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São práticas dietéticas recomendadas para o pré-escolar:
Fazer uso da mamadeira como veículo de leite ou outros líquidos.
Servir sucos, refrigerantes ou líquidos açucarados junto com as refeições.
Oferecer biscoitos e guloseimas nos intervalos como recompensas.
Intervalo de 2 a 3 horas entre a ingestão de qualquer alimento e horário das principais refeições.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (2022), crianças que apresentam ingestão alimentar inferior a 80% das necessidades nutricionais, por mais de 10 dias, deixam de acompanhar a curva e apresentam estagnação do crescimento, além de dieta insuficiente em quantidade e qualidade, apresentando risco de deficiências de micronutrientes e fibras. Devem receber orientação para o consumo de suplemento infantil completo com densidade energética de (Kcal/mL):
1,2.
1,5.
0,8.
1,0.
No que se refere à alimentação dos dois primeiros anos de vida, analise as proposições abaixo.
I. Frutas e bebidas não devem ser adoçadas com nenhum tipo de açúcar: branco, mascavo, cristal, demerara, açúcar de coco, xarope de milho, mel, melado ou rapadura.
II. Não devem ser oferecidas preparações que tenham açúcar como ingrediente, como bolos, biscoitos, doces e geleias.
III. Apesar de o mel ser um produto natural, não é recomendado oferecer esse alimento à criança menor de 2 anos. Além de conter os mesmos componentes do açúcar, há risco de contaminação por uma bactéria associada ao botulismo.
Está correto o contido em
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
A importância que os alimentos oferecidos as crianças esteja nos padrões de segurança alimentar e nutricional, dá-se a necessidade de:
Controlar doenças pré existentes em crianças apenas.
Manter apenas o controle da obesidade infantil.
Saciar as crianças que estão com fome.
Suprir a necessidade diária de nutrientes para manutenção da saúde das crianças.
Anteriormente denominada “desnutrição crônica”, o termo “stunting”, utilizado na classificação do estado nutricional de crianças, é identificado a partir do seguinte índice antropométrico:
Índice de Meyer.
Índice de estatura para idade.
Índice de peso para idade.
Índice de Malow.
Índice austero de reconversão.
Considerando o cálculo de estatura-alvo (TH), temos uma criança do sexo masculino, 2 anos, com um pai de 1,84 m de altura, e uma mãe com 1,59 de altura. A TH, dessa criança, será de:
1,81 m.
1,78 m.
1,71 m.
1,68 m.
1,65 m.
O Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos traz recomendações e informações sobre como alimentar a criança para promover seu crescimento e desenvolvimento e favorecer sua saúde. O guia objetiva auxiliar nas dúvidas mais comuns e orientações práticas sobre a amamentação e a alimentação no começo da vida.
( ) Nos primeiros anos de vida, a variedade e a forma com que os alimentos são oferecidos influenciam a formação do paladar e a relação da criança com a alimentação.
( ) Em regiões secas e quentes, é necessário oferecer água às crianças alimentadas somente com leite materno, pois auxilia na hidratação nesse período.
( ) A partir de 6 meses de idade, a criança precisa de mais nutrientes e outros alimentos devem ser oferecidos, juntamente com o leite materno. Nessa idade, a maioria das crianças é capaz de fazer movimentos de mastigação mesmo antes de surgirem os primeiros dentes, demonstra interesse pelos alimentos e gosta de participar das refeições familiares.
V, V e F
V, F e V
F, V e F
V, F e F
Assinale a alternativa correta a respeito do tratamento da desidratação em crianças em desnutrição grave.
A solução para reidratação oral deve ter sempre mais sódio e menos potássio.
A via oral só é sugerida para a hidratação de criança com deficiência grave quando há sinais evidentes de choque.
Não se deve associar a solução para reidratação oral a nenhuma mistura de eletrólitos, somente de minerais.
A infusão intravenosa na criança com desnutrição grave tem risco de causar hiperidratação e levar à insuficiência cardíaca congestiva.
Os três principais agravos nutricionais das crianças brasileiras são:
anorexia nervosa, anemia e desnutrição.
bulimia, anemia e ortorexia.
anemia, obesidade e desnutrição.
bulimia, deficiência de vitamina D e obesidade.
compulsão alimentar, deficiência de vitamina D e vitamina A.
Considere que uma criança de seis anos se encontra matriculada em uma instituição particular de ensino. Você, como nutricionista da instituição, dará dicas aos pais para montagem de uma lancheira saudável. Assinale a alternativa com a melhor opção.
Suco de fruta natural, bolo de milho e melão.
Suco de caixinha, pão francês com manteiga e mamão.
Iogurte tipo petit suisse, morangos e castanhas.
Vitamina de mamão e pãezinhos (tipo bisnaguinha) com requeijão.
A alimentação da criança é diferente da alimentação de um adulto, principalmente na quantidade, portanto, uma criança não precisa e nem deve se alimentar tal como seus pais. A respeito da alimentação infantil, marque a alternativa CORRETA.
Na faixa etária entre 3 e 10 anos, estando as crianças com idade pré-escolar e escolar, a quantidade de comida indicada é bem semelhante.
Na idade entre 1 e 3 anos de idade, as frutas devem ser evitadas, por causa do açúcar.
Entre 4 e 5 é indicado o consumo de doces, frituras e salgadinhos industrializados.
Em relação aos bebês de 6 a 11 meses, o aleitamento é essencial e exclusivo, segundo a orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Sobre os cuidados necessários para uma alimentação infantil de qualidade, julgue V para as sentenças verdadeiras ou F para as sentenças falsas:
1. Crianças de 2 a 6 anos têm necessidades nutricionais elevadas.
2. A variedade de cores dos alimentos na refeição, além de torna-la mais atrativa, ajudam a orientar uma composição nutricional rica.
3. É importante que a criança reconheça os alimentos coletivamente,por isso é importante misturar a comida no prato.
4. O local onde são feitas as refeições deve ser tranquilo, limpo e arejado.
1-F; 2-F; 3-F; 4-F.
1-V; 2-F; 3-V; 4-V.
1-F; 2-V; 3-F; 4-V.
1-V; 2-V; 3-F; 4-V.
Sobre a alimentação da criança a partir dos seis meses, assinale a alternativa correta.
Os novos alimentos devem sempre ser oferecidos antes das mamadas no peito.
Ofereça preparações líquidas sempre usando liquidificador, mixer ou peneira, para que a criança continue com a consistência líquida.
Alimentos líquidos como sopas, sucos e caldos, por conterem mais água, fornecem menos energia e nutrientes do que a criança precisa.
Os óleos vegetais, como óleo de soja, de girassol, de milho ou azeite de oliva devem ser evitados na preparação dos alimentos para essa faixa etária.
Com o intuito de estimular a ingestão alimentar balanceada em crianças é recomendado, EXCETO:
Observar a aceitação alimentar e caso esteja baixa, questionar preferências para adaptar a dieta de forma eficaz.
Desconsiderar os hábitos alimentares e oferecer suplementos alimentares proteicos.
Fazer atividades educativas que incentivem o consumo de determinados alimentos.
Trabalhar a apresentação das preparações para que os alimentos fiquem mais atrativos.
Conforme referenciado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (2020), no Manual de Suporte Nutricional da Sociedade Brasileira de Pediatria, a nutrição parenteral (NP) é um procedimento que faz parte da rotina de assistência em terapia intensiva neonatal. Sendo assim, os recém-nascidos prematuros iniciam a NP no primeiro dia de vida, devendo-se garantir um aporte proteico diário inicial
> 0,3 g/kg.
> 0,6 g/kg.
> 0,8 g/kg.
> 1,0 g/kg.
> 1,5 g/kg.
O paciente cirúrgico pediátrico necessita de suporte nutricional para garantir o processo de cicatrização e o pós-operatório normais, além da manutenção do crescimento e desenvolvimento. Sempre que possível, o leite materno será a primeira opção, bem como a via oral, e, quando a via oral não for possível, a primeira escolha para suporte nutricional deverá ser a nutrição enteral. Entretanto, algumas vezes isso não será possível, sendo indicada a terapia nutricional parenteral (TNP). Malformações congênitas, tais como atresia de esôfago, volvo de intestino médio e íleo meconial, necessitam de suporte via TNP.
CAMPOS, Antonio Carlos Kigocki. Tratado de nutrição e metabolismo em cirurgia. 1. Ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2013, com adaptações.
Considerando as necessidades nutricionais, bem como a recomendação adequada, assinale a alternativa correta.
A necessidade proteica de bebês pré-termo é de 0,8 g/kg/dia a 1,0 g/kg/dia.
A necessidade energética de bebês pré-termo varia de 90 kcal/kg/dia a 120 kcal/kg/ dia.
A necessidade proteica de bebês de 8 meses de vida é de 1,0 g/kg/dia.
A necessidade energética de uma criança de 2 anos de idade varia de 25 kcal/kg/dia a 30 kcal/kg/ dia.
Um bebê de 1 ano e 6 meses de idade, com peso de 9 kg, deve receber 270 kcal por dia.
Os lactentes exibem comportamentos inatos de aceitação de doces e rejeição a sabores amargos ou azedos. Porém, as preferências por outros sabores são desenvolvidas a partir de uma dieta variada. Sobre o planejamento dietético na infância, assinale a alternativa CORRETA.
Dietas altamente calóricas favorecem a ingestão de uma dieta variada.
No momento da refeição, é preciso oferecer grandes quantidades de alimentos e ter paciência para despeitar a curiosidade.
As refeições não devem ser substituídas por leite ou sucos, frituras, bebidas açucaradas e doces.
Deve-se estabelecer de 3 a 4 refeições diárias para lactentes de 6 a 8 meses, não intercalando com lanches entre as refeições.
A Sociedade Brasileira de Pediatria (2020), no Manual de Suporte Nutricional da Sociedade Brasileira de Pediatria, afirma, em relação à nutrição da criança com fibrose cística, que
os carboidratos devem ser consumidos em quantidade de 50 a 60 % do valor energético total (VET) da dieta.
as proteínas devem ser consumidas em quantidade de 10 a 15 % do valor energético total (VET) da dieta.
os lipídeos devem ser consumidos em quantidade de 35 a 40 % do valor energético total (VET) da dieta.
os triglicerídeos de cadeia média, para fornecimento de ácidos graxos essenciais, devem ser de utilização prioritária.
as vitaminas hidrossolúveis devem ser suplementadas mesmo em pacientes estáveis, para compensação das perdas inerentes ao quadro clínico.
Uma criança com 2 anos e 3 meses em que há suspeita de estar com desnutrição, apresentaria as seguintes alterações:
Relação peso/idade e estatura/idade menor que p50.
Relação IMC/idade e estatura/idade menor que p87.
Relação peso/idade e estatura/idade menor que p3.
Relação peso/idade e IMC/idade maior que p15.
As doenças diarreicas representam uma importante causa de morbidade e mortalidade, principalmente em crianças menores de cinco anos. Os objetivos do tratamento da criança com diarreia aguda são prevenir ou tratar a desidratação, prevenir o dano nutricional e reduzir a ocorrência de episódios futuros. Para crianças com diarreia aguda, sem sinais de desidratação, recomenda-se
manter a alimentação habitual da criança sem correções alimentares para impedir a deterioração do quadro nutricional.
reduzir o aleitamento materno exclusivo e administrar solução de reidratação oral (SRO).
restringir alimentos ricos em fibras solúveis para promover mais rapidamente a recuperação do epitélio intestinal.
realizar jejum nas primeiras horas, oferecendo líquidos, com evolução para a alimentação habitual da criança.
aumentar a oferta de líquidos caseiros (água de coco, sopas, caldos, soro caseiro), se a criança não estiver em aleitamento materno exclusivo.