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Assinale a alternativa INCORRETA sobre a invalidade do negócio jurídico, após analisar os itens a seguir e considerar as normas da Lei Federal nº 10.406, de 10/01/2002 (Código Civil).
É nulo o negócio jurídico, quando celebrado por pessoa absolutamente incapaz
É nulo o negócio jurídico, quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito
É nulo o negócio jurídico quando não revestir a forma prescrita em lei
É nulo o negócio jurídico simulado, inclusive o que se dissimulou
Haverá simulação nos negócios jurídicos, quando aparentarem conferir ou transmitir direitos a pessoas diversas daquelas às quais realmente se conferem, ou transmitem
José é pessoa muito idosa e seu filho, João, deseja negociar, com terceiros, um dos bens da herança que virá a receber. Em estando José vivo, este bem
poderá ser objeto de contrato, mas a transmissão do bem somente se dará com a homologação da partilha, se o bem for atribuído a João.
poderá ser objeto de contrato se João tiver a concordância dos demais herdeiros de José.
não poderá ser objeto de contrato, tendo João mera expectativa de direito, pois a herança se transmite com a homologação da partilha.
não poderá ser objeto de contrato, tendo João mera expectativa de direito, pois a herança se transmite com o falecimento.
não poderá ser objeto de contrato, tendo João mera expectativa de direito, pois a herança se transmite com a abertura do inventário.
Assinale a alternativa incorreta:
Serão nulos os contratos onerosos do devedor insolvente, quando a insolvência for notória, ou houver motivo para ser conhecida do outro contratante;
O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante;
Não se decretará a anulação do negócio lesivo, se for oferecido suplemento suficiente, ou se a parte favorecida concordar com a redução do proveito;
O dolo do representante convencional de uma das partes obriga o representado a responder solidariamente com ele por perdas e danos;
A manifestação de vontade subsiste ainda que o seu autor haja feito a reserva mental de não querer o que manifestou, salvo se dela o destinatário tinha conhecimento.
A respeito dos defeitos dos negócios jurídicos previstos no Código Civil, considere:
I. São anuláveis os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.
II. O erro é substancial quando sendo de direito e não implicando recusa à aplicação da lei, for o motivo único ou principal do negócio jurídico.
III. O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante.
IV. O erro de cálculo apenas autoriza a retificação da declaração de vontade.
Está correto o que se afirma em
No tocante aos Negócios Jurídicos, assinale a alternativa incorreta.
É nulo o negócio concluído pelo representante em conflito de interesses com o representado, se tal fato era ou devia ser do conhecimento de quem com aquele tratou.
Invalidam os negócios jurídicos que lhes são subordinados as condições física ou juridicamente impossíveis, quando suspensivas.
O erro é substancial quando interessa à natureza do negócio, ao objeto principal da declaração, ou a alguma das qualidades a ele essenciais.
A transmissão errônea da vontade por meios interpostos é anulável nos mesmos casos em que o é a declaração direta.
Considere as afirmações abaixo sobre as causas de invalidade do negócio jurídico.
I - O dolo de terceiro não invalida o negócio jurídico, ainda que seja do conhecimento da parte a quem aproveite.
II - A anulação do negócio por estado de perigo pode ser evitada se a parte favorecida oferecer suplemento suficiente ou concordar com a redução do proveito.
III - A anulabilidade do ato produz efeitos apenas depois de reconhecida em sentença.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Assinale a resposta incorreta.
São anuláveis os negócios jurídicos:
quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.
de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o devedor já insolvente, ou por eles reduzido à insolvência, ainda quando o ignore, poderão ser anulados pelos credores quirografários, como lesivos dos seus direitos.
por vício resultante de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou fraude contra credores.
quando tiver por objetivo fraudar lei imperativa.
Sobre a invalidade do negócio jurídico, pode-se afirmar que:
A nulidade produz efeito ex tunc, isto é, não retroage. Ainda, a alegação de nulidade não possui prazo, podendo ser reconhecida de ofício pelo Juiz, pelo Ministério Público ou pelas partes.
A anulabilidade atinge majoritariamente interesse das partes, produzindo efeito ex nunc.
A alegação de nulidade pode ser feita pela própria parte, desde que dentro do prazo decadencial de quatro anos para vício ou incapacidade e dois anos para hipóteses de omissão da lei.
A falta do preenchimento de qualquer um de seus requisitos, tornará o negócio jurídico invalido, sendo que a lei estabelece três espécies de invalidade: anulabilidade, nulidade e revogação.
A nulidade não pode ser reconhecida de ofício pelo juízo, podendo, todavia, ocorrer conversão substancial.
Em relação à invalidade dos negócios jurídicos, NÃO pode ser considerado nulo o negócio:
Que tenha por objeto coisa ilícita.
Praticado com preterição de forma prescrita em lei.
Realizado por agente relativamente incapaz.
O negócio cujo objeto tenha a sua prática proibida em lei.
O prazo decadencial para ingresso da ação anulatória de negócio jurídico realizado por representante em conflito de interesses com o representado, é de cento e oitenta dias, a contar da cessação da incapacidade ou da conclusão do negócio. É desnecessário comprovar o conhecimento desse fato por parte daquele que negociou com o representante, mas o prejuízo deve ser demonstrado.
Nos termos do artigo 178 do Código Civil, o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do negócio jurídico é de:
quatro anos.
cinco anos.
três anos.
dois anos.
Antevendo que se divorciaria de Márcia, Marcos transferiu parte de seu patrimônio a Cíntia, de maneira graciosa, declarando, no entanto, ter realizado uma compra e venda. Tal ato é
nulo, em razão de simulação, sujeitando-se a prazo decadencial de 4 anos.
nulo, em razão de simulação, não convalescendo com o decurso do tempo.
anulável, em razão de fraude contra credores, sujeitando-se a prazo decadencial de 4 anos.
anulável, em razão de simulação, sujeitando-se a prazo prescricional de 4 anos.
nulo, em razão de fraude contra credores, não convalescendo com o decurso do tempo.
Sobre o negócio jurídico, é correto afirmar que o(a):
negócio jurídico anulável pode ser confirmado pelas partes, mesmo que envolva direito de terceiro.
prazo de decadência para se pleitear a anulação do negócio jurídico é de três anos.
anulabilidade de negócio jurídico pode ser pronunciada de ofício pelo juiz.
negocio jurídico simulado e nulo, subsistindo o que se simulou desde que válido na forma e na substância.
negócio jurídico nulo pode ser confirmado pelo decurso do tempo.
Consoante disposto no artigo 171, II do Código Civil, além dos casos expressamente declarados na lei, é anulável o negócio jurídico:
quando for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto.
quando for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade.
por vício resultante de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou fraude contra credores.
quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito.
Haverá simulação nos negócios jurídicos quando
o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito.
os instrumentos particulares forem antedatados, ou pós-datados.
tiver por objetivo fraudar lei imperativa.
não revestir a forma prescrita em lei.
for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade.
Assinale a alternativa correta com relação aos negócios jurídicos.
Em respeito à segurança jurídica, nas declarações de vontade, atender-se-á mais ao sentido literal da linguagem do que à intenção das partes.
A condição suspensiva, que subordina a eficácia de determinado negócio jurídico, não poderá ser superior a 180 (cento e oitenta) dias.
Em regra, são causas de anulação do negócio jurídico o erro, o dolo, a coação, o estado de perigo, a lesão, a fraude contra credores e a simulação.
É nulo o negócio jurídico celebrado por pessoa absoluta ou relativamente incapaz.
A decretação de nulidade relativa do negócio jurídico tem eficácia ex nunc, enquanto a declaração de nulidade absoluta opera-se ex tunc.
Sobre a invalidade do negócio jurídico, considere:
I. É de cinco anos o prazo de decadência para pleitear- se a anulação do negócio jurídico no caso de coação contado do dia em que ela cessa.
II. É nulo o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma.
III. O negócio anulável pode ser confirmado pelas partes, salvo direito de terceiro.
IV. É escusada a confirmação expressa, quando o negócio já foi cumprido em parte pelo devedor, ciente do vício que o inquinava.
Está correto o que se afirma APENAS em
Considere que um servidor público tenha adquirido um bem público que estava sob sua administração. Nos termos do Código Civil brasileiro, o referido contrato é
nulo.
válido se adquirido em hasta pública.
válido se a administração do bem era direta.
válido se a administração do bem era indireta.