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A Lei n° 13.882, de 8 de outubro de 2019, sanciona uma ementa que altera a Lei n° 11.340, de 7 de agosto de 2006, conhecida como Lei Maria da Penha, para garantir
o sigilo na investigação de casos suspeitos de violência.
a consulta com médico psiquiatra à todas as mulheres vítimas de violência domestica.
a atenção continua na rede de atenção e proteção as mulheres vítimas de violência doméstica.
a integração e articulação com todos os sistemas nacionais de operacionalização de políticas públicas.
a matrícula dos dependentes da mulher vítima de violência doméstica e familiar em instituição de educação básica mais próxima de seu domicílio.
A Lei Maria da Penha cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher. De acordo com a lei, pode-se afirmar:
A violência psicológica é compreendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.
Ao processo, ao julgamento e à execução das causas cíveis e criminais decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher aplicar-se-ão as normas dos Códigos de Processo Penal e Processo Civil e da legislação específica relativa à criança, ao adolescente e ao idoso que não conflitarem com o estabelecido nesta Lei.
O juiz determinará, por prazo incerto, a inclusão da mulher em situação de violência doméstica e familiar no cadastro de programas assistenciais do governo federal, estadual e municipal.
Em todos os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, feito o registro da ocorrência, deverá a autoridade policial adotar, de imediato, os seguintes procedimentos, sem prejuízo daqueles previstos no Código de Processo Penal: remeter, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, expediente apartado ao juiz com o pedido da ofendida, para a concessão de medidas protetivas de urgência.
Leia as afirmativas a seguir:
I. Ao idoso é garantido o atendimento preferencial imediato e individualizado junto aos órgãos públicos e privados prestadores de serviços à população.
II. Na hipótese da iminência ou da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher, a autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência deverá adotar, de imediato, as providências legais cabíveis.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
A respeito do que prevê o Estatuto do Idoso (Lei n° 10.741/03) e a lei de proteção às Mulheres (Lei n° 11.340/06), é correto afirmar:
caso o idoso não esteja em pleno gozo de suas faculdades mentais, sendo declarado interditado e possuindo curador, no que diz respeito ao tratamento de saúde adequado a ser ministrado, tais procedimentos serão determinados pelos médicos, mesmo não se tratando de situação urgente.
nas ações penais públicas condicionadas à representação da mulher ofendida, de acordo com o que prevê a lei n° 11.340/06, só será admitida a renúncia à representação perante o juiz, em audiência especialmente designada com tal finalidade, antes do recebimento da denúncia e ouvido o Ministério Público.
a perda da condição de segurado pelo idoso será considerada para a concessão da aposentadoria por idade, em qualquer hipótese.
somente durante a instrução criminal caberá a prisão preventiva do agressor no caso de violência contra a mulher, que deverá ser decretada pelo juiz, apenas a requerimento do Ministério Público ou mediante representação da autoridade policial.
nos casos de violência contra a mulher e o idoso, o Ministério Público não tem a obrigatoriedade de intervenção, apenas sendo ouvido se for parte, nas causas cíveis e criminais decorrentes da violência contra as pessoas que são protegidas por essas normas.
A Lei 11.340/06, denominada Lei Maria da Penha, foi uma conquista histórica das mulheres que se encontram em situação doméstica e/ou familiar conflituosa, passando a ser um mecanismo jurídico de garantia a uma vida sem violência para as mulheres. Com Base na referida lei, considerando o Art. 22 que diz que Constatada a pratica de violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos desta Lei, o juiz poderá aplicar, de imediato, ao agressor, em conjunto ou separadamente, algumas medidas protetivas de urgência. Referente a estas medidas, leia atentamente os itens que seguem, coloque nas questões V (verdadeiro) quando a afirmação for correta e F (falso) quando a afirmação for falsa. Após assinale a questão que contempla a ordem correta das alternativas.
( ) Afastamento do lar, domicílio ou local de convivência com a ofendida.
( ) Proibição de determinadas condutas, entre as quais, aproximação da ofendida, de seus familiares e das testemunhas, fixando o limite mínimo de distância entre estes e o agressor.
( ) Proibição de determinadas condutas, entre as quais, frequentação de determinados lugares a fim de preservar a integridade física e psicológica da ofendida.
( ) Restrição ou suspensão de visitas aos dependentes menores, ouvida a equipe de atendimento multidisciplinar ou serviço similar.
( ) Prestação de alimentos provisionais ou provisórios.
A alternativa que contempla a ordem correta de cima para baixo está na letra:
V, F, F, F, F.
V, V, F, V, V.
V, V, F, V, F.
V, V, F, F, F.
V, V, V, V, V.
Nos termos da Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), as medidas protetivas de urgência poderão ser concedidas pelo
Delegado de Polícia, a requerimento do Ministério Público ou a pedido da ofendida.
Juiz de ofício ou a requerimento do Ministério Público ou do Conselho de Defesa da Mulher.
Comandante da Guarda Municipal, mediante requisição do Ministério Público.
Promotor de Justiça, de ofício ou a pedido da ofendida.
Juiz, a requerimento do Ministério Público ou a pedido da ofendida.
Em caso de violência doméstica e familiar contra a mulher, para a proteção patrimonial dos bens da sociedade conjugal ou daqueles de propriedade particular da mulher, o juiz não poderá determinar
a proibição temporária para a celebração de atos e contratos de compra, venda e locação de propriedade em comum.
a anulação dos atos e contratos relativos à venda, compra e locação do patrimônio em comum.
a prestação de caução provisória, mediante depósito judicial, por perdas e danos materiais decorrentes de prática de violência doméstica e familiar contra a mulher.
a suspensão das procurações conferidas pela ofendida ao agressor.
Mulher que foi vítima de lesões corporais perpetradas por seu marido, firmou representação perante a autoridade policial e requereu medidas protetivas previstas na Lei 11.340/06. O Juiz, na análise das medidas protetivas requeridas, poderá determinar, EXCETO:
Afastamento da ofendida do lar conjugal.
Revogação das procurações conferidas pela ofendida ao agressor.
Prestação de caução provisória, mediante depósito judicial.
Proibição temporária de celebração de atos e contratos de compra, venda e locação de propriedade em comum.
A política pública que visa coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher far-se-á por meio de um conjunto articulado de ações da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e de ações não-governamentais, tendo por diretriz:
A oferta de atendimento assistencial especializado para as mulheres, fortalecido pela implantação dos conselhos de direitos da mulher.
A celebração de convênios, protocolos, ajustes, termos ou outros instrumentos de promoção de parceria entre empresas, tendo por objetivo a implementação de programas de erradicação da violência doméstica e familiar contra a mulher.
A promoção de estudos e pesquisas, estatísticas e outras informações relevantes, com a perspectiva de gênero e de raça ou etnia, concernentes às causas, às consequências e à frequência da violência doméstica e familiar contra a mulher, para a sistematização de dados, a serem unificados nacionalmente, e a avaliação periódica dos resultados das medidas adotadas.
A implementação de atendimento policial rápido para as mulheres, para que o sofrimento da vítima possa ser amenizado.
Constatada a prática de violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), o juiz poderá aplicar, de imediato, ao agressor, em conjunto ou separadamente, as seguintes medidas protetivas de urgência, EXCETO:
Suspensão da posse ou restrição do porte de armas, com comunicação ao órgão competente, nos termos da Lei nº 10.826/2003.
Afastamento do lar, domicílio ou local de convivência com a ofendida.
Restrição ou suspensão de visitas aos dependentes menores, ouvida a equipe de atendimento multidisciplinar ou serviço similar.
Proibição de contato com a ofendida, seus familiares e testemunhas por qualquer meio de comunicação.
Prestação de alimentos definitivos.
Uma servidora pública integrante da administração indireta, em situação de violência doméstica e familiar, solicitou medidas protetivas de urgência para preservar sua integridade física e psicológica. Com base na Lei Maria da Penha, o juiz poderá assegurar que
o empregador impeça o acesso do agressor ao local de trabalho da ofendida.
o vinculo trabalhista seja mantido com o afastamento do trabalho por até um ano.
a proteção policial e a manutenção da rotina de trabalho sejam mantidas.
o boletim de ocorrência seja encaminhado ao órgão empregador.
a servidora pública seja removida em caráter prioritário.
A Lei Maria da Penha determina que, constatada a prática de violência doméstica e familiar contra a mulher, o juiz poderá aplicar, de imediato, ao agressor, algumas medidas protetivas à vítima em caráter de urgência. Com relação ao assunto, considere os seguintes itens:
1. Detenção do agressor que possuir posse de armas, mesmo que essa arma tenha sido expedida pela Polícia Federal.
2. Prestação de alimentos provisionais ou provisórios.
3. Proibição de frequentar determinados lugares, a fim de preservar a integridade física e psicológica da ofendida.
4. Restrição ou suspensão de visitas aos dependentes menores, ouvida a equipe de atendimento multidisciplinar ou serviço similar.
São medidas protetivas de urgência:
1 e 3 apenas.
1 e 4 apenas.
2 e 4 apenas.
2, 3 e 4 apenas.
1, 2, 3 e 4.
Conforme a Lei Maria da Penha, na Seção III, que dispõe sobre as medidas protetivas de urgência à ofendida, poderá o juiz, quando necessário, sem prejuízo de outras medidas, exceto:
Encaminhar à ofendida e seus dependentes a programa oficial ou comunitário de proteção ou de atendimento.
Determinar a recondução da ofendida e a de seus dependentes ao respectivo domicílio, após afastamento do agressor.
Determinar o afastamento da ofendida do lar, sem prejuízo dos direitos relativos a bens, guarda dos filhos e alimentos.
Determinar a separação de bens.
De acordo com a Lei 11.340\2006 (Lei Maria da Penha), constatada a prática da violência doméstica, é conduta proibida ao agressor
a visita a equipamentos da Assistência Social.
o trabalho remunerado e com carteira assinada.
a frequência em curso de qualificação profissional, técnico ou superior.
a participação em atividades comunitárias, esportivas e de caráter religioso.
o convívio com familiares e testemunhas por qualquer meio de comunicação.
De acordo com a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, a Lei Maria da Penha, assinale a alternativa correta quanto as Medidas Protetivas de Urgência ao Agressor.
Prisão em 48 horas e afastamento temporário do lar, domicílio ou local de convivência com a ofendida.
Restrição ou suspensão de visitas aos dependentes menores, ouvindo a equipe de atendimento multidisciplinar ou serviço similar.
Determinação da separação de corpos.
Determinação do afastamento da mulher e seus filhos do lar, sem prejuízo dos direitos relativos a bens, guarda dos filhos e alimentos.
“Estabelece a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 – Lei Maria da Penha, que nas ações penais públicas condicionadas à representação da ofendida de que trata a referida lei, só será admitida a renúncia à representação perante o juiz, em audiência especialmente designada com tal finalidade, _____________________ da denúncia e ouvido o ____________.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
antes da defesa / Defensor Público
após o recebimento / Defensor Público
antes do recebimento / Ministério Público
antes do recebimento / Assistente Social do Juízo
A lei nº 11.340 de 07/08/2006 (Lei Maria da Penha) tem por intuito criar mecanismos para prevenir, punir e erradicar a Violência contra a Mulher e estabelece medidas de assistência e proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Podemos citar como uma das medidas integradas de proteção:
A promoção de estudos e pesquisas, estatísticas e outras informações relevantes, com a perspectiva de gênero e de raça ou etnia, concernentes às causas, às conseqüências e à freqüência da violência doméstica e familiar contra a mulher, para a sistematização de dados, a serem unificados nacionalmente, e a avaliação periódica dos resultados das medidas adotadas.
Respeito, nos meios de comunicação social, dos valores éticos e sociais da pessoa e da família, de forma a estimular os papéis estereotipados que legitimem ou exacerbem a violência doméstica e familiar.
O atendimento em delegacias de amplo atendimento sem necessidade de atendimento policial especializado para as mulheres.
O destaque, nos currículos escolares universitários somente, para os conteúdos relativos aos direitos humanos, à equidade de gênero e de raça ou etnia e ao problema da doméstica e familiar contra a mulher.
A capacitação permanente das Polícias Civil e Militar, da Guarda Municipal, do Corpo de Bombeiros e dos profissionais pertencentes aos órgãos, para o atendimento a situações de violência doméstica somente quando ocorrer vítimas.
Segundo preceitua a Lei nº 11.340/06, constatada a prática de violência doméstica e familiar contra a mulher, o juiz poderá aplicar a seguinte medida de emergência. Nesse contexto, assinalar a alternativa INCORRETA:
Afastamento do lar, domicílio ou local de convivência com a ofendida.
Prestação de alimentos provisionais ou provisórios pelo agressor.
Restrição ou suspensão de visitas aos dependentes menores, independentemente de oitiva da equipe de atendimento multidisciplinar ou serviço similar.
Suspensão da posse ou restrição do porte de armas, com comunicação ao órgão competente.
A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006) estabelece que em casos envolvendo a violência doméstica e familiar contra a mulher, no tocante às ações penais públicas condicionadas à representação da ofendida, somente em uma situação específica será admitida a renúncia à respectiva representação. Assinale a situação específica em que a renúncia à respectiva representação supracitada será admitida.
Em audiência especialmente designada com tal finalidade, após o recebimento da denúncia e ouvida a Defensoria Pública.
Em audiência especialmente designada com tal finalidade, antes do recebimento da denúncia e ouvido o Ministério Público.
Em audiência especialmente designada com tal finalidade, antes do recebimento da denúncia e ouvida a Defensoria Pública.
Em audiência especialmente designada com tal finalidade, após o recebimento da denúncia e ouvido o Ministério Público.
Assinale a alternativa INCORRETA.
A prestação pecuniária somente se aplica em substituição à pena privativa de liberdade.
A prestação pecuniária consiste em quantia fixada pelo juiz que é paga à vítima, a seus dependentes ou a entidade pública ou privada com destinação social.
A quantia estipulada a título de prestação pecuniária deve variar entre um e trezentos e sessenta salários mínimos.
A prestação pecuniária pode ser aplicada em substituição à pena privativa de liberdade ou cumulativamente com ela.
É vedada a aplicação, nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, de penas de cesta básica ou outras de prestação pecuniária.