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Na implementação de novas linhas do Metrô é frequente a desapropriação de imóveis, que é um processo complexo e, em geral, envolve disputas entre os moradores e o poder público, especialmente com relação ao valor desejado pelo proprietário e o que efetivamente o governo paga. Não havendo acordo, a justiça deve ser acionada. Entretanto, o proprietário não pode negar a venda do seu imóvel ao poder público para fins de desapropriação devido ao
projeto de alto impacto e de amplo interesse social.
princípio implícito da supremacia do poder público.
princípio explícito da legalidade que outorga o poder público à preferência.
princípio implícito da razoabilidade no qual se deve priorizar ações governamentais.
propósito explícito de uma desapropriação, ou seja, o bem comum.
Em conformidade com DI PIETRO, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Segundo o princípio da __________________, na relação administrativa, a Administração Pública _________________________.
autonomia da vontade | possui liberdade ilimitada
legalidade | só pode fazer o que a lei permite
autonomia da vontade | pode fazer tudo o que a lei não proíbe
legalidade | pode fazer tudo o que a lei não proíbe
Em relação aos princípios administrativos, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Legalidade.
2. Impessoalidade.
3. Autotutela.
4. Segurança jurídica.
( ) A administração pública pode declarar a nulidade dos seus próprios atos.
( ) Interpretação da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento do fim público a que se dirige, vedada aplicação retroativa de nova interpretação.
( ) Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.
( ) Objetividade no atendimento do interesse público, vedada a promoção pessoal de agentes ou autoridades.
4 – 2 – 1 – 3.
2 – 1 – 3 – 4.
1 – 4 – 3 – 2.
1 – 3 – 2 – 4.
3 – 4 – 1 – 2.
A atuação do administrador público segundo padrões éticos de probidade, decoro e boa-fé traduz obediência ao princípio da
legalidade.
autotutela.
anterioridade.
publicidade.
moralidade.
Como podemos definir Princípio da Legalidade?
Exigência de regulamentação legal para todos os atos
Obrigatoriedade de divulgação dos atos, contratos e outros documentos da administração pública.
Obrigatoriedade de todos os atos públicos devem obedecer aos princípios morais.
Estabelecimento do dever de imparcialidade na defesa do interesse público.
Execução de serviços com ótima qualidade.
Luciana é recepcionista em uma Unidade de Saúde há 2 anos. Como mora no bairro, ela liga para os/as conhecidos e amigos(as) para avisar sobre o fluxo da unidade, consegue encaixá-los nos atendimentos, sem seguir a ordem de chegada, em caso de urgência, e, conversando com os profissionais da Unidade, ainda deixa-os esperando na sala de funcionários para não haver reclamações. Entendendo os princípios que regem a Administração Pública, Luciana está infringindo, diretamente, qual deles?
Legalidade.
Impessoalidade.
Moralidade.
Eficiência.
Publicidade.
Segundo Di Pietro: “Este princípio, juntamente, com o de controle da Administração pelo Poder Judiciário, nasceu com o Estado de Direito e constitui uma das principais garantias de respeito aos direitos individuais. Isto porque a lei, ao mesmo tempo em que os define, estabelece também os limites da atuação administrativa que tenha por objeto a restrição ao exercício de tais direitos em benefício da coletividade”.
No contexto dos Princípios Básicos da Administração Pública, no texto acima, Di Pietro refere-se ao princípio da:
Impessoalidade.
Legalidade.
Moralidade.
Eficiência.
Há um princípio básico, de acordo com o Art 37 da Constituição Federal/1988, segundo o qual a Administração Pública não pode, por ato administrativo, conceder direitos, criar obrigações ou impor vedações. Assim, a Administração Pública está sujeita aos mandamentos da lei e às exigências do bem comum, delas não podendo se afastar sob pena de praticar ato inválido, sob responsabilidade civil, disciplinar e criminal. Esse é o princípio da:
motivação
legalidade
moralidade
impessoalidade
A Administração Pública deve agir de acordo com os princípios constitucionais, sejam eles expressos ou tácitos. Dentre os princípios constitucionais expressos, estão o da legalidade, o da impessoalidade, o da moralidade, o da publicidade e o da eficiência, sendo este último inserido no texto constitucional a partir da Emenda Constitucional nº 19, em 1998.
Tratando-se especificamente do princípio constitucional da eficiência, a Administração Pública deve
fazer a coisa certa, da maneira correta, e alcançar os resultados propostos.
fazer tudo o que a lei manda ou autoriza que ela faça.
propiciar mecanismos de acesso às informações e dar transparência aos seus atos.
tratar com isonomia e equidade os cidadãos.
Segundo o princípio da legalidade, o administrador público goza de liberdade para gerir a coisa pública, podendo atuar independentemente de previsão legal.
Certo
Errado
Assinale a alternativa que contém alguns dos princípios constitucionais da Administração Pública:
Legalidade, pessoalidade e moralidade.
Legalidade, impessoalidade e eficiência.
Moralidade, inexigibilidade de concurso público e publicidade.
Legalidade, vedação ao direito de greve e efetividade.
Moralidade, pessoalidade e publicidade.
O princípio administrativo que diz respeito à obrigação de dar transparência, levar ao conhecimento de todos os seus atos, contratos ou instrumentos jurídicos como um todo, é chamado de:
Legitimidade.
Impessoalidade.
Moralidade.
Publicidade.
Eficiência.
Trata-se de princípios constitucionais implícitos da Administração Pública, logo consectários da Carta Magna:
Moralidade e Eficiência.
Prevalência do interesse público e proporcionalidade.
Legalidade e Publicidade.
Eficiência e Razoabilidade.
Impessoalidade e Legalidade.
O princípio constitucional que rege a Administração Pública impedindo que ela pratique atos visando a interesses do próprio agente ou de terceiros, proibindo a vinculação de atividades da Administração à pessoa do Administrador, é o da
Legalidade.
Moralidade.
Impessoalidade.
Publicidade.
Eficiência.
Um gestor público de uma Autarquia, recém-empossado e proveniente do setor privado, foi selecionado pelo Executivo para que colocasse em prática propostas de gestão inovadoras. Uma delas seria a construção de uma escola de empreendedorismo para combater o desemprego local. Esse gestor público imaginava que poderia contratar os serviços sem licitação e os professores sem concurso público, tal como agia no setor privado. Para que ele entendesse os procedimentos necessários, a assessoria jurídica apresentou ao gestor o seguinte Princípio Constitucional da Administração Pública:
Moralidade.
Impessoalidade.
Legalidade.
Eficiência.
Publicidade.
A moralidade, a legalidade, a eficiência, a impessoalidade e a publicidade são princípios da administração pública, estabelecido na Emenda Constitucional n° 19, de 1998, a serem observados nas três esferas de Governo.
A esse respeito, segundo Chiavenato (2009, p. 458-459), é correto afirmar que
a eficiência guarda relação com o modus operandi; tem a ver com o consumo inadequado dos insumos utilizados em um determinado processo.
na impessoalidade, aqueles que estiverem em situações idênticas devem receber o tratamento com isonomia.
a legalidade é entendida como o agir fazendo tudo o que a lei não proíbe.
moralidade é característica dos atos praticados com ilicitude.
a publicidade é orientada para atos administrativos levados ao conhecimento privado dos interessados.
A Administração Pública deve obedecer aos princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e eficiência. Segundo o princípio da legalidade,
a Administração Pública deve agir no sentido de produzir resultados que satisfaçam da melhor maneira as necessidades públicas.
todos os atos devem ter sempre o objetivo do interesse público, não podendo a Administração Pública agir em interesse próprio ou de terceiro beneficiado.
a Administração Pública deve agir em consonância com os bons costumes, os princípios de justiça e equidade e a ideia comum de honestidade.
a Administração Pública só pode realizar atos e medidas que a lei permite, não podendo conceder direitos de qualquer espécie ou criar obrigações por atos administrativos.
os atos da Administração Pública devem sempre estar em conformidade com os preceitos de visibilidade e clareza.
Quanto aos princípios da administração pública, assinale a opção correta.
O acesso à informação é faceta do princípio da publicidade, cuja concretização se esgota no direito a obter certidões e na ação de habeas data.
Uma das facetas do princípio da legalidade, a reserva de lei para reger determinadas matérias nem sempre implica necessidade absoluta de lei ordinária, pois, mesmo em áreas de aplicação rigorosa do princípio, como o direito tributário, admite-se, por exemplo, instituição de tributo por medida provisória.
A adequação, um dos elementos que conformam o princípio da proporcionalidade, significa que o ato administrativo será inválido, por ofensa a esse princípio, se o próprio ato não for apto a atingir, por inteiro, a finalidade à qual se dirija.
Em decorrência do princípio da segurança, candidatos empossados em cargo público em virtude de tutela de urgência não devem ser afastados do cargo caso o Poder Judiciário leve tempo demasiado para julgar o processo, mesmo que a tutela seja revogada.
O princípio da supremacia do interesse público implica que o interesse privado é intrinsecamente oposto ao interesse público, pois, em sua atuação, o poder público limita a esfera privada de direitos e impõe-lhe ônus como, por exemplo, o de pagar tributos.
Um axioma bastante conhecido diz que o administrador privado pode fazer tudo o que a lei não proíbe, enquanto o administrador público somente pode fazer o que a lei autoriza. Essa frase recorrente deriva da observância a um dos princípios constitucionais que regem a Administração Pública, o Princípio da:
Discricionariedade.
Interdição.
Legalidade.
Moralidade.
Restrição ou Limitação.
Podemos entender princípios, no direito administrativo, como mandamentos de otimização, que se caracterizam pelo fato de poderem ser cumpridos em diferentes graus. Nesse sentido, é CORRETO afirmar ser o princípio da administração pública introduzido por Emenda Constitucional em 1998, exigindo resultados positivos para o serviço público e satisfatório atendimento das necessidades públicas:
eficiência.
legalidade.
impessoalidade.
publicidade.
moralidade.