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Quando a criança brinca de ser outra pessoa, ela representa, inventando situações, disfarçando-se com roupas e objetos, passando a criar as suas próprias histórias, mesmo que não tenha um público presente. Dessa forma, ela se prepara para relacionar-se com o seu grupo e as pessoas, de um modo geral. Essa brincadeira, além de provocar o desenvolvimento físico, psicológico e motor, também a prepara para a vida social de adulto. Assim, entre as habilidades que estão sendo desenvolvidas na criança, está a:
O ensino do teatro na escola foi revolucionado a partir do movimento da Escola Nova (John Dewey/EUA, Edouard Claparède e Adolphe Ferrière/Europa, Anísio Teixeira/Brasil, na primeira metade do século XX). O modelo que prevalecia no século XIX, reformulado por esse movimento, era
considerar a natureza própria da criança, relacionada às leis da psicologia do indivíduo.
o resultado final ser mais importante do que a criança e seu desenvolvimento.
que a mente da criança é qualitativamente diferente da mente adulta.
que a criança devia ser respeitada, bem como sua atividade pessoal, seus interesses e necessidades.
que a educação respeitava e centralizava-se na criança, tendo como guia o professor.
Ambos podem prescindir da noção de talento ou de qualquer requisito anterior ao próprio ato de jogar.
O teatro de bonecos é muito antigo e há mais de mil anos antes de Cristo já era muito popular na China e na Índia. Os bonecos podem ser confeccionados com diversos materiais e manipulados de várias maneiras, sendo possível criá-los e utilizá-los em sala de aula para que os alunos desenvolvam capacidades variadas. Um exemplo é o trabalho com figuras sem fios, que têm a cabeça de madeira, de barro ou de papel, e que são manipuladas com a mão dentro da indumentária, enquanto a cabeça é movida com os dedos, que são os:
fantoches.
marionetes.
títeres.
licocós.
bonecos de vara.
No aprendizado do fazer teatral, a imitação e a identificação são itens fundamentais. A imitação é um dos primeiros veículos para a posterior identificação. Como é possível defini-las?
A imitação implica relacionamento emocional entre os envolvidos; a identificação não requer um aprofundamento relacional entre o imitador e o imitado.
A imitação não implica uma abordagem mais profunda dos padrões de valor; a identificação pressupõe uma indiferença emocional entre os envolvidos.
A imitação é o processo pelo qual itens específicos da cultura são assumidos; a identificação implica a desconsideração dos valores do modelo.
A imitação não implica relacionamento emocional entre o indivíduo e o modelo; a identificação implica um relacionamento emocional entre o imitador e o imitado, proporcionando a partilha de padrões de valor.
A imitação implica um relacionamento de partilha de padrões de valor entre os envolvidos; a identificação não estabelece padrões para ocorrer, sua manifestação é espontânea.
O foco ou ponto de concentração diz respeito a um ponto particular — objeto, pessoa ou ação na área de jogo — sobre o qual o jogador é conduzido a fixar sua atenção.
A educação de Artes preconiza a ida ao teatro e outras atividades em sala de aula que possibilitem a compreensão do fenômeno teatral pelo aluno. As principais atividades são:
assistir a material audiovisual, com finalidade lúdica e entretenedora; indicar um único aluno para analisar, explicar o material e suas características específicas.
jogos que desenvolvam a competitividade, a liderança e a individualidade; selecionar participantes por aptidão e interesse artísticos.
estimular o interesse pela profissionalização de acordo com modelos consagrados pela mídia e o aproveitamento de material como discos, fitas, a fim de serem reproduzidos.
desenvolver uma atitude que potencialize o talento natural de cada aluno; simplificar o fenômeno artístico, especializando o aluno, direcionando-o para a representação de personagens específicas.
jogos de improvisação dramática, nos quais o participante pode exercer várias funções artísticas relativas à criação teatral, bem como presenciar o processo, discuti- lo e analisá-lo.
Uma das metodologias de ensino que se pode desenvolver na aula de dança é a proposta triangular que preconiza: o fazer, o apreciar e o contextualizar. Esse procedimento auxiliará a desenvolver algumas competências e o processo de avaliação do professor. Segundo os PCN, um dos critérios que o professor deve verificar é a capacidade do seu aluno de observar, compreender e avaliar as diversas danças como:
manifestações culturais.
práticas lúdicas.
eventos sociais.
brincadeiras infantis.
apresentações eruditas.
A introdução do teatro e das outras formas de expressão artística na educação escolar contemporânea ocidental trouxe a discussão a respeito do papel do ensino das artes para a formação das novas gerações.
Um dos objetivos do ensino da dança no currículo escolar é motivar os alunos a apreciarem a dança, pautados em três ações: ver, criar e executar.
Olga Reverbel inicia o seu livro "Jogos Teatrais na Escola", destacando a utilização da linguagem cênica tanto nas atividades quanto nas avaliações e ressalta que o educador deve conhecer as palavras-chaves do jogo teatral.
1C; 2D; 3A; 4F; 5B; 6E; 7G.
1E; 2A; 3B; 4D; 5G; 6C; 7F.
1F; 2C; 3G; 4A; 5B; 6E; 7D.
1F; 2E; 3A; 4F; 5C; 6B; 7D.
1C; 2A; 3E; 4D; 5B; 6F; 7G.
Olga Reverbel inicia o seu livro "Jogos Teatrais na Escola", destacando a utilização da linguagem cênica tanto nas atividades quanto nas avaliações, ressalta que o educador deve conhecer as palavras-chaves do jogo teatral. Relacione as palavras-chaves da coluna à esquerda com as descrições à direita.
A relação CORRETA é
1F; 2C; 3G; 4B; 5E; 6D; 7A.
1E; 2A; 3B; 4D; 5G; 6C; 7F.
1F; 2C; 3G; 4D; 5B; 6E; 7A.
1F; 2E; 3A; 4F; 5C; 6B; 7D.
1B; 2C; 3G; 4D; 5E; 6F; 7A
"A arte da dança faz parte das culturas humanas e sempre integrou o trabalho, religião e as atividades de lazer. Os povos sempre privilegiaram a dança, sendo esta um bem cultural e uma atividade inerente à natureza do homem. Toda ação humana envolve a atividade corporal. A criança é um ser em constante mobilidade e utiliza-se dela para buscar conhecimento de si mesma e daquilo que a rodeia, relacionando-se com objetos e pessoas. A ação física é necessária para que a criança harmonize, de maneira integradora, as potencialidades motoras e cognitivas. A criança se movimenta nas ações do seu cotidiano. Correr, pular, girar e subir nos objetos são algumas das atividades dinâmicas que estão ligadas à sua necessidade de experimentar o corpo não só para o seu domínio mas na construção de sua autonomia. A ação física é a primeira forma de aprendizagem da criança, estando a motricidade ligada à atividade mental."
(PCN-Arte, 1997)
Dentre as alternativas abaixo assinale o item INCORRETO com relação ao ensino da dança.
A atividade da dança na escola pode desenvolver, na criança, a compreensão de capacidade de movimento.
A dança propicia um maior entendimento de como o corpo funciona.
A dança é também uma fonte de comunicação e de criação informada nas culturas.
Não faz parte dos objetivos educacionais da dança a compreensão da estrutura e do funcionamento corporal.
A dança é uma forma de integração e expressão tanto individual quanto coletiva.
Quanto à linguagem específica do teatro, na educação básica, é correto afirmar:
O jogo de regras não deve ser utilizado, pois limita a criatividade do aluno.
Os exercícios de improvisação não devem ser utilizados, porque incentivam a espontaneidade.
O jogo teatral é baseado em problemas a serem solucionados e regras a serem cumpridas, propiciando a concentração e a apropriação dos elementos compositivos da linguagem teatral.
A estrutura do jogo teatral está baseada nos seguintes elementos: quem (personagem); quando (o tempo em que a ação acontece) e onde (o local em que a ação acontece), já a ação não é um dos seus elementos compositivos.
É fundamental a importância atribuída ao teatro, seus jogos dramáticos, seus métodos e suas técnicas no espaço da escola. Que teatrólogo sistematizou um método em que um dos seus objetivos é o de fazer com que o "espectador", nas experiências do teatro-foro, interrompa a ação dramática, incorporando-se àqueles que a conduzem, formulando, por meio de representação, sua compreensão e capacidade de agir?
Erwin Piscator
Bertold Brecht
Augusto Boal
Eugenio Ionesco
Amir Haddad
No processo de construção do conhecimento em teatro, Viola Spolin propõe que o foco, ou ponto de concentração, inclua a estrutura:
o "quem'', o "como", e o "o que".
o "onde", o "quem", e o "como".
o "quem", o "como", e o "ontem".
o "onde", o "quem", e o "o que".
A construção de narrativa nas aulas de teatro:
não é recomendada porque o teatro tem que se basear em textos prontos.
depende sempre da contribuição da professora de língua portuguesa.
deve ser feita pela professora porque ela é que tem competência pra isso.
pode ser feita a partir dos interesses dos alunos, articulando elementos surgidos na improvisação.
Quando o foco do jogo está no personagem, Viola Spolin propõe:
O jogador deve ver o parceiro e se relacionar com ele, não com o personagem que está representando.
O jogador deve ver o personagem e se relacionar com ele, independente de quem o está interpretando.
O personagem aparece e o ator pode perder o controle sobre ele.
Os jogadores devem se anular para que o personagem apareça.
Para Ingrid Dormien Koudela, o jogo teatral não constitui uma estrutura na evolução do jogo na criança e deve ser compreendido como jogo
tradicional.
simbólico.
de construção.
de regras.
de dramatização.
A exploração do espaço:
é parte do domínio da linguagem teatral e pode ser feita na sala de aula, que se transformada, em função da representação, em espaço estético.
não funciona quando é feita em câmara lenta.
não precisa ocorrer, já que os alunos já conhecem a sala de aula.
não tem sentido, já que o teatro deve ser feito no palco.