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Adoçantes artificiais não recomendados para hipertensos por carregarem alta quantidade de sódio.
Ciclamato de sódio e sucralose.
Ciclamato de sódio e sacarina.
Sucralose e aspartame
Sucralose e Sacarina.
São fatores nutricionais que podem precipitar a Insuficiência Cardíaca em um portador dessa enfermidade, em estágio compensado:
I. ingestão hídrica excessiva, favorecendo, assim, desbalanço hidroeletrolítico;
II. ingestão salina excessiva, favorecendo, assim, desbalanço hidroeletrolítico;
III. ingestão hídrica deficiente, promovendo desbalanço hidroeletrolítico;
IV. ingestão deficiente de proteínas, favorecendo, assim, a caquexia cardíaca.
Dos itens, verifica-se que estão corretos apenas
I e II.
I e III.
I e IV.
III e IV.
II, III e IV.
A Desnutrição tem prevalência elevada entre as crianças com cardiopatias congênitas, estimando-se que aproximadamente 24 a 90% tenham comprometimento ponderal. Sobre retardo de crescimento em crianças cardiopatas é correto afirmar que:
a desnutrição resulta perda proporcional da musculatura esquelética, porém não traz prejuízo para a função nem para o metabolismo cardíaco.
alterações nas funções cardíacas, trazem deficiências nos oligoelementos e alguns íons, porém as vitaminas mantem-se sem alterações devido ao equilíbrio da relação cálcio/vitamina D.
no kwashiokor marasmático há um estado hipocirculatório caracterizado pela taquicardia, aumento do tempo de circulação, redução do débito cardíaco e do consumo de hidrogênio.
a oferta de carbohidratos e de gordura tem um efeito marcante sobre os níveis de catecolaminas plasmáticas, onde a inanição justifica as alterações encontradas no desnutrido grave.
o cálculo nutricional para criança desnutrida cardiopata deve ser baseada no peso real e não no peso ideal, pois a oferta extra de calorias é prejudicial para estas crianças.
A II Diretriz de Cardiogeriatria (2010) publicada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia apresenta a seguinte recomendação para ingestão de sal (NaCl) em idosos portadores de Insuficiência Cardíaca Leve, moderada e grave, respectivamente,
4 g; 4 g; 2 g.
4 g; 5 g; 4 g.
4 g; 5 g; 5 g.
5 g; 4 g; 2 g.
5 g; 5 g; 4 g.
Conforme a VII Diretriz Brasileira de Hipertensão, é INCORRETO afirmar:
O consumo habitual de álcool eleva a pressão arterial de forma linear e o consumo excessivo associa-se com aumento na incidência de hipertensão arterial. Estima-se que um aumento de 20 g/dia na ingestão de álcool eleve a pressão arterial em 1 mmHg, sendo que a diminuição nesse consumo reduz a pressão arterial.
As fibras solúveis são representadas pelo farelo de aveia, pectina e pelas gomas (aveia, cevada e leguminosas), e as insolúveis pela celulose (trigo), hemicelulose (grãos) e lignina (hortaliças). A ingestão de fibras promove discreta diminuição da pressão arterial, destacando-se o beta-glucano proveniente da aveia e da cevada.
Os ácidos graxos ômega-3 provenientes dos óleos de peixe (eicosapentaenoico – EPA e docosaexaenoico – DHA) estão associados com redução modesta da PA. Estudos recentes indicam que a ingestão > 2g/dia de EPA + DHA reduz a pressão arterial e que doses menores (1 a 2 g/dia) reduzem apenas a pressão arterial sistólica.
O chá-verde, além de ser rico em polifenóis, em especial as catequinas, possui cafeína. Ainda não há consenso, mas alguns estudos sugerem que esse chá possa reduzir a pressão arterial quando consumido em doses baixas, pois doses elevadas contêm maior teor de cafeína e podem elevar a pressão arterial.
O aumento do consumo de sódio está relacionado com o aumento da pressão arterial. No entanto, o impacto do consumo de sódio na saúde cardiovascular é controverso. O limite de consumo diário de sódio em 2,0 g está associado à diminuição da pressão arterial.
O que mudou acerca das recomendações do tratamento não medicamentoso da Hipertensão Arterial Sistêmica voltado para indivíduos hipertensos, comparando a 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – DBHA (2016) com a 6ª DBHA (2010), ambas publicadas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia?
Redução de peso com recomendação de IMC segundo idade.
Exercício resistido dinâmico em substituição ao exercício aeróbico.
Na impossibilidade de adotar padrão dieta DASH, adotar padrão dieta mediterrânea.
Inclusão do aumento na ingestão de potássio no elenco de medidas de maior eficácia anti-hipertensiva.
Limitar o consumo diário de álcool a 2 doses nas pessoas com baixo peso e mulheres e 3 doses nos homens.
Vários estudos entre dieta e hipertensão vêm demostrando que a intervenção dietética tem um importante papel na redução da pressão arterial. Assim, é uma característica de grande relevância no plano alimentar DASH (dietary approaches to stop hypertension)
dar ênfase a nutrientes isolados e suplementados.
conter alimentos com quantidade expressiva de gordura boa (monoinsaturada).
não restringir sódio; a quantidade de sódio é a mesma da dieta comum que corresponde a uma dieta normossódica.
restringir consumo de proteínas de origem animal.
restringir consumo de carboidratos simples.
A importância da alimentação adequada na redução do risco cardiovascular já está bem comprovada por uma série de evidências científicas. Assim, pode-se dizer que
ácidos graxos poli-insaturados reduzem o colesterol e o HDL-plasmático.
o colesterol alimentar tem menor efeito sobre a elevação plasmática do colesterol quando comparado à gordura saturada.
as gorduras monoinsaturadas são encontradas no azeite de oliva, no óleo de canola, no óleo de palma e no óleo de coco.
o ácido oleico aumenta a concentração de LDL-colesterol.
o farelo de aveia é rico em fibras insolúveis, portanto, pode contribuir na redução do colesterol sanguíneo.
Os pontos de corte para diagnóstico de pressão arterial grau 3, mediante o exame MAPA, são:
Pressão maior ou igual a 170/110 mmHg.
Pressão maior ou igual a 160/110 mmHg.
Pressão maior ou igual a 180/110 mmHg.
Pressão maior ou igual a 150/110 mmHg.
Pressão maior ou igual a 140/110 mmHg.
Segundo a Diretriz Brasileira de Prevenção Cardiovascular, de 2013, é INCORRETO afirmar que o tratamento não farmacológico no paciente hipertenso deva incluir
adoção de um padrão alimentar rico em frutas, hortaliças, fibras e minerais, como dieta DASH ou mediterrânea.
realização de atividade física em, ao menos, 30 minutos/dia em três vezes por semana.
limitação da ingestão hídrica diária de 1,5 a 2 litros.
limitação da ingestão diária de cloreto de sódio a 5g.
limitação da ingestão diária de álcool a uma garrafa de cerveja ou duas taças de 150mL de vinho ou duas doses de 50mL de bebida destilada.
A influência dos ácidos graxos ingeridos sobre os fatores de risco das doenças cardiovasculares e sobre as concentrações plasmáticas de lípides e lipoproteínas tem sido amplamente demonstrada em diversos estudos experimentais e populacionais (I Diretriz sobre o Consumo de Gorduras e Saúde Cardiovascular). Nesse contexto, assinale a resposta INCORRETA:
Substituir ácidos graxos saturados da dieta por MUFA deve ser recomendado para otimizar a redução dos níveis plasmáticos de LDL-c.
O consumo de colesterol alimentar deve ser < 300 mg/dia para auxiliar no controle da colesterolemia.
O uso de MUFA está relacionado a melhorias da função endotelial e da adesão monocitária, além de reduções de marcadores inflamatórios e agregação plaquetária. Uma parte desses efeitos foi evidenciada com o uso específico de óleo de oliva, incluindo proteção contra trombogênese e estresse oxidativo.
O consumo de gordura interesterificada pode alterar lípides plasmáticos, e mais estudos são necessários para conclusões da ação dessa gordura sobre metabolismo dos humanos.
Suplementação com ômega-3 marinho (2 a 4 g/dia) deve ser recomendada para prevenir a hipertrigliceridemia.
São micronutrientes que devem ser monitorados no paciente portador de insuficiência cardíaca, pois sua deficiência, entre outras intercorrências, está associada a arritmias,
I. Magnésio, Cálcio e Ferro;
II. Sódio, Potássio e Selênio;
III. Niacina, Zinco e Vitamina D.
Dos itens, verifica-se que está(ão) correto(s) apenas
I.
II.
I e II.
I e III.
II e III.
A doença da artéria coronária resulta no impedimento do fluxo de sangue para a rede de vasos sanguíneos que circundam o coração e servem o miocárdio. A principal causa subjacente de DAC é a aterosclerose. Nesse quadro, analise os resultados das lesões que se desenvolvem a seguir:
I. Diminuição de células de músculo liso, macrófagos e linfócitos.
II. Formação de células de músculo liso em uma matriz de tecido conjuntivo.
III. Acúmulo de lipídio e colesterol na matriz ao redor das células.
IV. Os depósitos de lipídios e outros materiais (produtos de eliminação celular, cálcio e fibrina) que constituem a camada íntima e são chamados de placa ou ateroma.
Estão CORRETAS as lesões de:
I, II e III apenas.
II e IV apenas.
II, III e IV apenas.
I, II, III e IV.
As características da dieta para condição de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) de um idoso devem ser alteradas em relação à
I. Consistência.
II. Volume.
III. Fracionamento.
IV. Temperatura.
V. Valor energético.
As alterações específicas para a condição acima descrita estão em
todos os itens.
nenhum item.
Dois itens, apenas.
Três itens, apenas.
Quatro itens, apenas.
O tratamento não medicamentoso para hipertensão arterial envolve uma série de medidas, como controle ponderal, prática de atividade física e outros. Com base na 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, é correto afirmar que
o limite de consumo de sódio em 2,0 g/dia está associado à diminuição da pressão arterial, porém o consumo médio da população brasileira é de 11,4g/dia.
a ingestão de fibras promove discreta diminuição na pressão arterial, destacando o beta-glucano, proveniente das frutas.
os laticínios, por serem alimentos ricos em gorduras, devem ser restritos.
a alicina, componente bioativo do alho, pode contribuir para aumento da pressão arterial.
a dieta do Mediterrâneo não possui efeito hipotensor.
As mudanças alimentares e de estilo de vida que reduzem a pressão arterial podem evitar que pessoas pré-hipertensas desenvolvam a hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Dentre essas mudanças, indica-se
a manutenção do índice de massa corpórea menor que 29,9 kg/m², associando-a à prática de atividade física.
o aumento da ingestão de potássio para 4,7 g/dia, preferencialmente a partir de fontes naturais.
a adoção de uma dieta ovolactovegetariana com ausência de gorduras saturadas, colesterol e sódio.
o consumo de bebidas alcoólicas, para aqueles que o fazem, de dois e quatro drinques alcoólicos/dia para mulheres e homens respectivamente.
Hoje está claro que diferentes padrões dietéticos modulam diferentes aspectos do processo aterosclerótico e fatores de risco cardiovasculares, como níveis lipídicos no plasma, resistência à insulina e metabolismo glicídico, pressão arterial, fenômenos oxidativos, função endotelial e inflamação vascular. Consequentemente, o padrão alimentar interfere na chance de eventos ateroscleróticos. Acerca da influência da alimentação no risco cardiovascular, analise os itens a seguir assinalando a opção INCORRETA.
Deve–se reduzir o consumo de gordura saturada, pois eleva a concentração plasmática de colesterol, especialmente o ácido mirístico, enquanto o esteárico é neutro em seus efeitos sobre o colesterol, cujos mecanismos são: redução dos receptores de LDL hepáticos, maior atividade da ACAT (acil colesteril acil transferase), aumentando a esterificação do colesterol das lipoproteínas contendo apo B17 entre outros.
Estimativas derivadas de vários estudos sugerem um consumo de pelo menos 5%-10% de energia total a ser consumida ao dia oriunda de ácido linoleico.
Os ácidos graxos trans estão presentes em diversos produtos industrializados, mas, em função de seus efeitos sobre o risco cardiovascular, foram implementadas políticas públicas para redução do consumo de gorduras trans, o que obrigou a indústria de alimentos a alterar com superioridade comprovada a fonte de gordura utilizada para gorduras interesterificadas.
Estudos epidemiológicos clássicos evidenciam forte associação entre o alto consumo de colesterol com maior incidência de aterosclerose. Apesar disso, no tratamento da hipercolesterolemia, sabe-se que o colesterol alimentar exerce pouca influência sobre a concentração plasmática de colesterol e aterosclerose precoce. Aproximadamente, 56% do colesterol da dieta são absorvidos. Os ácidos graxos exercem maior influência sobre a colesterolemia.
Requer cautela a substituição de ácidos graxos saturados por carboidratos, pois há evidências que provocam diminuição colesterol total, LDL-c e HDL-c, aumento TG, aumento da incidência de obesidade, diabetes, doença cardíaca e risco para síndrome metabólica.
O paciente hipertenso deve restringir o consumo de sódio, como parte do tratamento anti-hipertensivo. De acordo com as recomendações para pacientes hipertensos, esta restrição deverá ser de:
acordo com o grau de hipertensão do paciente.
até 2.300 mg de sódio ao dia.
até 2400 mg de sódio ao dia.
até 6 g de sal ao dia.
Sobre os efeitos de fatores dietéticos e padrões alimentares na regulação da Pressão Arterial (PA), segundo as evidências científicas, assinale a alternativa INCORRETA.
O peso corpóreo tem um efeito direto na PA, com nível de evidência A.
O consumo DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension) tem efeito inverso com nível de evidência A.
O consumo de cálcio tem efeito inverso na PA, com nível de evidência B.
O consumo de ácidos graxos monoinsaturados tem efeito inverso na PA, com nível de evidência B.
A ingestão de colesterol tem efeito direto na PA, com nível de evidência A.
Segundo a 7º Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, a adoção da dieta DASH pode promover redução na pressão arterial. A dieta mencionada consiste em:
Aumento no consumo de frutas, hortaliças, laticínios com baixo teor de gorduras, cereais integrais, frango, peixe e frutas oleaginosas e redução no consumo de carne vermelha, doces e bebidas açucaradas.
Aumento no consumo de frutas, hortaliças, grãos e leguminosas e exclusão de carnes.
Aumento no consumo de frutas, hortaliças, cereais integrais, peixes, oleaginosas e ingestão moderada de vinho.
Aumento no consumo de laticínios, carnes, peixes, azeite e redução no consumo de pães, massas, bolos, raízes e tubérculos.