

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Os estudos de Travaglia (1997), Geraldi (2006a), Mendonça (2006a), Possenti (2006b), entre outros autores que estudam as práticas de linguagem sugerem que a transformação do ensino da língua materna, cujo objeto privilegiado de ensino tem sido a gramática tradicional normativa, em um trabalho que possibilite ao aluno apropriar-se dos recursos expressivos da língua de forma reflexiva, significativa e contextualizada, não é uma tarefa simples.
PRÁTICAS DE ANÁLISE LINGUÍSTICA: O QUE FAZEM OS PROFESSORES NA SALA DE AULA? Sirlene Barbosa de Souza
Nesse sentido, é preciso decidir sobre os novos conteúdos a serem ensinados, a(s) metodologia(s) e o(s) procedimento(s) didáticos(s) mais adequados à sua abordagem e, ainda, as formas de avaliar a aprendizagem, levando em consideração:
As propostas pedagógicas contextualizadas com a gramática normativa.
Vivências e compreensões do ambiente escolar.
Os sentidos veiculados pelo texto e a própria produção de textos.
Os sentidos expressos dentro da linguagem informal e contextualizada na sociedade.
Os objetivos e finalidades a que se propõe o seu ensino na escola.
"Recentemente incorporados à agenda de trabalho de muitos pesquisadores situados no campo da Linguística Textual, os estudos sobre os gêneros textuais vêm contribuindo significativamente para ampliar a compreensão do processamento cognitivo do texto (recepção e produção). Partindo da concepção bakhtiniana segundo a qual os gêneros são enunciados relativamente estáveis em cuja constituição entram elementos referentes ao conteúdo, composição e estilo, Marcuschi (2002) afirma que é impossível pensar em comunicação a não ser por meio de gêneros textuais (quer orais, quer escritos), entendidos como práticas socialmente constituídas com propósito comunicacional configuradas concretamente em textos. Por sua vez, Koch (2004) defende a ideia segundo a qual os indivíduos desenvolvem uma competência metagenérica que lhes possibilita interagir de forma conveniente, na medida em que se envolvem nas diversas práticas sociais. É essa competência que orienta, por um lado, a leitura e a compreensão de textos, e, por outro lado, a produção escrita (e também oral)." (KOCH, 2009, p. 56)
Relacionando a formulação de Ingedore Koch sobre “competência metagenérica” e propostas de atividades envolvendo leitura e produção de gêneros midiáticos, como blog, vlog, chats, memes, podemos colocar que:
A competência metagenérica é essa competência que orienta a produção e escrita de gêneros que circundam as práticas socias dos alunos, acostumados a interagir pelas mídias. No entanto, os alunos só aprendem a produzir de fato gêneros digitais em sala de aula.
Aspectos da fala na escrita e enunciados curtos são algumas das características que podem ser observadas em gêneros como o post. Nesse sentido, a produção desse gênero não passa pela ideia de uma competência metagenérica.
A competência metagenérica orienta o aluno, uma vez imerso na cultura digital, a ler e a produzir gêneros digitais, tal como a refletir e se posicionar diante de temas e assuntos relevantes para sua formação.
O professor pode preparar oficinas que instruam os alunos a produzirem gêneros digitais em sala de aula, a fim de ensiná-los a ler e a escrever textos com linguagem híbrida.
Partindo da competência metagenérica de seus alunos, que dominam a cultura digital, o professor pode trabalhar a leitura e a produção de gêneros digitais, com o intuito de promover a reflexão e o posicionamento diante de notícias e informações.
“Os professores(as), em parceria com o Coordenador Pedagógico, devem desenvolver estratégias didáticas interdisciplinares que permitam aos estudantes serem protagonistas e participantes ativos de seu percurso pedagógico” (FORTALEZA, 2019)*; tal orientação se coaduna intrinsecamente com este tema tratado pelos PCN:
*Fortaleza. Secretaria Municipal de Educação. Orientações gerais para o desenvolvimento do trabalho pedagógico do ensino fundamental. Disponível em: https://intranet.sme.fortaleza.ce.gov.br/files/2019/NOVO_orientacoes_pedag ogicas2019ok.pdf (acesso em 04/05/2022).
“Aprender e ensinar Língua Portuguesa na escola”.
“Conteúdos de Língua Portuguesa e temas transversais”.
“Objetivos gerais de Língua Portuguesa para o ensino fundamental”.
“Implicações da questão da variação linguística para a prática pedagógica”.
Nos PCN, fazem-se sugestões didáticas que são voltadas, de modo específico, para a formação de leitores; entre elas, existem tipos de leitura, por exemplo, a leitura autônoma, ou seja, aquela que:
“envolve a oportunidade de o aluno poder ler, de preferência silenciosamente, textos para os quais já tenha desenvolvido uma certa proficiência”.
“é uma atividade em que o professor lê um texto com a classe e, durante a leitura, questiona os alunos sobre os índices linguísticos que dão sustentação aos sentidos atribuídos”.
“é uma situação didática adequada para discutir coletivamente um título considerado difícil para a condição atual dos alunos, pois permite reduzir parte da complexidade da tarefa, compartilhando a responsabilidade”.
“são situações didáticas, propostas com regularidade, adequadas para desenvolver o comportamento do leitor, ou seja, atitudes e procedimentos que os leitores assíduos desenvolvem a partir da prática de leitura: formação de critérios para selecionar o material a ser lido, rastreamento da obra de escritores preferidos etc.”.
Dada as afirmativas:
I.A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica.
II.A implementação da BNCC deve levar em conta a diversidade cultural, social e econômica dos estados brasileiros, possibilitando que cada instituição de ensino construa o seu currículo de forma independente e autônoma, usando como base somente as necessidades da comunidade local na qual atende.
III.A BNCC define práticas de linguagem para aprendizagem da Língua Portuguesa.
IV.Conforme a BNCC, as decisões pedagógicas devem considerar o desenvolvimento de competências, com indicações claras sobre o que os alunos devem "saber" e sobre o que eles devem "saber fazer".
V.Entende-se por BNCC, na Educação Básica, os conhecimentos, saberes e valores produzidos culturalmente, expressos nas políticas públicas e que são gerados nas instituições produtoras do conhecimento científico e tecnológico; no mundo do trabalho; no desenvolvimento das linguagens; nas atividades desportivas e culturais; na produção artística; nas formas diversas de exercício da cidadania; nos movimentos sociais.
Estão corretas as afirmativas:
II, III, IV, V.
I, II, III,V.
I, III, IV, V.
I, II, IV, V.
III, IV, V.
Analise as afirmativas a seguir:
I. Antônio Gonçalves Dias foi um poeta e um grande expoente da tradição literária conhecida como “indianismo”. O seu estilo literário é marcado por elementos de nacionalismo e referências aos povos indígenas, colocando esse autor entre os poetas da primeira geração barroca brasileira.
II. Ao longo do Ensino Fundamental, as atividades realizadas pelo educador de Língua Portuguesa devem ajudar o aluno a desenvolver habilidades que lhe permitam valer-se da linguagem para melhorar a qualidade de suas relações pessoais.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Bechara, na obra Ensino da gramática. Opressão? Liberdade?, opõe o linguista ao professor de língua portuguesa. Para o autor, é compreensível que o linguista enfatize a língua oral, “porquanto a universalidade dos idiomas se patenteia na sua oralidade”; em contrapartida, aconselha o professor de língua portuguesa a:
ensinar a língua materna como se ensinaria uma língua estrangeira.
centrar sua atenção no padrão culto, que norteará a produção linguística do aluno.
adequar-se à realidade sociocultural que se impõe ao contexto da região do ensino.
reprimir a espontaneidade da língua transmitida no convívio da comunidade linguística, quando precária.
valer-se de ação corretiva toda vez que estiver diante do erro de gramática cometido pelo aluno.
No ensaio “Prática de leitura na escola”, do livro O texto na sala de aula, João Wanderley Geraldi afirma que:
“O autor, instância discursiva de que emana o texto, se mostra e se dilui nas leituras de seu texto: deu-lhe uma significação, imaginou seus interlocutores, mas não domina sozinho o processo de leitura de seu leitor, pois este, por sua vez, reconstrói o texto na sua leitura, atribuindo-lhe a sua (do leitor) significação.”
O texto na sala de aula. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.
Para evitar que essa concepção na relação entre autoria e leitura se resuma ao que o autor chama de “simulação de leitura” na sala de aula, Geraldi propõe que:
Haja clareza na vivência, definida a partir das tipologias propostas pelo autor, que se quer oferecer aos alunos e às alunas com o texto.
A relação que se estabelece com o texto não impedirá que o trabalho em sala de aula seja artificial.
A depender da tipologia de vivência que se propõe, é mais fácil recair em uma simulação de leitura.
O professor não pode se colocar como mera testemunha da relação entre leitor (aluno/aluna) e texto.
Apenas a leitura como fruição poderia tornar a leitura uma atividade real, pois permite escapar da simples reprodução do sistema econômico produtivo no ambiente escolar.
É conclusão coerente com as ideias de Sírio Possenti, no livro Por que (não) ensinar gramática na escola, afirmar que:
a língua materna deve ser ensinada desde o início, como se faria com o ensino de uma língua estrangeira.
o conhecimento explícito da gramática é fundamental nas séries finais.
a língua será conhecida quando se souber analisá-la à luz de suas regras de funcionamento.
a proposição de exercícios do tipo “construir uma frase a partir de palavras dispersas” constitui uma prática efetiva para consolidar o conhecimento da língua materna.
o papel da escola é criar as condições necessárias para o uso efetivo da língua padrão.
Considerando a distinção entre “diferença linguística” e “erro linguístico”, a partir do ponto de vista da gramática descritiva, constitui erro linguístico:
o emprego de construções, na oralidade, que divergem da variante padrão, como “as casa”.
o emprego de expressões que não existem de forma sistemática em qualquer das variedades de uma língua, como “meu casa”.
a aplicação equivocada das regras de concordância, geralmente causada pelo que tecnicamente se chama de “hipercorreção”, como em “a gente somos”.
a falha no uso das regras da ortografia, na escrita, como em “meu fio” por “meu filho”.
o desconhecimento dos termos técnicos essenciais com os quais uma língua é analisada, como o que seja verbo, preposição e assim por diante.
Em uma sala de aula, em um evento de oralidade, a professora deparou-se com o seguinte episódio:
Professora – Por que você não veio ontem?
Aluno – Eu tava estudanu.
Seguindo a proposta de Bortoni-Ricardo, em Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula, a professora deveria responder a fala do aluno da seguinte maneira:
Apresentar a regra padrão sem comentar a fala do aluno.
Ignorar a fala do aluno, pois este desvio não é uma regra não padrão.
Apresentar a regra padrão, destacando a presença de uma regra não padrão.
Apresentar a regra padrão, pois esse desvio é uma regra não padrão que deve ser trocada pela regra padrão.
Ignorar a fala do aluno, pois trata-se de uma regra não padrão que logo será corrigida pelo próprio aluno.
Magda Soares, em seu ensaio “A escolarização da literatura infantil e juvenil”, aponta que:
“[...] a escola toma para si a literatura, escolariza-a, didatiza-a, pedagogiza-a, para atender seus próprios fins – faz dela uma literatura escolarizada.”
A autora defende, nesse ensaio, que a escolarização pode ser adequada ou inadequada. De acordo com Soares, a escolarização:
Seria inadequada quando a escola evita a burocratização e a pedagogização da literatura.
Seria adequada quando a escola transporta a literatura para o manual didático.
Seria adequada quando o texto literário é apresentado como fragmento, facilitando seu ensino.
Seria inadequada quando desenvolve práticas de leitura homogeneizantes e descontextualizadas.
Seria inadequada quando contextualiza em excesso, descaracterizando o texto literário.
Durante décadas, o ensino de Língua Portuguesa desenvolvido em nossas escolas limitou - se à análise e à classificação de termos gramaticais, o que constituía o dialeto de prestígio. Com base nessa linha metodológica, a didática do ensino da língua estava voltada à memorização e à classificação de nomenclaturas. Partindo desse pressuposto, percebemos que o ensino de Língua Portuguesa ocorria em função do reconhecimento das normas e regras, o que constituía o padrão mais prestigiado pela sociedade (SOARES, 1998). É correto afirmar que:
I - A partir da década de 80, ocorre um intenso desenvolvimento de diversos estudos e pesquisas na Área de Língua Portuguesa. Tais estudos tinham como objetivo alterar as práticas didático-pedagógicas do ensino dessa disciplina e, sobretudo, propor uma nova forma de conceber o ensino de Língua Portuguesa.
II - A linguagem passa a ser concebida como recurso de interação social e, acima de tudo, atrelada a propósitos comunicativos.
III - A língua passa a ser percebida como atividade social, em constante uso comunicativo. Assim, a função do ensino da gramática limita-se à estrutura da língua, mas também não abrange o desenvolvimento da competência comunicativa do aluno e não mais levá-lo a produzir respostas corretas.
Apenas a I está correta.
Apenas a II está correta.
Apenas a III está correta.
Apenas a I e a II estão corretas.
De acordo com a perspectiva dos multiletramentos, as práticas de ensino-aprendizagem em linguagens não implicam trabalho com gêneros textuais contemporâneos nem alteração dos processos de leitura e produção de textos.
Certo
Errado
"De todas as formas que eu puder com jornal livrinho revista livrinho com historinha copiando escrevendo do jeito tradicional e do jeito moderno eu faço de tudo uma salada na minha sala de aula... um laboratório de experiências”.
A Estratégia utilizada por essa professora não denota que:
A sala de aula é um ambiente heterogêneo. Pois cada aluno tem uma realidade diferente do outro, apesar dos alunos viverem, na mesma comunidade.
Indica a existência de letramentos e não letramento, como uma única habilidade técnica.
O termo letramento "[...] não é pura e simplesmente um conjunto de ‘habilidades técnicas' uniformes a serem transmitidas àqueles que não a possuem - o modelo autônomo-, mas sim que existem vários tipos de letramento, nas comunidades".
Os suportes textuais abrangem um gênero em particular e constitui práticas discursivas dentro das quais temos dificuldades para identificar um conjunto de gêneros textuais.
Com base neste excerto “Além disso — prossegue Irene —, somos obrigados a estudar e a saber conjugar de cor tempos verbais que muito raramente são empregados na língua diária. Por outro lado, há tempos verbais que simplesmente nunca são mostrados nas gramáticas e nos livros didáticos, como se não existissem, e que a gente emprega o tempo todo” (BAGNO, 2006)*, observa-se a constante crítica às gramáticas cujas regras se sustentam no português-padrão, na norma culta, ou seja, não elencam formas também corretas da flexão verbal, muito frequentemente empregadas em situações reais de comunicação, quando muito, apenas as mencionam sem lhes conferir o caráter de correção devido. Toma-se como exemplo desse caso:
*BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: novela sociolingüística. 15 ed. São Paulo: Contexto, 2006, p. 70.
a formação do pretérito mais-que-perfeito composto construído apenas com o verbo auxiliar haver.
o presente do indicativo utilizado em narrativas com valor semântico equivalente ao pretérito perfeito.
o uso de perífrases verbais que correspondem a tempos verbais e a formas simples do modo subjuntivo.
a locução verbal composta do verbo auxiliar ir e do infinitivo do principal correspondente ao futuro do presente.
Um professor de língua portuguesa que se vê diante da possibilidade de elaborar uma atividade pedagógica com o Texto 5 precisa considerar que tal texto
tem forte apelo intertextual, já que foi produzido com base em outro texto.
faz crítica às monarquias que ainda existem no mundo moderno.
carece da textualidade expressa pelo processo de coesão.
constitui frase solta, desvinculada de um gênero discursivo.
Analise as afirmativas abaixo sobre Gêneros discursivos primários e secundários.
1. Durante o processo de sua formação, os gêneros secundários absorvem e transmutam os gêneros primários de todas as espécies, que se constituíram em circunstância de uma comunicação verbal espontânea.
2. Os gêneros primários, ao se tornarem componentes dos gêneros secundários, transformam-se dentro destes e adquirem características particulares. Exemplo disso é um diálogo que pode perder a sua relação com o ordinário contexto de comunicação quando se transforma em um texto artístico ou quando passa a fazer parte de um texto jornalístico.
3. Os gêneros secundários ao se comutarem perdem sua relação com a realidade existente e com a realidade dos enunciados alheios que são transformados para determinado uso.
4. Todo texto se organiza dentro de determinado gênero discursivo - primário ou secundário - em função das intenções comunicativas, como parte das condições de produção dos discursos, as quais geram usos sociais que os determinam.
5. O professor precisa fazer com que os alunos assimilem ou até mesmo decorem quais são as características e, inclusive, a estrutura de determinados gêneros discursivos secundários, a exemplo de um Editorial ou de um Conto.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 4 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 4 e 5.
Leia o texto retirado dos PCNs.
“Os alunos do terceiro e do quarto ciclo do ensino fundamental, idealmente, apresentam-se na idade entre 11 e 15 anos, ainda que, infelizmente, muitas vezes, por causa das dificuldades que enfrentam na vida e na escola, os estudantes possam ser mais velhos. (…) Trata-se de um período da vida em que o desenvolvimento do sujeito é marcado pelo processo de (re)constituição da identidade, para o qual concorrem transformações corporais, afetivo-emocionais, cognitivas e socioculturais (…) É preciso considerar o fato de que os adolescentes desenvolvem um tipo de comportamento e um conjunto de valores que atuam como forma de identidade, tanto no que diz respeito ao lugar que ocupam na sociedade e nas relações que estabelecem com o mundo adulto quanto no que se refere a sua inclusão no interior de grupos específicos de convivência. Esse processo, naturalmente, tem repercussão no tipo de linguagem por eles usada.
Assinale a alternativa correta, considerando o texto e suas implicações para o ensino da Língua Portuguesa.
O texto valida um ensino idealizado para uma determinada faixa de idade.
A última frase do texto faz uma referência a um tipo de variante linguística.
Nessa faixa de idade, os alunos usam uma linguagem de adolescente, ou seja, uma língua diferente a qual a escola precisa redirecionar.
O texto fala reconstituição de identidade; assim, é importante o trabalho com textos distanciados de seu linguajar adolescente, particularmente os textos escritos.
O professor, como mediador, deve mostrar ao aluno a importância que, no processo de interlocução, a consideração real da palavra do outro assume, orientando-o a ser o mais pacífico possível nas interações pela linguagem.
Analise as assertivas.
I. A dificuldade de aplicação dos gêneros textuais orais na escola decorre da própria heterogeneidade desses textos.
II. Os gêneros orais caracterizam-se de maneira bastante diversa.
III. As modalidades escrita e oral assemelham-se no que diz respeito ao caráter interacional.
IV. A oralidade é deixada em segundo plano, tanto por professores quanto pelos manuais didáticos.
São verdadeiras as assertivas:
I, II e III.
I, II e IV.
II, III e IV.
I e II.
III e IV.