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Determinada empresa adquiriu de Paulo a posse de um imóvel urbano particular que, havia alguns anos, ele ocupava de forma mansa, pacífica e com justo título. Nessa situação, para efeito de tempo exigido para a aquisição por usucapião, a empresa poderá contar com o tempo da posse exercida por Paulo.
Certo
Errado
A posse direta de pessoa que tem a coisa em seu poder, temporariamente, em virtude de algum direito
pessoal ou real anula a indireta, de quem aquela foi havida, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto, não podendo, porém, defender sua posse contra o que teve posse direta.
real não anula a indireta, de quem aquela foi havida, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto, mas esse mesmo direito não terá, se a posse direta advier de direito pessoal.
pessoal ou real não anula a indireta, de quem aquela foi havida, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto.
pessoal não anula a indireta, de quem aquela foi havida, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto, mas esse mesmo direito não terá se a posse direta advier de direito real.
pessoal ou real anula a indireta, de quem aquela foi havida, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto, bem como defender a sua posse contra o que teve posse direta.
Em relação à posse, considere:
I. Pode o possuidor direto defender sua posse contra o indireto.
II. A reintegração na posse é obstada pela alegação de propriedade.
III. Se mais de uma pessoa se disser possuidora, será mantida provisoriamente na posse, em regra, aquela que tiver a coisa.
IV. O possuidor de boa-fé não responde pela perda ou deterioração a que não der causa.
Está correto o que se afirma em
I, II, III e IV.
II e III, apenas.
I, II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
Mediante o emprego de violência, Mélvio esbulhou a posse da Fazenda Vila Feliz. A vítima do esbulho, Cassandra, ajuizou ação de reintegração de posse em face de Mélvio após um ano e meio, o que impediu a concessão de medida liminar em seu favor. Passados dois anos desde a invasão, Mélvio teve que trocar o telhado da casa situada na fazenda, pois estava danificado. Passados cinco anos desde a referida obra, a ação de reintegração de posse transitou em julgado e, na ocasião, o telhado colocado por Mélvio já se encontrava severamente danificado. Diante de sua derrota, Mélvio argumentou que faria jus ao direito de retenção pelas benfeitorias erigidas, exigindo que Cassandra o reembolsasse.
A respeito do pleito de Mélvio, assinale a afirmativa correta.
Mélvio não faz jus ao direito de retenção por benfeitorias, pois sua posse é de má-fé e as benfeitorias, ainda que necessárias, não devem ser indenizadas, porque não mais existiam quando a ação de reintegração de posse transitou em julgado.
Mélvio é possuidor de boa-fé, fazendo jus ao direito de retenção por benfeitorias e devendo ser indenizado por Cassandra com base no valor delas.
Mélvio é possuidor de má-fé, não fazendo jus ao direito de retenção por benfeitorias, mas deve ser indenizado por Cassandra com base no valor delas.
Mélvio é possuidor de má-fé, fazendo jus ao direito de retenção por benfeitorias e devendo ser indenizado pelo valor atual delas.
A propriedade dos automóveis só se adquire após
a transferência do registro de propriedade perante o DETRAN.
o pagamento do preço.
a tradição.
o registro do contrato de compra e venda no Cartório de títulos e documentos.
Considere as seguintes afirmações sobre o tema da posse:
I – A posse direta, de pessoa que tem a coisa em seu poder, temporariamente, em virtude de direito pessoal, ou real, não anula a indireta, de quem aquela foi havida, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto.
II – O possuidor turbado, ou esbulhado, poderá manter-se ou restituir-se por sua própria força, contanto que o faça logo; os atos de defesa, ou de desforço, não podem ir além do indispensável à manutenção, ou restituição da posse.
III – Ao possuidor de má-fé serão ressarcidas somente as benfeitorias necessárias, assistindo-lhe o direito de retenção pela importância destas.
Quais das assertivas acima estão corretas?
Apenas a II.
Apenas a III.
Apenas a I e III.
Apenas a II e III.
Apenas a I e II.
Em relação à propriedade, é correto afirmar:
Em regra, os frutos, ainda quando separados, pertencem ao proprietário da coisa.
A tradição transfere a propriedade ainda que tenha por título negócio jurídico nulo.
O proprietário tem o direito, contra o dono de propriedade vizinha, de fazer cessar as interferências prejudiciais ao sossego, ainda que sejam justificadas pelo interesse público.
A propriedade imóvel é transferida com a escrituração de compromisso de compra e venda.
A propriedade imóvel é transferida com a subscrição de compromisso de compra e venda.
Com relação ao instituto da posse, constante no Código Civil, é correto afirmar que
está previsto no capítulo de direitos reais.
o possuidor tem direito de ser mantido na posse em caso de esbulho, restituído no caso de turbação e segurado de violência iminente, se tiver justo receio de ser molestado.
ao possuidor de má-fé não serão restituídas quaisquer benfeitorias, mesmo que necessárias, assim como não lhe assiste o direito de retenção pela importância destas, nem o de levantar as voluptuárias.
o possuidor de má-fé tem direito, enquanto durar sua posse, aos frutos percebidos.
o possuidor de boa-fé não responde pela perda ou deterioração da coisa a que não der causa.
Maurício, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, é proprietário de uma casa situada no Bairro de Camboinhas, Niterói, Estado do Rio de Janeiro, onde costuma passar os feriados prolongados e as férias. Ao lado do imóvel de Maurício, há um terreno que, por estar aparentemente abandonado, ele ocupou, cercou e mantém como área de lazer. Com relação ao referido terreno, é correto afirmar que Maurício é:
mero detentor;
possuidor pleno;
possuidor indireto, já que o utiliza apenas eventualmente;
possuidor direto, já que o utiliza apenas eventualmente;
possuidor direto, mas não pode utilizar-se das ações possessórias.
Assinale a alternativa que apresenta afirmação correta a respeito da disciplina da Posse no Código Civil.
Considera-se possuidor todo aquele que tem de direito algum dos poderes inerentes à propriedade.
É de boa-fé a posse que não for violenta, clandestina ou precária.
É justa a posse, se o possuidor ignora o vício ou o obstáculo que impede a aquisição da coisa.
Salvo prova em contrário, entende-se manter a posse o mesmo caráter com que foi adquirida.
Após vinte e três anos exercendo posse mansa e pacífica, com animus domini, de área de trinta e três mil metros quadrados, Irani ajuizou ação de usucapião do imóvel. Considerando que foi proferida sentença julgando procedente o pedido, a qual transitou em julgado, vindo a ser devidamente registrada junto ao registro de imóveis, é correto afirmar que Irani:
continuará sendo mero possuidor por mais três anos, tornando-se proprietário ao término do referido prazo;
tornou-se proprietário quando do registro da referida sentença;
tornou-se proprietário quando da prolatação da sentença;
tornou-se proprietário quando do trânsito em julgado da sentença;
já era proprietário do imóvel, antes mesmo de proferida a sentença de usucapião.
Em matéria de posse, é correto afirmar que:
A posse de fâmulo é aquela exercida pelo locatário.
É de boa-fé a posse somente se autorizada expressamente pelo proprietário ou pelo titular do domínio útil.
A composse somente é admitida em relação aos bens indivisíveis.
No sistema jurídico brasileiro, considera-se detentor aquele que exerce poder de fato sobre a coisa sem, todavia, fazê-lo com animus domini, já que este elemento subjetivo é essencial à caracterização da posse.
Pelo constituto possessório ocorre a aquisição da posse, sem a entrega material do bem
Assinale a alternativa que apresenta afirmação correta a respeito da disciplina da Posse no Código Civil.
O possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de esbulho, restituído no de turbação, e segurado no de violência iminente.
A alegação de propriedade, ou de outro direito sobre a coisa, obsta a manutenção ou reintegração na posse.
O possuidor turbado, ou esbulhado, poderá manter-se ou restituir-se por sua própria força a qualquer tempo.
O possuidor de boa-fé tem direito, enquanto ela durar, aos frutos percebidos.
Assinale a alternativa correta sobre a posse e o direito real de propriedade.
A renúncia à propriedade de bem imóvel independe do registro do ato renunciativo no competente Registro de Imóveis.
O credor hipotecário é possuidor indireto do bem objeto da garantia.
Os bens públicos dominicais não estão sujeitos à prescrição aquisitiva.
Não se admite a aquisição da posse por meio do constituto possessório.
Na alienação fiduciária de bem imóvel, o fiduciário é titular da propriedade e o fiduciante é pleno possuidor do imóvel.
Em relação à posse analise as seguintes assertivas:
I. O possuidor de má-fé responde, em qualquer caso, pela deterioração da coisa, salvo se acidental.
II. A posse é transmitida ao legatário do possuidor com as mesmas características da posse originária.
III. É de boa-fé a posse adquirida pelo possuidor que ignora o obstáculo que impede a aquisição da coisa.
IV. A alegação de propriedade não impede a reintegração na posse.
Quais estão corretas?
Apenas I e IV.
Apenas II e III.
Apenas I, II e III.
Apenas I, II e IV.
Apenas II, III e IV.
Sobre os efeitos da posse, segundo dispõe o Código Civil brasileiro, é correto afirmar, EXCETO:
Quando mais de uma pessoa se disser possuidora, manterse- á provisoriamente a que tiver a coisa, se não estiver manifesto que a obteve de alguma das outras por modo vicioso.
O possuidor de boa-fé tem direito, enquanto ela durar, aos frutos percebidos. Os frutos pendentes ao tempo em que cessar a boa-fé devem ser restituídos, depois de deduzidas as despesas da produção e custeio; devem ser também restituídos os frutos colhidos com antecipação.
Ao possuidor de má-fé serão ressarcidas somente as benfeitorias necessárias; assistindo-lhe o direito de retenção pela importância destas.
Os frutos naturais e industriais reputam-se colhidos e percebidos, logo que são separados; os civis reputam-se percebidos dia por dia.