Questões de Concurso sobre Ensino de língua portuguesa e novas tecnologias em sala de aula.

 
 
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O ensino de língua portuguesa por meio dos gêneros textuais está voltado para os usos da língua em suas diversas situações de comunicação.


C

Certo


E

Errado

Considere o primeiro parágrafo do texto: Foi por Sérgio Rodrigues, que leio sempre com prazer nesta Folha, que soube que uma página de internet dedicada ao português desaconselha o uso da expressão “te amo” porque “não se pode começar frase com pronome oblíquo átono”.


Para o ensino de língua materna, muitas vezes os docentes recorrem à categorização gramatical para proceder à diferenciação do emprego das classes de palavras. Assim, é importante que os alunos reconheçam que pertencem a diferentes classes os termos destacados em:


A

uma página de internet; o uso da expressão.


B

que leio sempre; que soube.


C

página de internet; uso da expressão.


D

com prazer; com pronome oblíquo átono.


E

leio sempre; não se pode começar.

Em Multiletramentos na Escola (Rojo e Moura, 2012), Melo, Oliveira e Valezi abordam os gêneros poéticos em interface com gêneros multimodais. Nesse diálogo entre os gêneros, um trabalho possível em sala de aula com o poema de Manual Bandeira poderia explorar


A

a leitura de livros de história da literatura, em especial do período literário a que pertenceu o poeta, seguida depois de síntese escrita dos alunos.


B

os sentidos expressos pela leitura em sala de aula, compilados em produção escrita dos alunos, posteriormente organizadas em um livro dos alunos.


C

a leitura pelo professor, seguida da interpretação apurada para, dias depois, os alunos realizarem uma prova escrita sobre o tema nele abordado.


D

o contexto histórico-social de sua produção, os sentidos veiculados e a produção de videoclipes sobre ele, contextualizando com o momento atual.


E

a organização de uma biblioteca de classe por meio da qual os alunos poderiam ler o poema em questão e outros do poeta.

Paulo Freire (1990) traz a seguinte reflexão: “[...] o ato de ler e escrever deve começar a partir de uma compreensão muito abrangente do ato de ler o mundo, coisa que os seres humanos fazem antes de ler a palavra”. É possível atrelar esse pensamento quanto à estratégia de ensino de língua portuguesa:


A

À alfabetização e ao ensino funcional e tradicional.


B

Ao letramento e à aprendizagem significativa.


C

Ao funcionamento do sucesso da escrita do texto exclusivamente.


D

À construção da episteme em linguagem.


E

À metodologia do ensino somente em literatura.

Analise a situação a seguir:


Durante o estudo da língua portuguesa, um/uma docente solicitou aos estudantes que realizassem a seguinte atividade:

"1. Leia o poema "As borboletas", de Vinícius de Moraes.

2. Responda às questões a seguir: a. O que você achou do poema? b. Circule no poema todos os adjetivos que você encontrar. c. Agora, sublinhe os substantivos aos quais estão associados os adjetivos. d. Quais outros adjetivos poderiam ser associados a esses substantivos?".

Qual é a perspectiva adotada pelo/pela docente para o trabalho em sala de aula?


A

Ensino de gramática reflexiva.


B

Ensino de análise linguística.


C

Ensino de gramática descritiva.


D

Ensino tradicional de gramática.


E

Ensino de gramática internalizada.

Sobre os gêneros da esfera publicitária, Marcuschi (2008, p.167) afirma que:


"A publicidade opera de maneira particularmente produtiva na subversão da ordem instituída para

chamar a atenção sobre um produto. Parece que desenquadrar o produto de seu enquadre normal é

uma forma de reenquadrá-lo em novo enfoque para que vejamos de forma mais nítida no mar de

ofertas de produtos". (2008, p. 167.)


Para exemplificar o exposto por Marcushi, o professor de Língua Portuguesa, considerando-se a contemporaneidade, deve utilizar qual destas peças publicitárias?


A

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: encr.pw/ttlrl. Acesso em : 3 mar. 2023.


B

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em : encr.pw/HH0IK. Acesso em: 3 mar. 2023.


C

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: I1nq.com/Muq7C. Acesso em: 3 mar. 2023.


D

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em : encr.pw/x9Kf0. Acesso em : 3 mar. 2023.


E

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: encr.pw/TrdeW. Acesso em: 3 mar. 2023.

De acordo com Antunes (2003), a escola deve ter como objetivo a escrita de textos socialmente relevantes. Isso implica considerar que esses textos devem


A

priorizar a comunicação entre os alunos, contexto em que a exploração dos tipos e gêneros textuais é secundária, pois a preocupação com a função dos textos inibe a criatividade.


B

reproduzir a comunidade linguística a que a escola pertence e, desse modo, a produção de textos da escola, antes de priorizar a autoria dos alunos, tem de buscar os protótipos sociais.


C

explorar gradativamente a escrita, com expressões de menor complexidade (palavras ou frases) para, posteriormente, formar períodos mais densos até chegar a textos complexos.


D

corresponder àquilo que realmente se escreve fora do espaço escolar, pertencentes a gêneros que têm uma função social determinada, conforme as práticas vigentes na sociedade.


E

ser produzidos em conformidade com a norma-padrão, priorizando-se a ortografia e os demais aspectos gramaticais que definem a natureza de bons textos em língua materna.

Como você corrige os outros?

Ana Elisa Ribeiro


“Dói meu ouvido”, diz o conhecido, sabendo que sou professora de português. Ele procura uma cumplicidade comigo, depois de protagonizar uma cena explícita de preconceito linguístico. Um vendedor de água ou de chicletes vem oferecer suas mercadorias, diz “aí, dona, é água e balinha, é as melhó, três por cinco”. Meus ouvidos ouvem, não, obrigada, não compram; os ouvidos de ledo em, e também dispensam os doces.

Noutro momento, numa festinha familiar ou de fim de ano, duas ou três pessoas conversa me uma delas pronuncia “gratuito”, enquanto a outra concorda mal um sujeito e um predicado; a terceira usa impropriamente uma palavra supostamente chique e culta. Novamente, chega alguém mais informado e diz na minha orelha: “você deve sofrer, né?”

Não sofro. Não sofro o tempo todo. Mas noto algumas coisas: (a) que quando esses falares acontecem, há uns segundos de expectativa, quando os olhares vêm na minha direção, aguardando por uma atitude imediata de cá, isto é, uma correção explícita à fala alheia; (b) uma decepção generalizada quando não faço isso, como se fosse uma espécie de maldade ou de omissão de socorro; (c) em seguida, o perdão geral, após a conclusão de que eu provavelmente só não quis constranger ninguém, mas que corrigirei a pessoa em momento oportuno, expondo-a menos.


RIBEIRO, Ana Elisa. “Com você corrige os outros?”. Disponível em: https://revistapessoa.com/artigo/3453/como-voce-corrige-os-outros? Acesso em: 04 mar. 2023.



Conforme Antunes (2007) “a ciência linguística defende que o bom uso da língua é aquele adequado às condições de uso”. Estabelecendo uma relação com o texto de Ana Elisa Ribeiro, classifique as afirmativas como (V) verdadeiras ou (F) falsas.


( ) O uso da língua fora do contexto culto indica falta de conhecimento linguístico e gramatical devendo ser corrigido em diferentes contextos de fala.

( ) O fato da norma culta corresponder a variante de prestígio social, seu uso deve ser priorizado nas situações de interação verbal.

( ) Por ser a língua homogênea e regida pela norma padrão, o emprego de “gratuito” no contexto apresentado configura um desvio linguístico.

( ) Quanto maior a capacidade do falante real fazer uso das normas e diferentes registros da língua, mais competente ele se apresenta.


A sequência correta de classificação, de cima para baixo, é:


A

( F ) – ( F ) – ( F ) – ( F ).


B

( F ) – ( F ) – ( F ) – ( V ).


C

( F ) – ( F ) – ( V ) – ( V ).


D

( V ) – ( V ) – ( F ) – ( F ).


E

( V ) – ( V ) – ( V ) – ( V ).

Em “Gramática e Literatura: desencontros e esperanças” (em Geraldi, O texto na sala de aula), Lígia Chiappini defende que


A

o trabalho com a literatura, com a língua e com o conhecimento seja garantido na escola, de modo a evitar que novas propostas de ensino o descaracterizem.


B

o ensino de literatura seja pautado pelos conteúdos gramaticais, uma vez que é por meio da língua que se desvendam os múltiplos sentidos dos textos literários.


C

o ensino de língua portuguesa se dê com a integração dinâmica entre língua e literatura, em um trabalho que amplie as possibilidades do trabalho com a linguagem.


D

as reflexões sobre os usos da língua se sobreponham à análise literária, uma vez que esta é impressionista e carece de elementos objetivos de análise.


E

a literatura deve ser reconhecida como patrimônio cultural e, por ser uma instituição nacional, sua natureza se sobrepõe à da descrição de análise linguística.

Durante décadas, o ensino de Língua Portuguesa desenvolvido em nossas escolas limitou - se à análise e à classificação de termos gramaticais, o que constituía o dialeto de prestígio. Assinale a alternativa que não elenca as mudanças ocorridas no ensino da língua materna:


A

alterar as práticas didático-pedagógicas do ensino dessa disciplina e, sobretudo, propor uma nova forma de conceber o ensino de Língua Portuguesa.


B

a linguagem passa a ser concebida como recurso de interação social atrelada a propósitos comunicativos. Essa nova concepção de linguagem provocou diversas alterações na metodologia de ensino da língua.


C

a língua passa a ser percebida como atividade social em constante uso comunicativo


D

o uso da língua passa a ser estudado tendo como base textos e discursos, que ocorrem em situações comunicativas do dia – a – dia por meio dos mais diversos gêneros.


E

a função do ensino da gramática limita-se à estrutura da língua, não se preocupando em abranger o desenvolvimento da competência comunicativa do aluno.

De acordo com as considerações do texto 3, deve considerar-se a respeito do ensino da língua:


1. Valorizar as especificidades comunicativas dos mais diversos grupos sociais sem, no entanto, negligenciar a norma culta da língua, proporcionando uma abertura e ampliação das competências e habilidades linguísticas.

2. O exercício da oralidade inerente às práticas pedagógicas aponta para o fato de que a escola não ensina apenas a língua escrita, mas deve também ser espaço de fala e desenvolvimento das competências e habilidades expressivas e argumentativas.

3. A língua é produto de quem a fala. Todos chegamos à escola sabendo a língua. Sendo assim, o ensino deveria focar apenas a leitura para ampliação e desenvolvimento de vocabulário.

4. No que concerne ao desenvolvimento da competência linguística, a atenção deve voltar-se, sobretudo, para a etnografia da fala: análise de interações verbais, produções discursivas, atividades verbais e comunicativas, bem como a cognição.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.


A

São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.


B

São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.


C

São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.


D

São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.


E

São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.

Considerando-se que docentes de uma escola trabalharam o gênero tira com seus alunos e solicitaram que estes concluíssem a narrativa com humor e em conformidade com a norma-padrão, uma resposta adequada para a tarefa é:


A

Se eu a conhecesse há mais tempo, teria avisado com maior antecedência.


B

Se eu conhecesse Susi a mais tempo, nem teria falado nada disso à ela.


C

Se eu conhecesse ela há mais tempo, certamente não teria falado-lhe nada.


D

Se eu lhe conhecesse a mais tempo, teria-lhe avisado com antecedência.


E

Se eu conhecesse Susi à mais tempo, provavelmente não lhe iria falar nada.

O ensino de Língua Portuguesa por meio de gêneros discursivos vem ganhando espaço em diferentes propostas curriculares para a Educação Básica no Brasil nas últimas décadas. Entre outros referenciais importantes que embasam tais propostas, destacam-se as postulações de Dolz e Schneuwly (2004, p. 7), para quem os gêneros “constituem o instrumento de mediação de toda estratégia de ensino e o material de trabalho, necessário e inesgotável, para o ensino da textualidade.”


Uma proposta de ensino de Língua Portuguesa por meio de gêneros discursivos está epistemológica e metodologicamente mais alinhada com qual concepção de linguagem?


Fonte: DOLZ, J.; SCHNEUWLY, B. Gêneros e progressão em expressão oral e escrita. Elementos para reflexões sobre uma experiência suíça (francófona). In: Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004.


A

Linguagem como expressão do pensamento.


B

Linguagem como instrumento de comunicação.


C

Linguagem como interação social.


D

Linguagem como inventário lexical.


E

Linguagem como conjunto de regras sintáticas.

O aluno deveria ser persuadido, motivado a gostar de ler, atraído, pelo texto literário, encarando a leitura literária como um jogo, nos termos de Iser (1999), em que o autor dita as regras de funcionamento do jogo, por meio da tessitura textual e o leitor descobre como jogar, negociando sentidos, decifrando pistas, fazendo inferências, enfim, reconstruindo o jogo, antes dirigido pelo autor. Enquanto os alunos não encontrarem esse sentido para a leitura literária, continuarão a ler sem prazer, lendo apenas os resumos das obras clássicas disponíveis na web, recortando e copiando textos da internet, fazendo da pesquisa na escola mera cópia, diminuindo a capacidade imaginativa, restringindo seu potencial de coprodução enquanto leitores críticos.


(MARTINS, Ivanda. A literatura no Ensino Médio: quais os desafios do professor?. In: BUZEN, Clécio; MENDONÇA, Márcia (orgs.). Português no ensino médio e formação do professor. São Paulo: Parábola, 2006, p. 97-8)


Analisando a proposta de leitura do texto literário na escola, apresentada pela professora Ivanda Martins, julgue as abordagens do texto literário condizentes com essa visão.


I. A escola deve priorizar a leitura das obras literárias clássicas, que coloquem o aluno em contato com uma linguagem pertencente a contextos espaço-temporais distantes da realidade do aluno.

II. Para o aluno desenvolver estratégias comunicativas e dominar a norma-padrão, é necessário o estímulo à leitura de obras literárias, os consagrados clássicos.

III. A linguagem literária é marcada pela especificidade própria e única, que distingue linguagem literária de linguagem não literária, que o aluno deve perceber.

IV. É preciso que o aluno reconheça a obra literária como uma figura tridimensional (multi/inter/transdisciplinar) que utiliza a língua como instrumento de realização artística.


Está(ão) CORRETA(S)


A

I e II, apenas.


B

I, II e III, apenas.


C

III, apenas.


D

III e IV, apenas.


E

IV, apenas.

Considerando as questões relativas ao ensino de língua portuguesa e as estratégias didático-pedagógicas para o ensino de língua portuguesa, assinale a opção correta.


A

O ensino de língua portuguesa é orientado por uma visão enunciativo-discursiva de linguagem.


B

Nas atividades do eixo leitura, privilegiam-se os textos escritos e, nas atividades do eixo oralidade, privilegiam-se os textos orais e imagéticos, além das músicas.


C

A produção de textos por frequentação é uma estratégia didática na qual se apresentam aos estudantes gêneros textuais inéditos, para eles conhecerem esses novos textos e construírem conhecimentos acerca da produção e da recepção desses textos.


D

Na organização didática das aulas de língua portuguesa, o conhecimento da norma-padrão é ressignificado como um saber que amplia as competências dos alunos e que lhes garante a mudança social.


E

A pedagogia dos multiletramentos reforça o contato dos alunos com uma multiplicidade de textos impressos, multimodais, de variadas esferas de circulação, como meio de inserir esses alunos nos diferentes espaços da sociedade e do mundo do trabalho.

Para estar sintonizado com o que indica Paulo Freire no texto precedente, o ensino de língua portuguesa deve amparar-se em diversas práticas de leitura, especialmente naquelas relacionadas à cultura tradicional e contemporânea do estudante.


C

Certo


E

Errado

O uso da tecnologia em sala de aula é muito importante, no mundo atual, pois:


A

auxilia no processo de aprendizagem.


B

pode servir como ferramenta para que o professor tenha acesso a aplicativos, que venham a beneficiá-lo.


C

apresenta sites e jogos que contribuam para a dinâmica e contexto de aplicação das disciplinas.


D

sinaliza que as vantagens para a inclusão de tecnologia, em sala de aula, está na ausência de infraestrutura. Todos professores têm segurança de como usar a tecnologia em sala de aula, o que facilita seu trabalho tendo-o como um recurso pedagógico.


E

podem envolver e atrair mais ainda a atenção do aluno, que poderá melhorar seu desempenho nas atividades, estimular sua autonomia, despertar sua curiosidade, entre outros benefícios.

Na prática pedagógica, o docente poderá valer-se desse texto para levar os discentes a concluírem que é possível uma refacção, explicitando-se elementos de coesão. Tal refacção refletiria a norma-padrão, com coesão e coerência, em:


A

Quando fui buscar água e fazer café, não comprei pão, pois não tinha dinheiro.


B

Se eu fosse buscar água e fazer café, então não compraria pão enquanto não tivesse dinheiro.


C

Fui buscar água e fiz café; todavia, não comprei pão porque não tinha dinheiro.


D

Fui buscar água, portanto fiz café porém não comprei pão, entretanto não tinha dinheiro.


E

Ao buscar água e fazer café, talvez não comprasse pão, porém; é que não tinha dinheiro.

Considere uma atividade em que o professor de português propõe uma lista de 10 palavras na coluna 1 e pede ao aluno que preencha a coluna 2 (em branco) com a palavra correspondente no grau diminutivo. Para Sírio Possenti, em Por que (não) ensinar gramática na escola, essa atividade:


A

seria adequada apenas para as séries iniciais, quando o aluno ainda desconhece o diminutivo de certas palavras.


B

seria adequada apenas como tarefa de casa, pois o professor deveria utilizar a carga horária disponível em sala para explicitar as regras necessárias para a posterior execução do exercício.


C

seria adequada apenas para as séries finais, como revisão de conteúdos prováveis de serem cobrados nos exames vestibulares.


D

seria pouco adequada, a menos que o objetivo fosse o de chamar a atenção para o uso de certos diminutivos em determinados contextos.


E

seria pouca adequada, pois é provável que os alunos, mesmo nas séries iniciais, já conheçam os diminutivos das palavras que usam em seu contexto familiar.

Antunes (2009) propõe o trabalho com gêneros textuais em sala de aula fundamentando-se em, exceto:


A

Usar o texto como principal objeto de estudo, seria “o eixo do programa”, dando um fim ao monopólio da gramática e frases soltas.


B

O estudo da gramática ganharia sentido na sua funcionalidade, pois seus aspectos seriam explorados de acordo com as especificidades de cada gênero.


C

O trabalho com leitura, não se restringe às “aulas de língua”, em todas as disciplinas trabalha-se com essa modalidade, fundamentam-se na interpretação e nos conhecimentos adquiridos, por meio da leitura.


D

A importância de o leitor possuir conhecimentos prévios, não contribui para a presença de instruções dadas pelo texto, só esse conhecimento é suficiente, dessa forma, é desnecessário que o leitor utilize seus conhecimentos de mundo.

   
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