Questões de Concurso sobre Teoria da Invalidade dos Negócios Jurídicos (Art. 166 ao 184)

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
354 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 
A legislação brasileira apresenta diversas hipótese em que o negócio jurídico será invalidado. Com base nos seus conhecimentos, bem como nos dispositivos legais, assinale a alternativa correta.

A
O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, mas pode ser confirmado em virtude do transcurso do tempo

B
Será necessariamente anulado o negócio jurídico que contiver vício resultante de erro ou estado de perigo

C
O prazo decadencial para requerer a anulação do negócio jurídico realizado por incapaz será contado a partir do dia em que cessar a incapacidade

D
Ocorrerá simulação apenas quando os instrumentos particulares forem antedatados ou pós-datados, não subsistindo outra disposição legal sobre a simulação

E
As nulidades dos negócios jurídicos só poderão ser arguidos pelas partes, vedada qualquer manifestação de outros interessados ou do Ministério Público

Em qual das hipóteses a seguir o negócio jurídico deve ser considerado nulo?


A

Pedro, de vinte anos, vende sua bicicleta para Marcelo, de dezessete anos.


B

Adriana, em trabalho de parto, paga oitocentos reais para o taxista levá-la ao hospital mais próximo.


C

Alexandre vende seu imóvel no valor de vinte salários-mínimos para Cláudio sem realizar escritura pública.


D

Márcio, em dívida com o Banco ABC, decide transmitir, gratuitamente, seu carro ao seu irmão, Marcos.


E

Tadeu, solteiro e sem herdeiros necessários, decide doar a integralidade dos seus bens, sem reserva de parte, a uma instituição de caridade.

Para se furtar à legislação eleitoral, Paulo transferiu para si patrimônio da empresa na qual é sócio. Na sequência, simulou doar o dinheiro a candidato, pela pessoa física. Na verdade, porém, foi a empresa quem realizou, de fato, a doação. O negócio simulado é

A
válido, se atender à forma prescrita em lei e não prejudicar direito de terceiros.

B
nulo, matéria cognoscível de ofício, não se sujeitando a declaração de nulidade a prazo de decadência ou de prescrição.

C
anulável, dependendo, a sua invalidação, de provocação da parte, sujeita a prazo decadencial de quatro anos.

D
anulável, matéria cognoscível de ofício e não sujeita a prazo de decadência ou de prescrição.

E
nulo, dependendo a sua invalidação de provocação da parte, sujeita a prazo decadencial de quatro anos.

A incapacidade relativa de uma das partes de um negócio jurídico


A

não pode ser invocada pela outra em benefício próprio.


B

pode ser invocada pela outra em benefício próprio, por constituir matéria de ordem pública.


C

aproveita aos cointeressados capazes, salvo se for indivisível o objeto do direito ou da obrigação comum.


D

não aproveita aos cointeressados capazes, mesmo que indivisível o objeto do direito ou da obrigação comum.


E

sempre aproveita aos cointeressados capazes.

Se uma pessoa relativamente incapaz celebrar um negócio jurídico com uma pessoa jurídica, tal negócio firmado não será nulo de pleno direito, mas poderá ser anulado.

C
Certo

E
Errado

Assinale a alternativa INCORRETA:


A

Para a configuração do estado de perigo, deve ser demonstrado o dolo de aproveitamento.


B

A simulação do negócio jurídico configura nulidade arguível pelo Ministério Público.


C

A pessoa jurídica pode sofrer dano moral, desde que abalado o conceito social pelo ato ilícito.


D

Todo negócio jurídico realizado por absolutamente incapaz, sem o representante, é nulo de pleno direito.

Com a finalidade de se eximir de pagar as verbas trabalhistas devidas, uma pessoa jurídica simulou a venda dos veículos registrados em seu nome.

Nessa situação hipotética, o negócio jurídico da venda é


A
nulo.

B
anulável no todo.

C
válido.

D
anulável em parte.
Acerca do novel panorama do Direito Civil sobre capacidade, afirma-se corretamente que

A
houve emblemática mudança no cenário da emancipação, permitindo-se que a capacidade civil plena seja outorgada aos maiores de catorze anos.

B
uma das mais significativas alterações reside no fato de que a partir de sua vigência os ébrios habituais passaram a ser considerados absolutamente incapazes.

C
os atos praticados por aqueles que em virtude de causa transitória ou permanente não puderem exprimir suas vontades são anuláveis.

D
os toxicômanos, assim considerados os que ingerem substância entorpecente com habitualidade, são considerados absolutamente incapazes.

E
são anuláveis os negócios praticados por absolutamente incapazes, assim considerados apenas os menores de dezesseis anos.

Com relação ao negócio jurídico, é correto afirmar que:


A

os negócios jurídicos benéficos a apenas uma das partes se interpretam de forma ampla.


B

a validade da declaração de vontade dependerá sempre de forma especial.


C

o sentido literal da linguagem prevalece sobre a intenção embutida na declaração de vontade.


D

se a incapacidade do agente que o celebra for absoluta, o negócio jurídico é anulável.


E

se realizado por agente relativamente incapaz, ensejará nulidade relativa.

Dentre as alternativas abaixo, assinale a INCORRETA.


A

O erro não prejudica a validade do negócio jurídico quando a pessoa, a quem a manifestação de vontade dirige-se, oferecer-se para executá-la na conformidade da vontade real do manifestante.


B

São nulos de pleno direito os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.


C

No apreciar a coação, ter-se-ão em conta o sexo, a idade, a condição, a Saúde, o temperamento do paciente e todas as demais circunstâncias que possam influir na gravidade do ato respectivo.


D

O dolo acidental .só obriga à satisfação das perdas e danos e é acidental quando, a seu respeito, o negócio seria realizado, embora por outro modo.

É nulo o negócio jurídico quando:


A

Os instrumentos particulares forem redigidos com a data de sua celebração e anuído pelas partes.


B

For preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade.


C

A lei taxativamente o declarar anulável ou nulo, sem proibir-lhe a prática, mesmo cominando sanção.


D

Contiverem declaração, confissão, condição ou cláusula autêntica e de acordo com o objeto.

Diego vendeu uma casa para Joana pelo valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais). No entanto, visando a lesar terceiros, as partes acordaram em declarar, inveridicamente, que a venda se deu pelo valor de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais). Nesse caso, é


A

nula a estipulação simulada, mas subsiste o negócio dissimulado, se válido na substância e na forma.


B

anulável a estipulação simulada e nulo o negócio dissimulado.


C

nulos a estipulação simulada e o negócio dissimulado.


D

anulável a estipulação simulada, mas subsiste o negócio dissimulado, se válido na substância e na forma.


E

inexistente a estipulação simulada e anulável o negócio dissimulado.

Assinale a alternativa CORRETA:


A

A incapacidade absoluta de uma das partes não pode ser invocada pela outra em benefício próprio, nem aproveita aos co-interessados capazes, salvo se, neste caso, for indivisível o objeto do direito ou da obrigação comum.


B

Não dispondo a lei em contrário, a escritura pública é essencial à validade dos negócios jurídicos que visem à constituição, transferência, modificação ou renúncia de direitos reais sobre imóveis de valor superior a trinta vezes o maior salário mínimo vigente no País.


C

A manifestação de vontade subsiste ainda que o seu autor haja feito a reserva mental de não querer o que manifestou, se dela o destinatário tinha conhecimento.


D

Os negócios jurídicos benéficos e a renúncia interpretam-se extensivamente.

Jaime, 35 anos, capaz, celebrou negócio jurídico com Joseane, que tem 15 anos. Fábio, 40 anos e capaz, celebrou negócio jurídico com Letícia, que tem 17 anos. Kleber, 42 anos e capaz, premido da necessidade de salvar-se de grave dano conhecido por Clotilde, que possui 20 anos e capaz, celebra com ela negócio jurídico pelo qual assume obrigação excessivamente onerosa. O negócio jurídico é


A

nulo na primeira hipótese e anulável nas demais.


B

anulável na primeira hipótese e nulo nas demais.


C

nulo em todas as hipóteses.


D

anulável em todas as hipóteses.


E

nulo na primeira e na segunda hipóteses e anulável na última.

Sobre o negócio jurídico, assinale a alternativa correta.


A

A invalidade do negócio jurídico por fraude a credores decorre do exercício de direito pessoal do credor, mediante interposição de ação pauliana, no prazo de quatro anos contados do dia da celebração.


B

A confirmação e a conversão do negócio jurídico inválido só podem ser realizadas se possível o atendimento posterior dos requisitos ausentes por ocasião de sua celebração.


C

A invalidade do negócio jurídico, por incapacidade absoluta ou relativa do agente, pode ser pronunciada de ofício.


D

A invalidade do negócio jurídico simulado pode ser pleiteada no prazo de quatro anos contados da conclusão do negócio.


E

O negócio celebrado pelo representante consigo mesmo é anulável, desde que provado o conflito de interesses com o representado.

O Código Civil - Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002-, especificamente no capítulo que trata da invalidade do negócio jurídico, aponta, expressamente, as hipóteses de nulidade absoluta. Avalie as alternativas abaixo e assinale a CORRETA.


A

Por incapacidade relativa do agente


B

For preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade


C

Por vício resultante de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou fraude contra credores


D

A lei taxativamente o declarar nulo, ou permitir-lhe a prática, cominando sanção


E

For lícito, possível e determinável o seu objeto

É nulo o negócio jurídico:


A

Praticado por erro ou fraude contra credores.


B

Simulado ou quando for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto.


C

Na hipótese de não revestir a forma prescrita em lei ou praticado mediante coação.


D

Quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for lícito ou no caso de lesão.

Sobre as disposições concernentes do Código Civil – Dos Fatos Jurídicos, assinale a alternativa correta.


A

A manifestação de vontade não subsistirá ainda que o seu autor haja feito a reserva mental de não querer o que manifestou, salvo se dela o destinatário tinha conhecimento.


B

A manifestação de vontade pelo representante, ainda que nos limites de seus poderes, não produz efeitos em relação ao representado.


C

São nulos os negócios jurídicos, quando às declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.


D

São os negócios jurídicos anuláveis por dolo, quando este for a sua causa.


E

É anulável o negócio jurídico quando celebrado por pessoa absolutamente incapaz.

Paulo, Pedro e João firmaram um contrato, estabelecendo que, quando seu pai, ainda vivo, falecer, a herança será assim distribuída: metade para Paulo, 1/4 para Pedro e 1/4 para João. Esse contrato é


A

sempre válido.


B

anulável.


C

nulo.


D

válido se não existirem outros herdeiros.


E

válido se não prejudicar credores.

No que diz respeito aos negócios jurídicos e suas invalidades, assinale a opção correta.


A

A reserva mental de não querer o que manifestou torna anulável o negócio jurídico firmado, ainda que seja de conhecimento do destinatário.


B

Tratando-se de negócio jurídico anulável, dispensa-se a confirmação expressa das partes se o devedor tiver cumprido parte de sua obrigação ciente do vício.


C

Ainda que estabelecida a denominada cláusula de não valer sem instrumento público, se o bem for móvel, a transferência poderá ser realizada por cessão de direitos particular.


D

O motivo ilícito de uma das partes torna o negócio jurídico nulo se for determinante para sua realização.


E

Sendo o objeto do direito indivisível, a incapacidade relativa de uma das partes não aproveita aos cointeressados capazes.

   
Gerar simulado