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O múon negativo é uma partícula elementar com carga igual à do elétron e uma massa 207 vezes maior. Um próton pode capturar um múon negativo para formar um átomo “mésico” hidrogenóide.
Assumindo um núcleo não-estacionário, o potencial de ionização desse átomo mésico é de
13,6 keV
7,4 keV
5,6 keV
3,2 keV
2,5 keV
Energia potencial é a energia armazenada em um corpo devido à sua posição ou configuração, podendo ser liberada e transformada em outros tipos de energia, como a cinética. Se um bloco de ferro pesando 4 kg é solto a partir do repouso no topo de um plano inclinado sem atrito, a uma altura de 5 m em relação ao solo. Ao chegar à base, toda a energia potencial gravitacional foi transformada em energia cinética.
Qual a velocidade do bloco ao atingir o solo? (Considere ).
5 m/s
10 m/s
15 m/s
20 m/s
No início do século XVII, observações telescópicas revelaram pequenos astros que mudavam de posição de uma noite para outra nas proximidades de Júpiter. O acompanhamento dessas posições mostrou que esses astros permaneciam associados ao planeta e se deslocavam periodicamente em torno dele.
Na época, essas observações tiveram importância para a discussão dos modelos de Universo porque forneciam evidências de que
todos os astros observados no céu realizavam necessariamente movimentos circulares ao redor do Sol.
Júpiter ocupava o centro do Sistema Solar e exercia sobre os demais planetas uma atração maior que a exercida pelo Sol.
alguns corpos celestes podiam orbitar outro corpo que não a Terra, contrariando uma característica importante do modelo geocêntrico então aceito.
a Terra realizava movimento ao redor do Sol, fato que podia ser demonstrado diretamente pelo movimento dos satélites de Júpiter.
os modelos astronômicos anteriores às observações telescópicas deixaram de ter valor científico por terem sido construídos sem instrumentos ópticos.
Um mesmo corpo é colocado, separadamente, em três líquidos A, B e C, que não se misturam entre si. Em cada recipiente, o corpo atinge uma posição de equilíbrio diferente, conforme representado na figura.

Em seguida os três líquidos são colocados cuidadosamente em um mesmo recipiente.

A disposição final das camadas, da parte superior para a inferior, será
A – B – C.
A – C – B.
B – C – A.
B – A – C.
C – B – A.
O gráfico apresenta a duração aproximada do período claro do dia, ao longo do ano, em uma cidade localizada no Hemisfério Sul.

A partir dos dados apresentados e dos movimentos da Terra, é correto afirmar que
a redução da duração do período claro entre janeiro e junho decorre da diminuição progressiva da velocidade de rotação da Terra nesse intervalo.
a duração próxima de 12 horas observada em março e setembro indica que, nesses meses, o eixo de rotação da Terra fica temporariamente perpendicular ao plano de sua órbita.
a diferença entre as durações do período claro em junho e dezembro ocorre principalmente pela variação da distância entre a Terra e o Sol ao longo de sua órbita.
a duração do período claro varia ao longo do ano porque o movimento de translação modifica periodicamente a inclinação do eixo de rotação da Terra.
o aumento da duração do período claro entre junho e dezembro está relacionado ao movimento de translação da Terra e à inclinação de seu eixo de rotação, que alteram as condições de iluminação do Hemisfério Sul ao longo do ano.
A energia eólica tem ganhado espaço na matriz energética brasileira por utilizar uma fonte renovável e contribuir para a diversificação da produção de eletricidade, aspecto relevante para a construção de sistemas energéticos mais sustentáveis. A expansão dessa fonte, entretanto, depende da identificação de áreas com condições adequadas de vento para o funcionamento dos aerogeradores.
Durante um estudo para avaliar a viabilidade da instalação de um parque eólico em determinada área do litoral brasileiro, uma equipe realizou medições periódicas para identificar a velocidade do vento no local.
Para obter diretamente essa informação, o equipamento mais adequado é o
cata-vento.
barômetro.
termômetro.
pluviômetro.
anemômetro.
A produção de pares constitui um importante mecanismo de interação dos fótons de altas energias com a matéria. Nesse processo, um fóton incidente interage com o campo elétrico coulombiano de um núcleo atômico e sua energia é convertida em massa e energia cinética de um par elétron-pósitron. Sobre esse processo, é correto afirmar:
Tem maior probabilidade de ocorrência para a energia de 1,022 MeV.
Ocorre com maior probabilidade em materiais de baixo número atômico, como hidrogênio e carbono.
Toda a energia do fóton é convertida em energia cinética do positrônio.
Tem baixa probabilidade de ocorrer em água na energia de 1,022 MeV.
É o fenômeno físico no qual a tomografia por emissão de pósitron está baseada.
Suponha que um tomógrafo emitiu um feixe de raios X e o valor do coeficiente de atenuação linear obtido para um voxel do pulmão foi de 0,06 cm−1. Considerando o coeficiente de atenuação da água de 0,2 cm−1. Qual o valor da unidade Hounsfield desse voxel?
-700
1000
400
-1000
-100
Sabendo que o coeficiente de atenuação mássico para a energia do 60Co é de 1,13×10−1 cm2/g para o hidrogênio e 5,70×10−2 cm2/g para o oxigênio, qual o valor do coeficiente de atenuação mássico da água?
Note e adote: Massas molares (g/mol): Hidrogênio = 1; Oxigênio = 16.
1,1×10−1 cm2/g
5,7×10−2 cm2/g
6,9×10−2 cm2/g
8,5×10−2 cm2/g
6,3×10−2 cm2/g
Considere uma imagem de radiografia adquirida com um objeto simulador, conforme descrito a seguir.
O simulador é uma caixa acrílica preenchida com água com dimensões de 30 x 30 x 30 cm³ (simulador de tecido mole), com três inserções esféricas de mesmo diâmetro e de material com mais alta atenuação (simulador de tecido ósseo).
Esse simulador foi posicionado sobre a mesa de aquisição de imagens e suas vistas anterior e lateral são apresentadas na figura abaixo (Figura I). O detector de imagem foi posicionado abaixo da mesa radiográfica e do objeto simulador.
Assinale a alternativa que apresenta a imagem radiográfica obtida na escala de cores indicada (Figura II).





A figura ilustra dois arranjos mecânicos utilizando os mesmos corpos A e B. No sistema II, os corpos encontram-se em equilíbrio em um conjunto ideal de roldanas composto por uma polia fixa e duas polias móveis.
No sistema I, esses mesmos corpos são suspensos nas extremidades de uma barra de peso desprezível.

Desprezando atritos e considerando fios e polias ideais, a razão X/Y necessária para que a barra permaneça em equilíbrio é
41 .
21 .
1.
2.
4.
Após observar o experimento, um estudante argumenta que a água deveria sair com a mesma velocidade pelos três orifícios, por se tratar do mesmo líquido.
Ao planejar a continuidade da discussão em sala de aula, o professor decide utilizar uma analogia do cotidiano para explicar por que o resultado observado ocorre.
A analogia mais adequada é
a dificuldade de empurrar um carrinho de supermercado quando ele está mais carregado.
a necessidade de aumentar a pressão de um pneu após uma queda acentuada de temperatura.
a sensação de aumento da pressão nos ouvidos à medida que uma pessoa mergulha em uma piscina mais profunda.
a maior dificuldade para respirar durante a prática de exercícios físicos intensos.
o aumento da velocidade de um ciclista ao descer uma ladeira.
Ao iniciar o estudo das Leis de Newton, um professor decide utilizar uma atividade experimental para que os estudantes formulem hipóteses, confrontem suas previsões com observações experimentais e discutam os resultados obtidos. Para isso, organiza a turma em grupos e entrega, para cada um deles, um copo, um cartão rígido e uma moeda. Em seguida, orienta que posicionem o cartão sobre a boca do copo e a moeda sobre o centro do cartão. Antes de realizar o experimento, cada estudante deve registrar individualmente uma previsão, acompanhada de uma justificativa, sobre o que acontecerá com a moeda quando o cartão for puxado rapidamente na direção horizontal. Após registrarem suas hipóteses, os grupos realizam o experimento e verificam que a moeda cai praticamente na vertical para o interior do copo.
A análise do resultado do experimento permite aos estudantes concluir que
durante a retirada do cartão, este exerce sobre a moeda uma força resultante dirigida verticalmente para baixo, responsável por sua queda para o interior do copo.
a inércia da moeda impede que a força de atrito exercida pelo cartão atue sobre ela durante a retirada do cartão. Por isso, a moeda permanece em repouso até iniciar a queda.
a retirada do cartão provoca um aumento da intensidade da força peso que atua sobre a moeda, tornando-a maior do que antes da retirada do cartão e causando sua queda.
a força de atrito entre o cartão e a moeda atua durante um intervalo de tempo muito curto, produzindo pequena variação na velocidade horizontal da moeda. Após perder o apoio do cartão, a moeda permanece sujeita à força peso e cai para o interior do copo.
durante a retirada rápida do cartão, a força peso deixa de atuar sobre a moeda. Após cessar o contato entre a moeda e o cartão, a força peso volta a atuar, provocando sua queda.
Após as comemorações de Réveillon, é comum ver pessoas utilizando detectores de metais para procurar celulares, joias, moedas e outros objetos metálicos perdidos na areia das praias. Aproveitando esse contexto, um professor apresenta aos estudantes um detector de metais manual, informando que seu funcionamento se baseia em uma bobina percorrida por corrente elétrica. Em seguida, solicita que expliquem, com base nos princípios do eletromagnetismo, como o equipamento é capaz de identificar a presença de um objeto metálico sem estabelecer contato direto com ele.
A explicação cientificamente mais adequada é que
o campo magnético produzido pela bobina magnetiza permanentemente qualquer objeto metálico, que passa a emitir um campo magnético suficientemente intenso para ser detectado.
o campo magnético da bobina transfere elétrons para o objeto metálico, modificando a corrente elétrica do circuito do detector.
o objeto metálico absorve parte do campo magnético produzido pela bobina, reduzindo sua intensidade e permitindo sua identificação.
a aproximação do objeto metálico provoca variação do fluxo magnético em seu interior, induzindo correntes elétricas que geram um campo magnético capaz de alterar a corrente elétrica na bobina do detector.
o campo magnético emitido pela bobina é refletido pela superfície metálica e retorna ao detector, de forma análoga ao eco de uma onda sonora.
Ao abordar circuitos elétricos em série, um professor monta um circuito constituído por uma pilha e uma lâmpada e explica qualitativamente como ocorre a circulação da corrente elétrica. Ao final da explicação, um estudante afirma que a corrente elétrica deve diminuir ao atravessar a lâmpada, pois parte dela é "consumida" para produzir luz.
Com o objetivo de verificar experimentalmente se a intensidade da corrente elétrica se altera ao atravessar a lâmpada, o professor propõe uma atividade.
Assinala a montagem experimental mais adequada para essa finalidade.
Acrescentar um voltímetro aos terminais da lâmpada e um amperímetro em série no circuito, para relacionar a diferença de potencial aplicada à lâmpada com a corrente elétrica que a percorre.
Acrescentar dois amperímetros ao circuito, posicionando um antes e outro depois da lâmpada, para comparar os valores da corrente elétrica medidos nos dois pontos.
Substituir a lâmpada por outra de maior potência nominal, mantendo a mesma pilha, e medir a corrente elétrica no circuito com um amperímetro.
Montar um circuito em série com duas lâmpadas idênticas e medir a corrente elétrica antes da primeira lâmpada.
Montar um circuito em paralelo com duas lâmpadas idênticas e medir a corrente elétrica no circuito principal e em um dos ramos.
Avalie o circuito elétrico representado na figura a seguir. Todas as lâmpadas são idênticas, a bateria é ideal e o interruptor, quando fechado, pode ser considerado um condutor de resistência elétrica praticamente nula.

Com o interruptor fechado, considerando que o brilho das lâmpadas é proporcional à potência elétrica dissipada, a relação entre os brilhos das lâmpadas é
as lâmpadas L1 e L5 apresentam o mesmo brilho entre si, enquanto L3 e L4 também apresentam o mesmo brilho entre si, porém menos intenso que o de L1 e L5.
as lâmpadas L1, L3, L4 e L5 apresentam o mesmo brilho entre si, enquanto L2 permanece apagada.
as lâmpadas L3 e L4 apresentam o mesmo brilho entre si e brilham mais intensamente que L1 e L5, pois também apresentam o mesmo brilho entre si.
as lâmpadas L1 e L5 apresentam brilhos diferentes entre si, pois conduzem correntes elétricas de intensidades diferentes.
todas as lâmpadas permanecem acesas, sendo L2 a que apresenta o maior brilho.
O experimento permite aos estudantes compreender que a classificação de um movimento depende da análise da relação entre deslocamento e tempo, pois
a classificação de um movimento pode ser realizada comparando apenas a distância total percorrida ao final do experimento.
a comparação dos deslocamentos realizados em intervalos de tempo iguais permite distinguir movimentos com velocidade constante daqueles em que a velocidade varia ao longo do tempo.
dois movimentos somente podem ser comparados quando os participantes percorrem exatamente a mesma distância.
um movimento é uniforme sempre que o participante realiza o mesmo número de passos durante todo o percurso, independentemente do intervalo de tempo considerado.
a diferença entre os movimentos depende exclusivamente da velocidade média desenvolvida por cada estudante durante toda a atividade.
Com o objetivo de investigar o movimento de queda livre, um professor organiza os estudantes em grupos para registrar, com um telefone celular, a queda de uma pequena esfera e analisar o vídeo no software Tracker. No programa, os estudantes importam o arquivo, calibram a escala da imagem utilizando um objeto de comprimento conhecido, definem um sistema de referência e identificam, quadro a quadro, a posição do centro da esfera. Com base nesses dados, o software gera automaticamente os gráficos da posição, da velocidade e da aceleração em função do tempo.
Considerando os princípios do Ensino por Investigação, o planejamento dessa aula deve prever que os estudantes
elaborem previsões sobre os gráficos da posição, da velocidade e da aceleração antes da videoanálise e, após a obtenção dos resultados experimentais, comparem suas previsões com os dados obtidos, utilizando as evidências para discutir suas conclusões.
realizem inicialmente a videoanálise, interpretem os gráficos obtidos e, ao final da atividade, confrontem esses resultados com as previsões elaboradas pelo professor.
analisem inicialmente os gráficos teóricos do movimento de queda livre e, em seguida, utilizem a videoanálise para identificar semelhanças e diferenças entre o modelo teórico e os dados experimentais.
utilizem as equações da queda livre para prever quantitativamente os valores da posição, da velocidade e da aceleração e, posteriormente, comparem esses resultados com os gráficos produzidos pelo Tracker.
observem o vídeo da queda da esfera, descrevam qualitativamente o movimento e, em seguida, utilizem os gráficos obtidos no Tracker para complementar a análise realizada.
Como resultado do experimento, o gráfico a seguir apresenta os valores da velocidade do som, obtidos com dois celulares utilizando o aplicativo Phyphox®, em função da distância entre os aparelhos, para duas configurações experimentais distintas, denominadas A e B.

Considerando os resultados apresentados no gráfico, os valores aproximados da velocidade do som, em m/s, quando os celulares estavam separados por 10 m e da distância, em m, entre os celulares na medida em que foi obtida uma velocidade do som de 400 m/s são, respectivamente,
250 e 1.
300 e 1.
350 e 2.
350 e 1.
400 e 2.
Em 2026, o Telescópio Espacial James Webb registrou a galáxia MoM-z14, uma das mais distantes já observadas. A luz emitida por essa galáxia percorreu cerca de 13,5 bilhões de anos até alcançar a Terra. Por isso, os astrônomos a observam como ela era quando o Universo ainda era muito jovem.
A possibilidade de observar essa galáxia como ela era no passado deve-se ao fato de que
a velocidade da luz diminui gradualmente durante sua viagem pelo espaço, aumentando o tempo necessário para alcançar a Terra.
a expansão do Universo faz com que a luz emitida pelas galáxias permaneça suspensa no espaço antes de chegar à Terra.
os telescópios modernos conseguem reconstruir a aparência passada das galáxias a partir das imagens observadas atualmente.
as galáxias mais distantes emitem luz com velocidade menor do que as galáxias mais próximas.
a luz se propaga com velocidade finita e leva tempo para percorrer as enormes distâncias entre as galáxias e a Terra.