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Dadas as afirmativas sobre refluxo gastroesofágico e esofagite,
I. A cafeína, a treobomina e o álcool reduzem a pressão do esfíncter esofagiano inferior e contribuem para o desenvolvimento do refluxo.
II. A esofagite consiste na inflamação da mucosa esofágica que pode ser decorrente do refluxo do conteúdo ácido-péptico gástrico. Evitar irritantes de mucosa como condimentos e alimentos ácidos são recomendações que podem minimizar o desconforto esofágico.
III. A ingestão de gorduras aumenta a produção de gastrina e colecistocinina (CCK) que reduzem a pressão do esfíncter esofagiano inferior e favorece ao refluxo gastroesofágico.
IV. A obesidade é fator de risco importante para o refluxo e esofagite. Favorecer a perda de peso deve ser objetivo do cuidado nutricional nos pacientes com excesso de peso e refluxo gastroesofágico.
verifica-se que está(ão) correta(s)
III, apenas.
I e IV, apenas.
II e III, apenas.
I, II e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Analise os itens abaixo sobre a participação das proteínas no plano alimentar das pessoas com Doença Renal Crônica - DRC.
I. O consumo de maiores quantidades de proteínas favorece o desenvolvimento da alcalose metabólica e o acúmulo de toxinas urêmicas.
II. O controle da proteína na dieta contribui para evitar o acúmulo de íons inorgânicos, como fósforo e potássio.
III. A redução da proteína na dieta (dietas hipoproteicas) diminui significativamente a progressão da DRC.
Está CORRETO o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
I, II e III.
II, apenas.
III, apenas.
A dietoterapia para diabéticos, dentre outros aspectos dos alimentos, utiliza o conceito de índice glicêmico –IG - que se refere à velocidade em que o alimento é digerido e absorvido e à oferta de glicose que é feita para corrente sanguínea. Esse índice varia conforme o padrão utilizado: pão branco ou glicose.
Sobre isso, analise os itens abaixo:
I. IG maior que 95 é o ponto de corte para considerar alto IG utilizando o padrão glicose.
II. IG entre 56-69 é considerado médio IG, utilizando o padrão pão branco.
III. IG menor que 55 é considerado baixo IG, utilizando o padrão glicose
IV. IG menor que 55 é considerado baixo IG, utilizando o padrão pão branco.
Está CORRETO o que consta em
I, II e III, apenas.
III e IV, apenas.
IV, apenas.
I e IV, apenas.
I, II, III e IV.
O tratamento dietoterápico da fenilcetonúria visa a evitar o acúmulo de fenilalanina (Phe) sérica. Assinale a opção que apresenta, respectiva mente, alimentos permitidos, proibidos e isentos de Phe.
Leite, leguminosas e chocolate,
Arroz, carnes e mel.
Aveia, limão e hortaliças.
Refrigerante, polvilho e frutas.
Oleaginosas, alimentos com trigo e embutidos.
O cuidado nutricional para pacientes que serão submetidos a grandes cirurgias e, consequentemente, passarão por traumas, é importante para o desfecho exitoso do procedimento. Sobre esse tema, analise as afirmativas abaixo:
I. No período perioperatório, é importante minimizar o período de jejum, que deve ficar entre 6 a 8 horas para os sólidos e de 2 a 6 horas para líquidos claros.
II. No pós-operatório a oferta de alimentos deve ocorrer entre 12 e 24 horas, e, se não for possível por via oral, deve ser utilizada uma via alternativa.
III. O uso de terapia nutricional pré-operatória por 7 a 14 dias, preferencialmente com nutrientes imunomoduladores, é recomendado para pacientes de grande risco nutricional que serão submetidos a cirurgias eletivas.
É CORRETO afirmar que
a segunda e a terceira são verdadeiras, porém a primeira é falsa.
a terceira é verdadeira, porém, a primeira e a segunda são falsas.
a terceira e a segunda são verdadeiras, porém a primeira é falsa.
a primeira e a segunda são falsas, porém a terceira é verdadeira.
as três afirmativas são verdadeiras.
Adoçantes artificiais não recomendados para hipertensos por carregarem alta quantidade de sódio.
Ciclamato de sódio e sucralose.
Ciclamato de sódio e sacarina.
Sucralose e aspartame
Sucralose e Sacarina.
Para crianças com alergia à proteína do leite de vaca mediada por IgE, com idade inferior a seis meses, deve ser ofertado
leite de cabra.
leite de ovelha.
fórmula infantil à base de soja.
bebida à base de arroz.
fórmula infantil à base de proteínas extensamente hidrolisadas.
A Sociedade Brasileira de Diabetes (Diretrizes 2015/2016) estabelece os critérios para o diagnóstico e controle de diabetes mellitus. Analise os critérios da coluna da primeira coluna com as interpretações da segunda coluna.
PRIMEIRA COLUNA:
1. Glicemia de jejum ≥ 126 mg/dL.
2. Glicemia de jejum ≥ 100 a < 126 mg/dL e glicemia após 2h da ingestão de 75g de glicose ≥ 140 a < 200 mg/dL.
3. Glicemia de jejum <100mg/dL e glicemia após 2h da ingestão de 75g de glicose < 140 mg/dL.
4. HbA1C de 8% em diabetes confirmado.
5. Glicemia pós-prandial <160 mg/dL e HbA1C < 7%.
SEGUNDA COLUNA:
( ) Diabetes mellitus controlado.
( ) Diabetes mellitus não controlado.
( ) Diagnóstico de Diabetes Mellitus.
( ) Intolerância à glicose.
( ) Euglicemia
Escolha a ordem correta para a coluna da direita, de cima para baixo:
5, 4, 1, 2, 3
2, 1, 4, 3,5
5, 1, 4, 2, 3
2, 4, 1, 3, 5
5, 1, 4, 2, 3
A orientação dada pela Sociedade Brasileira de Diabetes sobre o tratamento de pacientes diabéticos idosos é a de que a meta de tratamento seja individualizada, considerando aspectos próprios da idade. Deve-se tratar menos agressivamente pacientes idosos, principalmente aqueles com comorbidades que possam comprometer a duração e/ou a qualidade de vida. Para isso, recomendam-se:
medicamentos menos agressivos e dietas sem restrição alimentar.
monitoramento glicêmico menos rigoroso e dietas mais liberais.
metas glicêmicas flexíveis associadas a controle dietético rigoroso.
glicemias a qualquer momento abaixo de 180 mg/dl e hemoglobina glicada (HbA1c) > 9%.
A intervenção nutricional é um dos pilares da terapêutica do paciente com doença renal crônica (DRC), devendo ser individualizada, adaptada aos diversos graus de disfunção renal, ao diagnóstico nutricional e ao tipo de tratamento instituído. Considerando a terapia nutricional no período da infância e adolescência com DRC, julgue as afirmativas abaixo:
I. A prescrição calórica para crianças acima de 20 kg é de 1500 kcal acrescidas de 20 kcal para cada kg acima de 20 kg. Portanto, se uma criança apresenta 30 kg, a prescrição será de 1700 kcal;
II. O consumo excessivo de proteínas tem efeito deletério sobre a função renal, porém, é preciso cobrir as demandas de crescimento de pacientes pediátricos. Desse modo, recomendam-se dietas com 0,8 a 1,0 g de proteína por kg de peso/dia para crianças, mantendo a proporção de 2:1 entre proteínas de alto e baixo valor biológico;
III. A recomendação de percentual calórico de macronutrientes para dieta de crianças entre 4 e 8 anos de idade deve ser: 45-65% proveniente de carboidratos; 30-45%, de lipídios; e 5-20% de proteínas.
São CORRETAS as assertivas:
II, apenas;
I, apenas;
I e II, apenas;
I e III, apenas;
II e III, apenas.