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Considerando que a organização das situações de ensino deve tornar possível personalizar experiências comuns de aprendizagem, a equipe de educação física da escola deve orientar cada professor a, juntamente com seus alunos, modificar, totalmente se necessário, as regras de jogos e brincadeiras, a fim de garantir que as atividades sejam mais dinâmicas e divertidas.
A educação física deve investir na ampliação da capacidade expressiva da criança, desenvolvendo a sua sensibilidade estética e a sua curiosidade acerca de novos movimentos e novas brincadeiras.
Como existem muitas atividades que podem ampliar as vivências corporais das crianças, o professor não deve restringir a escolha dos conteúdos à sua experiência pessoal, mesmo que ele seja campeão em um esporte específico.
O esporte na escola não deve ser visto como um fim em si mesmo. Por isso, a iniciativa de treinar os alunos mais habilidosos para participarem do campeonato local de futebol entra em conflito com o princípio da diversificação das experiências corporais da criança.
É correta a atitude de um professor que, mesmo ao se deparar com excesso de peso de alguns alunos, não restringe sua prática pedagógica à dimensão biológica do corpo, dando atenção à relação entre a vivência corporal e as demais produções culturais da criança.
O professor é o mediador entre a criança, que é o sujeito, e o conhecimento em todas as suas dimensões. O papel do professor da educação infantil é
de transmissor de procedimentos e atitudes que a sociedade julga fundamental para o desenvolvimento da criança.
de transmissor de conhecimentos necessários à continuidade de estudos.
de sujeito de aprendizagem do conhecimento, que é o objeto.
de pedagogo diferenciado, organizador de situações cognitivas desafiadoras visando o desenvolvimento individual, por meio da formação racional e moral, despertando a criança para o mundo das idéias.
de orientador, criador de situações e gestor de aprendizagem.
A atividade educativa da creche não ocorre apenas em momentos especialmente planejados para tal, mas envolve as brincadeiras e os passeios. A atividade educativa da creche também inclui o que se passa
apenas entre os adultos e as crianças, nas relações de ensino e de aprendizagem.
nas famílias.
nos espaços do bairro onde está inserida a escola.
no pátio, desde que a professora adote a postura de propor e dirigir a brincadeira.
entre adultos e crianças e entre as crianças, durante o banho, as refeições e a troca de fraldas.
Muito se fala em desenvolver atividades adotando a pedagogia de projeto de trabalho (projetos didáticos). Os projetos didáticos organizam-se segundo temas ou estratégias sobre os quais as crianças vão tecer redes de significações. Esses projetos devem trabalhar as emoções, a linguagem, a imaginação e noções da esfera do conhecimento lógico. Um projeto deve ser desenvolvido
ao longo de toda a pré-escola, atingindo a criança de 0 até 6 anos, excluindo-as do planejamento.
por um tempo determinado do ano escolar e por meio de múltiplas atividades.
por todo o ano escolar, sempre aprofundando o tema e excluindo as crianças dos processos avaliativos.
por atividades semelhantes, durando do 1º ao 3º estágio da educação infantil.
através de uma seqüência de atividades previamente elaboradas pelo educador, durando todo o ano letivo, não incluindo as crianças no planejamento.
“Em algumas creches, é comum as crianças de diferentes faixas etárias ficarem uma parte do tempo no pátio ou galpão, manipulando objetos e descobrindo como empilhá-los, como encaixá-los, explorando o espaço físico e pegando folhas das árvores, que se transformam em presentes, pedrinhas (...). Ocorre, porém, que esta situação é suspensa (...) e as crianças são convidadas pelo educador a entrarem numa sala, onde sentam-se em mesinhas, recebem papel com desenho mimeografado e lápis de cor para pintá-lo”.
sobretudo a segunda situação, ou seja, a realizada num ambiente formal. A primeira atividade, no pátio, é “apenas” brincadeira livre, recreação.
sobretudo a primeira situação, pois a aprendizagem da criança é um processo basicamente lúdico, indo da fantasia para a realidade e vice-versa.
sobretudo a segunda situação, no qual foi possível trabalhar com a coordenação motora fina.
sobretudo a segunda situação, que desenvolve uma atividade escolarizante semelhante as do 1º ano do Ensino Fundamental.
sobretudo a segunda situação, que propôs às crianças uma forma de exercitação da coordenação motora e memorização dos nomes das cores.
As crianças utilizam-se de uma multiplicidade de pontos de vista para representar uma cena. Dentre as imagens, a que melhor expressa este recurso é a imagem:
E;
B;
C.
goivas e madeira;
desbastadores e pedras;
tinta e pincel;
cartolina e cortador de papel;
nanquim e pena de metal.
A quadrinha abaixo é uma tradução do “Guia para Jardineiras” de Froebel:
“Já sei primárias cores
E cores secundárias
Do íris esplendores
Do espectro cores várias”
Em relação ao trabalho com as cores, nos antigos Jardins-de- Infância, é correto afirmar que se dava ênfase:
à realização de experiências com as cores para obtenção de novas cores;
ao reconhecimento, nomeação e classificação das cores;
ao uso das cores, sem preocupação de nomeá-las ou classificá-las;
aos jogos de associação de idéias: cores / sentimentos;
à decomposição das cores secundárias para obtenção das cores primária.
A representação do espaço por meio do rebatimento está mais fortemente presente:
somente na imagem D;
nas imagens A e C;
somente na imagem B;
nas imagens B, C e D;
somente na imagem C.
A representação de grandezas relativas e de sucessão de planos está mais fortemente presente:
na imagem A;
nas imagens C e D;
na imagem B;
nas imagens D e E;
na imagem E.
Um instrumento privilegiado para o desenvolvimento das crianças é a brincadeira.
Afeto, motricidade, linguagem, percepção, representação, memória e outras funções cognitivas estão interligadas.
A criança desenvolve o equilíbrio afetivo e um processo de apropriação de signos sociais.
A criança passa a compreender as características dos objetos, seus funcionamentos, os elementos da natureza e os acontecimentos sociais.
As crianças confrontam suas próprias “zonas de desenvolvimento proximal” e essas interações produzem um campo interpsicológico.
As crianças agem irrefletidamente, desenvolvem uma ação espontânea carente de significados.
A Educação Artística é um elemento central na pedagogia dos Jardins-de-Infância. Ela é constituída de vários tipos de atividades, como poesia, canto, desenho, pintura, escultura e outros. Segundo Froebel, o esforço para expressar-se através da Arte manifesta-se no homem desde a infância, estando também ligado a uma concepção de religião, porque através da arte, o homem:
tem seu espírito doutrinado;
é induzido a aceitar certos padrões éticos;
expressa sua essência, sua alma;
exerce sua liberdade de expressão;
desenvolve o senso crítico.
A observação, o registro e a avaliação são atividades essenciais para construir o “portfólio” do desenvolvimento das crianças. A avaliação educacional na educação infantil significa
aprovação/reprovação.
sondagem de conhecimentos já construídos e da competência leitora e escritora.
classificação segundo uma escala de méritos e valores, um julgamento.
algo semelhante a um retrato num quadro fechado, de um tempo da vida. As análises decorrentes dela são a um só tempo, situacional e provisória.
algo semelhante a um retrato aberto que pontua uma história coletivamente vivida, aponta possibilidades de ação educativa e avalia as práticas existentes.
As metodologias de ensino e sobretudo a maneira de usá-las, segundo Bassedas, Huguet e Sole, estão muito relacionadas com os objetivos e as finalidades gerais que pretendemos alcançar. Se pretendemos que as crianças sejam curiosas, participativas, ativas e autônomas, dotadas de iniciativas, devemos propor
atividades mais fechadas, dirigidas, uniformizadas.
atividades que solicitam atenção, entendimentos das orientações dadas pelo adulto e capacidade de seguir instruções.
uma metodologia mais centralizada e diretiva.
atividades abertas, aceitar as mudanças, ouvir as propostas e perguntas das crianças.
enfoques metodológicos baseados em homogeização, de forma que subordinem as características dos alunos as do ensino.
De acordo com o texto, a educação estética escolar de crianças e jovens deve:
priorizar o código estético erudito como ponto de partida para a elaboração de conteúdos;
promover a apreciação de cânones de valores estéticos das múltiplas culturas presentes na comunidade;
restringir-se ao que é específico dos padrões estéticos da comunidade local;
atender distintamente às necessidades de cada grupo étnico e social presente na comunidade;
fundamentar-se na abordagem da livre expressão para cada grupo étnico e social.
Diante da proposta de escrever um texto explicativo de como fazer massa de serragem de madeira, um aluno produz o texto abaixo.
Primeiro Pége A cerra ge i penera és dePois coloce na lata coloce água é cola de madeira.
Com a intenção de ver o foco de preocupação central dos professores, uma coordenadora pedagógica leva esse texto em uma reunião e pede para que os professores o avaliem. Leia a síntese da avaliação de duas professoras.
− Professora 1:
O aluno em questão:
− não sabe segmentar corretamente várias palavras;
− apresenta vários erros ortográficos;
− não utiliza sinais de pontuação;
− apresenta erros de concordância.
− Professora 2:
O aluno em questão:
− aluno realiza a tarefa a contento, pois atende ao que foi solicitado, produzindo um texto coerente.
− aluno em questão parece possuir alguns conhecimentos sobre o gênero receita, já que enumera procedimentos e utiliza verbos no infinitivo.
− aluno em questão comete erros ortográficos e gramaticais, apresentando problemas com a segmentação de palavras.
Sobre as sínteses, é correto o que se afirma em:
As professoras 1 e 2 consideram apenas aspectos relativos ao código escrito e às regras gramaticais.
A professora 1 considera apenas aspectos relativos ao código escrito e às regras gramaticais, enquanto que a professora 2 considera somente aspectos relativos aos demais conhecimentos e capacidades necessários para a produção de textos.
A professora 1 considera apenas aspectos relativos ao código escrito e às regras gramaticais, enquanto que a professora 2 considera esses aspectos e também aspectos relativos aos demais conhecimentos e capacidades necessários para a produção de texto.
A professora 2 considera apenas aspectos relativos ao código escrito e às regras gramaticais, enquanto que a professora 1 considera somente aspectos relativos aos demais conhecimentos e capacidades necessários para a produção de textos.
Tanto a professora 1 quanto a professora 2 consideram aspectos relativos ao código escrito e às regras gramaticais e também aos demais conhecimentos e capacidades necessários para a produção de textos.