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Não há ato administrativo totalmente discricionário, mas há ato administrativo totalmente vinculado.
A discricionariedade se faz também presente na interpretação pelo administrador dos chamados conceitos abertos.
Quanto à delegação de competência, havendo decreto municipal que delegue autonomia a cada secretário para ordenar despesas na sua respectiva pasta, além daquela autonomia já conferida em lei, como por exemplo, para o secretário de saúde, no que concerne à gestão dos recursos do Fundo Municipal de Saúde, tendo o secretário suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas, ou sendo acusado de ilicitude na gestão de recursos públicos, apurada em qualquer processo regular de direito, assinale a alternativa correta:
Trata-se de delegação por prazo indeterminado ou indeterminável, que isenta a responsabilidade do prefeito.
Por conferir poderes e deveres a outro agente público, a delegação configurará desvio de finalidade.
Com a delegação da competência há a transferência da competência, e consequentemente sua renúncia.
É ato discricionário no qual se estende temporariamente a outro agente público subordinado ou de mesma hierarquia a competência.
têm como elementos vinculados o motivo e o objeto.
têm como elementos vinculados a competência, a finalidade, a forma, o motivo e o objeto.
têm como elementos vinculados a competência, a finalidade e a forma.
não admitem correção judicial, mesmo quando o seu proceder caracterizar excesso de poder.
No bojo de um processo judicial, o Magistrado determinou ao servidor público João, ocupante do cargo efetivo de Técnico Judiciário lotado no cartório daquele juízo, que certificasse acerca da data de protocolo de certo recurso apresentado pelo réu, para fins de aferição de sua tempestividade. Atendendo à ordem do Juiz de Direito, João subscreveu a certidão.
De acordo com a doutrina de Direito Administrativo, levando em conta a classificação do ato administrativo quanto ao grau de liberdade do agente e quanto aos seus efeitos, o ato administrativo praticado por João é chamado, respectivamente, de:
Em matéria de classificação dos atos administrativos quanto ao grau de liberdade do administrador público que o pratica, o ato de primeira lotação de um Técnico Superior Especializado da Defensoria Pública aprovado em concurso público em determinado órgão e o ato de remoção por antiguidade de um Defensor Público são, respectivamente, chamados de atos:
simples e de império;
discricionário e vinculado;
enunciativo e de gestão;
declaratório e constitutivo;
administrativo e finalístico.
Sobre o tema Atos Administrativos, assinale a alternativa INCORRETA.
Não são anuláveis, nem revogáveis os atos vinculados.
A revogação do ato administrativo é realizada por motivos de conveniência e oportunidade.
O sujeito ativo da anulação do ato administrativo pode ser tanto a Administração Pública quanto o Poder Judiciário.
A revogação do ato administrativo tem eficácia somente para o futuro, não tendo o poder de desconstituir efeitos passados.
Discricionariedade pressupõe imprecisão de sentido da norma, sentido esse a ser atribuído pelo administrador no caso concreto.
Uma vez que tenha sido praticado, o ato administrativo de natureza discricionária pode ser revogado
apenas pelo agente público que o praticou.
por juiz, desde que provocado por meio de ação judicial adequada.
por meio de exame em sede de recurso hierárquico, desde que não haja impedimento legal.
ainda que já se tenham exauridos seus efeitos.
apenas se houver recurso administrativo.
A edição de um ato discricionário pela Administração pública possibilita
sua anulação, pela própria Administração pública, por razões de conveniência e oportunidade, em observância ao interesse público.
sua anulação pelo Poder Judiciário, caso identificada a presença de vício de legalidade, não sendo permitido, contudo, revogá- lo.
o controle de mérito e de legalidade pelo Legislativo, permitindo ao Tribunal de Contas a revogação e a anulação dos atos administrativos inoportunos ou ilegais.
o controle de mérito pelos próprios cidadãos, que podem demandar provimento jurisdicional que imponha o dever de revogação à Administração pública.
o exercício do juízo de conveniência e de oportunidade pela Administração pública nos termos das opções constantes expressamente da legislação, sob pena de anulação por vício de mérito.
Em se tratando dos atos praticados pelo administrador público, sabe-se que estes podem ser discricionários ou vinculados. Assinale a alternativa em que conste um exemplo de ato discricionário:
Conceder licença permitindo a construção ou funcionamento de determinado estabelecimento, cuja forma se dá por meio de alvarás.
Autorizar a venda de alimentos em ruas e praças, como carrinhos de cachorro quente ou food trucks.
Aplicar punição a um ato ilícito ou de improbidade praticado por servidor público.
Conceder licença para dirigir.
A respeito do ato administrativo, assinale a alternativa correta.
A avocação e a delegação de competência para a realização de ato administrativo pressupõem a existência de uma relação de hierarquia entre os agentes envolvidos.
O motivo ou motivação é a exteriorização das razões de fato e de direito que autoriza a atuação administrativa.
Nos atos discricionários, em regra, todos os seus elementos estão sujeitos a controle pelo Poder Judiciário.
Atos autoexecutáveis são os que podem ser implementados unilateralmente pela Administração, sem prévia autorização do Poder Judiciário.
A presunção de legitimidade é atributo do ato administrativo, que implica na impossibilidade do particular comprovar que o ato contraria a lei.
Sobre os atos administrativos, é incorreto afirmar
Pelo princípio da presunção de legitimidade, possível que um ato administrativo seja inválido e eficaz.
Não se incluem na classificação de atos administrativos discricionários os praticados em decorrência da aplicação de norma que contenha conceitos jurídicos indeterminados.
Considera-se ato administrativo perfeito, válido e ineficaz quando, cumprido o ciclo de formação, encontra-se em consonância com a ordem jurídica, mas não se encontra disponível para produção dos efeitos que lhe são próprios por depender de um termo inicial ou de uma condição suspensiva, ou autorização, aprovação ou homologação.
Um ato administrativo inconveniente ou inoportuno poderá ser revogado a critério da administração.
Referente ao ato administrativo, é correto afirmar que
vícios de forma são insanáveis e o ato deve ser anulado pelo Poder Judiciário.
a administração não pode anular seus próprios atos sem ordem judicial.
finalidade é um dos requisitos para a prática do ato administrativo.
ato vinculado é aquele que o administrador faz um juízo de oportunidade e conveniência.
ato discricionário é aquele que o legislador pré-definiu como única conduta possível do administrador diante da situação, sem deixar-lhe margem de escolha.
De acordo com a disciplina dos atos administrativos, assinale a alternativa correta.
No que tange aos efeitos, a anulação dos atos administrativos produz efeitos ex nunc.
Os atos vinculados são revogáveis, pois todos os seus elementos estão especificados na lei.
Exigibilidade permite o uso da força física já que são meios diretos de coerção.
OO Poder Judiciário pode revogar ato administrativo de outro Poder, por não envolver questão de mérito.
Os atos vinculados admitem análise de oportunidade e conveniência, no caso de licença para construir.
Com relação aos atos administrativos, há um tipo em que existe um direito do particular à sua obtenção, desde que satisfaça os requisitos legais. Também existem aqueles que podem, ou não, ser praticados pela Administração, conforme o seu juízo de oportunidade e conveniência. Trata-se, respectivamente, dos seguintes atos administrativos:
volitivo – negocial definitivo.
declaratório – negocial discricionário.
mandatário – declaratório.
imperativo – definitivo.
negocial vinculado - negocial discricionário.
Na hipótese de um servidor público ter negado seu pedido de férias pela autoridade competente da Administração Pública, por interesse do serviço público, é correto afirmar que
o servidor terá que recorrer ao Poder Judiciário para obter o gozo das férias, sobre o fundamento de que a Administração não pode negar-lhe esse direito.
o administrador público exerceu, devida e corretamente, seu poder disciplinar ao negar o pedido do servidor.
a negativa se deu dentro do que permite a Constituição e a lei, no exercício do poder vinculado da Administração.
o pedido do servidor foi negado, legal e regularmente, com base no devido exercício do poder regulamentar da Administração Pública.
a conduta da Administração, ao negar o pedido do servidor, operou-se por meio de um ato administrativo discricionário.