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Considere os seguintes itens: buscar controle sobre os estressores existentes; mudar atitudes e crenças sobre o estressor e sobre si mesmo; utilizar recursos disponíveis; modificar as respostas aos estressores. São conteúdos que revelam
ações de prevenção ao estresse que focalizam o indivíduo.
medidas empregadas nos programas de avaliação do estresse.
ações preventivas ao estresse que têm como foco os estressores.
procedimentos de combate ao estresse com ênfase no aspecto biológico.
medidas de prevenção ao estresse comuns, mas ineficazes.
Dejours (2015) afirma que a ansiedade dos trabalhadores em linha de montagem ou produções por peça provém:
das condições físico-quimícas do trabalho.
do rendimento exigido, ritmo de cadência e das cotas de produção.
da carga horária elevada de trabalho.
da falta de equipamento de proteção individual para o trabalho.
da falta de comunicação na equipe de trabalho.
O gestor que adota como estratégia organizacional a consulta às múltiplas fontes em avaliação de desempenho amplia suas condições de tomar decisão para sanar lacunas de desempenho, no entanto essa estratégia gera o risco de ampliar fatores de estresse que desencadeiam a síndrome de Burnout, uma vez que a produtividade do trabalhador e seus compromissos de desempenho passam a ser julgados por diversas pessoas.
A literatura científica apresenta alguns fatores de clima considerados mais relevantes na predição do nível de estresse. Um deles é a falta de participação no processo decisório, particularmente no relacionado
à organização e execução do trabalho; ao estilo de liderança gerencial.
à falta de estratégias organizacionais; à quantidade de recursos materiais.
ao nível de iluminação ambiental; à qualidade das relações com clientes.
à comunicação com colegas de trabalho; à ausência de normas comportamentais.
ao assédio moral; à participação em eventos organizados pela empresa.
A partir de estudos com trabalhadores brasileiros, Soares (2010) identificou três fontes principais de estresse no trabalho:
I- relação com empresa: refere-se a percepções de responsabilidades excessivas, dificuldades na relação com os chefes, falta de estímulos, promoções e planejamento por parte dos gestores;
II- relação com os colegas: relaciona-se com a avaliação de que os colegas não cooperam o suficiente para o bom funcionamento das atividades, além de questões ligadas à falta de união entre os funcionários;
III- relação com o próprio modo de ser: diz respeito às características deposicionais do funcionário, como o grau de auto cobrança, as expectativas geradas etc.
IV-relação financeira: está relacionado às políticas de cargos e salários.
V- relação de plano de carreira: diz respeito ao desconhecimento do funcionário sobre o plano de carreira da empresa.
Dos itens acima mencionados, estão corretos apenas:
I e II, apenas.
II e V, apenas.
IV e V, apenas.
I, II e III, apenas.
III, IV e V, apenas.
Uma possível intervenção psicológica direcionada a A., no respectivo contexto de trabalho, seria buscar provocar dissonância cognitiva, a fim de mudar as respectivas atitudes frente ao contexto, tendo em vista que esse, dificilmente muda.
A. pode ser considerado um exemplo típico de pessoa acometida pela síndrome de Burnout.
O trabalho tem íntima relação com os processos de saúde e doença da população trabalhadora. Sobre o lugar do trabalho na dinâmica psíquica dos trabalhadores, é INCORRETO afirmar:
A relação entre o homem e o trabalho tem se tornado cada vez mais complexa, modificando os determinantes do processo saúde-doença.
O trabalho é gerador de significações psíquicas, sustentadas pelas relações sociais de trabalho, que contribuem para o equilíbrio psíquico do trabalhador.
Para haver saúde mental no trabalho, é importante que as vivências de desprazer no trabalho sejam eliminadas.
Tanto a sobrecarga quanto a subcarga mental no trabalho podem gerar sofrimento e, se não forem interrompidas, podem desencadear o adoecimento.
As vivências de prazer e sofrimento são inerentes a quaisquer relações do indivíduo, especialmente as de trabalho.
Considere o seguinte depoimento feito por João:
“Em casa, as coisas não estão boas, e a separação é inevitável, mas estamos bem. Foi o amor que acabou, mas o respeito só tem aumentado. No trabalho, tenho feito o que posso, mas querem que eu seja pau para toda obra. Não economizam no que me pedem para fazer, sou um tarefeiro. No final, não estou bem e cada vez mais me sinto irritado, com insônia, sudorese, aperto no peito etc. Sem falar do herpes, da gastrite e do refluxo. Mas vou levando como posso e segundo meu jeito de ser”. |
Considerando que João apresenta um estado de estresse no grau de exaustão, pode-se, segundo seu depoimento, afirmar que este decorre de fatores
ambientais.
organizacionais.
individuais.
relacionais.
motivacionais.
Considerando as recentes reflexões sobre as contradições presentes quanto às estratégias organizacionais aplicadas à Saúde Mental no Trabalho e, ainda, o que você conhece sobre o tema, é CORRETO afirmar que essa modificação da preocupação “do corpo para a mente” se expressa especialmente quando:
a percepção dos trabalhadores sobre os programas de saúde existentes é positiva, por reconhecerem as atuais intervenções em torno dos sofrimentos mentais, como, por exemplo, sobre a DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho).
a gestão da saúde sobre o sofrimento no trabalho, apesar de incorporar as novas formas de gestão dos empreendimentos capitalistas, continua especialmente patente em manifestações como estresse, fadiga crônica, Burnout, DORT etc.
a percepção dos trabalhadores sobre os programas de saúde existentes é relativamente boa, por reconhecerem as atuais intervenções em torno dos sofrimentos físicos, como, por exemplo, sobre a DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho).
a gestão da saúde sobre o sofrimento no trabalho, apesar de incorporar as novas formas de gestão dos empreendimentos capitalistas, continua especialmente visível nos cuidados realizados diante dos casos de absenteísmo por causa do alcoolismo e do uso de drogas, e ainda, da Síndrome de Burnout – que significa um distúrbio físico a partir dos processos de somatizações psíquicas.
há o reconhecimento das organizações de que a Síndrome de Burnout está presente em 80% dos casos, visto ser um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por excesso de trabalho.
O estresse no trabalho pode provocar sérias consequências negativas para o colaborador, incluindo ansiedade, angústia, depressão, além de consequências físicas como distúrbios gástricos. Para a empresa, as consequências podem ser o absenteísmo e a rotatividade.
Considerando isso, constituem maneiras indicadas para a redução do estresse no trabalho:
1. Construir relações desconstrutivas e ineficazes com superiores hierárquicos.
2. Dedicar tempo para atividades de lazer e ralaxamento.
3. Praticar exercícios físicos regularmente.
4. Planejar objetivos pessoais e de carreira.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
É correta apenas a afirmativa 3.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
Existem vários fatores ambientais e humanos que interferem na qualidade de vida no trabalho e que podem ser geradores de estresse, como os fatores intrínsecos ao trabalho, os fatores psicossociais e os fatores organizacionais. São considerados fatores psicossociais:
comprometimento com o trabalho, Síndrome de Burnout e número de horas trabalhadas.
relacionamento com a chefia, estrutura organizacional vertical e esforço repetitivo.
clima organizacional, resiliência e autonomia.
hiperqualificação, clima organizacional e desenvolvimento da carreira.
subcarga e sobrecarga de trabalho, comunicação ineficaz e conflitos interpessoais.
A síndrome do burnout é considerada como a fase crônica do estresse. O Maslach Burnout Inventory (MBI) avalia como o trabalhador vivencia o próprio trabalho de acordo com três dimensões conceituais: exaustão emocional, realização profissional e despersonalização. A última versão desse inventário tem se mostrado útil para diagnosticar a síndrome de burnout porque
avalia apenas a frequência das três dimensões, pois foi detectada alta correlação com a intensidade.
identifica apenas a intensidade das respostas em cada uma das três dimensões, pois é a mais importante.
avalia a intensidade da exaustão emocional e a frequência das respostas nas demais dimensões.
identifica a intensidade, a frequência nas três dimensões e também os fatores associados ao burnout.
avalia a intensidade e a frequência das respostas em cada uma das três dimensões conceituais.
Cherniss, citado por Zanelli e Soares, contribui num aspecto fundamental para a compreensão de alguns estressores que conduzem o indivíduo ao fracasso psicológico, caracterizado pelo sentimento de perda da competência e eficácia profissional. Estes estressores são:
incompatibilidade com valores, falta de autonomia e sobrecarga.
falta de suporte, incompatibilidade com valores e sobrecarga.
injustiça salarial, falta de autonomia e incompatibilidade com valores.
falta de suporte, falta de autonomia e sobrecarga.
injustiça salarial, incompatibilidade com valores e sobrecarga.
O trabalho influencia, ao longo do tempo, as aspirações e o estilo.
Quanto ao estresse no trabalho é correto afirmar que
os trabalhadores devem cumprir as suas atividades, mesmo que elas ultrapassem a carga horária semanal, para não se envolverem em conflitos desnecessários.
a organização, ao exigir mais produtividade, está mostrando aos seus colaboradores que confia neles, aumentando, dessa forma, a autoestima do grupo.
o desiquilíbrio entre as exigências do trabalho e os princípios, necessidades e expectativas pessoais abre caminho para o desgaste físico e emocional.
as pessoas, na atualidade, tendem, cada vez mais a realizar suas tarefas somente no local de trabalho.
São consideradas como fontes de burnout: o envolvimento com as pessoas e
as expectativas individuais.
a instabilidade emocional e do ambiente.
os desajustes institucionais.
o contexto social e do trabalho.
Quando uma organização, por meio de seus gestores, promove boas condições de higiene, saúde e segurança para seus servidores, ela contribui para a satisfação das pessoas, com repercussões positivas nos resultados organizacionais.
Sobre o quadro conhecido como Síndrome de Burnout, muitas vezes identificado em profissionais da área de saúde, assinale a opção que apresenta seus fatores característicos.
A despersonalização, caracterizada por ideação de natureza maníaca, e o isolamento social.
A diminuição do absenteísmo, em decorrência do desinteresse e irritabilidade com as demandas do trabalho.
O sentimento de esgotamento físico e emocional, com redução da capacidade de produção e de vigor no trabalho.
As práticas de assédio moral descendente entre colegas de trabalho sem relação de subordinação.
O aumento da resiliência como resposta ao estresse crônico decorrente das cobranças de desempenho.
Sobre alguns elementos fundamentais que garantem um ambiente de trabalho saudável, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(---) O estresse ocupacional pode ser definido como sendo um estado emocional causado por uma discrepância entre o grau de exigência do trabalho e os recursos disponíveis para gerenciá-Io.
(---) O estresse, em nível profissional, pode determinar, dentre outros, queda de produtividade e prejuízos financeiros.
(---) O estresse no ambiente de trabalho pode ser descrito também pela síndrome de Burnout, caracterizada por um estado de esgotamento mental apenas, em que a causa está relacionada à vida pessoal, quando esta atinge a profissional.
C - E - C.
E - C - C.
C - C - E.
E - C - E.