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Avalie a descrição de atividades em uma aula de língua portuguesa no Ensino Fundamental.
1. Para trabalhar a compreensão textual, o professor traz a leitura de um texto jornalístico. Realiza a atividade em equipes de cinco alunos e pede para lerem e discutirem sobre o texto, a fim responderem oralmente às perguntas elaboradas por ele. Depois da leitura e da discussão do texto, o professor questiona os alunos sobre o tema da matéria que haviam lido, pergunta em que região ocorrera o terremoto mencionado na notícia, entre outras questões concernentes à compreensão textual. Por fim, como atividade para casa, pede que os alunos encontrem no texto 5 palavras sinônimas, 2 palavras parônimas, 5 verbos e 10 substantivos.
2. Para tratar o conteúdo curricular “orações subordinadas adverbiais”, o professor pede que os alunos elejam um sujeito para realizar uma ação e, posteriormente, pede que relacionem a ação realizada pelo sujeito à ideia de tempo. Os alunos escolhem o sujeito “João” e atribuem a ele a ação de “correr”; por fim, atrelam tal ação à ideia de tempo “amanhecer”. Do raciocínio dos alunos surge a oração “João corre quando amanhece”. Após a elaboração do enunciado realizado pelos alunos, o professor solicita que os mesmos tentem nomear a oração adverbial construída por eles, procurando designá-la como faz a gramática tradicional. Ela segue a mesma estratégia para trabalhar os outros tipos de orações adverbiais e, ao final da aula, expõe textos publicitários aos alunos, para que eles em coletividade, na sala de aula, criem hipóteses explicativas para o emprego das orações adverbiais encontradas naquele gênero textual.
3. A professora trata das “orações adjetivas”. Logo no princípio de uma das aulas, os alunos são indagados sobre a função do adjetivo. Após a resposta dos alunos, a professora, a fim de sondar se eles conseguiriam cambiar um adjetivo para uma oração adjetiva, pediu que os alunos transformassem o adjetivo da frase “Conheço uma menina estudiosa.” em uma oração adjetiva. Os alunos, obtendo sucesso, construíram o seguinte enunciado: “Conheço uma menina que estuda muito.” Após verificar que os alunos compreendiam a função do adjetivo, além de saberem construir uma oração adjetiva, ela oferece explicações sobre os dois tipos existentes de orações adjetivas (explicativas e restritivas) e recomenda aos alunos que atentem ao sentido dessas orações e não apenas para a presença ou ausência de vírgulas. Ao final da aula, além de mostrar anúncios nos quais os alunos puderam perceber o emprego das orações adjetivas, a professora solicita, como atividade para casa, que eles busquem outros anúncios em que pudessem ser encontradas orações adjetivas, observando, sobretudo, as intenções do autor do texto ao empregá-las.
Assinale a alternativa correta, considerando os textos.
Em 1, o texto foi usado como pretexto para o ensino das classes gramaticais, mas por usar o texto e não a simples explicação do conteúdo o professor mostrou sua concepção de linguagem, qual seja: forma de interação.
Em 2, o professor praticou a chamada análise linguística, pois se percebem os alunos como sujeitos que constroem o saber sobre a língua, visto que refletem sobre ela ao construírem enunciados e tentarem nomeá-los.
Em 3, o professor buscou valer-se da análise linguística ao propor um gênero literário aos alunos, mas faltou a estes um embasamento teórico anterior a essa ação capaz de ajudá-los no necessário entendimento da intenção dos autores dos textos publicitários.
Todas as atividades apresentadas, a partir do momento que trabalham em um primeiro momento com gêneros literários estão em conformidade com o que preceitua a Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis.
As atividades postas em 1, 2 e 3 mostram interações sociais estabelecidas pelos sujeitos no processo de aprendizagem e foram fatores de apropriação do conhecimento. Os professores mostraram entendimento do conceito de aprendizagem quando estabeleceram estratégias, metodologias, interações que contemplaram a diversidade de gêneros discursivos.
Os documentos oficiais atuais referentes ao ensino enfatizam o uso das tecnologias de informação e de comunicação no ensino de língua portuguesa por terem amplo alcance entre os estudantes e por facilitarem a apreensão de conteúdos gramaticais e textuais complexos, ressignificando-os.
Certo
Errado
Ao longo dos oito anos do ensino fundamental, espera-se que os alunos adquiram progressivamente uma competência em relação à linguagem que lhes possibilite resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e alcançar a participação plena no mundo letrado. Para que essa expectativa se concretize, o ensino de Língua Portuguesa deverá organizar-se de modo que os alunos sejam capazes de
valer-se da linguagem para melhorar a qualidade de suas relações pessoais, sendo capazes de expressar seus sentimentos, experiências, ideias e opiniões, bem como de acolher, interpretar e considerar os dos outros, contrapondo-os quando necessário.
valorizar a leitura como fonte de lazer, via de acesso aos mundos criados pela literatura e possibilidade de passatempo, sendo capazes de recorrer aos materiais escritos em função objetivos específicos, tais como consulta bibliográfica.
reconhecer e saber falar as variedades linguísticas do português falado.
utilizar os mesmo registros, inclusive os mais informais da variedade linguística socialmente valorizada, como o português caipira, tão predominante da nossa região.
compreender os textos orais e escritos com os quais se defrontam em diferentes situações de participação social, interpretando-os para o próprio bem e inferindo todas as possíveis interpretações e saber criticá-los.
A sugestão de diferentes gêneros ligados às culturas juvenis contemporâneas nas habilidades da área de linguagens e suas tecnologias do Ensino Médio, na BNCC, reforça a proposta de que essa etapa promova o protagonismo do jovem.
Certo
Errado
No ensaio, “Ensinando língua portuguesa no século XXI”, Riolfi aponta que:
“As ações mediadas pela palavra deixaram de ser predominantes e deram lugar às ações mediadas pelo movimento”.
In: RIOLFI, C. R. et al. (org.). Ensino de língua portuguesa. São Paulo: Thomson, 2007.
Na prática escolar, de acordo com a autora, o efeito dessas ações seria:
Substituir a leitura pela linguagem audiovisual.
Investigar qual o efeito que a palavra escrita ainda tem nos estudantes.
Alternar entre leitura e produções audiovisuais.
Reforçar o ensino da norma culta para que a palavra volte a ter sua função.
Considerar o contexto de cada aluno para que o ensino possa superar esse obstáculo.
Maria do Rosário Mortatti Magnani, em Leitura, literatura e escola: sobre a formação do gosto, considera que o ponto de partida de uma prática docente transformadora está na “concepção interacionista da linguagem”.
Conclui-se que, para a autora:
a organização da subjetividade do aluno precisa ser administrada mediante técnicas de racionalização do prazer da leitura.
a exposição do aluno ao texto literário favorece a percepção das normas de determinada época e de determinado grupo.
os gêneros literários mais profícuos para a faixa etária do aluno devem ser identificados por técnicas pedagógicas efetivas.
a enunciação, enquanto produto do ato de fala, é de natureza social e se dá sempre na relação entre indivíduos socialmente organizados.
a prática da leitura deve incluir finalidades utilitárias, tais como: ler para fazer exercícios de interpretação e para adquirir modelos de escrita.
Em uma aula do 2º ano do Ensino Médio, o professor de língua portuguesa estabeleceu como foco de trabalho o estudo dos gêneros textuais, sobretudo gêneros não-ficcionais. O foco seria na tipologia dos gêneros e não tanto em sua função. Sua colega, por sua vez, desenvolvendo o mesmo trabalho com gêneros, optou por focar na função dos textos e não em sua tipologia.
Seguindo a definição de Camps, no ensaio “Texto, processo, contexto, atividade discursiva: diferentes pontos de vista sobre a atividade de aprender e de ensinar a escrever”, é possível dizer que os professores, respectivamente:
Adotaram um modelo formalista e construtivista de prática textual.
Adotaram um modelo socioconstrutivista e formalista de prática textual.
Adotaram um modelo construtivista e formalista de prática textual.
Adotaram um modelo construtivista e socioconstrutivista de prática textual.
Adotaram um modelo formalista e socioconstrutivista de prática textual.
Anna Camps aponta que:
"A pesquisa sobre o texto e os processos de produção e compreensão textual e também sobre os processos de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita tiveram nos últimos 50 anos um desenvolvimento sem igual. Os enfoques teóricos e metodológicos a partir dos quais se abordaram esses objetos são diferentes – às vezes, complementares, às vezes, opostos."
Propostas didáticas para aprender a escrever. Porto Alegre: Artmed, 2005.
De acordo com a autora, seria possível compreender as diferentes correntes teóricas a partir dos focos de atenção que estas dariam à produção textual. Dessa forma, o formalismo, o construtivismo, o socioconstrutivismo e a escrita como atividade discursiva teriam como foco de atenção prioritária, respectivamente:
O texto, o processo, o contexto, a atividade.
O contexto, o aluno, o processo, a atividade.
O aluno, o contexto, o processo, o texto.
O texto, o processo, o contexto, o aluno.
O texto, a atividade, o aluno, o processo.
Leia a passagem seguinte.
“Mas não descobre estratégia para tornar aulas mais interessantes e, dessa forma, acolher em seus alunos uma recepção com mais entusiasmo para o que busca ensinar. O que fazer?”
Muitos professores de língua portuguesa encontram diversos desafios em sala de aula, além da escolha da metodologia de ensino.
A sequência que faz parte das práticas inadequadas no ensino de língua portuguesa é
aprendizado mecânico / trabalho com a oralidade.
uso de frases isoladas / gramática contextualizada.
exploração de diferentes gêneros / leitura como atividade obrigatória.
leitura por “pura curtição” / leitura reduzida a momentos de exercícios.
memorização de regras ortográficas / gramática apresentada fragmentada.
"Se não é para ensinar gramática", costumam dizer os professores, "então é para fazer o quê?". Eles ainda não sabem como traduzir essas inovações em práticas pedagógicas condizentes com uma educação, efetivamente, formadora. Trabalhar os variados tipos e gêneros de textos é uma estratégia para se entender a Língua. Assinale a alternativa incorreta em relação à abordagem do professor, diante dessa problemática:
No âmbito escolar, é de suma importância que o professor como mediador do conhecimento, direcionar o aluno a compreender as definições de gêneros e as formas que assumem, pois eles exercem indispensável importância social, pois estão presentes em todas as esferas e contextos comunicativos.
Além de o aluno conhecer as formas dos gêneros textuais, ele saberá usá-las, adequadamente, de acordo com a situação comunicativa.
Na escola, é indispensável uma abordagem com gêneros orais e escritos, dos mais formais até os mais informais. A tradição escolar preza, somente, o trabalho com textos escritos informais, banalizando os contextos comunicativos.
Na visão de língua como interação, o trabalho na escola prioriza e valoriza todas as formas discursivas, sejam elas escritas ou orais; formais ou informais.
O estudo de frase/oração e de seus constituintes só é relevante se estiver inteiramente:
contextualizado em práticas comuns aos alunos.
proposto como atividade metalinguística em práticas sociais.
voltado aos sistemas linguísticos.
focado nas necessidades postas no planejamento para transformar o aluno em suas habilidades e atitudes.
a favor da atenção ao enunciado e às finalidades sociointeracionais dele.
Analise o texto abaixo:
A condição prévia para o êxito da atividade de escrever é ......................................., pois as palavras medeiam e fazem ponte entre quem fala e quem escuta, entre quem escreve e quem lê.
O fato ....................................... em determinada situação caracteriza-se pela capacidade do conhecimento linguístico inerente a cada pessoa.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
ter vocabulário • de conhecer inúmeras palavras
planejar • de planejar o que dizer
haver interlocução • da interação
ter o que dizer • de saber o que dizer
haver atividade responsiva • da interlocução
Sabendo que os gêneros textuais “contribuem para ordenar e estabilizar as atividades do dia a dia”, analise as afirmativas abaixo sobre o trabalho com esses gêneros na Educação de Jovens e Adultos (EJA).
1. É um estudo mais significativo já que o aluno da EJA lida em seu cotidiano com inúmeros eventos textuais nas mais diversas esferas da comunicação social que lhe permitem o acesso ao mundo letrado.
2. Os alunos já trazem conhecimentos de leitura e de escrita, uma vez que já fazem uso dessa linguagem, envolvidos em práticas sociais de leitura e de escrita.
3. O uso da leitura e da escrita extrapola os limites das atividades escolarizadas e atinge o convívio social dos alunos. Assim, mesmo de fora do ambiente escolar, eles conseguem produzir textos capazes de atingir seus propósitos comunicativos.
4. Os gêneros textuais devem ser usados na EJA como fonte para explicar fatos gramaticais e também como conhecimento do meio social em que vivem.
5. A partir de gêneros textuais primários, os alunos podem decodificar a escrita e, mesmo não sendo alfabetizados, conseguem criar outros textos escritos semelhantes com correção.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
O professor, nas aulas de produção de textos, visa a que seu aluno seja capaz de produzir sequências textuais dotadas de sentido, a fim de este construí-las com base no seu conhecimento de mundo e nas estratégias textuais imanentes ao discente ou adquiridas por este no decorrer dos processos de ensino e aprendizagem. Uma dessas estratégias é a construção de cadeias referenciais, as quais, caso não sejam do domínio do aluno, podem implicar:
a repetição excessiva ou inadequada de um mesmo referente.
a falta de ordenamento da progressão temática em todo o texto.
o encadeamento de referentes sem se observar a linearidade textual.
o emprego de termos referenciais de diferentes campos léxico-semânticos.
Na crônica de Otto Lara, a curiosidade e a formulação de perguntas da criança ao pai sobre a Língua Portuguesa são naturais e fazem parte de um período da vida dos infantes em que eles vivem mudanças importantes em seu processo de desenvolvimento. Para garantir que eles ampliem as possibilidades de participação em práticas de diferentes campos de atividades humanas, é fundamental o desenvolvimento de competências da área de Linguagens.
Considerando-se esta afirmação, e em articulação com as competências gerais da Educação Básica, o componente Língua Portuguesa deve garantir aos alunos o desenvolvimento das competências a seguir, EXCETO
selecionar textos e livros para leitura integral, de acordo com objetivos, interesses e projetos pessoais.
identificar as formas de produção dos preconceitos, compreender seus efeitos e combater posicionamentos discriminatórios em relação às práticas corporais e aos seus participantes.
mobilizar práticas da cultura digital, diferentes linguagens, mídias e ferramentas digitais para expandir as formas de produzir sentidos, aprender e refletir sobre o mundo e realizar diferentes projetos autorais.
apropriar-se da linguagem escrita, reconhecendo -a como forma de interação nos diferentes campos de atuação da vida social e utilizando-a para ampliar suas possibilidades de participar da cultura letrada e de construir conhecimentos.
compreender a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-a como meio de construção de identidades de seus usuários e da comunidade a que pertencem.
[...] A linguagem verbal tem sido compreendida como uma forma de ação social, localizada em um contexto específico. Daí resulta o conceito de interação verbal, segundo o qual o locutor sempre age sobre o interlocutor (avisa, confidencia, impressiona, dá a conhecer, etc.) e, por sua vez, orienta sua produção discursiva pela imagem que constrói do interlocutor antes e durante o processo de comunicação. Assim ocorre a interação: ação de um sobre o outro.
Fonte: Luís Carlos Travaglia, disponível em https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/interacao-verbal. Acesso em 12 mai. 2022.
Assinale, dentre as práticas abaixo, aquela que apresenta uma abordagem que condiz com o posicionamento sobre língua defendida por Travaglia, no texto acima.
As práticas escolares nas aulas de língua portuguesa devem perceber a língua como expressão do pensamento. Os textos devem ser abordados como capacidade de usar bem a língua, como uma habilidade individual de organizar de maneira lógica o pensamento.
As práticas escolares nas aulas de língua portuguesa devem conceber a língua como um código, um conjunto de signos, que combinam regras e que sejam capazes de transmitir uma mensagem de um emissor para um receptor.
As práticas escolares nas aulas de língua portuguesa devem perceber os problemas de comunicação, que são sempre relativos ao conhecimento do código, uma vez que o significado do texto independe dos interlocutores, dos fatores sociais, culturais, históricos e ideológicos.
As práticas escolares nas aulas de língua portuguesa devem perceber a língua como expressão do pensamento do interlocutor, focalizando o código linguístico utilizado, como movimento de comunicação, em que um emissor transmite uma mensagem a um receptor através de um canal.
As práticas escolares nas aulas de língua portuguesa devem perceber a língua como um processo de interação verbal, em que é utilizada, para sua compreensão significativa, por interlocutores, em uma posição social e ideológica, determinados por uma cultura, num momento histórico.
A finalidade do ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa é permitir o desenvolvimento crítico e reflexivo da criança e do adolescente como agentes da linguagem, capazes de usar a língua (falada e escrita) e as diferentes linguagens em diversificadas atividades humanas.
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No Ensino Fundamental, ___________torna-se o centro das atividades de linguagem a serem desenvolvidas, implicando um trabalho com a língua não apenas como um código a ser decifrado nem como um mero sistema de regras gramaticais, mas como uma das formas de manifestação da linguagem.
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-aas://novaescola.org.br/conteudo/18165/entenda-como-a-bncc-aborda-alingua-portuguesa-no-fundamental
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Assinale a alternativa que completa o excerto:
a linguagem oral
o discurso
o texto (oral, escrito, multimodal/multissemiótico)
a linguagem escrita
Considerando o alinhamento do Currículo para rede pública municipal de ensino de Cascavel com a terceira concepção de linguagem, assinale a alternativa que apresenta um objetivo geral do trabalho pedagógico no ensino do componente curricular Língua Portuguesa que esteja coerente com essa perspectiva teórica e com os pressupostos teórico-metodológicos considerados no documento em relação à Educação Infantil:
O trabalho pedagógico no ensino do componente curricular Língua Portuguesa visa a garantir à criança a possibilidade de compreender a função social da linguagem, empregando-a nas diversas formas de interações sociais, sendo capaz de expressar-se a partir do uso da linguagem verbal e não verbal, percebendo o uso social da escrita e da leitura nas práticas do dia a dia.
O trabalho pedagógico no ensino do componente curricular Língua Portuguesa visa a garantir à criança a possibilidade de compreender o caráter dialógico e interacional da linguagem por meio de ações de uso efetivo da língua em práticas envolvendo oralidade, leitura/escuta, escrita/produção textual e análise linguística/semiótica de gêneros discursivos pertencentes a variados campos de atuação, com ênfase na apropriação do sistema de escrita alfabética.
O trabalho pedagógico no ensino do componente curricular Língua Portuguesa visa a garantir à criança o domínio da leitura, análise linguística e produção escrita de diferentes gêneros textuais, instrumentalizando-a para se expressar a partir do uso da linguagem verbal e não verbal, possibilitando sua inserção em diferentes contextos de interação que movimentam o uso social da língua.
O trabalho pedagógico no ensino do componente curricular Língua Portuguesa visa a garantir à criança a possibilidade de letramentos múltiplos, considerando as diferentes formas de interações sociais na comunidade de que faz parte, de modo a garantir que, ao final do processo, consiga interagir oralmente e por escrito por meio de gêneros curtos, como convites e bilhete, integrando-se efetivamente às práticas sociais da escrita em sua comunidade.
O trabalho pedagógico no ensino do componente curricular Língua Portuguesa visa a garantir à criança o domínio de questões gramaticais que permeiam a oralidade, empregando-as nas diversas formas de interações sociais, capacitando-a para se expressar a partir do uso da linguagem verbal e não verbal e se integrar em práticas de letramento de sua comunidade.
Analise as afirmativas a seguir:
I. No Ensino Fundamental, as estratégias didáticas para o ensino de Língua Portuguesa devem permitir ao educando analisar a correspondência entre os segmentos falado e escrito da nossa língua.
II. Os objetivos de ensino devem auxiliar o educador a definir e delimitar com clareza o que se pretende com o processo de ensino, sendo prejudicial à sua atuação profissional escolher técnicas, recursos materiais e formas de avaliação. Assim, o trabalho do educador deve ser precedido de um planejamento cuidadoso a fim de alcançar os objetivos propostos.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Em observância ao estudo da língua portuguesa especificamente de base morfossintática, entre as assertivas seguintes, qual é aquela cujo teor é FALSO?
Interessa à morfologia tratar das diversas categorias de palavras e das diferentes formas de flexão.
Os termos colocados horizontalmente, na estrutura de um enunciado, referem-se ao eixo sintagmático.
O eixo paradigmático corresponde à possibilidade de um termo combinar-se com outro na cadeia de fala.
À sintaxe cabem as funções próprias das unidades linguísticas, ou seja, a teoria dos agrupamentos de palavras.