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Em turmas de anos iniciais com estudantes surdos, o letramento em Libras envolve compreensão e produção de textos sinalizados, trabalhos com gêneros discursivos em Libras, uso de recursos visuais e interações em Libras como língua de instrução, articulando de modo progressivo, a análise linguística da própria Libras e a ponte para o português escrito como L2. No contexto descrito, uma prática pedagógica coerente com a alfabetização e o letramento em Libras consiste em:
alternar, frase por frase, Libras e português no processo educacional para garantir acesso imediato aos conteúdos das disciplinas regulares, deixando a produção de textos sinalizados para etapas finais.
tomar como língua base do letramento a consciência fonológica do português (grafema-fonema), reservando à Libras a função de apresentar o vocabulário.
priorizar o treino de datilologia e a lista de sinais como requisitos obrigatórios, antes de ensinar qualquer gênero discursivo sinalizado em Libras.
avaliar o desempenho dos estudantes por suas provas escritas em português, complementando com observações de compreensão em Libras para não interferir na alfabetização em português.
organizar sequências didáticas com Libras como língua de instrução, promover análise de vídeos sinalizados e produção de gêneros textuais e explicitar recursos linguísticos da Libras.
Com base exclusivamente no disposto no Art. 22 do Decreto federal nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei federal nº 10.436, de 24 de abril de 2002, a qual dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), sem considerar jurisprudência ou doutrina, e que estabelece diretrizes para a educação de surdos, incluindo a definição da LIBRAS como língua de instrução e a organização de escolas e classes bilíngues, analise as afirmativas a seguir:
I. O art. 22 dispõe que as instituições federais de ensino responsáveis pela educação básica devem oferecer, para a educação infantil e os anos iniciais do ensino fundamental, escolas e classes de educação bilíngue, abertas a alunos surdos e ouvintes, com professores bilíngues.
II. Para os anos finais do ensino fundamental, ensino médio ou educação profissional, o decreto prevê escolas bilíngues ou escolas comuns de ensino regular, com a presença de tradutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) − Língua Portuguesa.
III. O decreto estabelece que o ensino da Língua Portuguesa como segunda língua para alunos surdos deve ser focado exclusivamente na modalidade oral, utilizando a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) apenas como apoio transitório.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS:
I e III.
II e III.
I, II e III.
I e II.
As línguas de sinais não são inferiores às línguas orais; ao contrário, possuem estrutura própria, completa e plenamente capaz de expressar ideias abstratas, emoções, conceitos complexos e relações gramaticais.
Fonte: MEC (2007) apud SANTOS, Adriana Prado Santana; GOES, Ricardo Schers de. Língua Brasileira de Sinais − Libras. UNIASSELVI, 2016.
Diante do texto e dos seus conhecimentos sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras), assinale a opção CORRETA.
A língua de sinais possui complexidade e expressividade equivalentes às línguas orais.
A língua de sinais possui expressividade semelhante, mas menor complexidade que as línguas orais.
A língua de sinais apresenta complexidade semelhante, porém menor expressividade em relação às línguas orais.
A língua de sinais apresenta complexidade e expressividade inferiores e distintas das línguas orais.
TEXTO 1

Disponível em: www.educadorinclusivo.org.br. Acesso em: 15 ago. 2025 (adaptado).
TEXTO 2
Em uma sala de aula do Ensino Fundamental, uma turma recebeu um estudante surdo e que se comunicava por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Considerando que o professor regente não era fluente em Libras, para garantir a participação do estudante nas atividades, a escola contratou um intérprete que adaptava e conduzia as atividades pedagógicas com o estudante sem a participação do professor.
Ao relacionar a situação descrita no Texto 2 com a figura apresentada no Texto 1, conclui-se que está ocorrendo um processo de
exclusão, pois o professor não dialoga diretamente com o estudante surdo.
segregação, porque a turma não consegue se comunicar com o estudante surdo.
inclusão, porque o estudante surdo participa regularmente das aulas com a turma.
integração, porque o intérprete estabelece uma relação individual com o estudante surdo.
Segundo a BNCC, no ensino de Libras como segunda língua para ouvintes, o objetivo principal é:
Ensinar Libras apenas para fins recreativos, sem necessidade de aprofundamento.
Formar ouvintes proficientes que respeitem a cultura surda e compreendam Libras como sistema linguístico completo.
Promover a substituição do uso da Língua Portuguesa pela Libras no cotidiano escolar.
Aprender apenas sinais isolados para comunicação básica, sem considerar gramática ou cultura.
A respeito da relação entre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e a Língua Portuguesa no contexto educacional inclusivo, assinale a alternativa correta:
A Libras é uma forma simplificada e gestual da Língua Portuguesa, servindo como tradução direta para alunos surdos.
O estudante surdo deve ser alfabetizado unicamente em Libras, não sendo necessário o ensino da Língua Portuguesa escrita.
A Libras e a Língua Portuguesa são variações do mesmo sistema linguístico, devendo ser ensinadas de forma simultânea e igual.
A Libras é a primeira língua do estudante surdo, e a Língua Portuguesa escrita deve ser ensinada como segunda língua, respeitando sua especificidade linguística.
Observe a cena que descreve uma aula do ensino fundamental séries finais:
O professor entra na sala com um sorriso, segurando uma caixa de materiais diversos, incluindo folhas de papel, tablets, instrumentos musicais simples, como tambores e flautas de brinquedo, além de cartões com sinais em Libras. Os alunos olham curiosos, já imaginando que a aula será diferente. O professor, comunicando-se oralmente e em Libras simultaneamente: “Bom dia, pessoal! Hoje vamos fazer uma atividade especial sobre ecossistemas, mas usando diferentes linguagens. Além de falar e escrever, podemos usar gestos, imagens, sons e até sinais de Libras. Vamos dividir a turma em grupos de 4 ou 5. Cada grupo vai escolher uma forma de se expressar: pode ser por meio da música, do teatro, do desenho, da tecnologia ou da Libras, que vou ajudar quem quiser usar. O tema é a interdependência entre os seres vivos nos ecossistemas”. Os alunos começam a se organizar, animados. Um grupo decide usar libras como forma de comunicação, com ajuda do professor. Eles escolhem representar uma cadeia alimentar e, em vez de falarem ou escreverem, vão usar sinais para mostrar como os organismos interagem. Outro grupo opta por uma encenação corporal e começa a ensaiar uma peça sobre predadores e presas. Um terceiro grupo prepara uma apresentação digital com imagens e vídeos sobre o ciclo da água.
Considerando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), podemos afirmar que a estratégia do professor:
Está mais alinhada com as competências específicas da área de Linguagens, uma vez que o foco principal é a comunicação.
Ao focar em diferentes formas de expressão, desconsidera a importância da linguagem escrita como principal ferramenta para a aprendizagem em Ciências da Natureza.
Atende à competência de Ciências da Natureza no currículo do ensino fundamental, com estratégias que corroboram o desenvolvimento de uma competência geral da Educação Básica.
Ao se caracterizar por atividades tão diversas, sobrecarrega os alunos com muitas informações e acaba por fragilizar o desenvolvimento da competência de Ciências da Natureza de forma profunda.
Leia a situação hipotética abaixo.Pedro, um aluno de 14 anos com deficiência auditiva bilateral severa, comunica-se exclusivamente por meio da Língua Brasileira de Sinais. Durante um projeto interdisciplinar envolvendo ciências e artes, a turma foi desafiada a criar um mural sobre a diversidade cultural. Apesar de demonstrar interesse pelo tema, Pedro participa pouco das atividades coletivas devido à barreira comunicacional com os colegas.
Considerando esse contexto e as práticas pedagógicas voltadas para a acessibilidade comunicacional dos deficientes auditivos, assinale a alternativa que apresenta uma estratégia adequada.
Proporcionar materiais visuais adaptados e traduzidos para Libras, permitindo que o aluno trabalhe de forma autônoma em sua parte do mural, com suporte técnico quando necessário.
Utilizar ferramentas de criação colaborativa, como aplicativos de design acessíveis em Libras, combinadas com momentos de produção criativa que exijam interação direta com os colegas.
Envolver o aluno na criação de vídeos educativos em Libras sobre o tema, postergando sua integração com o grupo para outras oportunidades no ambiente escolar.
Adotar apresentações simultâneas mediadas pelo intérprete de Libras, priorizando a tradução do conteúdo reduzindo sua interação direta com o grupo.
No campo da tradução intermodal, especialmente na transposição de enunciados entre sistemas linguísticos com base sensório-motora distinta, as teorias semióticas de Jakobson, Saussure e Peirce subsidiam a reflexão sobre os limites da equivalência e da transdução. Com base nas contribuições contemporâneas de autores como Sutton-Spence, Quadros e Bauman, qual alternativa expressa de modo mais consistente os desafios da tradução intermodal entre português oral e Libras?
A tradução intermodal fundamenta-se na preservação da linearidade textual do idioma-fonte, assegurando equivalência funcional por meio da literalidade discursiva.
As categorias semióticas tradicionais aplicadas à tradução entre línguas orais são plenamente replicáveis no contexto da Libras, dada sua sistematicidade e estrutura composicional isomórfica.
A transposição do português oral para Libras requer a reformulação discursiva do enunciado em termos espaciais, simultâneos e icônicos, implicando uma abordagem não linear de equivalência funcional.
A correspondência tradutória entre signos verbais e visuais se dá prioritariamente em função da indexação simbólica entre unidades lexicais, o que garante estabilidade interpretativa.
O processo tradutório entre português e Libras deve minimizar a iconicidade e a gestualidade da língua sinalizada, com vistas à neutralidade comunicativa e à precisão terminológica.
Pereira (2008), Didó e Fronza (2011) discutem alguns desafios enfrentados no ensino da Libras, como a influência da Língua Portuguesa nas aulas e a inadequação dos materiais didáticos. Silveira e Rezende (2008) também apontam a falta de valorização dos professores surdos nas escolas. Com base nessas informações, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A seleção de conteúdos no ensino de Libras, em muitos casos, é influenciada por uma concepção equivocada de língua, que a trata como um sistema fragmentado.
( ) A ausência de livros didáticos para o ensino de Libras como L1 tem levado ao uso de materiais voltados ao ensino de Libras como L2.
( ) A presença da Língua Portuguesa nas aulas de Libras pode influenciar negativamente o processo de ensino e aprendizagem.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – V.
V – F – F.
F – V – F.
V – V – F.
F – F – V.
A ética no exercício da profissão de tradutor e intérprete de Libras é regida por princípios que incluem confidencialidade, imparcialidade e respeito à diversidade cultural. Com base em Lane (Ethics in Interpreting) e na Lei nº 12.319/2010, qual das situações descritas a seguir representa uma prática ética adequada?
Um intérprete de Libras participa de eventos culturais da comunidade surda para fortalecer sua relação com a comunidade, mas evita misturar os papéis de intérprete e ativista.
Um intérprete compartilha informações obtidas em uma interpretação médica com colegas de trabalho, para que possam melhorar seu desempenho profissional.
Durante uma interpretação judicial, o intérprete oferece explicações adicionais ao surdo, para garantir que ele compreenda plenamente o conteúdo jurídico.
O intérprete recusa-se a atuar em um ambiente educacional por não dominar a terminologia acadêmica necessária, mas não sugere outro profissional qualificado.
Em uma conferência internacional, o intérprete adapta o conteúdo cultural da fala do palestrante para torná-lo mais acessível à audiência, mesmo sem consentimento prévio.
Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar a oferta de ensino da Libras, do Sistema Braille e de uso de recursos de tecnologia assistiva, de forma a ampliar:
os esforços dos estudantes para se integrarem ao ambiente escolar
as habilidades funcionais dos estudantes, promovendo sua autonomia e participação
a possibilidade de excluir conteúdos dos currículos escolares, facilitando a aprovação dos estudantes com deficiência
a formação dos alunos, por meio de atendimento educacional individualizado, de preferência em instituições exclusivas para atendimento de pessoas com deficiência
No âmbito da formação tradutória em contextos bimodais, especialmente na interface entre Libras e língua portuguesa, emergem desafios que demandam do profissional não apenas domínio linguístico, mas também competências de natureza intercultural, pragmática e metacognitiva. Considerando os aportes de Franz Pöchhacker, Jemina Napier e Stauffer, qual alternativa apresenta uma análise criticamente articulada às exigências formativas para atuação em contextos de ambiguidade, variação enunciativa e regimes de performatividade discursiva?
O aprimoramento técnico de habilidades manuais e cinésicas constitui o núcleo das formações tradutórias em contextos visuais, sendo as competências reflexivas desenvolvidas de maneira espontânea e não sistematizada.
A presença de ironia, ambiguidade e deslizamentos pragmáticos, embora recorrente, não demanda intervenções complexas do intérprete, desde que ele siga os protocolos convencionais de fidelidade e literalidade interpretativa.
Em função do caráter visual e tridimensional da Libras, a formação do intérprete deve focar-se na estabilização de parâmetros semânticos, minimizando a interferência de subjetividades na mediação interlinguística.
A neutralidade tradutória deve ser reforçada por treinamentos baseados em replicação textual e simulação de contextos padronizados, evitando a exposição do profissional a tensões interculturais que afetem a precisão da equivalência.
A construção de estratégias tradutórias eficazes exige o acoplamento entre modelagens culturais e referenciais metacognitivos, permitindo respostas interpretativas ajustadas às situações de sobreposição discursiva e negociação de sentidos.
De acordo com Stumpf (2021), analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A Libras é reconhecida legalmente no Brasil como meio de comunicação exclusivo da comunidade surda.
II. A maioria das crianças surdas brasileiras adquire a Libras como primeira língua nos primeiros anos de vida.
III. Apenas uma minoria das crianças surdas nasce em famílias que já utilizam uma língua de sinais.
IV. A falta de orientação e espaços adequados para as famílias contribui para a aquisição tardia da Libras.
Todas as assertivas estão incorretas.
Todas as assertivas estão corretas.
Apenas a assertiva I está correta.
Apenas as assertivas II e III estão corretas.
Apenas as assertivas III e IV estão corretas.
Em uma escola urbana, um estudante com surdez ingressou no 2º ano do Ensino Fundamental sem registros de acompanhamento prévio. A equipe pedagógica, ao elaborar o Plano Educacional Individualizado (PEI), constatou que ele dominava Libras, mas apresentava atraso na alfabetização em Língua Portuguesa. Além disso, percebia-se dificuldade de socialização com seus colegas ouvintes. Depois de algumas semanas, as adaptações aplicadas não surtiram o efeito esperado, pois o uso de intérprete se restringia a poucas aulas. Qual ação pode otimizar o PEI, favorecendo a inclusão e o desenvolvimento integral do estudante?
Manter o intérprete apenas em aulas de Língua Portuguesa, evitando sobrecarga de recursos, pois a comunicação em outras disciplinas não requer Libras.
Transferir a responsabilidade da alfabetização para a família, delegando a eles a busca de programas específicos de reforço fora da escola.
Reduzir as atividades coletivas, concentrando-se em tarefas individuais, para que o estudante supere a defasagem por conta própria.
Expandir a presença do intérprete em todas as disciplinas, articular momentos de interação em Libras e adotar estratégias visuais de apoio em sala.
A tradução entre Libras e português impõe desafios que vão além da morfologia e da sintaxe, atingindo aspectos discursivos e semióticos distintos. Com base em Stokoe, Bakhtin e Quadros & Karnopp, qual alternativa expressa uma implicação teórica dessa relação?
A correspondência lexical é suficiente para garantir a equivalência funcional entre as línguas envolvidas.
As línguas compartilham a linearidade textual, o que facilita a conversão direta dos enunciados.
A tradução requer atenção às especificidades enunciativas e à construção semiótica própria de cada língua.
A equivalência intermodal depende da aplicação de glosas fixas e padronizadas nos contextos discursivos.
A Libras, por sua iconicidade, não permite ajustes estruturais significativos ao conteúdo traduzido.
A educação bilíngue voltada às pessoas surdas parte do princípio de que a Libras (L1) deve ser a base do desenvolvimento linguístico, cognitivo e identitário, enquanto o português escrito (L2) é introduzido posteriormente como instrumento de acesso à cultura letrada. Segundo Tatiana Bolivar Lebedeff (2015), esse modelo pressupõe práticas pedagógicas específicas, ambientes acessíveis e mediações linguísticas ajustadas às necessidades visuais e linguísticas dos estudantes surdos. Com base nessa concepção, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A Libras, por ser a L1 no contexto bilíngue, atua não apenas como ferramenta comunicacional, mas como mediadora epistemológica no processo de construção de conhecimento.
( ) Escolas bilíngues adotam práticas pedagógicas do ensino ouvinte que são passíveis de adaptação, aplicando ajustes pontuais para incorporação da Libras nas aulas.
( ) O uso de tecnologias assistivas e de recursos visuais é considerado estratégico na mediação didática com estudantes surdos, sendo integrado às práticas pedagógicas cotidianas.
( ) A arquitetura escolar em contextos bilíngues tende a ser projetada segundo princípios de acessibilidade visual, favorecendo a sinalização, o contato visual e a interação gestual.
( ) A alfabetização bilíngue ocorre com o ensino concomitante da Libras e do português escrito, considerando-os como sistemas linguísticos simultâneos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – V – F – V.
F – V – F – V – V.
V – F – V – V – F.
V – V – F – V – F.
F – F – V – F – V.
É imprescindível que o profissional do AEE do estudante com surdez e o professor de Libras fiquem atentos, procurando saber se o estudante surdo está se apropriando da Libras, acompanhando e observando os estágios de aquisição da língua, os quais a criança surda percorre. Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os estágios de aquisição da Libras às suas características:
Primeira coluna: estágios de aquisição da Libras
1.Estágio de um sinal
2.Estágio das primeiras combinações
3.Estágio das múltiplas combinações
Segunda coluna: características dos estágios de aquisição da Libras
(__)Quando o estudante utiliza dois sinais para se expressar − pode ser a combinação de sujeito mais verbo ou verbo mais objeto.
(__)Quando o estudante, ao utilizar um sinal, expressa seu pensamento.
(__)O estudante se expressa utilizando três sinais ou mais, com o intuito de se fazer entender.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
3 − 1 − 2.
2 − 1 − 3.
3 − 2 − 1.
1 − 2 − 3.
2 − 3 − 1.
O Sistema Braille é um código tátil de leitura e escrita essencial para a inclusão educacional de alunos cegos. O Atendimento Educacional Especializado (AEE) para estudantes com deficiência visual tem, entre seus objetivos centrais, o ensino desse sistema. Qual é a estrutura básica que fundamenta o Sistema Braille?
Um sistema de comunicação baseado em gestos manuais e expressões faciais que representam letras, números e conceitos.
Um sistema pictográfico e ideográfico em relevo, onde cada símbolo tátil representa uma palavra ou ideia completa, similar aos hieróglifos egípcios.
Um conjunto de letras em relevo ampliadas, baseadas no alfabeto comum (em tinta), que são identificadas pelo tato.
A combinação de 63 pontos obtida pela disposição de seis pontos básicos, organizados espacialmente em duas colunas verticais de três pontos, formando uma cela Braille.
A Política Nacional de Educação e o Decreto 5.6262005 enfatizam a educação bilíngue.Acerca das características da educação bilíngue para surdos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)A educação bilíngue pressupõe que a Libras seja a língua de instrução em todas as disciplinas, e o Português seja ensinado como segunda língua, preferencialmente na modalidade escrita.
(__)Em escolas bilíngues, a presença do intérprete de Libras é dispensável, embora não seja obrigatório, se o professor regente for fluente em Libras e ministrar a aula diretamente na língua de sinais.
(__)O modelo bilíngue defende que a criança surda deve primeiro aprender a falar português (oralização) para depois aprender Libras, garantindo a integração social.
(__)O Atendimento Educacional Especializado (AEE) para surdos deve ocorrer em Libras e focar no ensino da própria Libras, no ensino de Português falado e no ensino das demais disciplinas do currículo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, F, F, V.
F, V, V, F.
F, F, V, V.
V, V, F, F.