dos gêneros textuais escolarmente legitimados.
o processo de construção da escrita, ainda que permeado por interações sociais, é essencialmente individual, pois requer o amadurecimento interno das estruturas cognitivas responsáveis pela correspondência entre oralidade e grafia, sendo as mediações externas apenas circunstanciais.
a emergência da escrita no sujeito em formação manifesta-se por meio de construções provisórias que expressam hipóteses sobre o funcionamento da língua, constituindo momentos legítimos de elaboração simbólica que precedem o domínio formal do sistema gráfico.
a consolidação da escrita enquanto prática social exige a completa superação das fases pré-silábicas e silábicas, uma vez que a permanência dessas representações indica lacunas cognitivas que comprometem a progressão textual e o reconhecimento do outro como interlocutor.
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo implantou uma estratégia inspirada em álbuns de figurinhas de futebol para incentivar a leitura entre estudantes do 1º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio. A dinâmica é simples: cada minuto de leitura realizada em uma plataforma digital gera pontos, que podem ser trocados por figurinhas digitais. Em razão da Copa do Mundo, cada minuto lido vale 5 pontos e a conclusão de um livro rende um bônus de 200 pontos. Com esses pontos, os estudantes abrem “pacotinhos” virtuais e completam álbuns com temas ligados ao futebol. Os álbuns são lançados semanalmente na plataforma e permitem trocas de figurinhas entre colegas, inclusive em sala de aula.
Adaptado de Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Índice de leitura na rede estadual de SP cresce com álbuns digitais de figurinhas de futebol . 23/06/2026.
Após implementar a atividade em uma turma da 1ª série do Ensino Médio, com o objetivo de ampliar os índices de leitura, um professor identificou que os alunos apresentavam grande participação na plataforma digital e nas trocas de figurinhas, mas pouca interação nas discussões realizadas em sala de aula sobre os textos lidos.
Considerando os princípios das metodologias ativas e da integração pedagógica das tecnologias digitais, conforme Bacich e Moran (2017), o encaminhamento docente mais adequado para essa situação é
ampliar o uso da plataforma digital em atividades assíncronas para otimizar o tempo das aulas presenciais, promovendo atividades de discussões em grupo.
articular as leituras realizadas previamente na plataforma digital com atividades presenciais mediadas pelo professor, que exijam resolução de problemas, em consonância com a metodologia da sala de aula invertida.
substituir gradualmente o uso da plataforma digital por atividades presenciais conduzidas pelo professor, garantindo maior controle sobre os textos selecionados e sobre a participação dos estudantes nas discussões.
utilizar os dados gerados pela plataforma para personalizar as indicações de leitura aos interesses individuais dos estudantes, pois a adequação dos textos às preferências pessoais é suficiente para ampliar a participação nos debates.
vincular as recompensas da plataforma ao produto final, e não ao processo, para evitar a dispersão do foco em sala de aula, conforme os princípios da aprendizagem baseada em projetos.
Associe as concepções de linguagem e escrita (Coluna A) às suas características (Coluna B).
Coluna A
I.Linguagem como interação.
II.Escrita como sistema simbólico.
III.Linguagem como prática social.
IV.Escrita como construção cognitiva.
V.Linguagem no desenvolvimento humano.
Coluna B
A.Processo pelo qual o sujeito elabora hipóteses sobre o funcionamento da escrita.
B.Meio de comunicação construído nas relações sociais.
C.Forma de expressão influenciada pelo contexto cultural.
D.Representação simbólica organizada por regras próprias.
E.Elemento fundamental para o desenvolvimento do pensamento.
Assinale a alternativa com a associação CORRETA:
I.B, II.D, III.C, IV.A, V.E.
I.A, II.B, III.C, IV.D, V.E.
I.D, II.A, III.C, IV.B, V.E.
I.B, II.C, III.D, IV.A, V.E.
I.C, II.D, III.B, IV.E, V.A.
No âmbito do ensino de língua e literatura, a afirmação de que "o texto literário não deve ser tratado como pretexto" orienta concepções específicas sobre a articulação entre leitura literária e conhecimentos linguísticos. Considerando esse princípio e as abordagens críticas contemporâneas, pressupõe-se que:
O texto literário oferece material privilegiado para o ensino da língua por apresentar usos elaborados da norma, o que favorece a internalização de estruturas linguísticas socialmente valorizadas.
A exploração de recursos linguísticos em textos literários legitima-se quando estes permitem sistematizar regularidades gramaticais, desde que preservada a integridade formal da obra.
A articulação entre literatura e linguística no ensino exige delimitação rigorosa de objetivos, de modo que a leitura estética anteceda e legitime a abordagem conceitual da língua.
A análise linguística do texto literário pode ocorrer de forma produtiva ao focalizar escolhas expressivas da linguagem, sem subordinar a obra a finalidades externas ao seu funcionamento estético.
O tratamento linguístico do texto literário deve priorizar fenômenos recorrentes da língua, assegurando que a interpretação se mantenha compatível com descrições gramaticais estabilizadas.
Em relação às concepções que fundamentam o ensino da literatura na escola, particularmente no que se refere à formação do leitor literário, avalie criticamente as assertivas abaixo e assinale aquela cuja formulação melhor se articula aos princípios que sustentam uma prática pedagógica comprometida com a complexidade estética, ética e discursiva do texto literário.
A escola, ao propor a formação do leitor de literatura, deve considerar a estabilidade referencial da linguagem literária como ponto de partida para a exploração das múltiplas interpretações possíveis, garantindo que o texto seja lido à luz de sua função semiótica primária, anterior a qualquer apropriação subjetiva.
A prática da leitura literária, orientada por intencionalidades pedagógicas, tende a se beneficiar de propostas que valorizem a aproximação do texto ao cotidiano do aluno, o que implica, metodologicamente, a busca por obras cuja temática se alinhe a vivências concretas e rotineiras, favorecendo sua apropriação.
A leitura literária, no contexto educacional, implica um esforço metodológico voltado à decodificação dos elementos estruturais do texto, sendo esse processo necessário para o desenvolvimento de competências interpretativas passíveis de generalização a outros campos da linguagem.
O processo de formação do leitor literário, longe de se restringir a uma exposição dirigida à variedade textual, supõe uma abordagem em que a singularidade da experiência estética se relacione com o repertório sociocultural do sujeito, favorecendo leituras plurais e instáveis, mesmo em níveis iniciais de escolarização.
A constituição do leitor literário, em sua dimensão escolar, requer mediações sistemáticas que promovam o reconhecimento do texto como construção discursiva situada, mas que também o reconduzam a modelos textuais que revelem regularidade composicional e recorrência temática.
No trabalho com diferentes gêneros textuais nos anos iniciais, a articulação entre linguagem verbal e não verbal contribui para que o estudante:
memorize estruturas linguísticas da literatura escrita e da literatura surda.
reconheça aspectos estéticos do literário de modo a performar o texto através de gestos.
interprete sentidos produzidos por diferentes semioses.
realize a decodificação gráfica das palavras.
interprete a informação literal e implícita de áudios.
Em uma aula sobre numerais em Língua Kaingang, o professor propõe atividades relacionadas à contagem de sementes utilizadas no plantio tradicional da comunidade. Essa estratégia pedagógica demonstra que:
O ensino deve limitar-se ao livro didático.
Há integração entre vocabulário, cultura local e aprendizagem significativa.
O planejamento deixou de ser seguido.
O conteúdo formal foi substituído por prática cultural.
No ensino da língua espanhola, a sala de aula invertida contribui para a construção do conhecimento e para a formação da cidadania ao
privilegiar o contato prévio do aluno com os conteúdos em espanhol, utilizando o tempo em sala para práticas comunicativas e reflexão crítica.
focar no ensino de gramática pelos estudantes para o restante da turma, de maneira desvinculada do ambiente escolar.
aplicar avaliações somativas como principal estratégia de verificação da aprendizagem autônoma.
transferir a responsabilidade do ensino para o aluno, reduzindo a mediação pedagógica do professor em sala de aula.
substituir as atividades presenciais por videoaulas, limitando a interação oral e cultural entre os estudantes.
Em uma sequência didática desenvolvida nos anos finais do Ensino Fundamental, o professor propõe a análise comparativa de dois textos sobre o mesmo tema: uma notícia jornalística e uma postagem em rede social. Os alunos são orientados a observar diferenças na organização das informações, no uso de recursos linguísticos e semióticos, bem como nas escolhas gramaticais relacionadas à coesão, à modalização e à adequação ao contexto de circulação.
À luz das orientações da BNCC para o ensino de gramática, essa prática pedagógica evidencia uma concepção segundo a qual:
a gramática integra a Análise Linguística/Semiótica, funcionando como instrumento para compreender como escolhas linguísticas e não verbais produzem sentidos distintos em diferentes gêneros e campos de atuação.
a gramática deve ser ensinada prioritariamente como um sistema autônomo de regras, cabendo ao texto apenas ilustrar usos corretos da língua.
a análise gramatical perde relevância diante da diversidade de gêneros, devendo ser substituída por atividades interpretativas gerais.
o ensino de gramática deve concentrar-se na identificação de classes de palavras e funções sintáticas, independentemente dos efeitos de sentido nos textos.
a abordagem gramatical deve restringir-se ao domínio da norma-padrão, uma vez que os diferentes campos de atuação exigem homogeneidade linguística.
Em uma turma dos anos finais do Ensino Fundamental, o professor observa que muitos alunos conseguem localizar informações explícitas nos textos, mas demonstram dificuldade em compreender por que determinados recursos linguísticos são utilizados em diferentes gêneros. Para enfrentar esse problema, o docente propõe atividades de leitura orientada, destacando que os gêneros textuais se modificam conforme as necessidades comunicativas dos grupos sociais, conforme expresso no trecho: “Os gêneros textuais se transformam porque respondem às necessidades comunicativas dos grupos sociais”.
Considerando essa situação de ensino, a abordagem descrita favorece, sobretudo, o desenvolvimento da habilidade de:
memorizar classificações sintáticas como objetivo central da leitura.
identificar relações de causa que sustentam a progressão argumentativa do texto.
reconhecer apenas a sequência cronológica dos fatos apresentados.
isolar orações de forma independente, sem articulação com o sentido global do texto.
substituir conectivos por equivalentes formais, sem considerar efeitos de sentido.
Segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), “A proliferação do discurso de ódio também é tematizada em todos os anos, e habilidades relativas ao trato e respeito com o diferente e com a participação ética e respeitosa em discussões e debates de ideias são consideradas”
(Brasil, 2018, p. 136-137, adaptado).
Considerando essa orientação e a quarta competência específica de Linguagens para o Ensino Fundamental, uma atividade de ensino de língua portuguesa propôs que o estudante usasse efetivamente a língua envolvendo necessariamente a defesa ativa de pontos de vista éticos e humanos.Para isso, o professor elaborou exercícios com o objetivo de
analisar os efeitos de sentido das figuras de linguagem em poemas de temática humanitária.
comparar as fontes de informação em sites de notícias para verificação da verdade dos fatos.
estruturar argumentos que respeitem a dignidade humana e promovam ética no debate social.
identificar as marcas de opinião em textos jornalísticos para analisar a posição de seu autor.
reconhecer as normas da língua escrita em cartas de reclamação para defender seus direitos.