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Baseado em estudos com grau forte de evidência e de recomendação e nos quais o efeito benéfico do tratamento é bem maior que o risco, a Diretriz Brasileira de Obesidade (2016) recomenda como tratamento alimentar a ser administrado/ feito para controle da obesidade, dietas
ricas em gordura e pobres em carboidrato, dieta do índice glicêmico, jejum intermitente, dieta sem glúten e dieta sem lactose.
hipocalóricas (<800 kcal por dia) usadas em circunstâncias muito limitadas, com internação, supervisão e monitorização do paciente, devido à perda rápida de peso que pode levar a complicações de saúde.
hipolipídicas, dieta DASH e dieta com gorduras modificadas tipo do mediterrâneo, que podem levar a diferentes melhoras de fatores de risco cardiometabólicos.
compostas de 20% a 30% de gorduras, 55% a 60% de carboidratos e 15% a 20% de proteínas, promovendo um déficit de 500 a 1.000 kcal/dia.
De acordo com a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2017), quais são as recomendações dietéticas para o tratamento das dislipidemias para indivíduos que apresentam aumento dos valores de LDL-c e/ou presença de comorbidades?
Menos de 45% de carboidratos, com menos de 10% de açúcares de adição; até 10% de proteínas e 40% de gorduras com alto teor de ácidos graxos polinsaturados.
Entre 45-60% de carboidratos, com menos de 10% de açúcares de adição; 15% de proteínas e entre 25-35% de gorduras, sendo menos de 7% de ácidos graxos saturados.
Entre 60-70% de carboidratos sem adição de açúcares simples; entre 15-25% de proteínas e entre 25- 35% de gorduras, sendo menos de 7% de ácidos graxos saturados.
Entre 60-70% de carboidratos, com menos de 10% de açúcares de adição; entre 20-30% de proteínas de alto valor biológico e isenção de gorduras.
O tratamento não medicamentoso da hipertensão arterial (HA) envolve controle ponderal, medidas nutricionais, prática de atividades físicas, cessação do tabagismo, controle de estresse, entre outros. A 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial considera que o sucesso do tratamento da HA com medidas nutricionais depende da adoção de um plano alimentar saudável e sustentável, por isso, recomenda a adoção da dieta
DASH.
mediterrânea.
low carb.
vegetariana.
A nutrição no paciente politraumatizado deve ter por objetivo:
evitar a intolerância alimentar.
impedir a deterioração da massa celular corporal.
promover o ganho de peso do paciente.
evitar complicações metabólicas.
A terapia nutricional oral do paciente oncológico adulto em tratamento clínico deve ser suspensa quando
houver odinofagia e disfagia grave, vômitos incoercíveis, broncoaspiração, recusa e intolerância ao suplemento.
houver instabilidade hemodinâmica, diarreia grave persistente, vômitos incoercíveis, íleo paralítico e distensão abdominal.
houver instabilidade hemodinâmica, sangramento do trato gastrintestinal, íleo paralítico e intolerância à glicose.
ocorrer ingestão oral menor que 70% das necessidades nutricionais nas últimas 24 horas.
Pacientes com a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) podem ser acometidos por alterações gastrointestinais e perda de peso. Sobre estas intercorrências, é correto afirmar:
Pacientes com mucosite e estomatite devem receber dieta de consistência líquida completa, maior densidade energética e rica em condimentos para favorecer a palatabilidade.
Pacientes com diarreia resultante de enteropatia necessitam de dieta hiperlipídica para melhorar a densidade energética e reduzir a perda de peso.
Pacientes com xerostomia devem consumir preparações hiperlipídicas e com molhos, sem ingerir líquidos próximo ao momento das refeições para evitar saciedade precoce.
Para avaliar o risco nutricional destes pacientes, é indicado usar, além da adequação de medidas antropométricas, a perda ponderal recente e a albuminemia.
Dentre as causas mais comuns da perda de peso nestes pacientes, estão as alterações metabólicas, a redução da imunocompetência e a ausência de suplementação.
As dietas de progressão ou modificadas quanto à apresentação podem ser classificadas, em geral, como branda, pastosa e líquida.
Em relação à indicação das dietas de rotina “brandas”, assinale a alternativa correta.
Dificuldade mecânica para mastigação e para digestão, período pós-operatório e transição para dieta geral.
Trato gastrintestinal comprometido, pacientes idosos com dificuldade de mastigação e de deglutição, portadores de doenças neurológicas e pós-operatórios.
Comprometimento da função digestiva, problemas mecânicos de mastigação e de deglutição, preparo de exames, pré e pós-operatórios.
Situações em que a condição clínica do paciente não exige modificações em nutrientes e em consistência da dieta.
O protocolo de progressão da dieta no pós-operatório da cirurgia bariátrica está relacionado ao tipo de técnica cirúrgica utilizada, contudo, a síndrome de dumping é uma das complicações pós-operatórias possíveis. Os pacientes que apresentam esta complicação devem receber orientações especificas na dieta, que incluem:
o consumo diário reduzido de líquidos, a exclusão da lactose da dieta, o aumento da ingestão de proteína de origem vegetal e de carboidratos complexos.
a ingestão reduzida de lipídios, o aumento do consumo de líquidos durante as refeições, a redução de alimentos ácidos e flatulentos.
o consumo de carboidratos simples, a limitação do consumo de líquidos nas refeições, o aumento da ingestão de fibras e de lipídios.
o consumo de líquidos entre as refeições, a ingestão reduzida de açúcares simples, o aumento do consumo de pectina e de lipídios.
a ingestão aumentada de proteínas de alto valor biológico, a restrição de lactose, o aumento do consumo de carboidratos e líquidos espessados.