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Jussara Hoffmann, em Avaliação na Pré-Escola, conceber o avaliar implica em conceber a criança que se avalia, pois essa não é uma prática neutra ou descontextualizada como procura se caracterizar a avaliação no ensino regular, em que os professores determinam sentenças sobre os alunos sem perceber o seu alienável compromisso com os julgamentos proferidos. Segundo a autora,
essa é a postura avaliativa tradicional do ensino regular que classifica os alunos ao final de períodos, em aprovados e reprovados, oposta a um significado de comprometimento do professor para melhoria do seu aprendizado, do comprometimento do professor com seu repensar pedagógico.
o modelo de avaliação classificatória não se faz presente nas instituições de educação infantil quando, para elas, avaliar é registrar ao final de um semestre (periodicidade mais frequente na pré-escola) os “comportamentos que a criança apresentou”, utilizando-se, para isso, de listagens sem variação de comportamentos a serem classificados a partir de escalas comparativas, tais como: satisfatório, parcialmente satisfatório, insatisfatório.
a prática usual, em Educação Infantil, não revela o preenchimento dos instrumentos de avaliação ao final de longos períodos (semestres, por exemplo), com listagens de aspectos uniformes sobre crianças em idades diversas, terminologias vagas e imprecisas ou referindo-se a atividades e áreas do desenvolvimento da criança que não foram trabalhadas pelo professor.
a Educação Infantil não passa por esse processo, desse modelo seletivo, absorvendo práticas do regime seriado do ensino regular.
Sobre formas de atuação docente a serem desenvolvidas que favoreçam o processo ensino e aprendizagem, pode-se afirmar que o professor:
deve incentivar os alunos para que deem amenas respostas certas.
oportunizar a aprendizagem passiva abrindo mão de participação ativa.
produtor do ensino pedagógico uma vez os que seres humanos aprendem de forma solitária.
deve organizar o ensino de maneira mais dinâmica e aproveitar as oportunidades que surgem durante o processo.
promover o aprendizado em sala de aula. lugar ideal para aprender e desenvolvera criança.
“Circunscrita ao foco pedagógico e da formação profissional, a avaliação deve atingir as ações do professor em sala de aula, no tocante aos métodos pedagógicos e às sequências das ações pedagógicas, bem como ao desempenho escolar do estudante, com vistas ao seu perfil profissional e ao seu nível de autonomia nos campos do saber e nas atitudes e competências requeridas pelo mundo do trabalho" (p.75).
COIMBRA, A. L. M. Revendo a avaliação dos repetentes na universidade. IN: FELTRAN,
R. C. de S. (org.) Avaliação na Educação Superior. Campinas: SP: Papirus, 2002.
Considerando a assertiva de Coimbra (2002), analise as afirmações a seguir:
I. No ensino superior a avaliação deve ser mais rigorosa porque se trata de oferecer uma formação profissional de qualidade;
II. Avaliação é processo e, portanto, envolve revisão constante da prática do professor universitário e acompanhamento sistemático da aprendizagem do estudante;
III. Avaliar é verificar os resultados alcançados tendo por base conhecimentos adquiridos pelos estudantes em anos anteriores;
IV. O processo de avaliação no ensino superior deve articular-se aos objetivos previstos nos planos de ensino relacionados ao perfil do profissional a ser formado;
V. O processo de avaliação deve abordar não só conhecimentos específicos sobre determinado assunto, mas também níveis de compreensão e capacidade de relacionar informações e conhecimentos para tomada de decisão.
É correto o que se afirma em:
I, II e IV apenas.
I, II, III, IV e V;
III, IV e V apenas.
II, IV e V apenas.
III, IV e V apenas.
Em Diagnóstico e tratamento dos Problemas de Aprendizagem, a autora Sara Paín afirma que “Dois aspectos incidem na criação das condições do não-aprender.” São eles:
um ligado à condição ambiental e outro derivado de sua história pessoal.
um ligado à condição motora e outro derivado de sua história pessoal.
um ligado à condição orgânica e outro derivado de sua história pessoal.
um ligado à condição física e outro derivado da condição psíquica.
A educação inclusiva para o atendimento à diversidade, bem como os estudos sobre o multiculturalismo, têm atualmente feito parte das grandes discussões realizadas por estudiosos e estudiosas, como Mantoan, Carvalho, Sassaki, Sacristán, Imbernón, Libâneo, Giroux, Barbosa, Silva, MacLarem, Candau, entre outros. Essas discussões têm demonstrado sua importância no presente contexto educacional. Cabe destacar, também, o papel da educação superior na garantia da articulação entre a graduação e a pós-graduação, por uma formação acadêmica que contemple inclusão e diversidade, centrada nos processos de pesquisa e de produção de conhecimento. Considerando as deliberações da I Conae-2010, deve-se garantir condições para que as políticas educacionais entre os sistemas de ensino promovam:
o estabelecimento de políticas de educação inclusiva visando à moderação das desigualdades educacionais vigentes entre as diferentes regiões.
o direito do(a) estudante à formação integral, por meio da garantia da universalização, da expansão e da democratização da educação básica com qualidade, inclusive na modalidade da Educação Infantil e suas especificidades.
a gestão democrática na educação básica, por meio do estabelecimento de mecanismos que garantam a participação estrita de professores(as) e de estudantes.
a efetivação de uma avaliação educacional como controle social para a manutenção da qualidade dos processos educativos e formativos e das políticas públicas.
a consolidação da pós-graduação e da pesquisa científica e tecnológica nas diversas regiões do país, de modo a eliminar a assimetria regional.
De acordo com Aprendizagem da Linguagem Escrita: processos evolutivos e implicações didáticas, Liliana T. Landsmann, ao orientar sobre a semiografia frente à glotografia, explica que: cada tipo de mensagem exige diferentes habilidades, experiências e conhecimentos prévios.
Nesse contexto, a autora afirma que
a criança aprenderá a interpretar mensagens codificadas linguisticamente, aprendendo a interpretar mensagens codificadas pictoricamente, porque não existe uma diferença quatitativa entre ambas. A razão de ser das últimas é sua independência de toda a forma linguística; quanto as primeiras, sua razão de ser é permitir sua reprodução, porém, a vida urbana e as formas de comunicação vigentes exigem, evidentemente, que a criança saiba utilizar ambas as formas.
a criança não aprenderá a interpretar mensagens codificadas linguisticamente aprendendo a interpretar mensagens codificadas pictoricamente, porque existe uma diferença qualitativa entre ambas. A razão de ser das últimas é sua independência de toda a forma linguística; quanto às primeiras, sua razão se ser é permitir sua reprodução, porém, a vida urbana e as formas de comunicação vigentes exigem, evidentemente, que a criança saiba utilizar ambas as formas.
a criança não aprenderá a interpretar mensagens codificadas linguisticamente aprendendo a interpretar mensagens codificadas pictoricamente, porque existe uma diferença qualitativa entre ambas. A razão de ser das últimas é sua independência de toda a forma linguística; quanto às iniciais, sua razão de ser é permitir sua reprodução, porém, a vida urbana e as formas de comunicação vigentes não exigem, evidentemente, que a criança saiba utilizar ambas as formas.
a criança aprenderá a interpretar mensagens codificadas linguisticamente aprendendo a interpretar mensagens codificadas pictoricamente, porque existe uma diferença qualitativa entre ambas. A razão de ser das primeiras, é sua independência de toda a forma linguística; quanto às últimas, sua razão de ser é permitir sua reprodução, porém, a vida urbana e as formas de continuação vigentes exigem, evidentemente, que a criança saiba utilizar ambas as formas.
“[...] As cartilhas trabalham com uma concepção de língua escrita como transcrição da fala: elas supõem a escrita como um espelho da língua que se fala [...]”. (WEISZ, Telma – O diálogo entre o ensino e a aprendizagem, p. 47).
Segundo a autora, o modelo típico de cartilha está baseado em qual teoria de aprendizagem?
Behaviorista.
Apriorista.
Conectivista.
Empirista.
Socio-interacionista.
Lerner, afirma em Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário, que: “...para concretizar o propósito de formar todos os alunos como praticantes da cultura escrita, é necessário reconceitualizar o objeto de ensino e construí-lo tomando como referência fundamental as práticas
culturais de leitura e escrita.”
pragmáticas de leitura e escrita.”
tradicionais de leitura e escrita.
sociais de leitura e escrita.”
O ensino será ministrado com base em princípios expressamente enumerados na Constituição da República Federativa do Brasil. Qual das alternativas abaixo NÃO está de acordo com tais princípios?
Igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola.
Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber.
Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais.
Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino.
Ensino religioso obrigatório nos níveis fundamental, médio e superior.
Numa unidade de internação, encontramos adolescentes ocupando o lugar de alunos por uma imposição do sistema socioeducativo, pois, em sua maioria, paradoxalmente, não guardam boas referências do espaço escolar e continuam acreditando ser a escola incapaz de transformar suas vidas.
No contexto escolar narrado acima, o tipo de avaliação da aprendizagem que deve ter prevalência é a
somativa, por permitir classificar os alunos e quantificar o processo avaliativo com objetividade.
diagnóstica, feita com frequência para identificar previamente a turma para tomar decisões sobre o plano de ensino.
formativa, realizada ao longo do processo e que permite interferir no que compromete a aprendizagem.
auto-avaliação dos estudantes, que permite reduzir os riscos de conflitos em sala de aula.
classificatória, que permite estabelecer padrões de qualidade e manter a disciplina controlando as condutas
Para existir aprendizagem, devem ser consideradas as seguintes condições:
Teoria da Aprendizagem Social de Albert Bandura.
Perspectiva Humanista de Carl Rogers.
Perspectiva Cognitivista de Jean Piaget.
Perspectiva Histórico Cultural de Vygotsky.
Teoria da Aprendizagem Significativa de Ausubel.
Ao tratar-se da alfabetização na perspectiva do letramento, leia os itens abaixo:
I. Letramento é o resultado da ação de ensinar ou de aprender a ler e escrever, bem como o resultado da ação de usar essas habilidades em práticas sociais, é o estado ou condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como conseqüência de ter-se apropriado da língua escrita e de ter-se inserido num mundo organizado diferentemente: a cultura escrita.
II. A língua é um sistema que se estrutura no uso e para o uso, escrito e falado, sempre contextualizado.
III. No entanto, a condição básica para o uso escrito da língua, que é a apropriação do sistema alfabético, envolve, da parte dos alunos, aprendizados muito específicos, independente do contexto de uso relativos aos componentes do sistema fonológico da língua e as suas inter-relações.
Assinale a alternativa CORRETA:
Apenas o item I está incorreto
Apenas o item II está incorreto
Apenas o item III está incorreto
Todos os itens estão corretos
Nenhum item está correto
Garantir que a avaliação seja parte de um trabalho processual, reflexivo e coletivo é um desafio constante na escola. Visto que a função da avaliação é fornecer elementos para perceber se o aluno aprendeu e se o professor deve retomar o processo para reforçar, avançar ou aprofundar os conceitos trabalhados. Estudiosos da área apontam que a avaliação do processo ensino e aprendizagem apresenta três tipos de funções. Assinale a resposta CORRETA que apresenta estas funções:
Assimilação, Acomodação e Dialética.
Ação, Reflexão e Ação.
Informal, Formal e Reflexiva.
Informativa, Conteudista e Dialógica.
Diagnóstica, Formativa e Somativa.
Segundo as pesquisas de Liliana Tolchinsky Landsmann, em Aprendizagem da Linguagem Escrita: Processos Evolutivos e Implicações Didáticas, assinale a alternativa correta.
No início da escolaridade, o professor conta com uma predisposição pedagógica, um objeto de conhecimento socialmente valorizado e representações construídas pela criança como resultado da sua interação ativa com esse objeto.
A sala de aula deve tornar-se meio de problematização de formas retóricas, marco de uma tarefa com sentido e conteúdo.
Os trabalhos serão na área da precisão gráfica e ortográfica, na organização gráfica e sintática, na clareza da exposição ou na convicção da argumentação, mas sempre no contexto de atividades com um propósito claro e uma audiência definida. Esse é o tipo de cultura escolar que as professoras tentam gerar.
As tarefas serão diárias, sendo avaliadas de 0 a 10.
Progressão quântica Em Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário, em relação ao possível, a autora Lerner afirma que
o possível é fazer o esforço de dissociar as necessidades inerentes à instituição escolar com o propósito educativo de formar leitores e escritores, o possível é gerar condições didáticas que permitam pôr em cena – apesar das dificuldades e contando com elas – uma versão escolar da leitura e da escrita mais próxima da versão social (não escolar) dessas práticas.
o possível é fazer o esforço de conciliar as necessidades inerentes à instituição escolar com o propósito educativo de formar leitores e escritores, o possível é gerar condições didáticas que permitam pôr em cena – apesar das dificuldades e contando com elas – uma versão escolar da leitura e da escrita mais próxima da versão social (não escolar) dessas práticas.
o possível é fazer o esforço de conciliar as necessidades inerentes à instituição escolar com o propósito educativo de formar leitores e escritores, o impossível é gerar condições didáticas que permitam pôr em cena – apesar das dificuldades e contando com elas – uma versão escolar da leitura e da escrita mais próxima da versão social (não escolar) dessas práticas.
o possível é fazer o esforço de conciliar as necessidades inerentes à instituição escolar com o propósito educativo de formar leitores e escritores, o possível é gerar condições didáticas que não permitam pôr em cena – apesar das dificuldades e contando com elas – uma versão escolar da leitura e da escrita mais próxima da versão social (não escolar) dessas práticas.
Leia as afirmativas a seguir:
I. A avaliação do desenvolvimento das aprendizagens não deve ser um processo permanente nas instituições de ensino.
II. O clima polar apresenta temperaturas mais amenas e grande amplitude térmica anual.
III. É proibido qualquer trabalho a menores de dezoito anos de idade, ainda que na condição de aprendiz.
Marque a alternativa CORRETA:
Nenhuma afirmativa está correta.
Está correta a afirmativa I, apenas.
Está correta a afirmativa II, apenas.
Está correta a afirmativa III, apenas.
Todas as afirmativas estão corretas.
O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas _______________________________, ou seja, as crianças precisam ter a compreensão do funcionamento do sistema de escrita; o domínio das correspondências grafofônicas, mesmo que dominem poucas convenções ortográficas irregulares e poucas regularidades que exijam conhecimentos morfológicos mais complexos; a fluência de leitura e o domínio de estratégias de compreensão e de produção de textos escritos.
A alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna é:
Até os seis anos de idade, ao final do 1º ano do ensino fundamental.
Até os sete anos de idade, ao final do 1º ano do ensino fundamental
Até os sete anos de idade, ao final do 2º ano do ensino fundamental.
Até os oito anos de idade, ao final do 2º ano do ensino fundamental.
Até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental.
“Essa abordagem pedagógica pode ser entendida como uma tentativa de caracterizar a progressão normal do crescimento físico, do desenvolvimento motor e da aprendizagem motora em relação à faixa etária e, em função dessas características, sugerir aspectos ou elementos relevantes à estruturação de um programa para a educação física na escola para alunos que se encontram na faixa etária até 14 anos.” A descrição anterior se refere a qual abordagem pedagógica da educação física escolar?
Aptidão física.
Construtivista.
Saúde renovada.
Desenvolvimentista.
Leia a explicação a seguir
“É possível, assim, falar em uma linguagem de adolescentes, se se entender por isso não uma língua diferente, mas sim um jargão, um estilo, uma forma de expressão. Tal linguagem é apropriada e explorada pela mídia, como, por exemplo, em propagandas voltadas para jovens, em programas televisivos específicos, na fala de disc-jóqueis, nos suplementos de jornais, revistas e nos textos paradidáticos e de ficção para adolescentes.”
BRASIL. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa/Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998, p. 47).
Com base no excerto acima, podemos compreender que os Parâmetros Curriculares Nacionais reiteram, dentre outros aspectos, a importância do trabalho didático-pedagógico que considere:
1. as relações entre identidades e linguagem.
2. as relações entre meios de comunicação e questões sócio-históricas.
3. as relações entre sujeitos, usos da linguagem e aspectos culturais.
4. as relações entre textos, mídia e identidades.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
Os sistemas de ensino e as escolas adotarão como norteadores das políticas educativas e das ações pedagógicas alguns princípios. Entre estes, um que diz respeito ao cultivo da sensibilidade e da racionalidade; do enriquecimento das formas de expressão e do exercício da criatividade; da valorização das diferentes manifestações culturais; da construção de identidades plurais e solidárias. Segundo a Resolução CNE/CEB no 7/2010, essas características se referem aos princípios
éticos.
políticos.
estéticos.
democráticos.
antropológicos.