

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em relação as causas de exclusão da culpabilidade, considere as assertivas abaixo.
I. O desconhecimento da lei é inescusável.
II. O erro sobre a ilicitude do fato, se evitável, isenta o autor de pena; se inevitável, poderá diminui-la de um terço a dois terços.
III. Reconhecida a excludente da obediência hierárquica, responde pelo crime apenas o superior de quem emanou a ordem, ainda que manifestamente ilegal.
IV. Para que se configure a coação moral irresistível, indispensável se torna a presença de três elementos: o coator, o coagido e a vítima.
V. É irresistível a coação quando não pode ser superada senão com uma energia extraordinária e, portanto, juridicamente inexigível.
É correto o que se afirma APENAS em
I e II.
I, IV e V.
II, III e V.
III e IV.
III, IV e V.
Considere:
I. Estado de necessidade.
II. Estrito cumprimento de dever legal.
III. Obediência hierárquica.
IV. Exercício regular de um direito.
V. Legítima defesa putativa.
São excludentes da culpabilidade SOMENTE o que se considera em
I e V.
II e III.
III e V.
I, II e IV.
II, III e IV.
Considere a seguinte situação hipotética.
Patrícia, com 23 anos de idade, foi processada criminalmente após a prática de uma infração penal. Todavia, no curso do processo, verificou-se que, ao tempo do crime, por doença mental, a ré era inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato.
Nessa situação, cabe a absolvição de Patrícia, tendo como fundamento a inexistência de ilicitude da conduta delituosa.
A forte emoção e a intensa paixão no momento da prática do crime excluem a imputabilidade penal do agente, afastando, por conseqüência, a sua culpabilidade.
João ingeriu bebidas alcoólicas numa festa sem a intenção de embriagar-se. Todavia, ficou completamente embriagado e, nesse estado, tornou-se violento e ficou totalmente incapaz de entender o caráter criminoso do fato, situação em que agrediu e feriu várias pessoas. Nesse caso, João
não é isento de pena porque a embriaguez foi dolosa.
é isento de pena porque a embriaguez foi proveniente de caso fortuito.
é isento de pena porque a embriaguez foi proveniente de força maior.
não é isento de pena porque a embriaguez foi culposa.
não é isento de pena pois a embriaguez jamais exclui a imputabilidade penal.
A respeito da coação moral irresistível, é correto afirmar que
o coator responderá pelo crime cometido pelo coato e pela coação em si.
a ameaça geradora da coação só pode ter por objeto a pessoa do coacto.
a vítima pode figurar como coatora.
não existe coação moral irresistível putativa.
inexiste tipicidade por ausência de conduta voluntária.
A coação moral irresistível torna o agente isento de pena, por inexigibilidade de conduta diversa.
Constitui um dos elementos da culpabilidade:
Um motorista sentiu-se mal na direção, diminuiu a marcha do veículo com intenção de estacioná-lo, mas perdeu a consciência. O automóvel desgovernou-se e apanhou uma pessoa no acostamento da estrada, causando-lhe a morte. É um caso de
exclusão de culpabilidade.
exclusão de tipicidade.
homicídio culposo.
exclusão da ação.
homicídio doloso.
NÃO exclui a culpabilidade
a embriaguez fortuita completa.
a doença mental.
o erro inevitável sobre a ilicitude do fato.
a obediência à ordem, manifestamente ilegal, de superior hierárquico.
a coação moral irresistível.