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O direito à vida e à saúde segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegura o acesso a serviços de reabilitação e tecnologias assistivas para garantir o desenvolvimento integral. Assim, analise as afirmativas sobre o atendimento à saúde e reabilitação segundo o ECA e assinale a alternativa CORRETA.
I - O poder público deve fornecer gratuitamente medicamentos, órteses e próteses para a reabilitação de crianças e adolescentes.
II - A criança com deficiência deve receber atendimento de saúde sem qualquer forma de segregação ou discriminação.
III - A falta de recursos financeiros da família constitui motivo suficiente e automático para a suspensão imediata do poder familiar.
IV - O direito à liberdade assegurado pelo Estatuto não permite que o adolescente pratique esportes ou participe da vida comunitária.
Apenas as afirmativas I e III estão corretas.
Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
Apenas as afirmativas II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas III e IV estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
Segundo o Art. 13 do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, os casos de suspeita ou confirmação de castigo físico, de tratamento cruel ou degradante e de maus-tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados:
Ao Juizado da Infância e Juventude local.
Ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais.
Ao Ministério Público local.
À Defensoria Pública local.
Todas as alternativas estão corretas.
Ao perceber indícios de maus-tratos em uma criança de sua turma, o professor de Educação Infantil precisa saber qual a providência prevista na legislação de proteção à infância.
Com base no Estatuto da Criança e do Adolescente, assinale a alternativa correta:
Os casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos contra a criança devem ser obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar.
Cabe ao professor investigar e resolver o caso sozinho, sem o envolvimento de órgãos de proteção externos à escola.
O professor deve manter sigilo absoluto sobre o caso, sem comunicá-lo a qualquer órgão de proteção à infância ou à direção.
A comunicação só é admitida quando houver prova documental e lesões corporais graves confirmadas por laudo médico oficial.
O artigo n° 11-A da lei n° 8.069/90, incluído em 2026, assegura às crianças e aos adolescentes acesso a programas de saúde mental promovidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para:
a triagem obrigatória e o isolamento em regime ambulatorial.
a prevenção e o tratamento de agravos de saúde mental.
o desenvolvimento focado apenas no rendimento escolar formal.
a concessão de auxílio financeiro para famílias vulneráveis.
a concessão do benefício de prestação continuada (BPC).
As políticas públicas voltadas ao atendimento de crianças e adolescentes em situação de risco fundamentam-se na garantia de direitos e na proteção integral desses indivíduos. Tendo isso em vista e considerando os princípios do Estatuto da Criança e do Adolescente, assinale a alternativa correta.
Situações de risco devem ser tratadas, em suma, no âmbito familiar, preservando a autonomia da família.
O acolhimento institucional configura-se como medida prioritária para crianças em situação de risco, em primeira instância.
A atuação diante de situações de risco de menores de 18 anos não é de responsabilidade dos órgãos de assistência social.
As políticas de atendimento devem assegurar proteção integral às crianças e aos adolescentes, com base na prevenção e na responsabilização.
O trabalho, quando realizado com proteção da família e em contexto de necessidade econômica familiar, pode ser legitimado.
Durante o atendimento psicológico de um adolescente, o profissional identifica elementos consistentes que indicam a possível ocorrência de castigo físico e tratamento degradante no ambiente familiar. Ainda não há confirmação pericial dos fatos. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Psicólogo deverá:
Comunicar obrigatoriamente o caso ao Conselho Tutelar, sem prejuízo de outras providências legais.
Informar inicialmente os responsáveis legais, atribuindo-lhes a decisão sobre a comunicação aos órgãos de proteção.
Registrar a suspeita no prontuário e encaminhá-la ao Conselho Tutelar depois da conclusão do acompanhamento.
Aguardar a confirmação dos fatos pela autoridade policial antes de realizar qualquer comunicação externa.
Em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente, os casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos contra criança ou adolescente devem ser:
Ignorados para evitar conflitos.
Comunicados apenas aos familiares.
Comunicados ao Conselho Tutelar.
Resolvidos somente dentro da escola.
No contexto da Lei Federal nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), está correto o que se afirma em:
Os estabelecimentos de atendimento à saúde, inclusive as unidades neonatais, de terapia intensiva e de cuidados intermediários, deverão proporcionar condições para a permanência em tempo parcial de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente
Os casos de suspeita ou confirmação de castigo físico, de tratamento cruel ou degradante e de maus-tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados ao Ministério Público da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais.
As gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para adoção serão preferencialmente encaminhadas, sem constrangimento, à Justiça da Infância e da família e do Conselho Tutelar.
O Sistema Único de Saúde promoverá programas de assistência médica e farmacêutica para a prevenção das enfermidades que ordinariamente afetam a população infantil, e campanhas de educação sanitária para pais, educadores e alunos.
É obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias.
João é um aluno de 12 anos muito agitado. Durante o percurso, ele retira o cinto de segurança diversas vezes. A Monitora, para manter a disciplina, aplica-lhe um beliscão forte e o xinga na frente de todos os colegas. Conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a conduta da Monitora caracteriza uma ou mais infração(ões) de direitos. Diante disso, analise-as abaixo:
I. A atitude da Monitora configura castigo físico, definido como ação de natureza disciplinar com uso da força física que resulta em sofrimento.
II. O aluno foi vítima de tratamento degradante, pois foi humilhado e ridicularizado na frente dos colegas de transporte.
III. A conduta da Monitora não é amparada pela lei, mas o descumprimento do uso do cinto de segurança autoriza esse tipo de ação corretiva no aluno.
Está CORRETO o que se afirma em:
Apenas I.
Apenas III.
Apenas I e II.
I, II e III.
Altera a Lei Nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), para dispor sobre o direito da criança e do adolescente à saúde mental:
Lei Nº 15.413, de 21 de maio de 2026.
Lei Nº 15.126, de 28 de abril de 2025.
Lei Nº 15.390, de 15 de abril de 2026.
Lei Nº 14.820, de 16 de janeiro de 2024.
Lei Nº 14.510, de 27 de dezembro de 2022.
Sobre características especiais dos maus tratos contra a criança e ao adolescente, assinale a alternativa INCORRETA:
Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido, na forma da Lei, qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.
A violência contra crianças e adolescentes se dá através de agressões físicas, agressões psicológicas, maus tratos, negligência, abuso e exploração sexual.
A Organização Mundial de Saúde – OMS registrou como “importante fator de mortalidade e morbidade de crianças e adolescentes a violência em suas várias interfaces.
O Estatuto da Criança e do Adolescente prescreve, no art. 56, inciso I que os dirigentes dos estabelecimentos de ensino fundamental comunicarão ao Conselho Tutelar os casos de maus tratos envolvendo seus alunos.
As alternativas B e D estão incorretas.
Leia o texto a seguir para responder às questões 46 e 47:
Uma agente de desenvolvimento infantil, recém-ingressa em uma creche municipal de Araçatuba, tem notado que uma das crianças sob seus cuidados parece ter problemas auditivos, pois não reage a certos estímulos sonoros. A funcionária está preocupada em proceder de forma correta, amparando-se na legislação vigente.
Casos como o relatado se articulam a disposições previstas pela Lei no 8.090/1990 (que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências).
De acordo com o parágrafo 3.º do art. 11 da referida lei, os profissionais que atuam no cuidado diário ou frequente de crianças na primeira infância, como a referida agente de desenvolvimento infantil, devem
limitar sua atuação ao campo pedagógico, evitando interpretações sobre o desenvolvimento infantil, com a finalidade de combater preconceitos e estigmas.
receber formação específica e permanente para a detecção de sinais de risco para o desenvolvimento psíquico, bem como para o acompanhamento que se fizer necessário.
realizar, com frequência mínima semestral, o exame diagnóstico de bebês e crianças sob sua tutela, a partir de uma rotina de testes de desenvolvimento infantil.
adotar procedimentos padronizados de acompanhamento e adaptação apenas mediante confirmação diagnóstica por profissional habilitado da área da saúde.
redirecionar bebês e crianças com sinais de atipia do desenvolvimento para grupos especiais, com condições análogas, para estímulo e compensação de limitações.
Determine a alternativa correta sobre os direitos fundamentais referentes à Vida e à Saúde, garantidos pela Lei n.º 8.069/1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e Adolescente.
É obrigatória a aplicação a todas as crianças, nos seus primeiros 12 meses de vida, de protocolo ou outro instrumento construído com a finalidade de facilitar a detecção, em consulta pediátrica de acompanhamento da criança, de risco para o seu desenvolvimento psíquico.
A criança e o adolescente têm direito à proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.
Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, públicos e particulares, são obrigados a manterem registro das atividades desenvolvidas, através de prontuários individuais, pelo prazo de 21 anos.
A gestante e a parturiente têm direito a 1 (um) acompanhante que será indicado por agentes assistenciais durante o período do pré-natal e do trabalho de parto.
Sobre o que preceitua o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em matéria de direitos fundamentais, julgue verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
(__)Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.
(__)Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e cinco anos de idade.
(__)É facultativa a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias.
(__)A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis.
F, V, V, F.
V, F, V, F.
V, F, F, V
V, V, F, F.
F, V, F, V.
Ao realizar a troca de roupas de uma criança de três anos em uma creche municipal, a auxiliar observa, pela segunda semana consecutiva, hematomas em regiões do corpo habitualmente cobertas pela roupa. A criança, antes comunicativa, tem se mostrado retraída e assustada nos momentos de cuidado. A auxiliar suspeita de maus-tratos no ambiente familiar, mas não presenciou qualquer agressão. Com base no caso apresentado e no Estatuto da Criança e do Adolescente, assinale a alternativa correta quanto à conduta da auxiliar:
Registrar as observações em anotações pessoais e comunicar o caso à direção se a própria criança relatar espontaneamente alguma agressão sofrida.
Convocar os responsáveis pela criança para esclarecer a origem dos hematomas antes de qualquer registro ou comunicação, evitando expor a família a constrangimento indevido.
Acompanhar a criança por período mais prolongado, reunindo elementos conclusivos sobre a autoria das agressões antes de levar a situação ao conhecimento da gestão.
Relatar as observações à equipe gestora da unidade, com descrição objetiva dos sinais e das mudanças de comportamento, para que a suspeita seja comunicada ao Conselho Tutelar, conforme determina o ECA.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990) estabelece que a garantia dos direitos da criança e do adolescente é prioridade absoluta, e isso requer
precedência na formulação e execução de políticas sociais públicas, destinação privilegiada de recursos orçamentários e proteção em quaisquer circunstâncias.
preferência na formulação de políticas para a educação superior, matricialidade familiar nas demais políticas sociais e inclusão de ações voltadas às crianças e adolescentes.
reconhecimento da família como responsável prioritário pela disciplina e pela moral, tendo como suporte a intervenção do Estado em situações de risco de vida.
destinação subsidiária de recursos financeiros pelos gestores públicos e intervenção prioritária nas áreas relacionadas com o mercado de trabalho.
No que se refere ao direito à vida e à saúde das crianças e adolescentes, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê uma série de determinações para garantir sua proteção e cuidado.
Em face do exposto, assinale a alternativa correta.
As gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para adoção serão atendidas pelos profissionais de saúde, a fim de garantir que essa decisão seja revertida.
Os casos de suspeita e confirmação de castigo físico, de tratamento cruel ou degradante e de maus-tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais.
No caso de internação de criança ou adolescente, os pais têm direito à visitação nos horários determinados.
Os serviços de saúde devem ser os únicos a atender as crianças na primeira infância vítimas de violência, tendo em vista o caráter sigiloso da situação.
A gestante e a parturiente têm direito a 1 (um) acompanhante no momento do parto, nos casos de risco de vida para o bebê.
Casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), determina que devem ser comunicados obrigatoriamente ao:
Responsável legal.
Familiar que for buscar a criança.
Juizado de menores após provas físicas.
Conselho Tutelar da respectiva localidade.
Diretor escolar, apenas para registro interno.
Durante o trajeto escolar, um Monitor flagra dois alunos brigando. Ao intervir e estabelecer limites, ele deve respeitar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Com base no ECA, analise as assertivas abaixo:
I. É permitido o uso de castigo físico leve como forma de correção e disciplina no transporte.
II. A criança tem o direito de ser educada sem o uso de tratamento cruel ou degradante.
III. Ridicularizar o aluno indisciplinado perante os colegas é uma atitude aceitável para manter a ordem e a disciplina.
Está CORRETO o que se afirma em:
Apenas I e III.
Apenas II.
Apenas II e III.
I, II e III.
Em determinada situação, responsáveis legais recusam a vacinação obrigatória de uma criança, mesmo diante da oferta regular pelo sistema público de saúde e da inclusão da imunização no calendário oficial. O caso chega aos serviços de proteção, gerando debate sobre os limites entre autonomia familiar e dever de proteção estatal. À luz do art. 14 da Lei n.º 8.069/1990, assinale a alternativa correta:
A vacinação é obrigatória nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias, podendo ensejar medidas de proteção diante da recusa dos responsáveis.
A recusa à vacinação não configura situação de risco, não sendo cabível intervenção de órgãos de proteção à infância e adolescência.
A obrigatoriedade da vacinação depende de decisão judicial prévia, não sendo exigível diretamente pelos serviços de saúde pública existentes.
A imunização é facultativa no âmbito do ECA, sendo tratada como recomendação sem caráter vinculante para os responsáveis legais.
A vacinação pode ser recusada pelos responsáveis legais sendo decisão exclusiva da família independentemente das diretrizes das autoridades sanitárias.