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Rotineiramente, a área de vigilância de zoonoses deve desenvolver e executar ações, atividades e estratégias de vigilância de zoonoses e, dependendo do contexto epidemiológico, também de prevenção, em seu território de atuação. Essas atividades são organizadas como vigilância ativa e passiva. Relativamente à ativa, analise os trechos abaixo.
“Zoonoses monitoradas por programas nacionais de vigilância e controle do Ministério da Saúde: são ações caracterizadas por serem executadas de forma _____ a fim de subsidiar os programas de controle existentes.
Zoonoses de relevância regional ou local; zoonoses emergentes e reemergentes: caracteriza-se pelo desenvolvimento e pela execução sistemática de _____ que visem identificar, oportuna ou precocemente, o risco real de introdução ou reintrodução de uma zoonose.”
permanente / tratamentos
permanente / medidas
intermitente / tratamentos
intermitente / medidas
A Portaria n. 1.378, de 9 de julho de 2013, regulamenta as responsabilidades e define diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, relativos ao Sistema Nacional de Vigilância em Saúde e Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. As ações de Vigilância em Saúde abrangem toda a população brasileira, com processos voltados para a vigilância de
modelos econômicos de vulnerabilidade.
emergências relacionadas à saúde pública.
populações protegidas de risco ambiental.
desenvolvimento educacional de populações.
A Anemia infecciosa equina é uma importante doença, com ciclo epidemiológico bem definido e tem, na instrução normativa 52, de 26 de novembro de 2018, importantes orientações e critérios para o estabelecimento do diagnóstico laboratorial dessa enfermidade. Tendo a ciência dessas orientações, assinale a alternativa correta que contém informações relevantes dessa instrução:
O laboratório deverá conter instalações e equipamentos adequados à realização das técnicas de IDGA ou de isolamento Viral, de acordo com seu escopo de credenciamento no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
O laboratório deverá conter instalações e equipamentos adequados à realização das técnicas de IDGA ou de ELISA, de acordo com seu escopo de credenciamento no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
O volume de uma amostra deve ser de, no mínimo, 10,0 mililitros, sendo que as amostras deverão ser armazenadas congeladas, em temperatura de -196º Centigrados, por até 190 dias; após esse prazo, deverão ser desprezadas.
O registro da amostra no laboratório deve conter, no mínimo, informações referentes ao número do registro no laboratório, número do formulário de requisição e o nome do animal, apenas.
Para a realização dos métodos de IDGA e ELISA, previstos nesta Instrução Normativa, poderão ser utilizados kits comerciais e com registro ainda em processo de aprovação pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
A Lei nº 13.426 de 2017 dispõe sobre a política de controle da natalidade de cães e gatos em todo território nacional.
Conforme estabelecido nesta Lei, o controle deverá ser realizado mediante:
esterilização reversível por cirurgia, ou por outro procedimento sem a garantia de eficiência, segurança e bem-estar.
esterilização permanente por cirurgia, ou por outro procedimento sem a garantia de eficiência, segurança e bem-estar.
esterilização permanente por cirurgia, ou por outro procedimento que garanta eficiência, segurança e bem-estar.
esterilização permanente por cirurgia somente.
esterilização reversível por cirurgia somente.
Tuberculose bovina é uma doença de notificação compulsória, e os meios de diagnóstico, controle e profilaxia são fiscalizados e preconizados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Com base nos conhecimentos dos meios de diagnóstico, assinale a afirmativa INCORRETA.
O teste cervical simples é o teste de rotina recomendado, realizado mediante a inoculação intradérmica do Derivado Proteico Purificado (PPD), na dosagem de 1,0 ml, na região cervical ou na região escapular.
A leitura do teste deve ser feita após 72 horas, com nova medida de espessura da dobra da pele no local da inoculação. Há uma tolerância de 6 horas, para mais ou para menos, para se efetuar a leitura.
O teste cervical comparativo é realizado pela inoculação das tuberculinas PPD aviária e bovina, por via intradérmica, na dosagem de 0,1, na pele tricotomizada da região cervical ou na região escapular, a uma distância entre as duas inoculações de 15-20cm, sendo a PPD aviária inoculada cranialmente, e a PPD bovina, caudalmente.
O teste da prega caudal é realizado no gado de corte, por meio da inoculação, por via intradérmica na dosagem de 0,1 ml, de tuberculina PPD bovina, 6-10cm da base da cauda, na junção das peles pilosas e glabra.
Os animais com reação superior a 2mm serão considerados positivos se essa reação for 4mm maior que a reação da tuberculina aviária.
De acordo com o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de OrigemAnimal (RIISPOA), em relação aos padrões de identidade e qualidade de pescado e seus derivados, pode-se afirmar que:
pescado fresco é aquele que foi submetido a um processo de conservação, através da ação do gelo ou por meio de métodos de conservação de efeito similar, mantido em temperaturas próximas à do gelo fundente, com exceção daqueles comercializados vivos.
pescado resfriado é aquele embalado e mantido em temperatura de refrigeração.
o processo de congelamento rápido somente pode ser considerado concluído quando o produto atingir à temperatura de -20ºC (vinte graus Celsius negativos).
surimi é o produto resfriado obtido a partir de carne mecanicamente separada de peixe, submetida a lavagens sucessivas, drenagem e refino, com adição de aditivos.
pescado seco ou desidratado é o produto obtido pela dessecação do pescado em diferentes intensidades, por meio somente de processo natural, com aditivos, a fim de se obter um produto estável à temperatura ambiente.
A Instrução Normativa nº 76/2018 do MAPA, aprova o Regulamento Técnico que fixa a identidade e as características de qualidade que devem apresentar o leite cru refrigerado, o leite pasteurizado e o leite pasteurizado tipo A. A IN citada estabelece vários parâmetros para o leite cru refrigerado. Em relação a esses parâmetros, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Teor mínimo de gordura de 3,0 g/100 g.
( ) Teor mínimo de proteína total de 2,9 g/100 g.
( ) Acidez titulável entre 0,14 e 0,18 expressa em gramas de ácido lático/100 mL.
( ) Estabilidade ao alizarol na concentração mínima de 72% v/v.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – V – V.
V – F – V – V.
V – V – F – F.
F – V – F – V.
F – F – F – F.
De acordo com a Instrução Normativa SDA Nº10, de 3 de março de 2017, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), no que diz respeito ao Regulamento Técnico do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT), para o diagnóstico indireto da tuberculose, serão utilizados testes alérgicos de tuberculinização intradérmica em bovinos e bubalinos identificados individualmente, com idade igual ou superior a seis semanas, realizados por médico veterinário habilitado ou médico veterinário oficial. O Teste Cervical Simples deve ser realizado com inoculação intradérmica de tuberculina PPD bovina, na dosagem de 0,1 mL, na região cervical ou na região escapular de bovinos, devendo a inoculação ser efetuada de um mesmo lado de todos os animais do estabelecimento de criação.
Com relação ao teste cervical simples, assinale a alternativa INCORRETA.
Espessura da dobra de pele (ΔB) maior ou igual a 4,0 mm é considerado positivo.
Espessura da dobra de pele (ΔB) de até 1,9 mm é considerado negativo.
Espessura da dobra de pele (ΔB) entre 2,0 a 3,9 mm, com muita dor, consistência macia, associado a exsudato e necrose, considerado inconclusivo.
Animais inconclusivos e positivos poderão ser submetidos ao Teste Cervical Comparativo, em um intervalo de sessenta a noventa dias.
As ações de prevenção de zoonoses caracterizam-se por serem executadas de forma temporária ou permanente, dependendo do contexto epidemiológico, por meio de ações, atividades e estratégias de educação em saúde, manejo ambiental e vacinação animal:
I. Educação em saúde: devem-se desenvolver atividades de educação em saúde na comunidade como um todo, visando à prevenção de zoonoses.
II. Manejo ambiental: realizado somente quando possível (diferenciando-se das ações de correção do ambiente, sendo esta uma atribuição legal dos órgãos de Meio Ambiente), para controlar ou, quando viável, eliminar vetores e roedores. Deve-se incentivar, orientar e educar a população na realização do manejo ambiental, realizando-as, quando necessário.
III. Vacinação animal: deve-se realizar a vacinação antirrábica de cães e gatos, de acordo com o preconizado para cada região, conforme o contexto epidemiológico da raiva na área local e com o preconizado no Programa Nacional de Vigilância e Controle da Raiva do Ministério da Saúde.
É correto o que se afirma em:
II
I e III
I, II e III
I
A Lei nº 13.680, de 14 de junho de 2018, permite a comercialização interestadual de produtos alimentícios produzidos de forma artesanal, com características e métodos tradicionais ou regionais próprios, empregadas boas práticas agropecuárias e de fabricação, desde que submetidos à fiscalização de órgãos de saúde pública dos Estados e do Distrito Federal. Esses produtos artesanais serão identificados, em todo o país, por um selo único. O selo a que se refere essa lei é denominado de:
Selo Arte.
Selo Artesanal.
Selo Brasil.
Selo Brasileiro.
Selo Caipira.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fixou novas regras para a produção de leite no país, especificando os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do tipo A. De acordo com a IN nº 76, de 26 de novembro de 2018, o leite cru refrigerado de tanque individual ou de uso comunitário deve apresentar médias geométricas trimestrais de Contagem Padrão em Placas e de Contagem de Células Somáticas. Esses valores devem ser respectivamente de:
no máximo de 300.000 UFC/mL e no máximo 500.000 CS/mL.
no máximo de 500.000 UFC/mL e no máximo 300.000 CS/mL.
no mínimo de 300.000 UFC/mL e no máximo 500.000 CS/mL.
no máximo de 300.000 UFC/mL e no mínimo 500.000 CS/mL.
no máximo de 500.000 UFC/mL e no máximo 500.000 CS/mL.
Assinale a alternativa que indica corretamente o número esperado de cães de raça pura acometidos pela doença “X”, admitindo que não exista influência entre a característica racial e a ocorrência da doença e que as diferenças observadas tenham sido casuais.
28,11.
32,50.
36,89.
45,54.
56,00.
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, doença de notificação obrigatória de qualquer caso suspeito, notificação obrigatória de qualquer caso confirmado e notificação mensal de qualquer caso confirmado.
Eimeriose; Leptospirose; Pasteurelose.
Estomatite vesicular; Paratuberculose; Ectima contagioso.
Colibacilose; Doença de Gumboro; Laringite necrótica.
Diarreia viral bovina; Rotavirose; Coronavirose.
O abandono de cães e gatos gera impactos na saúde coletiva e compromete o bem-estar dos animais. A respeito do assunto, considere as seguintes afirmativas:
1. As causas do abandono são multifatoriais, exigindo um conjunto de estratégias para o seu controle e prevenção.
2. Desconhecimento da biologia e comportamento do animal e questões financeiras são fatores de risco para o abandono.
3. A Política Pública Nacional de Manejo Populacional de Cães e Gatos inclui estratégias de prevenção do abandono.
4. O Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) possui dados relativos ao abandono de animais.
Assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa CORRETA, considerando o novo Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal, Art. 12, a cargo do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa).
Abrange os produtos existentes nos mercados de consumo, para efeito de verificação do cumprimento de medidas estabelecidas. Os subprodutos não estão sujeitos à mesma verificação.
Abrange os meios de transporte de animais vivos e produtos derivados e suas matérias-primas, destinados à alimentação humana e também à alimentação animal.
Abrange as matérias-primas nas fontes produtoras e intermediárias, bem como em trânsito nos portos marítimos e fluviais e nos postos de fronteira.
Nos estabelecimentos de carnes e derivados sob inspeção do Dipoa, a entrada de matérias-primas procedentes de outros sob fiscalização estadual ou municipal é permitida, a juízo da mesma divisão e também de demais divisões.
Os estabelecimentos registrados que preparam subprodutos não destinados à alimentação humana só podem receber matérias-primas de locais fiscalizados. Mesmo quando acompanhados de certificados sanitários da Divisão de Defesa Sanitária animal da região, não podem receber essas matérias-primas.
O trânsito de matérias-primas e de produtos de origem animal deve ser realizado por meio de transporte apropriado, de modo a garantir a manutenção de sua integridade e a permitir sua conservação. De acordo com o decreto 9.013, de 29 de março de 2017, assinale a alternativa correta:
Os veículos, os contentores ou os compartimentos devem ser higienizados e desinfetados apenas após o transporte.
É proibido o transporte de pescado fresco a granel, com exceção das espécies de pequeno tamanho, conforme critérios definidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Os veículos, os contentores ou os compartimentos utilizados para o transporte de matérias-primas e de produtos frigorificados devem dispor de isolamento térmico e, quando necessário, de equipamento gerador de frio, além de instrumento de controle de temperatura, em atendimento ao disposto em normas complementares.
As matérias-primas e os produtos de origem animal procedentes de estabelecimentos nacionais, quando em trânsito por portos, aeroportos, postos de fronteira ou aduanas especiais e recintos especiais de despacho aduaneiro de exportação, não ficam sujeitos ao controle oficial, não podendo ser fiscalizados ou reinspecionados, ainda que se destinem ao comércio interestadual, de acordo com o disposto em normas complementares, respeitadas as competências específicas.
As matérias-primas e os produtos de origem animal, quando devidamente rotulados e procedentes de estabelecimentos sob inspeção federal, têm livre trânsito e não podem ser expostos ao consumo em território nacional ou ser objeto de comércio internacional para países que não possuem requisitos sanitários específicos, desde que atendidas as exigências contidas neste Decreto e em normas complementares.
Com relação à investigação de caso ou foco de doença vesicular, conforme determinado pelo Plano de Ação para Febre Aftosa, disponibilizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) em 2009, deve-se realizar o registro em uma unidade epidemiológica de pelo menos um caso que atenda a um ou mais dos seguintes critérios, EXCETO:
Detecção de anticorpos contra proteínas estruturais (ou capsidais) do vírus da febre aftosa em animais não-vacinados contra essa doença.
Detecção de anticorpos contra proteínas não-estruturais (ou não capsidais) do vírus da febre aftosa, mesmo que a hipótese de infecção seja descartada pela investigação epidemiológica.
Isolamento e identificação do vírus da febre aftosa em amostras procedentes de animais suscetíveis, com ou sem sinais clínicos da doença, ou em produtos obtidos desses animais.
Detecção de antígeno viral específico do vírus da febre aftosa em amostras procedentes de casos confirmados de doença vesicular, ou de animais que possam ter tido contato prévio, direto ou indireto, com o agente etiológico.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as zoonoses com suas respectivas classificações.
Coluna 1
1. Zoonose direta.
2. Saprozoonose.
3. Euzoonose.
Coluna 2
( ) Raiva.
( ) Brucelose.
( ) Toxoplasmose.
( ) Teníase/Cisticercose.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1 – 1 – 2 – 3.
1 – 1 – 2 – 2.
2 – 1 – 2 – 1.
1 – 2 – 3 – 3.
2 – 3 – 3 – 1.
Os produtos de origem animal podem ser reinspecionados sempre que necessário antes de sua liberação para consumo interno ou comercialização interestadual ou internacional. Sobre a reinspeção industrial ou sanitária pode-se afirmar.
A reinspeção abrange verificação de embalagens quanto às datas de validade somente.
Produtos julgados impróprios para consumo humano podem ser destinados a outros estabelecimentos sem prévia autorização do SIF.
Verificar o documento sanitário de trânsito, quando couber.
Após reinspeção, os produtos que permitam rebeneficiamento não necessitam ser reinspecionados novamente.
A Portaria MPA Nº 19/2015 do Ministério da Pesca e Aquicultura, que integra o Programa Nacional de Sanidade de Animais Aquáticos de Cultivo – “Aquicultura com Sanidade”, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), define, em seu anexo, a lista de doenças de notificação obrigatória de animais aquáticos ao Serviço Veterinário Oficial (SVO). Segundo a Portaria, qual doença é de notificação obrigatória quando detectada em peixes da espécie Colisa lábia?
Necrose Hematopoiética Infecciosa (IHN)
Síndrome Ulcerante Epizoótica (EUS)
Septicemia Hemorrágica Viral (VHS)
Necrose Pancreática Infecciosa (IPN)